Mas, bora parar de atrasar o inevitável e fazer esse comentário logo.
Não sei por onde começo ou como seguir. Eu literalmente li esse capítulo de manhã e fiquei até agora sem saber como abordar esse comentário shduwysyduw
Acho que seria coerente, mesmo que um pouco redundante, começar com um:
Porra Nathan.
Não só fudeu com o Aaron (e não no sentido bom q), mas também fudeu com o policial. Tipo, certeza que ele vai preso, não tem como não ter testemunhas presentes... Muito menos menos depois do que aconteceu com o Aaron.
Não acho que suicídio seja covardia e cairia na porrada com quem diz isso... Nesse caso específico, porém, vou chamar o Nathan não só de covarde como de arregão também. Faz a bosta e vaza, francamente.
E, voltando por Aaron, eu realmente não sei ao certo o que espero que tenha acontecido com ele. Por um lado a ideia dele morrer me deixa triste, por outro se ele vivesse ele provavelmente estaria fodido de sequela e ia ser uma vida difícil dali pra frente (minha tia tem um amigo que foi atropelado por um ônibus e, de acordo com ela, ele tá bem mal)... Então, sei lá, só tem lado negativo.
Mas saindo dos assuntos tristes.
Eu nunca cheguei a pensar na aparência dos personagens então não sei como responder (pra ser honesta a maioria das vezes eu não penso shzhshzhsh.)
Agora uma rezadinha por que quase mandei esse comentário incompleto.
E já que tô no meio desse tcc mesmo, bem sacana essa entidade que deu o poder pra ele wjdhwjsjwjah. Seria certo chamar de deus? Ou seria uma deidade qualquer? Um demônio? ... Loki, é você? Qqqqq
E eu chamando a entidade de sacana sendo que cliquei exatamente pra ver treta acontecendo e torcendo pro Nathan ia causar um alvoroço 10/10 shdhwhsxuehqya Não só essa história foi um exercício em ganância e arrogância também foi um exercício em cara de pau humana qhdhwhzhshqhzh
E esse "nada pela eternidade", não sei se é castigo ou é apenas o jeito que o pós morte funciona pra essa história, mas gzus tô ficando desesperada só de pensar... O tédio que deve dar senhooooooor... E eternidade sem nada pra fazer é bastante tempo pra remoer e ruminar nas bostas que fez na vida
Aaaah, deixa eu ver... Acho que já falei de tudo que tinha pra falar... Ou seja, agora vem a parte mais chatinha.
É o fim do mês e o fim da história. Ô mês chatinho, não é mesmo (q). Das suas notas deu pra ver que altos contratempos aconteceram, mas mesmo assim você conseguiu prosseguir no desafio até o fim o que Yay, vitória ~ * • ° ` *
Gostei bastante da história e me diverti acompanhando o progresso ♥ Acabou sendo um pouquinho mais difícil de comentar do que ano passado por que não é tão fácil tirar coisa do c— quer dizer, inventar maluquices do nada em histórias de tema tenso suzuwuzhxuwah Mas espero que a função dos comentários tenha funcionado esse mês todo e, principalmente, hoje.
