Ah, como é bom começar a manhã de segunda-feira lendo uma boa história aqui no Nyah, outra vez, HAHAHA. Sdds de ter um capítulo por semana. ♥ Falando nisso, quando vai ter uma história longa de novo, hein hein? HAHAHAH. Você sabe que é isso que os leitores fazem com os autores, né? Sufocam-nos com pedidos de mais histórias, HAHAHAH. Mas é tudo por motivos nobres. Mas vamos ao Justiceiro, que é o que importa nesse momento.
Gostei também desse capítulo. Deu pra conhecer um pouco mais dos "bastidores" do Justiceiro, saber como ele tem acesso às informações de que precisa, como age em relação aos que são apenas suspeitos e àqueles que são, de fato, culpados por algum crime. Sobre isso, pensei que ele ia aproveitar o ataque da Kátia pra revidar. Como disse a Imperatriz Furiosa de Mad Max, "retaliate first", HAHAH. Mas, pra minha surpresa, ele foi bastante disciplinado em relação ao seu próprio código de conduta e não fez nada impulsivo. Já tinha percebido que esse personagem não seria um cara simples de compreender, e essa cena me deixou ainda mais instigada sobre ele.
Sabe que a Kátia também foi bem surpreendente? No começo, ela parecia ser apenas uma esposa amorosa e preocupada com a segurança do marido, uma daquelas senhoras respeitáveis que choram angustiadas diante do perigo, HAHAHA. Mas aí, numa questão de segundos, ela esqueceu totalmente desse perigo e se jogou nos braços do marido numa explosão de desejo, HAHAH. No quarto, quando são abordados pelo Justiceiro, ela se torna novamente receosa. A gente imagina que ela vá apenas ficar quietinha e rezar para que nada de ruim aconteça. Porém, num rompante de coragem, ela pega a arma do marido e começa a atirar contra o Justiceiro - E ATÉ CONSEGUE FERI-LO! Então, bem, essa Kátia foi outra personagem bem interessante. É como se ela possuísse algumas características bem distintas e tivesse medo e coragem na mesma proporção. Isso foi intencional da sua parte ou apenas "saiu"? HAHAHA. Sei que às vezes a gente acaba criando aspectos para alguns personagens que não imaginávamos no momento da escrita. Ao menos, acontece comigo.
A gente fica até se achando meio besta de hesitar em duvidar de político (afinal, parece regra que todos tenham o rabo preso em alguma questão), mas não sei o que pensar do Leninsky. Ele não demonstrou nenhuma atitude suspeita nesse capítulo, mas também teria todos os motivos pra acabar com alguém que andava atrapalhando seu caminho... Então vou aguardar os próximos capítulos. Estou curiosa pra saber como o Justiceiro descobrirá a verdade e como ele vai se sair com esse tiro de raspão.
Ah, queria apontar duas coisinhas pra você revisar. Há uma parte ali em que você escreve que "os anos o renderam aliados...". Acho que ficaria mais adequado um "lhe" ao invés de "o", ou "renderam a ele aliados". Talvez a colocação desse "o" não esteja correta, mas fica aí a sugestão pra você dar uma olhada. E também tem um trecho em que você escreve sobre a "arma de matar criada" pela empresa tal. Tipo, eu li essa expressão como matar uma pessoa que trabalha como criada, sacou? HAHAHAH. Fica ambíguo na leitura, mas entendi que "criada" seria no sentido de "desenvolvida". Se achar conveniente, talvez seja bom substituir a palavra. Enfim, só sugestões mesmo.
Foi uma leitura maravilhosa, como sempre. ♥
Aguardando ansiosamente pelos próximos passos dessa história.
