Eu nem ia ler nada hoje, mas a senhora e dona Jweek ficaram falando lá e eu não me aguentei!! Aidan tá sofrendo em Mahoutokoro! E por falar em em sofrer, tadinho dos doguinhos!!! Saudades aulas de Pepakura do Aidan... o que temos pra hoje? Qual a bijuu de hoje? Hachibi? Falando em nisso... eu lembrei agora de um cap que choveu referencias involuntárias de Naruto kkkkk Fora que eu SEMPRE lembro daquela porca rosa também! AH. SENDO CRUEL COM TRACY. RÁ. RÁ. RÁ. Senhor Jesus, eu só li "fazer um teste" e a preocupação com possíveis merdas foi a nível estratosféricos!! Ark é um coisinho pufoso todo apaixonadinho!! Vai na fé lindo, pq a Hui é um amorzinho, agora o seu gêmeo involuntário, tá lá com o fudido do Albus Severus............ Meu Aidacórnio vai infartaaaar!! A vovó Hataya faz bentos decoradinhos????? Pelo amor de deus, vai dar mais trabalho juntar esses dois do que foi pra separar e do que vai dar se deixar separado! Eu sinceramente tô começando a achar que essas duas só querem juntar os Aidans pra realização própria... ninguém pensou no psicológico do menino não? Só Fred e Cesc?? Foi dom o Yutaka que o Aidan aprendeu os métodos que usou com o Albus? kkkk Meus irmãos, AI. MEU. CORAÇÃO. ♥♥♥♥♥♥ Pera.. o ministério suspendeu aquela história de magia fora de Hogwarts né? Eu tô pensando numas paradas muito loucas, tipo o Dood não se juntando com o Ark e daqui a dez anos ele com a tatuagem enorme dele, mesmo não trabalhando direto pra yakuza, um lance meio "serviços prestados" kkk ADORO, Aidan fazendo o servicinho sujo da máfia! kkkkkkkkkkk me leva que eu to as traças! "deixar mensagens escritas na parede" um lance meio sangrento estilo "A Câmara Secreta foi aberta... inimigos do Herdeiro, cuidado"? Imagina a galera vendo aquele pirralho de 15 anos junto com aquele monte de armários! Maeda-Sama vai passar a temer pirralhinhos de 15 anos.... Puta merda, eu tô imaginando Tony vibrando horrores, quando descobrir que o que ele ensinou pro Aidan foi usado por ele na Yakuza!!!! Sinceramente, eu acho que os dois tão na merda, se juntar a merda vai ser tanta que não vai caber no cu... então deixa separado mesmo e leva os babies unicórnios de volta pra Londres!
Eu faço referências a Naruto, mas é bem inconsciente, porque não assisti muito.
Quanto aos Aidans, todo mundo quer que eles fiquem separados, vocês não tão vendo o potencial da junção, mas vai ser legal, o processo vai dar certo, eles vão ficar bem e Erick tá envolvido, então, o que pode dar errado?
Hahahaha
Tony vai vibrar mesmo, é um presente de aniversário antecipado, ver sua malignidade inocente sendo usada para coisas sérias e foderosas.
Todo mundo liga para o psicológico de Aidan, até os corvinal, mas assim, eles ligam de um jeito diferente, hihihi, parece que só estão ali pelo enigma, mas não, eles querem fazer o bem, sem olhar a quem, confia!
Pesquisar sobre os Yakuza é bem legal e mais legal ainda é colocar esse unicórnio dentro desse mundo, me diverti bastante.
Queria dizer que esse ritual de criação dos Inugami ainda vai me fazer ter pesadelos um dia desses, porque eu sei que a humanidade é meio extrapolada nos limites morais, mas gente, coitado do doguinho ;-;
Hui e Ark são apenas os meus bebês, Tracy, exploda -_-
(é brincadeira, acho a moça toda podre, mas no fundo no fundo eu quase gosto dela)
(muito, muito lá no fundo, e muito, muito quase, porque ela é má com meu Aidancórnio, e isso não é coisa que se faça)
Nunca consigo me decidir se o ciúmes da Tracy com a Hui é só ciúme de amiga, ou se ela também tem uma quedinha pela menina (coisa pela qual não dá pra julgá-la, porque a Hui é toda a personificação da primavera japonesa, um amorzinho*-*), então vou chamar isso aí de amargor no coração, isso sim.
