Comentários em “Voltando Para Casa”: “Capítulo Único - Voltando Para Casa”

N

Olá, Themis.

Não canso de apreciar o ritmo das suas histórias, levando o leitor a não apenas acompanhar seu mundo, mas mergulhar nele. Toda a ambientação e calma pra apresentar o cenário combina muito com o tema, a estranheza crescente envolvida em ternura, e caramba, como eu gostei do fim.

Muito feliz de ter lido essa história, Themis. Obrigada.



O que mais gostei: O ritmo
Themis Magalhães

Olá =)

E, novamente, encontro-me sorrindo que nem uma boba ao receber a notificação de um comentário seu. Fico tão feliz por vê-la por aqui ♥

Fico muito feliz em ler isso porque, na verdade, essa era exatamente minha intenção. Queria fazer o leitor mergulhar nesse cenário de calma, experimentar o refúgio ao qual o Rafael recorria. No planejamento, a Amélia já havia se divorciado dele porque não aguentou o peso da incerteza, de nunca saber se a próxima notícia seria a da morte dele. Eu ia colocar isso, mas preferi deixar a possibilidade de uma livre interpretação.

Muito, muito obrigada por ter lido ♥

Gasai

Bom dia, boa tarde, boa noite! Tudo tranquilo?

OOOOOH, BOY! POR ONDE EU COMEÇO?! Honestamente, eu não sei, mas vamos lá! :v

Eu realmente gostei dessa one! Tem um ar tão calmo, mas, ao mesmo tempo, estranho. Enquanto eu lia, eu senti uma sensação de “sonho”. Não sei bem como explicar, mas as imagens que me vinham a cabeça estavam perdendo um pouco do nexo enquanto eu lia, e eu tinha uma sensação de estar leve, flutuante, com um toque muito fraco de sufoco(?). Eu tenho certeza absoluta que eu não estou conseguindo explicar nada e que provavelmente o que eu tô falando não faz sentido. Tipo... é psicodélico sem ser realmente psicodélico(?)… Ah, tá, eu desisto! :’v

Acho que é por causa do contraste entre a aparente calma da situação com pequenos indícios de que algo está errado escondido nas entrelinhas que me fez sentir assim. E, rapaz, eu gostei bastante disso! *^*

Também senti uma vibe de que, talvez, Rafael, Amélia e Ana estavam enfrentando algum problema familiar. Tipo, em algum momento ele pensa sobre “as coisas se resolverem” e acho que essas “coisas” não são realmente do trabalho dele. Estou na dúvida sobre o que é. Pode ser uma separação/briga e “eles estão resolvendo isso”, ou as duas morreram e “ele está indo ao encontro delas”… bem, provavelmente não é uma “estória de fantasma”, mas eu gosto delas então é difícil acabar não pensando nisso. :v De qualquer forma, achei isso interessante!

Enfim, WHAT A TWIST! Gostei muito desse final, apesar de sido bem triste. A forma como a morte dele pareceu “pacifica” foi realmente refrescante, tendo em vista como os outros trabalhos com tema parecido que eu tive contato seguiam um caminho beeem diferente! Tem um tom de escapismo bem forte.

Aliás, você está fazendo faculdade?! Espero que esteja gostando do teu curso, se for o caso! ^^

Enfim, acho que é tudo que tenho para dizer, lá vou eu! Até a próxima! o/

Beijos e abraços,

Gasai.

Themis Magalhães

Olá =)

Antes de mais nada: não me canso de dizer o quão feliz estou por te ver de volta por aqui. Estou bastante ansiosa para voltar a ler Secret (sim, foi uma indireta bastante direta. Quero muito a continuação =P Sai quando, hein?). Mas deixando as pressões psicológicas de lado, é ótimo que esteja de volta ♥

Sabe, seu comentário me fez bastante feliz. Você teve justamente a reação que queria despertar no leitor. Queria deixar indícios de que a situação não era normal, mas tomei muito cuidado para não deixar tão descarado assim. O refúgio dele se tornou real naquele momento e foi isso que quis passar para quem estava lendo. Queria que fosse real. Saber que alcancei isso me deixa muito feliz.

