Primeiramente, um pequeno comentário: sinto-me enganado! Nas notas iniciais você disse "esse capítulo é um pouco diferente, mais calmo", e eu inocente acreditei - mal sabia o que me aguardava.
Aliás, gostei da surpresa.
Por duas ou três vezes exclamei um "ai" quando terminava de ler a frase dita pelos "pais" (creio que uma palavra melhor seja "progenitores", de pais esses não têm muito) da coitada da Asuna. Cara, que situação. Identifico-me um pouco com o que ela tem passado no sentido de solidão, mesmo que graças aos deuses não sofra como ela nos demais aspectos; entendo o que ela quer dizer (e você, como autora, quis passar) quando fala sobre o tal vazio existencial. Ponto pra você, passou uma sensação precisa.
Outro ponto que gostaria de destacar, aquela velha ignorância misturada ao preconceito de dizer que psicólogo é coisa de louco. Ai ai, como isso acontece na vida, ainda mais vindo de "pais" como esses.
Já até vejo a válvula de escape para os dois principais, como conseguirão melhorar/ajudar um ao outro - ouvido os desabafos de Asuna dentro do jogo, Kirito poderá repensar suas ações, o que causará certa melhora no relacionamento entre Asuna e Kazuto. Deve ser algo interessante de se ler, ainda mais agora que venho colocando cada vez mais fé em sua habilidade em descrever sentimentos!
Por fim, duas observações sobre o jogo:
1) O que é a estatística "dano" que apareceu como 65/72? Mínimo/máximo que ela dá com sua rapiera? (aliás, só por curiosidade, a tal "nova rapiera" que ela conseguiu foi aleatória ou foi a própria Wind Flauret, a arma dela durante os primeiros andares de SAO original? Sou um pouco [muito] fã de SAO Progressive, então esse tipo de detalhe acaba por atrair minha curiosidade)
2) QUE BAÚ ROUBADO, QUERO PRA MIM.
Gostei bastante do capítulo e da sua escrita! Tanto para ação quanto para emoção, até o momento não consigo decidir o que é mais gostoso de ler quando saem de suas mãos. Parabéns!
Desculpa pelo engano, não foi por mal suhuahs mas muita gente prefere só eles lutando e dentro do SAO e deixa de considerar sentimentos como uma parte importante/impactante. Que bom que consegui transmitir os sentimentos dela, tentei me esforçar bastante nessa parte para tentar transmitir ao leitor pelo menos um pouco do que ela passa e de como encara isso.
Sobre o psicólogo, tirei isso da minha própria vivência e acho interessante mostrar isso também
Será que a válvula de escape vai funcionar assim mesmo? Quem sabe, né?
Respondendo as suas dúvidas:
1) Como você sabe, em SAO os jogadores controlam os personagens como se fosse na vida real, certo? Portanto, quanto mais força ele utilizar, mais alto será o dano. Se a Asuna utilizar o mínimo de força possível, ela vai causar 65 de dano, mas se utilizar o máximo, causará 72. Como ela ainda está em um nível baixo não varia tanto, mas para os níveis mais altos isso vai fazer uma graande diferença
Sinto te dizer, mas foi aleatório aeuhua não cheguei a ler nenhuma light novel :(
2) EU TAMBÉM QUERIA
Muito obrigada ♥ tanto pelo comentário, quanto por acompanhar a história. Fico muito feliz que você gosta de ler das duas formas ♥
Primeiramente, um pequeno comentário: sinto-me enganado! Nas notas iniciais você disse "esse capítulo é um pouco diferente, mais calmo", e eu inocente acreditei - mal sabia o que me aguardava.
Aliás, gostei da surpresa.
Por duas ou três vezes exclamei um "ai" quando terminava de ler a frase dita pelos "pais" (creio que uma palavra melhor seja "progenitores", de pais esses não têm muito) da coitada da Asuna. Cara, que situação. Identifico-me um pouco com o que ela tem passado no sentido de solidão, mesmo que graças aos deuses não sofra como ela nos demais aspectos; entendo o que ela quer dizer (e você, como autora, quis passar) quando fala sobre o tal vazio existencial. Ponto pra você, passou uma sensação precisa.
Outro ponto que gostaria de destacar, aquela velha ignorância misturada ao preconceito de dizer que psicólogo é coisa de louco. Ai ai, como isso acontece na vida, ainda mais vindo de "pais" como esses.
Já até vejo a válvula de escape para os dois principais, como conseguirão melhorar/ajudar um ao outro - ouvido os desabafos de Asuna dentro do jogo, Kirito poderá repensar suas ações, o que causará certa melhora no relacionamento entre Asuna e Kazuto. Deve ser algo interessante de se ler, ainda mais agora que venho colocando cada vez mais fé em sua habilidade em descrever sentimentos!
Por fim, duas observações sobre o jogo:
1) O que é a estatística "dano" que apareceu como 65/72? Mínimo/máximo que ela dá com sua rapiera? (aliás, só por curiosidade, a tal "nova rapiera" que ela conseguiu foi aleatória ou foi a própria Wind Flauret, a arma dela durante os primeiros andares de SAO original? Sou um pouco [muito] fã de SAO Progressive, então esse tipo de detalhe acaba por atrair minha curiosidade)
2) QUE BAÚ ROUBADO, QUERO PRA MIM.
Gostei bastante do capítulo e da sua escrita! Tanto para ação quanto para emoção, até o momento não consigo decidir o que é mais gostoso de ler quando saem de suas mãos. Parabéns!
Desculpa pelo engano, não foi por mal suhuahs mas muita gente prefere só eles lutando e dentro do SAO e deixa de considerar sentimentos como uma parte importante/impactante. Que bom que consegui transmitir os sentimentos dela, tentei me esforçar bastante nessa parte para tentar transmitir ao leitor pelo menos um pouco do que ela passa e de como encara isso.
Sobre o psicólogo, tirei isso da minha própria vivência e acho interessante mostrar isso também
Será que a válvula de escape vai funcionar assim mesmo? Quem sabe, né?
Respondendo as suas dúvidas:
1) Como você sabe, em SAO os jogadores controlam os personagens como se fosse na vida real, certo? Portanto, quanto mais força ele utilizar, mais alto será o dano. Se a Asuna utilizar o mínimo de força possível, ela vai causar 65 de dano, mas se utilizar o máximo, causará 72. Como ela ainda está em um nível baixo não varia tanto, mas para os níveis mais altos isso vai fazer uma graande diferença
Sinto te dizer, mas foi aleatório aeuhua não cheguei a ler nenhuma light novel :(
2) EU TAMBÉM QUERIA
Muito obrigada ♥ tanto pelo comentário, quanto por acompanhar a história. Fico muito feliz que você gosta de ler das duas formas ♥