Aidan apaixonadinho é a coisa mais fofinha que já existiu nesse mundo, chega dá um calorzinho no peito ♥
Mas sabe, não dá para deixar de considerar que a cada capítulo fica mais fácil pensar nos dois Aidan’s como duas pessoas diferentes, apesar de os dois serem o Aidan (o que é muito louco e sem sentido quando a gente coloca em palavras, mas enfim). É como se as duas versões estivessem se consolidando cada vez mais a cada vivência diferente deles. Dá para ver refletido na escrita e no decorrer da história como é verdadeiro o que o John falou sobre as complicações de fazer a fusão, agora mesmo é muito mais fácil e racional para mim pensar na possibilidade de eles ficarem com os dois Aidan’s do que era na primeira vez que eu li sobre o que tinha acontecido com eles. É realmente como se aos poucos a ideia de juntar os dois de novo começasse a soar como a ideia de juntar a Rebeca com o Tony, em vez de vir tão naturalmente como veio logo que tudo aconteceu, embora ainda fique muito claro que os dois são a mesma pessoa, só que diferentes (???). Não que pareça ser impossível, é só que as complicações desse processo estão ficando mais evidentes do que estamos acostumados a considerar, não necessariamente da forma como ficaram para o John, está mais para uma impressão que fica mesmo que você não consiga colocar em palavras racionalmente e de forma fundamentada o motivo. É quase como se fosse ser estranho ter só um Aidan em vez de dois?
Sei lá sabe, só estou preocupada com o que vai acontecer com eles, considere isso mérito da sua escrita.
Eu acho muito, muito louco pensar nos Aidan’s sendo leais um ao outro, mas ao mesmo tempo é tão bonitinho (???). Na verdade, eu acho uma experiência muito interessante, a ideia de realmente conseguir olhar para si mesmo de maneira mais distante e se preocupar e cuidar de si mesmo, como faria com outra pessoa, desenvolver um sentimento de afeto e zelo para consigo, mesmo que seja na verdade com o outro (???). Pensando dessa forma, estranhamente, é a coisa mais fofinha que eu já vi, fico emotiva.
“Que não tinha nenhuma chance de acontecer, diga-se de passagem!” Ora, ora, seu destruidor de shipps, tomara que vocês acabem casados, pois então!
“Dood só queria garantir que você não ficaria sozinho” Aidan é tudo pra mim, eu juro que ainda vou chorar de amor por esse garoto. Não aguento mais sofrer com a fofura desse moço, todo dia isso ;-;
Tá vendo?! O Dood pensa no Ark como gêmeo, GÊMEO! Eu juro por Zeus que esse arco de Mahoutokoro ainda vai fazer meu cérebro derreter e escorrer pelos meus ouvidos!
Acho muito engraçado como a relação entre irmãos parece tão fofinha e adorável quando a gente está lendo, mas quando é com a gente, dá vontade de cometer um crime de ódio sem nenhum peso na consciência. Aidan e Akira interagindo são tudo pra mim ♥
Dane-se, vou imaginar o Yutaka como o carinha de asiático de gigantes de aço, nada vai me impedir *-*. Já gosto muito desse moço.
Aqui nós chegamos em um ponto interessante, porque tem uma dúvida que ficou na minha cabeça depois dessa conversa: não sei se você já chegou a ver alguma coisa sobre transtorno dissociativo de identidade, mas eu sou toda interessadinha por esse assunto e estava pensando sobre aqueles casos em que, quando a pessoa muda de personalidade, a mente altera características físicas (tipo a cor dos olhos, ou uma doença) de acordo com a nova pessoa que está assumindo o corpo (vide os casos em que uma personalidade é anêmica, e quando muda para outra, a doença some). Se um bruxo tivesse transtorno dissociativo de identidade, seria possível que a magia mudasse de acordo com a personalidade que ele assumisse? Porque a partir dos casos dessa doença, fica claro que o corpo é muito mais controlado pela mente do que se imaginava, nós apenas não temos acesso a esse controle conscientemente. Mas daria para considerar, a partir dos mecanismos de magia que você usa nesse universo, que a mente humana seria capaz de transformar as características principais da magia de um bruxo durante a troca das personalidades, e assim, uma das personalidades poderia se sentir confortável só com uma varinha de pelo de unicórnio, e outra personalidade, só com uma de coração de dragão, porque as duas teriam magias com inclinações e tendências diferentes, como dois bruxos diferentes mesmo, apesar de estarem no mesmo corpo? Ou a magia é algo à parte e mais imutável, que não seria influenciado pela troca de mentes?