Na verdade, você está certa. Eles realmente estavam passando por problemas. Amélia não aguentou a pressão de sempre ter receio de receber a notícia sobre a morte do marido. Isso a desgastou muito e, então, ela decidiu se separar, mesmo ainda o amando muito. Eles não brigaram nem nada, ela apenas não aguentou. Inicialmente, pensei em colocar isso na one, mas preferi deixar aberto à interpretações.

Sim! Estou bastante satisfeita com o curso até agora, apenas sofrendo um pouco no processo de adaptação em meio à correria.

Muito, muito obrigada por ler. Seus comentários me fazem muito feliz ♥

Senhorita Amabel

Olá! Tudo bem?

Certo, isso me surpreendeu demais. Começou com um clima agradável, um sentimento de saciedade, uma saudade que enfim acabava e agora era o reencontro. Acreditei mesmo que fosse sobre um homem voltando para casa, que depois da dor da saudade e de qualquer erro que ele pudesse ter cometido, agora tudo estaria bem. Mas não estava.

Claro que foi um erro meu não me atentar aos gêneros; na minha busca por algo para ler (e como eu já tinha lido uma história sua não pensei duas vezes antes de ler outra) acabei lendo apenas a sinopse e ignorado os gêneros. Mas foi melhor assim. A surpresa tornou o texto melhor, digamos que por ser inesperado fiquei em pedaços ao descobrir que na verdade não era uma história sobre retorno ao lar, mas sim sobre a morte de um soldado que deseja voltar para casa.

Gostei muito, muito mesmo. Você me alimentou as esperanças, me entregou um sentimento agradável, libertador, apenas para terminar com essa tristeza e dor. Gostei disso. Achei interessante como a mudança de situação, como o fato dele (Rafael, certo?) ter chamado a mulher e ela não ter respondido já mostra que alguma coisa estava errada.

Não tenho nada a reclamar, o texto todo foi ótimo. Agradeço pela leitura. E gostei muito da sua resposta no meu outro comentário (comentei em Arthur, você se lembra?).

Bom, é isso. Adorei a história. Provavelmente lerei outro texto seu. Até mais!

Themis Magalhães

Olá =)

Fico imensamente feliz ao ver que um dos meus principais objetivos com essa história foi alcançado. Queria muito construir essa calmaria, conseguir descrevê-la como algo que parecesse real para o personagem, ainda que com certos indícios de anormalidade. Esse era o refúgio de Rafael, seu maior consolo e sua mais forte instigação. Naquele único momento, sob o alívio recompensador, mesmos as anormalidades fizeram completo sentido. Estava com um pouco de receio de que as indicações estivessem óbvias. Queria deixá-las mais sutis, desde a ausência de uma resposta da esposa até a terra pegajosa empapada pelo sangue que ele atribuiu ao jardim recém cuidado. Acho que esse era um dos ponto principais para mim, fico muito feliz por ter conseguido.

Creio que essa foi uma das ones que mais me emocionei escrevendo justamente por isso. Enquanto a escrevia, senti a calmaria me dominar e quis oferecer ao personagem um descanso merecido. Quis fazer com que aquele reencontro fosse real e que ele pudesse ver o rosto da esposa e da filha uma última vez, quem sabe passar mais alguns minutos com ela. Foi muito duro saber como essa história acabaria e mais ainda seguir com o planejamento.

Sabe, tenho certa mania de não prestar muita atenção nos gêneros quando vou ler uma one, justamente por temer estragar algum plot. O máximo que checo é a sinopse e, se o texto me prender até o fim, apenas me deixo levar e me surpreendo com alguma reviravolta.

Claro que lembro! Inclusive, encontrei sua história através daquele comentário e, devo dizer, está sendo uma das minhas leituras mais intensas aqui no Nyah. Muito profunda mesmo, uma ótima experiência.

Muito obrigada por ler =)