Então, nessa noite de hoje, tchau ♥
O que acho que pode melhorar: De novo o fato de que eu vou ter que ser melosa, nojo
Meu deus do céu, foi um TCC mesmo. p**** Nathan parece um começo, meio e fim válido pra qualquer comentário depois de ter lido tudo, eu acho. Sim, o policial foi preso, ele próprio se confessou porque não entendeu nada e não sabe como ou porquê atirou num garoto na rua. E sim, para o Nathan, foi uma fuga desesperada. Mas foi mais no impulso que tudo. Ele tava ali, ele tinha o poder, tava TUDO dando merda, ele já tinha cometido assassinatos (o que deve foder a cabeça de qualquer ser humano normal), então pareceu uma boa ideia. Só que deu ruim, porque foi uma fuga que agora ele vai ter que lidar pelo resto da eternidade. Não sei o que houve com o Aaron. Eu imagino que ele tenha morrido, mas deixei pros leitores. Eu disse em outro comentário aqui que eu tinha todo um background pra essa entidade. Ela é uma espécie de deus, sim, mas ela não tem bem sentimentos humanos pra ser sacana. Foi tipo... Curiosidade acadêmica?? Sobre o 'nada pela eternidade', eu gosto de pensar que o pós-morte dessa história é o mesmo da história do Peter, já que eles tem o mesmo narrador, então você pode descobrir na One-shot dele (que um dia eu publico). Se for considerar isso oficial, então foi um castigo mesmo. Que bom que gostou e se divertiu! Mesmo numa história mais séria e nem tão bem escrita quanto a que me conheceu, ainda me deixava muito feliz te ver por aqui sempre. Por causa de comentários como o seu, eu sempre acabo me empolgando pra escrever de novo, num desafio ou só escrever mesmo, e aí nunca desisto de vez mesmo quando acho minha escrita uma porcaria. Obrigada por tudo, sempre, e espero te ver em outras histórias minhas!!
Precisei ler o capítulo duas vezes até cair a ficha do que tinha acontecido. Eu me esqueci da entidade do começo e pensei que as falas eram do policial, e que o policial tinha dado um tiro na própria cabeça, sob o comando do Nathan. Mas isso não fazia o menor sentido, então eu li de novo, me lembrei da entidade e...
Oh, s***! O Nathan se matou! Não sei que tipo de final eu esperava, mas, definitivamente, não era esse! Será que vão acusar o policial de homicídio?
Reconheço que, apesar da surpresa, é um final que faz muito sentido! Não deixa de parecer uma fuga, uma tentativa de não arcar com as consequências da besteira que fez. Acho que saiu pela culatra, porque agora o Nathan terá a eternidade para pensar nisso.
Obrigada por mencionar meu nome nos agradecimentos. Foi uma surpresa bem agradável. x3 Respondendo à sua pergunta dos personagens, eu imaginei os meninos bem "padrãozinho" (cabelos curtos e escuros, pele branca, altos, mas nem tanto), e a Leyla com cabelos curtos e negros e olhos bem expressivos (e, talvez, com um mangá BL debaixo do braço).
Bom, é isso. Foi uma história divertida e com um final muito digno!
Nossa, o enredo me fez lembrar de Death Note. Um jovem que ganha um poder irado, começa a usar como "heroi" e termina como o grande vilão. Uma pena para o Aaron que pagou com a vida seu contato com Nathan. E Nathan virou um belo filho da puta, hein.
Achei esse capítulo final muito interessante. Adoraria saber mais sobre essa entidade que concedeu o poder ao Nathan, além das conclusões que ela alcançou com essa experiência.
Foi uma história muito legal. O poder das marionetes é criativo demais. O entedo foi bem trabalhado e a conclusão foi compreensível segundo a personalidade mesquinha desse protagonista. Curti demais!
Eu tinha criado toda uma sub-história com a entidade, mas descartei completamente por questões de tempo. Em resumo, há algumas poucas entidades como aquela, e todas são 'Deus'. Todas têm o poder de criação, morte, modificação. E elas meio que... Tratam o universo como um The Sims. Ficam jogando coisas e estudando a reação dos seres vivos. Elas não têm uma noção de sentimentos igual à de humanos, então acham tudo muito curioso. Essa em particular que cedeu o poder do Nathan é a entidade mais interessada em seres humanos em particular, e estava tentando provar algum ponto pras outras entidades, que era o que eu queria desenvolver.
Obrigada por ter lido! Nathan foi feito pra ser um exemplar de ser humano o máximo 'normal' possível, e ter ganho o poder foi o que fez dele mesquinho, mas haverá o debate eterno se isso já era da natureza dele ou foi implementado por causa do poder. Até os próximos!
Mas, bora parar de atrasar o inevitável e fazer esse comentário logo.
Não sei por onde começo ou como seguir. Eu literalmente li esse capítulo de manhã e fiquei até agora sem saber como abordar esse comentário shduwysyduw
Acho que seria coerente, mesmo que um pouco redundante, começar com um:
Porra Nathan.