Porque, veja bem, por um lado, o transtorno dissociativo de identidade funcionaria de uma forma parecida com a da caixinha, seria outra pessoa habitando aquele corpo. Mas por outro lado, nesse transtorno, não é que ele esteja no corpo errado, é um só corpo que pertence a várias pessoas; com a caixinha, é uma pessoa assumindo o corpo da outra; a própria consciência de que aquele corpo não é seu não poderia interferir impedindo que a mente atuasse sobre ele e sobre a magia nele para transforma-los? Ou até mesmo a própria caixa, por ser mágica, não teria alguma propriedade que impediria, por exemplo, que se o John trocasse de corpo com o Cesc, o corpo do Cesc desenvolvesse o problema de visão dele, e o do John ficasse curado? Isso se encaixa naquela dúvida que o Erick tinha quando a Anne-Marie mudou de corpo com o Cesc? E nesse caso, daria realmente para considerar que estudar o mecanismo da troca de corpos da caixinha é um meio confiável para determinar as relações entre corpo-mente-magia? Ou a magia realmente não é controlada pela mente que está assumindo o corpo, e então uma pessoa com transtorno dissociativo de personalidade permaneceria com a mesma magia não importa a personalidade da vez?
E mais: se um bruxo troca de varinha, porque a anterior não lhe serve mais, a mudança na magia dele não seria algo que foi ocasionado exclusivamente pela magia em si? Isso soou meio estranho, mas o que eu quero dizer é: a magia geralmente tem tendência a certas áreas (tipo uma pessoa que tem tendência a ter mais facilidade em fazer um certo tipo de feitiços, e outros não), e a varinha geralmente reconhece isso e meio que é escolhida de acordo com sua aptidão para fazer esse tipo de feitiços também, não é? Mas com o tempo, o bruxo vai trabalhando a sua magia de diferentes modos, em diferentes áreas, e assim, embora ela tenha facilidade pra certas coisas, pela prática e esforço, não pode ser que ela seja obrigada a se desenvolver para coisas diferentes? E talvez por isso, o bruxo tenha que trocar de varinha, por uma que seja melhor para lidar com isso?
Se funcionar dessa forma, então as mudanças de magia ocorreriam conforme o modo como trabalhamos nossa magia, certo? Como se nós tivéssemos duas pessoas, e geneticamente, uma tem tendência a ser mais forte, só que nós colocamos a outra para treinar, fazer esportes, seguir determinada dieta, e embora a outra, caso fizesse o mesmo, fosse ficar mais forte, por não receber atenção, ela fica mais fraca, certo? E então a mente não influenciaria na mudança de magia, apenas o modo como desenvolvemos a nossa magia em si?
Enfim, eu sinto que me compliquei mais do que o necessário, porque eu embolei todas as minhas dúvidas juntas, mas é que é muito louco pra mim tentar entender como seria um bruxo com TDI.
Uma solução óbvia seria parar de pensar nisso, é claro. MAS IMAGINA SE UMA DAS PERSONALIDADES É TROUXA, A MAGIA DELE IA DESAPARECER?
Ou seria uma coisa no estilo “não importa a que capacidades eu tenho acesso, se acredito que não posso, então não posso”? Tipo, a magia está lá, mas a mente meio que a suprime, para que ela não se manifeste, apenas por não considerar ela como sendo existente? Isso também serviria para a questão de uma personalidade ter mais facilidade em um tipo de feitiços do que a outra? Seria só uma questão de que uma tem confiança e certeza de que consegue fazer, e outra não, sem que isso tenha que fazer qualquer alteração na magia do bruxo em si? Tipo, é a mesma magia, só está sendo usada para coisas diferentes. MAS E A VARINHA? Permaneceria a mesma? Quando ela é escolhida, já está preparada para lidar com todos os aspectos da magia daquele bruxo? Ou ela leva a mente dele em consideração também? Em parte considerando a disposição e característica da magia dele, e em parte, a disposição da mente dele para desenvolver um certo tipo de aspecto dessa magia? Então a varinha poderia mudar de acordo com a mente do bruxo, sem que tenham havido mudanças na magia? Ou seria o caso de que, se eu mudar dois bruxos de corpo, eles vão se sentir confortáveis com a varinha pertencente ao corpo que estão possuindo, e não com as suas próprias, porque a mente não faz diferença?