Sabe, eu estou de férias e nessa época eu sempre perco a noção COMPLETA dos dias da semana, acredita? HAHAHA. De toda forma, receber um comentário seu é sempre um presente e, além de me motivar enormemente, obtenho alguns aprendizados. Então, desde já, muito obrigado! ♥
Respondendo a sua pergunta (da maneira mais enrolada possível): sabe, o final de 2018 foi intenso para mim, principalmente no que tange a faculdade. Eu estava com certeza de que em 2019 focaria só nos contos, pois terei que fazer TCC este ano e, dessa forma, sinto que é complicado focar numa história longa durante tal período. No entanto, eu venho sendo inundado de tantas ideias e aprendizados (tenho estudo roteiro e outras coisinhas legais que tangem a arte de contar histórias), de maneira que a cada dia sinto um desejo crescente de contar mais e mais histórias. Como eu disse, tenho várias ideias e uma pasta cheio de projetos para o futuro, bastaria para mim escolher qual seria a obra da vez, fazer as pesquisas necessárias, desenvolver o roteiro e começar o processo de escrita. Resumindo: não vou lhe dar uma data certa para a estréia de uma nova obra de longa duração, mas está beeem mais perto do que eu imaginava em dezembro, o que eu acredito já ser uma coisa que te deixe feliz hehehe. De toda forma, continuarei com contos e projetos menores, coisas que permitem que eu faça mais experimentações sem medo de receber ameaças de morte por parte dos leitores HAHAHAHAHA. Mas agora eu vou especular: creio que em março eu comece a postar uma história mais longa. É certeza? Como eu disse lá em cima, não. Mas quem sabe?
Desde já, fico feliz em saber que você gostou do capítulo. Frank Castle com certeza não é um personagem simples. Apesar de muitos o resumirem a uma máquina de matar, eu vejo uma pessoa com GRANDES conflitos e incertezas, e uma parcela enorme de culpa que ele carrega nas costas. É interessante demais ver a reação dele em momentos que envolvem decisões rápidas e difíceis, mas pode ser ainda mais legal vê-lo em uma encruzilhada em que ele tem tempo pra pensar. Dei alguma pista do futuro? Dei, mas provavelmente expliquei tão mal (propositalmente) que você não pegou. Ou pegou? Conhecendo você como leitora, é capaz que já esteja criando mil teorias na cabeça HAHAHA.
Eu acredito que a Kátia seja a personagem mais "natural" advinda de mim em um bom tempo. "Natural" no quesito de não ter sido exatamente planejada. Em minhas anotações, eu a coloquei como esposa de Leninsky, sem características adicionais. Não me entende mal: eu gosto de desenvolver cada um dos personagens, mas se tratando de uma história reduzida, foquei nos essenciais. De toda forma, a Kátia me trouxe uma grata surpresa com essa cena. Foi algo bem "orgânico" e, ao menos em minha cabeça, enxerguei aquilo como bem possível de se acontecer. Assim como o leitor não espera nada da Kátia, o Justiceiro também não esperava. Na verdade, talvez ela mesmo não esperasse. Sabe quando estamos com tanto medo que agimos por um impulso que nem mesmo entendemos? Talvez nem se trate de coragem em si, mas uma reação impensada, algo que muitos poderiam ver como estupidez. Essa "loucura" humana, essa contradição, é algo que causa admiração. Você nunca sabe o que esperar das pessoas durante situações traumáticas.
Aliás, falando em trauma, deixa eu contar um meu (já superei, então estou de boas). Há uns dois anos eu fui assaltado em plena luz do dia por dois homens numa moto. Não vi arma alguma e nem fui agredido. Lembro-me apenas de um dos caras dizendo que era um assalto e que eles queriam "só o celular". Eu, quase que num estado inconsciente, simplesmente levantei os braços e disse com a voz baixa "Ok". O cara colocou a mão no meu bolso, tirou o celular e a dupla fugiu. Logo após a fuga, eu voltei a realidade e, vendo o perigo que passei, sentei no chão e comecei a chorar HAHAHA. Eu tô rindo agora, mas passei bem uma semana sem tocar no lado de fora de casa com medo dessas merdas. Enfim, só pra dar um exemplo pessoal de "perda de controle". No meu caso, não foi um instinto de ataque, mas de submissão na expectativa de preservar a própria vida.
Sobre o Leninsky: você nunca sabe se a ausência de provas é algo que comprova sua inocência ou mostra o quão esperto ele é pra esconder esses rastros. Certamente o Justiceiro sentiu uma ponta de dúvida se estava poupando um corrupto desgraçado, ou ameaçando a vida de um homem honesto.
Sobre seus dois apontamentos: muito bem feitos! É incrível como algumas coisas passam despercebidas, então é sempre bom ter leitores atentos que tenham olhos mais sensíveis a questões como as que você bem citou. Vou alterar o texto e, mais uma vez, muito obrigado!
