Ironia tragicômica; para morrer, precisa viver. Demanda esforço, quando sequer consegue sair da cama.
Quando se desprende de tudo, não parece mais haver peso sobre ombros. Apesar dos arrependimentos de uma vida não vivida como planejada, realmente, parece o certo a se fazer. Sem notar que está com um cabresto na cara e só enxergando uma solução irremediável. Fico sempre me sentindo impotente quando leio essa história.
É exatamente isso - a grande ironia é que ela só começou a viver mesmo quando passou a querer morrer. A vida tem a forma de algemas para algumas pessoas, infelizmente. Mas ela só vê essa saída, é verdade, e se tivesse sido ajudada antes podia ter encontrado outras... Infelizmente, tal qual a realidade, nem todo mundo consegue a ajuda que merece e é essa a que encontram. Os nossos fantasmas tem formas bem definitivas de se enterrarem na gente. Fico muito feliz que esteja gostando, apesar dos sentimentos que a história evoca em você. Obrigada de verdade!! ♥
Ah, entendo. Ela vai passar por uma "melhora da morte"? Isso é um conceito que minha mãe inventou, pois presenciou muito isso no lugar onde trabalha. Segundo ela os pacientes que já não tem qualquer expectativa de melhora, subitamente ficam muito bem ao nível que podem ser dispensados do hospital e depois morrem. Ok, que aqui em casa a gente acaba aplicando isso pra qualquer coisa (tipo, a nossa tv também teve a melhora da morte -q) :v
Lindo, lindo, lindo, é isso, cara. Estou absolutamente embasbacada de admiração por essa história e, em especial, pelo impacto dos dois últimos capítulos depois de tudo o que foi narrado.
Humanos e plantas, em sua fundação de necessidades vitais, não são diferentes, afinal, apesar de todas as diferenças óbvias entre ambos...
E precisar viver pra morrer é aplicável a ambos, assim como o vice-versa... as folhas enegrecidas vão à terra, e apesar do estado desagradável aos olhos e aparentemente faltoso de utilidade, ainda há nutrição ali. A famigerada dor que também nutre a vida, de forma mais difícil e enterrada, claro, e com a ajuda solar (badum-tss) no processar disso tudo.
É isso. Torço para que o sorriso da protagonista/narradora seja o prenúncio de um crescimento mais saudável pra ela, nesse fim de história. E te elogio demais, demais, demais, por digitar essa jornada de forma tão singela. ♥
"É preciso viver para morrer." Palavras mais verdadeiras jamais foram ditas. É terrivelmente sóbrio da parte dela tentar colocar os negócios no lugar para não deixar lacunas na vida dos outros? No final, ela não queria ser um estorvo, mesmo em sua morte. Até o metódo que ela escolheu para si foi o mais "limpo" possível. Ela não queria causar incômodos.
Wow, mais um capitulo que me acertou direto no estômago e me fez de pudim hsjkdhkjshkjds
Eu sou um pudim amassado no chão agora.
Eu concordo totalmente sobre desistir. Desistir é tão libertador que é viciante, e por isso é muito perigoso. Mas desistir, sinceramente, é bom. Se eu não tivesse aprendido a desistir de coisas idiotas ou coisas grandes na vida adulta, eu não sei se ia conseguir continuar vivendo. Acho que isso não é muito bom se vc olhar de fora, mas é a vida hjsahdjks a vida dá dessas
Hmmm, já sei o que vai rolar aqui... Mas eu não gosto disso. Não era essa a reviravolta que eu queria... ;-;
Ela realmente decidiu morrer, agora... Era como se ela ainda estivesse ponderando, antes. Ai ;-;
Ironia tragicômica; para morrer, precisa viver. Demanda esforço, quando sequer consegue sair da cama.
Quando se desprende de tudo, não parece mais haver peso sobre ombros. Apesar dos arrependimentos de uma vida não vivida como planejada, realmente, parece o certo a se fazer. Sem notar que está com um cabresto na cara e só enxergando uma solução irremediável. Fico sempre me sentindo impotente quando leio essa história.
É exatamente isso - a grande ironia é que ela só começou a viver mesmo quando passou a querer morrer. A vida tem a forma de algemas para algumas pessoas, infelizmente. Mas ela só vê essa saída, é verdade, e se tivesse sido ajudada antes podia ter encontrado outras... Infelizmente, tal qual a realidade, nem todo mundo consegue a ajuda que merece e é essa a que encontram. Os nossos fantasmas tem formas bem definitivas de se enterrarem na gente. Fico muito feliz que esteja gostando, apesar dos sentimentos que a história evoca em você. Obrigada de verdade!! ♥
Ah, entendo. Ela vai passar por uma "melhora da morte"? Isso é um conceito que minha mãe inventou, pois presenciou muito isso no lugar onde trabalha. Segundo ela os pacientes que já não tem qualquer expectativa de melhora, subitamente ficam muito bem ao nível que podem ser dispensados do hospital e depois morrem. Ok, que aqui em casa a gente acaba aplicando isso pra qualquer coisa (tipo, a nossa tv também teve a melhora da morte -q) :v
Lindo, lindo, lindo, é isso, cara. Estou absolutamente embasbacada de admiração por essa história e, em especial, pelo impacto dos dois últimos capítulos depois de tudo o que foi narrado.
Humanos e plantas, em sua fundação de necessidades vitais, não são diferentes, afinal, apesar de todas as diferenças óbvias entre ambos...
E precisar viver pra morrer é aplicável a ambos, assim como o vice-versa... as folhas enegrecidas vão à terra, e apesar do estado desagradável aos olhos e aparentemente faltoso de utilidade, ainda há nutrição ali. A famigerada dor que também nutre a vida, de forma mais difícil e enterrada, claro, e com a ajuda solar (badum-tss) no processar disso tudo.
É isso. Torço para que o sorriso da protagonista/narradora seja o prenúncio de um crescimento mais saudável pra ela, nesse fim de história. E te elogio demais, demais, demais, por digitar essa jornada de forma tão singela. ♥
"É preciso viver para morrer." Palavras mais verdadeiras jamais foram ditas. É terrivelmente sóbrio da parte dela tentar colocar os negócios no lugar para não deixar lacunas na vida dos outros? No final, ela não queria ser um estorvo, mesmo em sua morte. Até o metódo que ela escolheu para si foi o mais "limpo" possível. Ela não queria causar incômodos.
Wow, mais um capitulo que me acertou direto no estômago e me fez de pudim hsjkdhkjshkjds
Eu sou um pudim amassado no chão agora.
Eu concordo totalmente sobre desistir. Desistir é tão libertador que é viciante, e por isso é muito perigoso. Mas desistir, sinceramente, é bom. Se eu não tivesse aprendido a desistir de coisas idiotas ou coisas grandes na vida adulta, eu não sei se ia conseguir continuar vivendo. Acho que isso não é muito bom se vc olhar de fora, mas é a vida hjsahdjks a vida dá dessas
Hmmm, já sei o que vai rolar aqui... Mas eu não gosto disso. Não era essa a reviravolta que eu queria... ;-;
Ela realmente decidiu morrer, agora... Era como se ela ainda estivesse ponderando, antes. Ai ;-;