LARA, EU JURO QUE UM DIA EU VOU PARAR DE ENROLAR TANTO PRA FAZER PERGUNTAS E VOU SÓ PERGUNTAR SEM TENTAR FICAR ACHANDO A RESPOSTA, EU PROMETO!
Isso tudo parecia muito mais curtinho e simples quando eu decidi perguntar, pra ser sincera...
Moça??? Eu vou acabar tendo sonhos com o conteúdo desse pendrive só porque você disse para não pensar nisso (vão vir logo depois dos pesadelos com o cachorro do ritual semi-satânico lá)
Saudades do Maikai.
Esse final do capítulo me deixou meio tristinha, porque eu só queria proteger o Aidan em um potinho, mas também me deixou meio receosa; eu confesso que não passei muito tempo ficando com medo e pensando nas coisas que a Yakuza pode fazer, simplesmente porque eu gosto do Yutaka e é difícil ver ele como uma ameaça; mas eles meio que não seriam exatamente o tipo de coisa que deixaria a situação mais problemática quando o sigilo bruxo cair, ou mesmo antes, já que estão tendo acesso a magia com o Aidan e o Kurai e fazendo sabe-se lá o que com isso? Eu acho que sim, mas preferia não pensar nisso, então não vou.
Minha cegueira é seletiva sim, sou podre.
Daqui a pouco apareço de novo por aqui, vamos dizer que esse comentário só ficou extra grande porque eu passei muito tempo sem comentar e estava agoniada pra falar das coisas (embora a realidade seja que meus comentários são sempre assim mesmo, mas em minha defesa, o capítulo também era longo, ok? Ok).
Vou responder seus comentários da forma mais simples que eu consigo.
Desculpe pelo novo trauma, a lenda desses rituais com cachorros é real, só quis trazer um pouco de cultura não me odeie.
Essa paixonite de Tracy é real, ela teve uma queda por Louise, agora tem por Hui, mas ela nunca consegue concretizar o flerte.
Sobre os dois Aidans, fico feliz em saber que da para perceber que são a mesma pessoa, mas que de certanforma eles estão se tornando cada vez mais pessoas concretas e separadas.
Quanto a sua pergunta, que tomou a maior parte do comentário, tentarei ser simples, mas completinha:
Para começar a caixa é um dos mecanismos que fazem a separação da essência de um ser humano, bruxo ou não, várias culturas tem vários processos, por exemplo, as crianças de Uagadou recebem a sua "carta" para estudar via sonho. Não seria um sonho uma forma da nossa alma se desconectar do corpo e vagar pelos mundos? E a horcruxe, que divide a alma e a partir dela permite que se crie um novo corpo (diferente) com magia (a mesma)?
No caso do transtorno dissociativo, eu acredito que seja uma magia só, que vai se comportar de formas diferentes. A magia seria adaptada às diversas personalidades, porque as personalidades são tão reais quanto ela. Nasceram juntas, então se construíram juntas. A medida que uma personalidade surge, mais uma forma de magia se desdobra. Vejo um bruxo com múltiplas formas de existir e uma magia versátil.
Quanto a magia mudando ao longo da vida, eu não acredito que uma varinha seja perdida, geralmente as trocas são inclusive traumáticas, não porque ela deixa de ser útil.
Creio que a magia do bruxo vai crescendo condicionada as possibilidades que a varinha oferece, por isso que na minha história os africanos a rejeitam. Eles acham que não é bom você condicionar a magia a um objeto, dar tanto poder a ele a ponto de você não conseguir aparatar ou executar um feitiço de proteção sem ela. Sem varinha, um bruxo europeu é muito pouco.
Enfim, espero ter respondido as suas dúvidas, se não tiver, pergunta lá no grupo de novo.
Eu nem ia ler nada hoje, mas a senhora e dona Jweek ficaram falando lá e eu não me aguentei!!