Foi maravilhoso ler seu comentário, como de costume! Obrigado por se fazer tão presente na minha "carreira literária" HAHAHA ♥
Desculpa pela demora pra ler ;-;. Adoro como você consegue fazero Justiceiro ser badass mesmo sem uma cena de luta ou algo do tipo, você faz a presença dele ser temida até mesmo pelo próprio leitor. Esse Ben ta sempre morrendo, tomara que tenha seguro de vida XD. Até o próximo capítulo!
Tranquilo, Spider! Leia sem pressa para tirar o máximo proveito da história ;)
Fico feliz em saber que estou fazendo uma boa representação do Justiceiro. É um personagem que eu acho bem interessante e devo dizer que foi uma verdadeira aventura planejar e escrever essa história. E coitado do Ben. Morre nos quadrinhos, nas séries e até mesmo nas fanfictions xD
Olá!
Ah, como é bom começar a manhã de segunda-feira lendo uma boa história aqui no Nyah, outra vez, HAHAHA. Sdds de ter um capítulo por semana. ♥ Falando nisso, quando vai ter uma história longa de novo, hein hein? HAHAHAH. Você sabe que é isso que os leitores fazem com os autores, né? Sufocam-nos com pedidos de mais histórias, HAHAHAH. Mas é tudo por motivos nobres. Mas vamos ao Justiceiro, que é o que importa nesse momento.
Gostei também desse capítulo. Deu pra conhecer um pouco mais dos "bastidores" do Justiceiro, saber como ele tem acesso às informações de que precisa, como age em relação aos que são apenas suspeitos e àqueles que são, de fato, culpados por algum crime. Sobre isso, pensei que ele ia aproveitar o ataque da Kátia pra revidar. Como disse a Imperatriz Furiosa de Mad Max, "retaliate first", HAHAH. Mas, pra minha surpresa, ele foi bastante disciplinado em relação ao seu próprio código de conduta e não fez nada impulsivo. Já tinha percebido que esse personagem não seria um cara simples de compreender, e essa cena me deixou ainda mais instigada sobre ele.
Sabe que a Kátia também foi bem surpreendente? No começo, ela parecia ser apenas uma esposa amorosa e preocupada com a segurança do marido, uma daquelas senhoras respeitáveis que choram angustiadas diante do perigo, HAHAHA. Mas aí, numa questão de segundos, ela esqueceu totalmente desse perigo e se jogou nos braços do marido numa explosão de desejo, HAHAH. No quarto, quando são abordados pelo Justiceiro, ela se torna novamente receosa. A gente imagina que ela vá apenas ficar quietinha e rezar para que nada de ruim aconteça. Porém, num rompante de coragem, ela pega a arma do marido e começa a atirar contra o Justiceiro - E ATÉ CONSEGUE FERI-LO! Então, bem, essa Kátia foi outra personagem bem interessante. É como se ela possuísse algumas características bem distintas e tivesse medo e coragem na mesma proporção. Isso foi intencional da sua parte ou apenas "saiu"? HAHAHA. Sei que às vezes a gente acaba criando aspectos para alguns personagens que não imaginávamos no momento da escrita. Ao menos, acontece comigo.
A gente fica até se achando meio besta de hesitar em duvidar de político (afinal, parece regra que todos tenham o rabo preso em alguma questão), mas não sei o que pensar do Leninsky. Ele não demonstrou nenhuma atitude suspeita nesse capítulo, mas também teria todos os motivos pra acabar com alguém que andava atrapalhando seu caminho... Então vou aguardar os próximos capítulos. Estou curiosa pra saber como o Justiceiro descobrirá a verdade e como ele vai se sair com esse tiro de raspão.
Ah, queria apontar duas coisinhas pra você revisar. Há uma parte ali em que você escreve que "os anos o renderam aliados...". Acho que ficaria mais adequado um "lhe" ao invés de "o", ou "renderam a ele aliados". Talvez a colocação desse "o" não esteja correta, mas fica aí a sugestão pra você dar uma olhada. E também tem um trecho em que você escreve sobre a "arma de matar criada" pela empresa tal. Tipo, eu li essa expressão como matar uma pessoa que trabalha como criada, sacou? HAHAHAH. Fica ambíguo na leitura, mas entendi que "criada" seria no sentido de "desenvolvida". Se achar conveniente, talvez seja bom substituir a palavra. Enfim, só sugestões mesmo.
