Olá, como está? Peço desculpas por demorar a comentar, não estava acessando o site ultimamente. Mas devo confessar que foi uma ótima surpresa ver a notificação da atualização dessa história que tornou-se uma das de Pokémon que mais aprecio. Realmente, não há nada de negativo na forma que descreve o passado dos personagens, pois é ótimo conhecer cada parte do que eles vivenciaram na infância e as influências que tiveram para tornarem-se nas lendas do futuro. E já falando de uma delas, foi adorável ver a influência que a personalidade bruta e sincera de Leon teve e terá sobre a visão de Chris. Prevejo que realmente a relação dos dois tornar-se-á fundamental na mudança futura. Ainda assim, não deixo de entristecer-me um pouco ao pensar em Abby. Não deixo de lembrar sobre suas notas no diário, de seus sentimentos por Chris, e pensar que isso será difícil nos anos por vir devido ao sentimento dos rapazes é um tanto triste.
Se há um detalhe deste capítulo que devo elogiar é a narração da batalha. Os ataques e os movimentos dos pokémons ficaram muito bem descritos e tudo fluiu muitíssimo bem, tal qual toda a narração do restante. A maneira que usou os detalhes físicos das espécies e escreveu sobre o dano de seus golpes naturais, além do fator de ferimentos com sangue, são outros pontos notáveis e elogiáveis. Realmente, não posso esperar para ver batalhas mais sérias, desde que aprecio demais uma boa narração de combates. Também não deixo de falar sobre a Sombra, a qual nos poucos momentos mostrados, acabou por tornar-se uma das minhas personagens favoritas. A natureza um tanto bestial como um animal selvagem mesclada à inteligência e a um traço pessoal característico de pokémon formaram uma ótima e distinta personalidade. Sem falar no detalhe de ser uma espécie temida por seu comportamento e pelo aspecto físico das garras, de verdade é muito legal ver esse fator de humanos temerem as criaturas por suas características físicas. Transmite de fato o contato e a vivência entre humano e animal, principalmente dada a realidade da época.
É pura curiosidade de minha parte, mas Fiat Ignis teve alguma inspiração? É que vendo as imagens de Chris no seu Instagram, eu notei uma leve semelhança com Arslan de Arslan Senki. E já falando das imagens, eu as achei incrivelmente adoráveis! Você desenha muito bem! Eu adoraria ver mais esboços dos personagens, também, heh.
Bem, acho que não tenho muito mais a falar. Este foi outro incrível capítulo e como todos os outros, só tem meus elogios para com ele. Não lembro de nada a citar sobre erros, também. Digo por fim que adoro conhecer mais sobre Chris a cada capítulo, principalmente foi cômico esse lado mais estrategista e persuasivo dele que conseguiu persuadir até mesmo Charles. Mas tal como ele, estou ansiosa para conhecer mais dos outros personagens, também. Continue com o ótimo trabalho. Até~
Vou começar a resposta de ponta cabeça: Fiat Ignis teve algumas influências, e uma delas certamente foi Arslan Senki. Quando eu comecei a imaginar a história, eu estava relendo o mangá, e o Chris foi, no início, pensado a partir do Arslan (apesar de que a personalidade deles irá começar a se distanciar conforme a história progredir). Mas outras influências foram igualmente importantes, principalmente o mangá Pokémon Special, da onde eu tiro minhas ideias para as batalhas, mas também a franquia de jogos Fire Emblem, que me ajuda com a ambientação e a narrativa, e alguns personagens pontuais de outras histórias que me ajudaram a construir os meus (por exemplo, a personagem Hiyajo Maho de Steins;Gate 0 foi importante para criar a Abby, e o Leon foi pensado como um protagonista de shounen). Ainda, minha pesquisa sobre os intelectuais e as universidades medievais foi parte fundamental da construção da história.
Houve um intervalo de tempo de quase um ano entre eu começar a ter ideias sobre a história e começar a escreve-la de fato. Por isso, eu acumulei influências de vários lugares, e quando finalmente comecei a escrever, já tinha um esqueleto de todos os eventos principais, do começo ao fim. Por isso, eu posso te prometer que ainda haverá espaço para os sentimentos da Abby se desenvolverem e, até mesmo, não terem um desfecho totalmente negativo. Se eu conseguir transmitir isso, vai ser uma enorme conquista para mim.
Por enquanto estou muito feliz que as batalhas estejam agradando, em partes eu devo muito à ajuda de meu amigo e revisor, que está sempre dando sugestões para essas cenas. Vou continuar me esforçando para elas serem interessantes!
Muito obrigada por me acompanhar até aqui e sempre comentar, eu não consigo descrever em palavras minha gratidão por ter interlocutores nessa história. Eu comecei a escrever para escapar um pouco de minha rotina pesada e estressante da faculdade, e não esperava receber comentários tão positivos. Por isso, tem sido uma agradável surpresa ter leitores sempre me incentivando!