Aidan tá sofrendo em Mahoutokoro!
E por falar em em sofrer, tadinho dos doguinhos!!!
Saudades aulas de Pepakura do Aidan... o que temos pra hoje? Qual a bijuu de hoje? Hachibi? Falando em nisso... eu lembrei agora de um cap que choveu referencias involuntárias de Naruto kkkkk
Fora que eu SEMPRE lembro daquela porca rosa também!
AH. SENDO CRUEL COM TRACY. RÁ. RÁ. RÁ.
Senhor Jesus, eu só li "fazer um teste" e a preocupação com possíveis merdas foi a nível estratosféricos!!
Ark é um coisinho pufoso todo apaixonadinho!! Vai na fé lindo, pq a Hui é um amorzinho, agora o seu gêmeo involuntário, tá lá com o fudido do Albus Severus............
Meu Aidacórnio vai infartaaaar!!
A vovó Hataya faz bentos decoradinhos?????
Pelo amor de deus, vai dar mais trabalho juntar esses dois do que foi pra separar e do que vai dar se deixar separado!
Eu sinceramente tô começando a achar que essas duas só querem juntar os Aidans pra realização própria... ninguém pensou no psicológico do menino não? Só Fred e Cesc??
Foi dom o Yutaka que o Aidan aprendeu os métodos que usou com o Albus? kkkk
Meus irmãos, AI. MEU. CORAÇÃO. ♥♥♥♥♥♥
Pera.. o ministério suspendeu aquela história de magia fora de Hogwarts né?
Eu tô pensando numas paradas muito loucas, tipo o Dood não se juntando com o Ark e daqui a dez anos ele com a tatuagem enorme dele, mesmo não trabalhando direto pra yakuza, um lance meio "serviços prestados" kkk
ADORO, Aidan fazendo o servicinho sujo da máfia! kkkkkkkkkkk me leva que eu to as traças!
"deixar mensagens escritas na parede" um lance meio sangrento estilo "A Câmara Secreta foi aberta... inimigos do Herdeiro, cuidado"?
Imagina a galera vendo aquele pirralho de 15 anos junto com aquele monte de armários!
Maeda-Sama vai passar a temer pirralhinhos de 15 anos....
Puta merda, eu tô imaginando Tony vibrando horrores, quando descobrir que o que ele ensinou pro Aidan foi usado por ele na Yakuza!!!!
Sinceramente, eu acho que os dois tão na merda, se juntar a merda vai ser tanta que não vai caber no cu... então deixa separado mesmo e leva os babies unicórnios de volta pra Londres!
beijinhos :*
Ai, ai, quanta dó desses doguinhos!
Eu faço referências a Naruto, mas é bem inconsciente, porque não assisti muito.
Quanto aos Aidans, todo mundo quer que eles fiquem separados, vocês não tão vendo o potencial da junção, mas vai ser legal, o processo vai dar certo, eles vão ficar bem e Erick tá envolvido, então, o que pode dar errado?
Hahahaha
Tony vai vibrar mesmo, é um presente de aniversário antecipado, ver sua malignidade inocente sendo usada para coisas sérias e foderosas.
Todo mundo liga para o psicológico de Aidan, até os corvinal, mas assim, eles ligam de um jeito diferente, hihihi, parece que só estão ali pelo enigma, mas não, eles querem fazer o bem, sem olhar a quem, confia!
Pesquisar sobre os Yakuza é bem legal e mais legal ainda é colocar esse unicórnio dentro desse mundo, me diverti bastante.
Bjuxxx e desculpe a demora para responder.
Cara LC_Pena,
Queria dizer que esse ritual de criação dos Inugami ainda vai me fazer ter pesadelos um dia desses, porque eu sei que a humanidade é meio extrapolada nos limites morais, mas gente, coitado do doguinho ;-;
Hui e Ark são apenas os meus bebês, Tracy, exploda -_-
(é brincadeira, acho a moça toda podre, mas no fundo no fundo eu quase gosto dela)
(muito, muito lá no fundo, e muito, muito quase, porque ela é má com meu Aidancórnio, e isso não é coisa que se faça)
Nunca consigo me decidir se o ciúmes da Tracy com a Hui é só ciúme de amiga, ou se ela também tem uma quedinha pela menina (coisa pela qual não dá pra julgá-la, porque a Hui é toda a personificação da primavera japonesa, um amorzinho*-*), então vou chamar isso aí de amargor no coração, isso sim.