Não só fudeu com o Aaron (e não no sentido bom q), mas também fudeu com o policial. Tipo, certeza que ele vai preso, não tem como não ter testemunhas presentes... Muito menos menos depois do que aconteceu com o Aaron.
Não acho que suicídio seja covardia e cairia na porrada com quem diz isso... Nesse caso específico, porém, vou chamar o Nathan não só de covarde como de arregão também. Faz a bosta e vaza, francamente.
E, voltando por Aaron, eu realmente não sei ao certo o que espero que tenha acontecido com ele. Por um lado a ideia dele morrer me deixa triste, por outro se ele vivesse ele provavelmente estaria fodido de sequela e ia ser uma vida difícil dali pra frente (minha tia tem um amigo que foi atropelado por um ônibus e, de acordo com ela, ele tá bem mal)... Então, sei lá, só tem lado negativo.
Mas saindo dos assuntos tristes.
Eu nunca cheguei a pensar na aparência dos personagens então não sei como responder (pra ser honesta a maioria das vezes eu não penso shzhshzhsh.)
Agora uma rezadinha por que quase mandei esse comentário incompleto.
E já que tô no meio desse tcc mesmo, bem sacana essa entidade que deu o poder pra ele wjdhwjsjwjah. Seria certo chamar de deus? Ou seria uma deidade qualquer? Um demônio? ... Loki, é você? Qqqqq
E eu chamando a entidade de sacana sendo que cliquei exatamente pra ver treta acontecendo e torcendo pro Nathan ia causar um alvoroço 10/10 shdhwhsxuehqya Não só essa história foi um exercício em ganância e arrogância também foi um exercício em cara de pau humana qhdhwhzhshqhzh
E esse "nada pela eternidade", não sei se é castigo ou é apenas o jeito que o pós morte funciona pra essa história, mas gzus tô ficando desesperada só de pensar... O tédio que deve dar senhooooooor... E eternidade sem nada pra fazer é bastante tempo pra remoer e ruminar nas bostas que fez na vida
Aaaah, deixa eu ver... Acho que já falei de tudo que tinha pra falar... Ou seja, agora vem a parte mais chatinha.
É o fim do mês e o fim da história. Ô mês chatinho, não é mesmo (q). Das suas notas deu pra ver que altos contratempos aconteceram, mas mesmo assim você conseguiu prosseguir no desafio até o fim o que Yay, vitória ~ * • ° ` *
Gostei bastante da história e me diverti acompanhando o progresso ♥ Acabou sendo um pouquinho mais difícil de comentar do que ano passado por que não é tão fácil tirar coisa do c— quer dizer, inventar maluquices do nada em histórias de tema tenso suzuwuzhxuwah Mas espero que a função dos comentários tenha funcionado esse mês todo e, principalmente, hoje.
Então, nessa noite de hoje, tchau ♥
O que acho que pode melhorar: De novo o fato de que eu vou ter que ser melosa, nojo
Meu deus do céu, foi um TCC mesmo.
p**** Nathan parece um começo, meio e fim válido pra qualquer comentário depois de ter lido tudo, eu acho. Sim, o policial foi preso, ele próprio se confessou porque não entendeu nada e não sabe como ou porquê atirou num garoto na rua. E sim, para o Nathan, foi uma fuga desesperada. Mas foi mais no impulso que tudo. Ele tava ali, ele tinha o poder, tava TUDO dando merda, ele já tinha cometido assassinatos (o que deve foder a cabeça de qualquer ser humano normal), então pareceu uma boa ideia. Só que deu ruim, porque foi uma fuga que agora ele vai ter que lidar pelo resto da eternidade.
Não sei o que houve com o Aaron. Eu imagino que ele tenha morrido, mas deixei pros leitores.
Eu disse em outro comentário aqui que eu tinha todo um background pra essa entidade. Ela é uma espécie de deus, sim, mas ela não tem bem sentimentos humanos pra ser sacana. Foi tipo... Curiosidade acadêmica??
