E foi disso que eu estava falando no comentário anterior... se ela vence os campeões vc a deixa super-humana e tira qualquer sinal de graça ou imprevisibilidade da fic . Claro que aqui eu posso dizer assim... nenhum campeão lutou a sério. Estavam apenas se divertindo e lutando despretensiosamente.
OU.. Lance teria usado o extrema velocidade, thunder wave (já que a ideia do raio de gelo era paralisar) e não apenas ficar no céu dando rasantes com o rabo de ferro (teria talvez aplicado um agilidade ou ainda mostrado habilidade de mestre em superar o pokémon fada umostrando que seu pokémon sabia o tóxico para aquelas situações e aplicado movimentos dragão que aumentariam seus status). Ou mesmo... ele conseguiria desviar de alguns ataques kkkk Tem outras situações mas deixemos de lado... kkk
Então entre as opções de achar que a autora deixa a protagonista super humana ou a autora fez os campeões nem ligarem para a batalha realmente, a segunda é melhor e mais coerente. Ainda assim, temo que os anúncios de batalha que seguem (onde visivelmente se levará a sério) talvez acabe com essa fraqueza visualizada e importante dela a transformando em super.
Mas, qual o problema nisso? Sinceramente nenhum quanto a trama, estamos rodeados de fics, animes, livros e filmes em que os personagens são gênios e guerreiros solitários que valem por exércitos. Mas, duas coisas aqui eu percebi:
A primeira, seria o elemento que daria sentido a muitos pontos da vida de Calysta que parecem sem sentido. Apenas criados de forma solta e não se encaixam ou parecem forçados (não vou detalhar tudo que falei no comentário passado).
A segunda, tira a emoção da fic. Quando confirma que ele será a super-humana que faz de tudo e mesmo as coisas dando errado, dão certo.. Deixa claro ao leitor que ela nunca vai se dar mal na fic, que nada que acontecer de ruim a ela é permanente. Por exemplo, quando ela entrou em Coma na fic passada foi emocionante porque ainda não estava construída essa visão de super. Agora, se algo por em risco a vida dela não tem emoção alguma, porque já sabemos que você cria uma forma dela resolver as coisas.
Eu tive esse problema em minha fanfic (PEV), por toda a PET eu dei ao protagonista porrada e muita porrada, perdas e muitas perdas. Quando cheguei em PEV sem querer o tornei super, resolvendo qualquer coisa que aparecesse... Só percebi isso quando estava escrevendo uma cena dele ter que decidir entre salvar a própria vida, a vida da família, a vida da amada ou a vida de uma amiga especial. Descobri como ele seria o heroi e estaria em diversos lugares ao mesmo tempo em minutos, afinal ele era o heroi! E de repente fiquei horas perguntando-me como ele salvaria todo mundo? Era humanamente impossível! Mesmo a melhor explicação que eu tinha usando muito do anime e dos jogos, não tinha sentido uma pessoa sozinha ser tão poderoso... E foi ai que cai a ficha, eu tinha criado um personagem que deixava a história sem emoção do ponto de vista que tudo sempre vai se resolver. (No final eu tomei a unica decisão que o leitor não esperava huahaua).
Calysta está no mesmo barco. Ao vencer os campeões (em algo para valer) ela se torna alguém que não importa o desafio, ela dá um jeito. Então... Ainda que o foco não seja o realismo, o enredo é como Calysta resolve todos os problemas... Ninguém quer personagens (que sejam o centro da história) que tudo da certo no final, não importa o tipo de coisa ruim que afete-a.
Mas, deixando isso de lado... Hoje eu vi a interação de Gary e ela com outros olhos. kkk Eles se lembrando da infância deu um ar fofo ao casal. Ficou incrível essa cena.
Exatamente. Nenhum dos campeões (exceto talvez Diantha) realmente estava lutando a sério. Falando nisso... Gostei das sugestões sobre estratégias de batalha para o Lance. Quem sabe ele tenha outra aparição em batalha no futuro? Ainda não sei, mas definitivamente é uma ideia a ser considerada.
Quanto ao que você disse sobre Calista: a ideia nunca foi fazer uma super protagonista (justamente por isso tento fazer a Caly tão cabeça quente e atrapalhada), até porque isso sempre foi uma coisa que me incomodou nos animes. Por isso mesmo coloquei os "micos" no torneio, para mostrar que era mais uma brincadeira do que qualquer outra coisa.