Aidan apaixonadinho é a coisa mais fofinha que já existiu nesse mundo, chega dá um calorzinho no peito ♥
Mas sabe, não dá para deixar de considerar que a cada capítulo fica mais fácil pensar nos dois Aidan’s como duas pessoas diferentes, apesar de os dois serem o Aidan (o que é muito louco e sem sentido quando a gente coloca em palavras, mas enfim). É como se as duas versões estivessem se consolidando cada vez mais a cada vivência diferente deles. Dá para ver refletido na escrita e no decorrer da história como é verdadeiro o que o John falou sobre as complicações de fazer a fusão, agora mesmo é muito mais fácil e racional para mim pensar na possibilidade de eles ficarem com os dois Aidan’s do que era na primeira vez que eu li sobre o que tinha acontecido com eles. É realmente como se aos poucos a ideia de juntar os dois de novo começasse a soar como a ideia de juntar a Rebeca com o Tony, em vez de vir tão naturalmente como veio logo que tudo aconteceu, embora ainda fique muito claro que os dois são a mesma pessoa, só que diferentes (???). Não que pareça ser impossível, é só que as complicações desse processo estão ficando mais evidentes do que estamos acostumados a considerar, não necessariamente da forma como ficaram para o John, está mais para uma impressão que fica mesmo que você não consiga colocar em palavras racionalmente e de forma fundamentada o motivo. É quase como se fosse ser estranho ter só um Aidan em vez de dois?
Sei lá sabe, só estou preocupada com o que vai acontecer com eles, considere isso mérito da sua escrita.
Eu acho muito, muito louco pensar nos Aidan’s sendo leais um ao outro, mas ao mesmo tempo é tão bonitinho (???). Na verdade, eu acho uma experiência muito interessante, a ideia de realmente conseguir olhar para si mesmo de maneira mais distante e se preocupar e cuidar de si mesmo, como faria com outra pessoa, desenvolver um sentimento de afeto e zelo para consigo, mesmo que seja na verdade com o outro (???). Pensando dessa forma, estranhamente, é a coisa mais fofinha que eu já vi, fico emotiva.
“Que não tinha nenhuma chance de acontecer, diga-se de passagem!” Ora, ora, seu destruidor de shipps, tomara que vocês acabem casados, pois então!
“Dood só queria garantir que você não ficaria sozinho” Aidan é tudo pra mim, eu juro que ainda vou chorar de amor por esse garoto. Não aguento mais sofrer com a fofura desse moço, todo dia isso ;-;
Tá vendo?! O Dood pensa no Ark como gêmeo, GÊMEO! Eu juro por Zeus que esse arco de Mahoutokoro ainda vai fazer meu cérebro derreter e escorrer pelos meus ouvidos!
Acho muito engraçado como a relação entre irmãos parece tão fofinha e adorável quando a gente está lendo, mas quando é com a gente, dá vontade de cometer um crime de ódio sem nenhum peso na consciência. Aidan e Akira interagindo são tudo pra mim ♥
Dane-se, vou imaginar o Yutaka como o carinha de asiático de gigantes de aço, nada vai me impedir *-*. Já gosto muito desse moço.
Aqui nós chegamos em um ponto interessante, porque tem uma dúvida que ficou na minha cabeça depois dessa conversa: não sei se você já chegou a ver alguma coisa sobre transtorno dissociativo de identidade, mas eu sou toda interessadinha por esse assunto e estava pensando sobre aqueles casos em que, quando a pessoa muda de personalidade, a mente altera características físicas (tipo a cor dos olhos, ou uma doença) de acordo com a nova pessoa que está assumindo o corpo (vide os casos em que uma personalidade é anêmica, e quando muda para outra, a doença some). Se um bruxo tivesse transtorno dissociativo de identidade, seria possível que a magia mudasse de acordo com a personalidade que ele assumisse? Porque a partir dos casos dessa doença, fica claro que o corpo é muito mais controlado pela mente do que se imaginava, nós apenas não temos acesso a esse controle conscientemente. Mas daria para considerar, a partir dos mecanismos de magia que você usa nesse universo, que a mente humana seria capaz de transformar as características principais da magia de um bruxo durante a troca das personalidades, e assim, uma das personalidades poderia se sentir confortável só com uma varinha de pelo de unicórnio, e outra personalidade, só com uma de coração de dragão, porque as duas teriam magias com inclinações e tendências diferentes, como dois bruxos diferentes mesmo, apesar de estarem no mesmo corpo? Ou a magia é algo à parte e mais imutável, que não seria influenciado pela troca de mentes?
