Comentários em “Liberté”: “A tonalidade mais inexpressiva do azul”

BluPrinci

Uau!

Desde o segundo capítulo fiquei me perguntando se você estudava alguma coisa relacionada à Medicina, porque as informações do Roderich eram extremamente precisas.

Você sai do campo da ficção, da fanfic, pra um universo muito real e tangível... O da produção científica. E isso é importantíssimo, principalmente em tempos sombrios como esse, em que a educação pública é atacada. Meu curso é de humanas, mas fiquei muito feliz em ver esse link da Fapesp. É algo que eu nunca esperaria encontrar em uma fanfic de Hetalia e que me faz repensar se abandonar o fandom, como consequência das mudanças na minha vida e entrada na faculdade, fez realmente sentido.

Enfim, você me mostrou um lado das fanfics que eu não conhecia.

Tudo parece tão real e verdadeiro... Você capturou tão perfeitamente o luto. Períodos de tristeza extrema seguidos por repentinos momentos de distanciamento, frieza, em que nos sentimos curiosamente bem e às vezes até culpados, como se para estar de luto precisássemos sofrer o tempo todo. Crises, melhoras, decaídas... Como são verdadeiras as ações do Francis.

Não quero ler o próximo capítulo, porque é o último que você lançou até agora, mas estou interessada de mais para fazer qualquer outra coisa... O jeito é ler sem culpa mesmo.

Obrigada por esses dois capítulos, você tem um dom extraordinário com as palavras. Espero que esteja bem, e boa sorte nas provas! Vai dar tudo certo.