EIII!
E foi disso que eu estava falando no comentário anterior... se ela vence os campeões vc a deixa super-humana e tira qualquer sinal de graça ou imprevisibilidade da fic . Claro que aqui eu posso dizer assim... nenhum campeão lutou a sério. Estavam apenas se divertindo e lutando despretensiosamente.
OU.. Lance teria usado o extrema velocidade, thunder wave (já que a ideia do raio de gelo era paralisar) e não apenas ficar no céu dando rasantes com o rabo de ferro (teria talvez aplicado um agilidade ou ainda mostrado habilidade de mestre em superar o pokémon fada umostrando que seu pokémon sabia o tóxico para aquelas situações e aplicado movimentos dragão que aumentariam seus status). Ou mesmo... ele conseguiria desviar de alguns ataques kkkk Tem outras situações mas deixemos de lado... kkk
Então entre as opções de achar que a autora deixa a protagonista super humana ou a autora fez os campeões nem ligarem para a batalha realmente, a segunda é melhor e mais coerente. Ainda assim, temo que os anúncios de batalha que seguem (onde visivelmente se levará a sério) talvez acabe com essa fraqueza visualizada e importante dela a transformando em super.
Mas, qual o problema nisso? Sinceramente nenhum quanto a trama, estamos rodeados de fics, animes, livros e filmes em que os personagens são gênios e guerreiros solitários que valem por exércitos. Mas, duas coisas aqui eu percebi:
A primeira, seria o elemento que daria sentido a muitos pontos da vida de Calysta que parecem sem sentido. Apenas criados de forma solta e não se encaixam ou parecem forçados (não vou detalhar tudo que falei no comentário passado).
A segunda, tira a emoção da fic. Quando confirma que ele será a super-humana que faz de tudo e mesmo as coisas dando errado, dão certo.. Deixa claro ao leitor que ela nunca vai se dar mal na fic, que nada que acontecer de ruim a ela é permanente. Por exemplo, quando ela entrou em Coma na fic passada foi emocionante porque ainda não estava construída essa visão de super. Agora, se algo por em risco a vida dela não tem emoção alguma, porque já sabemos que você cria uma forma dela resolver as coisas.
Eu tive esse problema em minha fanfic (PEV), por toda a PET eu dei ao protagonista porrada e muita porrada, perdas e muitas perdas. Quando cheguei em PEV sem querer o tornei super, resolvendo qualquer coisa que aparecesse... Só percebi isso quando estava escrevendo uma cena dele ter que decidir entre salvar a própria vida, a vida da família, a vida da amada ou a vida de uma amiga especial. Descobri como ele seria o heroi e estaria em diversos lugares ao mesmo tempo em minutos, afinal ele era o heroi! E de repente fiquei horas perguntando-me como ele salvaria todo mundo? Era humanamente impossível! Mesmo a melhor explicação que eu tinha usando muito do anime e dos jogos, não tinha sentido uma pessoa sozinha ser tão poderoso... E foi ai que cai a ficha, eu tinha criado um personagem que deixava a história sem emoção do ponto de vista que tudo sempre vai se resolver. (No final eu tomei a unica decisão que o leitor não esperava huahaua).
Calysta está no mesmo barco. Ao vencer os campeões (em algo para valer) ela se torna alguém que não importa o desafio, ela dá um jeito. Então... Ainda que o foco não seja o realismo, o enredo é como Calysta resolve todos os problemas... Ninguém quer personagens (que sejam o centro da história) que tudo da certo no final, não importa o tipo de coisa ruim que afete-a.
Mas, deixando isso de lado... Hoje eu vi a interação de Gary e ela com outros olhos. kkk Eles se lembrando da infância deu um ar fofo ao casal. Ficou incrível essa cena.
Exatamente. Nenhum dos campeões (exceto talvez Diantha) realmente estava lutando a sério. Falando nisso... Gostei das sugestões sobre estratégias de batalha para o Lance. Quem sabe ele tenha outra aparição em batalha no futuro? Ainda não sei, mas definitivamente é uma ideia a ser considerada.
Quanto ao que você disse sobre Calista: a ideia nunca foi fazer uma super protagonista (justamente por isso tento fazer a Caly tão cabeça quente e atrapalhada), até porque isso sempre foi uma coisa que me incomodou nos animes. Por isso mesmo coloquei os "micos" no torneio, para mostrar que era mais uma brincadeira do que qualquer outra coisa.