Porque, veja bem, por um lado, o transtorno dissociativo de identidade funcionaria de uma forma parecida com a da caixinha, seria outra pessoa habitando aquele corpo. Mas por outro lado, nesse transtorno, não é que ele esteja no corpo errado, é um só corpo que pertence a várias pessoas; com a caixinha, é uma pessoa assumindo o corpo da outra; a própria consciência de que aquele corpo não é seu não poderia interferir impedindo que a mente atuasse sobre ele e sobre a magia nele para transforma-los? Ou até mesmo a própria caixa, por ser mágica, não teria alguma propriedade que impediria, por exemplo, que se o John trocasse de corpo com o Cesc, o corpo do Cesc desenvolvesse o problema de visão dele, e o do John ficasse curado? Isso se encaixa naquela dúvida que o Erick tinha quando a Anne-Marie mudou de corpo com o Cesc? E nesse caso, daria realmente para considerar que estudar o mecanismo da troca de corpos da caixinha é um meio confiável para determinar as relações entre corpo-mente-magia? Ou a magia realmente não é controlada pela mente que está assumindo o corpo, e então uma pessoa com transtorno dissociativo de personalidade permaneceria com a mesma magia não importa a personalidade da vez?
E mais: se um bruxo troca de varinha, porque a anterior não lhe serve mais, a mudança na magia dele não seria algo que foi ocasionado exclusivamente pela magia em si? Isso soou meio estranho, mas o que eu quero dizer é: a magia geralmente tem tendência a certas áreas (tipo uma pessoa que tem tendência a ter mais facilidade em fazer um certo tipo de feitiços, e outros não), e a varinha geralmente reconhece isso e meio que é escolhida de acordo com sua aptidão para fazer esse tipo de feitiços também, não é? Mas com o tempo, o bruxo vai trabalhando a sua magia de diferentes modos, em diferentes áreas, e assim, embora ela tenha facilidade pra certas coisas, pela prática e esforço, não pode ser que ela seja obrigada a se desenvolver para coisas diferentes? E talvez por isso, o bruxo tenha que trocar de varinha, por uma que seja melhor para lidar com isso?
Se funcionar dessa forma, então as mudanças de magia ocorreriam conforme o modo como trabalhamos nossa magia, certo? Como se nós tivéssemos duas pessoas, e geneticamente, uma tem tendência a ser mais forte, só que nós colocamos a outra para treinar, fazer esportes, seguir determinada dieta, e embora a outra, caso fizesse o mesmo, fosse ficar mais forte, por não receber atenção, ela fica mais fraca, certo? E então a mente não influenciaria na mudança de magia, apenas o modo como desenvolvemos a nossa magia em si?
Enfim, eu sinto que me compliquei mais do que o necessário, porque eu embolei todas as minhas dúvidas juntas, mas é que é muito louco pra mim tentar entender como seria um bruxo com TDI.
Uma solução óbvia seria parar de pensar nisso, é claro. MAS IMAGINA SE UMA DAS PERSONALIDADES É TROUXA, A MAGIA DELE IA DESAPARECER?
Ou seria uma coisa no estilo “não importa a que capacidades eu tenho acesso, se acredito que não posso, então não posso”? Tipo, a magia está lá, mas a mente meio que a suprime, para que ela não se manifeste, apenas por não considerar ela como sendo existente? Isso também serviria para a questão de uma personalidade ter mais facilidade em um tipo de feitiços do que a outra? Seria só uma questão de que uma tem confiança e certeza de que consegue fazer, e outra não, sem que isso tenha que fazer qualquer alteração na magia do bruxo em si? Tipo, é a mesma magia, só está sendo usada para coisas diferentes. MAS E A VARINHA? Permaneceria a mesma? Quando ela é escolhida, já está preparada para lidar com todos os aspectos da magia daquele bruxo? Ou ela leva a mente dele em consideração também? Em parte considerando a disposição e característica da magia dele, e em parte, a disposição da mente dele para desenvolver um certo tipo de aspecto dessa magia? Então a varinha poderia mudar de acordo com a mente do bruxo, sem que tenham havido mudanças na magia? Ou seria o caso de que, se eu mudar dois bruxos de corpo, eles vão se sentir confortáveis com a varinha pertencente ao corpo que estão possuindo, e não com as suas próprias, porque a mente não faz diferença?
