Comentários em “O Justiceiro: Exílio”: “Parte 4: A ironia de um destino previsível”

Yokichan
Destacado pelo autor

Olá!

É, o capítulo demorou, mas valeu a pena. Gostei muito mesmo. Apesar de você ter dito que foi um capítulo desafiador, senti a narrativa fluiu bastante, como se você tivesse apenas sentado diante do computador e escrito, na maior facilidade, HAHAHA. Quero dizer que os principais elementos do texto, como suspense e ação, se fundiram com uma naturalidade muito bacana. Então acho que sua missão foi cumprida com sucesso nesse capítulo.

Ah, agora quero expressar minha profunda indignação em relação ao Daniel. SEU BESTA! Ele quase colocou tudo a perder. Primeiro, não respeitou as ordens do Justiceiro. Segundo, saiu atirando loucamente contra os seguranças apenas porque tava muito empolgado com a situação. Terceiro, QUIS ENTRAR PELA PORTA DA FRENTE! SOCORRO! Que coisa mais inteligente de se fazer, HAHAHAH. Na hora que ele entrou pela porta e foi desarmado pelos seguranças, eu quase ri aqui e fiquei pensando tipo "bem feito, bem feito, toma essa". Não que eu não goste dele ou que queira que ele se dê mal, mas foi muito idiota da parte dele. Sei também que, quando a pessoa tá tomada por esse tipo de chama louca de aventura, não raciocina muito bem. Então eu quase ia perdoá-lo. Mas aí ele começou a se achar demais, HAHAH, deu até um tiro na perna do garoto lá, e decidi que quero que no próximo capítulo o Justiceiro dê uns tapas na cara desse doido.

Me senti um pouco como naqueles filmes de suspense em que o personagem faz alguma coisa muito burra, que você sabe que vai dar ruim, e você fica gritando na frente da tela "NÃO FAZ ISSO", HAHAHAH. Isso é muito estranho. A gente, como leitor/espectador, sabe que o negócio é apenas uma ficção, que não se trata de uma pessoa real em uma situação real. Mesmo assim, passamos por esse tipo de chilique nervoso. Que absurdo, HAHAHA.

Eita, essa revelação no final do capítulo foi bem inesperada. Sabe aquele meme da Nazaré Tedesco calculando umas fórmulas matemáticas mentalmente? Fiquei tipo assim agora, HAHAHAH. Mas você arquiteta as coisas muito bem, hein... Não tinha pensado nessa hipótese. Então estou curiosíssima pra ler o próximo e último capítulo.

Até mais!

(e que não demore muito dessa vez, HAHAHA)

Júlio Oliveira

Olá!

Acredite, o capítulo também demorou bastante para mim. Acabei tirando uma folga da vida e onde eu estava não tinha como eu escrever. Imagina a agonia de ter tudo em mente e não poder colocar no papel? Mas isso acabou sendo uma benção, pois tive tempo para refinar as ideias e entregar algo ainda melhor. Fico feliz demais em saber que conseguir dar fluidez ao capítulo como um todo. Foi desafiador em decorrência das sequências de ação, algo que eu acho difícil, mas tenho feito de maneira decente até então (amém) HAHAHA. Outro desafio foi o fato de eu ter escrito esse capítulo ao longo de três dias. Geralmente, o que acontece é de eu escrever tudo em um dia só. Então eu tive um certo "medo" de haver incoerências e inconstâncias ao longo do capítulo, mas após a revisão eu fiquei tranquilo. Fico feliz que tudo tenha dado certo ♥

Olha, Daniel é um estúpido. Não falo isso como autor, mas como leitor também. Eu vejo esse cara e sinto vontade de esmurrá-lo, porque é uma grande falta de respeito e responsabilidade colocar sua vida (e de sua família) em risco atrás de uma """"aventura""" dessas (muitas aspas sempre). Que cara idiota, sério. Eu super compreendo sua indignação e concordo plenamente com ela.

Ah, acredito que uma das grandes sacadas da ficção é esse tipo de imersão. É quando você sente que aqueles personagens existem ou poderiam existir, mesmo quando conscientemente você sabe que eles são fruto da imaginação de outra pessoa. Ocorreu comigo enquanto eu jogava um game chamado Red Dead Redemption 2. Após a morte de certo personagem, eu comecei a chorar muito, pois a cena foi linda e triste ao mesmo tempo. Sério, é por histórias assim que meu coração se derrete. Algo que consiga ser inteligente e emocional ao mesmo tempo. Espero conseguir, mesmo que a passos lentos, chegar nesse nível HAHAHA.

Fico feliz que não tenha passado nem pela sua cabeça. Na verdade, a ideia do Justiceiro ter matado um inocente (por engano, óbvio) não é exatamente nova, mas foi abordada de maneira diferente nas HQs. Digamos que eu queria dar o "meu toque", e isso você verá na última parte. Inclusive, a ideia da bala perdida foi o que deu origem a essa história ano passado (pense num projeto que demorou pra sair HAHAHA). Espero que eu tenha feito da maneira certa.

Muito obrigado pela sua presença e leitura. Espero poder te recompensar com um final bem construído! Até breve =D