Sobre o 'nada pela eternidade', eu gosto de pensar que o pós-morte dessa história é o mesmo da história do Peter, já que eles tem o mesmo narrador, então você pode descobrir na One-shot dele (que um dia eu publico). Se for considerar isso oficial, então foi um castigo mesmo.
Que bom que gostou e se divertiu! Mesmo numa história mais séria e nem tão bem escrita quanto a que me conheceu, ainda me deixava muito feliz te ver por aqui sempre. Por causa de comentários como o seu, eu sempre acabo me empolgando pra escrever de novo, num desafio ou só escrever mesmo, e aí nunca desisto de vez mesmo quando acho minha escrita uma porcaria.
Obrigada por tudo, sempre, e espero te ver em outras histórias minhas!!
Parabéns por concluir a drabble! x3
Precisei ler o capítulo duas vezes até cair a ficha do que tinha acontecido. Eu me esqueci da entidade do começo e pensei que as falas eram do policial, e que o policial tinha dado um tiro na própria cabeça, sob o comando do Nathan. Mas isso não fazia o menor sentido, então eu li de novo, me lembrei da entidade e...
Oh, s***! O Nathan se matou! Não sei que tipo de final eu esperava, mas, definitivamente, não era esse! Será que vão acusar o policial de homicídio?
Reconheço que, apesar da surpresa, é um final que faz muito sentido! Não deixa de parecer uma fuga, uma tentativa de não arcar com as consequências da besteira que fez. Acho que saiu pela culatra, porque agora o Nathan terá a eternidade para pensar nisso.
Obrigada por mencionar meu nome nos agradecimentos. Foi uma surpresa bem agradável. x3 Respondendo à sua pergunta dos personagens, eu imaginei os meninos bem "padrãozinho" (cabelos curtos e escuros, pele branca, altos, mas nem tanto), e a Leyla com cabelos curtos e negros e olhos bem expressivos (e, talvez, com um mangá BL debaixo do braço).
Bom, é isso. Foi uma história divertida e com um final muito digno!
Beijos! :*
O que mais gostei: A última fala.
Obrigada! Eu quis deixar a entidade bem de escanteio até esse exato momento mesmo, porque ela só estava observando.
Sim, o policial foi acusado de homicídio. Ele se confessou, porque não entendeu o que tinha acontecido ou porquê tinha atirado no garoto.
E sim, foi uma fuga, e saiu pela culatra. Ele vai ter a eternidade para pensar em muita coisa.
Obrigada pelo feedback! Eu que agradeço por ter lido desde o começo. E eu canonizo o mangá BL debaixo do braço da Leyla.
Nossa, o enredo me fez lembrar de Death Note. Um jovem que ganha um poder irado, começa a usar como "heroi" e termina como o grande vilão. Uma pena para o Aaron que pagou com a vida seu contato com Nathan. E Nathan virou um belo filho da puta, hein.
Achei esse capítulo final muito interessante. Adoraria saber mais sobre essa entidade que concedeu o poder ao Nathan, além das conclusões que ela alcançou com essa experiência.
Foi uma história muito legal. O poder das marionetes é criativo demais. O entedo foi bem trabalhado e a conclusão foi compreensível segundo a personalidade mesquinha desse protagonista. Curti demais!
Espero te encontrar nos próximos desafios ♥
Eu tinha criado toda uma sub-história com a entidade, mas descartei completamente por questões de tempo. Em resumo, há algumas poucas entidades como aquela, e todas são 'Deus'. Todas têm o poder de criação, morte, modificação. E elas meio que... Tratam o universo como um The Sims. Ficam jogando coisas e estudando a reação dos seres vivos. Elas não têm uma noção de sentimentos igual à de humanos, então acham tudo muito curioso. Essa em particular que cedeu o poder do Nathan é a entidade mais interessada em seres humanos em particular, e estava tentando provar algum ponto pras outras entidades, que era o que eu queria desenvolver.
Obrigada por ter lido! Nathan foi feito pra ser um exemplar de ser humano o máximo 'normal' possível, e ter ganho o poder foi o que fez dele mesquinho, mas haverá o debate eterno se isso já era da natureza dele ou foi implementado por causa do poder. Até os próximos!