LARA, EU JURO QUE UM DIA EU VOU PARAR DE ENROLAR TANTO PRA FAZER PERGUNTAS E VOU SÓ PERGUNTAR SEM TENTAR FICAR ACHANDO A RESPOSTA, EU PROMETO!
Isso tudo parecia muito mais curtinho e simples quando eu decidi perguntar, pra ser sincera...
Moça??? Eu vou acabar tendo sonhos com o conteúdo desse pendrive só porque você disse para não pensar nisso (vão vir logo depois dos pesadelos com o cachorro do ritual semi-satânico lá)
Saudades do Maikai.
Esse final do capítulo me deixou meio tristinha, porque eu só queria proteger o Aidan em um potinho, mas também me deixou meio receosa; eu confesso que não passei muito tempo ficando com medo e pensando nas coisas que a Yakuza pode fazer, simplesmente porque eu gosto do Yutaka e é difícil ver ele como uma ameaça; mas eles meio que não seriam exatamente o tipo de coisa que deixaria a situação mais problemática quando o sigilo bruxo cair, ou mesmo antes, já que estão tendo acesso a magia com o Aidan e o Kurai e fazendo sabe-se lá o que com isso? Eu acho que sim, mas preferia não pensar nisso, então não vou.
Minha cegueira é seletiva sim, sou podre.
Daqui a pouco apareço de novo por aqui, vamos dizer que esse comentário só ficou extra grande porque eu passei muito tempo sem comentar e estava agoniada pra falar das coisas (embora a realidade seja que meus comentários são sempre assim mesmo, mas em minha defesa, o capítulo também era longo, ok? Ok).
Muito peculiarmente,
Juliet Bertrand.
Vou responder seus comentários da forma mais simples que eu consigo.
Desculpe pelo novo trauma, a lenda desses rituais com cachorros é real, só quis trazer um pouco de cultura não me odeie.
Essa paixonite de Tracy é real, ela teve uma queda por Louise, agora tem por Hui, mas ela nunca consegue concretizar o flerte.
Sobre os dois Aidans, fico feliz em saber que da para perceber que são a mesma pessoa, mas que de certanforma eles estão se tornando cada vez mais pessoas concretas e separadas.
Quanto a sua pergunta, que tomou a maior parte do comentário, tentarei ser simples, mas completinha:
Para começar a caixa é um dos mecanismos que fazem a separação da essência de um ser humano, bruxo ou não, várias culturas tem vários processos, por exemplo, as crianças de Uagadou recebem a sua "carta" para estudar via sonho. Não seria um sonho uma forma da nossa alma se desconectar do corpo e vagar pelos mundos? E a horcruxe, que divide a alma e a partir dela permite que se crie um novo corpo (diferente) com magia (a mesma)?
No caso do transtorno dissociativo, eu acredito que seja uma magia só, que vai se comportar de formas diferentes. A magia seria adaptada às diversas personalidades, porque as personalidades são tão reais quanto ela. Nasceram juntas, então se construíram juntas. A medida que uma personalidade surge, mais uma forma de magia se desdobra. Vejo um bruxo com múltiplas formas de existir e uma magia versátil.
Quanto a magia mudando ao longo da vida, eu não acredito que uma varinha seja perdida, geralmente as trocas são inclusive traumáticas, não porque ela deixa de ser útil.
Creio que a magia do bruxo vai crescendo condicionada as possibilidades que a varinha oferece, por isso que na minha história os africanos a rejeitam. Eles acham que não é bom você condicionar a magia a um objeto, dar tanto poder a ele a ponto de você não conseguir aparatar ou executar um feitiço de proteção sem ela. Sem varinha, um bruxo europeu é muito pouco.
Enfim, espero ter respondido as suas dúvidas, se não tiver, pergunta lá no grupo de novo.
Bjuxxx