Um início doce, apesar de seu conflito, para uma história que promete terminar em tristeza. Que anzol irresistível você balança na frente dos leitores!
É um capítulo agradável, uma apresentação que em pouco tempo caracteriza os personagens e instiga no leitor o afeto por eles, bem como a vontade de continuar lendo.
Oh! Que coisa triste eu diria, ao menos referente aos abusos que Peter sofria em casa, mas é bom que isso acabou logo. Para ele, na verdade, deve ter durado bastante tempo né? Nunca se sabe quando isso começou, talvez o Charlie só tenha percebido isso depois de anos de convivência, não é algo muito incomum de se acontecer. Os pais dele também foram bastante amigáveis, não seria todos que fariam isso, desde delatar o que ocorria com o Peter até mesmo adotar o menino.
Mas, pensando bem, será que isso pode ser um agravante para a provável relação dos dois? Não sei bem, mas agora eles meio que são irmãos de fato, já parece ser bastante difícil se engajar em um relacionamento com um amigo de infância, deve ser muito mais complicado quando se trata de um irmão adotivo.
Realmente, sem data definida, seria difícil dizer quando tempo os abusos duraram. No entanto, descreve-se que "as roupas largas que ele sempre usava", e a partir disso pode se inferir um longo espaço de tempo, não é? Mas sim, é bastante comum que se sofra abuso físico, psicológico e até sexual sem que outros adultos percebam até bem tarde. Nesse caso, felizmente, Peter não estava sozinho.
Não seriam todos que adotariam, isso é verdade. Por isso eu tentei desenvolver uma personalidade em volta dos pais no parágrafos anteriores, não sei se ficou claro o suficiente. Algo sobre eles enquanto pessoas bastante receptivas que já viam Peter, de certa forma, como da família. Há muitas pessoas que verdadeiramente se solidarizam com situações alheias, especialmente no caso de crianças.
Quanto a relação entre os dois, embora seja incesto, nós temos o atenuante de que eles são adotivos. O que não faz muita diferença, contudo, como você perceberá. Relações homossexuais são muito mal vistas no contexto em que a história se passa, espero que esteja preparada para as situações que surgirão.
Novamente, obrigado pelo comentário. Até a próxima, Lunna.
Um início doce, apesar de seu conflito, para uma história que promete terminar em tristeza. Que anzol irresistível você balança na frente dos leitores!
É um capítulo agradável, uma apresentação que em pouco tempo caracteriza os personagens e instiga no leitor o afeto por eles, bem como a vontade de continuar lendo.
Estou ansiosa pelos próximos capítulos!
Muito obrigado pelo comentário, Naol.
É tão bom saber que o capítulo foi capaz de transmitir a doçura e o afeto pelos personagens, justo como era o objetivo.
Será uma honra tê-la acompanhando essa história.
Oh! Que coisa triste eu diria, ao menos referente aos abusos que Peter sofria em casa, mas é bom que isso acabou logo. Para ele, na verdade, deve ter durado bastante tempo né? Nunca se sabe quando isso começou, talvez o Charlie só tenha percebido isso depois de anos de convivência, não é algo muito incomum de se acontecer. Os pais dele também foram bastante amigáveis, não seria todos que fariam isso, desde delatar o que ocorria com o Peter até mesmo adotar o menino.
Mas, pensando bem, será que isso pode ser um agravante para a provável relação dos dois? Não sei bem, mas agora eles meio que são irmãos de fato, já parece ser bastante difícil se engajar em um relacionamento com um amigo de infância, deve ser muito mais complicado quando se trata de um irmão adotivo.
Até o próximo. ^^
Olá, Lunna, Obrigado pelo comentário.
Realmente, sem data definida, seria difícil dizer quando tempo os abusos duraram. No entanto, descreve-se que "as roupas largas que ele sempre usava", e a partir disso pode se inferir um longo espaço de tempo, não é? Mas sim, é bastante comum que se sofra abuso físico, psicológico e até sexual sem que outros adultos percebam até bem tarde. Nesse caso, felizmente, Peter não estava sozinho.
Não seriam todos que adotariam, isso é verdade. Por isso eu tentei desenvolver uma personalidade em volta dos pais no parágrafos anteriores, não sei se ficou claro o suficiente. Algo sobre eles enquanto pessoas bastante receptivas que já viam Peter, de certa forma, como da família. Há muitas pessoas que verdadeiramente se solidarizam com situações alheias, especialmente no caso de crianças.
Quanto a relação entre os dois, embora seja incesto, nós temos o atenuante de que eles são adotivos. O que não faz muita diferença, contudo, como você perceberá. Relações homossexuais são muito mal vistas no contexto em que a história se passa, espero que esteja preparada para as situações que surgirão.
Novamente, obrigado pelo comentário. Até a próxima, Lunna.