Olá, como está? Peço desculpas por demorar a comentar, não estava acessando o site ultimamente. Mas devo confessar que foi uma ótima surpresa ver a notificação da atualização dessa história que tornou-se uma das de Pokémon que mais aprecio. Realmente, não há nada de negativo na forma que descreve o passado dos personagens, pois é ótimo conhecer cada parte do que eles vivenciaram na infância e as influências que tiveram para tornarem-se nas lendas do futuro. E já falando de uma delas, foi adorável ver a influência que a personalidade bruta e sincera de Leon teve e terá sobre a visão de Chris. Prevejo que realmente a relação dos dois tornar-se-á fundamental na mudança futura. Ainda assim, não deixo de entristecer-me um pouco ao pensar em Abby. Não deixo de lembrar sobre suas notas no diário, de seus sentimentos por Chris, e pensar que isso será difícil nos anos por vir devido ao sentimento dos rapazes é um tanto triste.
Se há um detalhe deste capítulo que devo elogiar é a narração da batalha. Os ataques e os movimentos dos pokémons ficaram muito bem descritos e tudo fluiu muitíssimo bem, tal qual toda a narração do restante. A maneira que usou os detalhes físicos das espécies e escreveu sobre o dano de seus golpes naturais, além do fator de ferimentos com sangue, são outros pontos notáveis e elogiáveis. Realmente, não posso esperar para ver batalhas mais sérias, desde que aprecio demais uma boa narração de combates. Também não deixo de falar sobre a Sombra, a qual nos poucos momentos mostrados, acabou por tornar-se uma das minhas personagens favoritas. A natureza um tanto bestial como um animal selvagem mesclada à inteligência e a um traço pessoal característico de pokémon formaram uma ótima e distinta personalidade. Sem falar no detalhe de ser uma espécie temida por seu comportamento e pelo aspecto físico das garras, de verdade é muito legal ver esse fator de humanos temerem as criaturas por suas características físicas. Transmite de fato o contato e a vivência entre humano e animal, principalmente dada a realidade da época.
É pura curiosidade de minha parte, mas Fiat Ignis teve alguma inspiração? É que vendo as imagens de Chris no seu Instagram, eu notei uma leve semelhança com Arslan de Arslan Senki. E já falando das imagens, eu as achei incrivelmente adoráveis! Você desenha muito bem! Eu adoraria ver mais esboços dos personagens, também, heh.
Bem, acho que não tenho muito mais a falar. Este foi outro incrível capítulo e como todos os outros, só tem meus elogios para com ele. Não lembro de nada a citar sobre erros, também. Digo por fim que adoro conhecer mais sobre Chris a cada capítulo, principalmente foi cômico esse lado mais estrategista e persuasivo dele que conseguiu persuadir até mesmo Charles. Mas tal como ele, estou ansiosa para conhecer mais dos outros personagens, também. Continue com o ótimo trabalho. Até~
Oooi! Tudo bem, e com você?
Vou começar a resposta de ponta cabeça: Fiat Ignis teve algumas influências, e uma delas certamente foi Arslan Senki. Quando eu comecei a imaginar a história, eu estava relendo o mangá, e o Chris foi, no início, pensado a partir do Arslan (apesar de que a personalidade deles irá começar a se distanciar conforme a história progredir). Mas outras influências foram igualmente importantes, principalmente o mangá Pokémon Special, da onde eu tiro minhas ideias para as batalhas, mas também a franquia de jogos Fire Emblem, que me ajuda com a ambientação e a narrativa, e alguns personagens pontuais de outras histórias que me ajudaram a construir os meus (por exemplo, a personagem Hiyajo Maho de Steins;Gate 0 foi importante para criar a Abby, e o Leon foi pensado como um protagonista de shounen). Ainda, minha pesquisa sobre os intelectuais e as universidades medievais foi parte fundamental da construção da história.
Houve um intervalo de tempo de quase um ano entre eu começar a ter ideias sobre a história e começar a escreve-la de fato. Por isso, eu acumulei influências de vários lugares, e quando finalmente comecei a escrever, já tinha um esqueleto de todos os eventos principais, do começo ao fim. Por isso, eu posso te prometer que ainda haverá espaço para os sentimentos da Abby se desenvolverem e, até mesmo, não terem um desfecho totalmente negativo. Se eu conseguir transmitir isso, vai ser uma enorme conquista para mim.
Por enquanto estou muito feliz que as batalhas estejam agradando, em partes eu devo muito à ajuda de meu amigo e revisor, que está sempre dando sugestões para essas cenas. Vou continuar me esforçando para elas serem interessantes!
Muito obrigada por me acompanhar até aqui e sempre comentar, eu não consigo descrever em palavras minha gratidão por ter interlocutores nessa história. Eu comecei a escrever para escapar um pouco de minha rotina pesada e estressante da faculdade, e não esperava receber comentários tão positivos. Por isso, tem sido uma agradável surpresa ter leitores sempre me incentivando!
Enfim, já falei demais. Até a próxima! S2