Foi uma leitura maravilhosa, como sempre. ♥
Aguardando ansiosamente pelos próximos passos dessa história.
Até!
Olá!
Sabe, eu estou de férias e nessa época eu sempre perco a noção COMPLETA dos dias da semana, acredita? HAHAHA. De toda forma, receber um comentário seu é sempre um presente e, além de me motivar enormemente, obtenho alguns aprendizados. Então, desde já, muito obrigado! ♥
Respondendo a sua pergunta (da maneira mais enrolada possível): sabe, o final de 2018 foi intenso para mim, principalmente no que tange a faculdade. Eu estava com certeza de que em 2019 focaria só nos contos, pois terei que fazer TCC este ano e, dessa forma, sinto que é complicado focar numa história longa durante tal período. No entanto, eu venho sendo inundado de tantas ideias e aprendizados (tenho estudo roteiro e outras coisinhas legais que tangem a arte de contar histórias), de maneira que a cada dia sinto um desejo crescente de contar mais e mais histórias. Como eu disse, tenho várias ideias e uma pasta cheio de projetos para o futuro, bastaria para mim escolher qual seria a obra da vez, fazer as pesquisas necessárias, desenvolver o roteiro e começar o processo de escrita. Resumindo: não vou lhe dar uma data certa para a estréia de uma nova obra de longa duração, mas está beeem mais perto do que eu imaginava em dezembro, o que eu acredito já ser uma coisa que te deixe feliz hehehe. De toda forma, continuarei com contos e projetos menores, coisas que permitem que eu faça mais experimentações sem medo de receber ameaças de morte por parte dos leitores HAHAHAHAHA. Mas agora eu vou especular: creio que em março eu comece a postar uma história mais longa. É certeza? Como eu disse lá em cima, não. Mas quem sabe?
Desde já, fico feliz em saber que você gostou do capítulo. Frank Castle com certeza não é um personagem simples. Apesar de muitos o resumirem a uma máquina de matar, eu vejo uma pessoa com GRANDES conflitos e incertezas, e uma parcela enorme de culpa que ele carrega nas costas. É interessante demais ver a reação dele em momentos que envolvem decisões rápidas e difíceis, mas pode ser ainda mais legal vê-lo em uma encruzilhada em que ele tem tempo pra pensar. Dei alguma pista do futuro? Dei, mas provavelmente expliquei tão mal (propositalmente) que você não pegou. Ou pegou? Conhecendo você como leitora, é capaz que já esteja criando mil teorias na cabeça HAHAHA.
Eu acredito que a Kátia seja a personagem mais "natural" advinda de mim em um bom tempo. "Natural" no quesito de não ter sido exatamente planejada. Em minhas anotações, eu a coloquei como esposa de Leninsky, sem características adicionais. Não me entende mal: eu gosto de desenvolver cada um dos personagens, mas se tratando de uma história reduzida, foquei nos essenciais. De toda forma, a Kátia me trouxe uma grata surpresa com essa cena. Foi algo bem "orgânico" e, ao menos em minha cabeça, enxerguei aquilo como bem possível de se acontecer. Assim como o leitor não espera nada da Kátia, o Justiceiro também não esperava. Na verdade, talvez ela mesmo não esperasse. Sabe quando estamos com tanto medo que agimos por um impulso que nem mesmo entendemos? Talvez nem se trate de coragem em si, mas uma reação impensada, algo que muitos poderiam ver como estupidez. Essa "loucura" humana, essa contradição, é algo que causa admiração. Você nunca sabe o que esperar das pessoas durante situações traumáticas.
Aliás, falando em trauma, deixa eu contar um meu (já superei, então estou de boas). Há uns dois anos eu fui assaltado em plena luz do dia por dois homens numa moto. Não vi arma alguma e nem fui agredido. Lembro-me apenas de um dos caras dizendo que era um assalto e que eles queriam "só o celular". Eu, quase que num estado inconsciente, simplesmente levantei os braços e disse com a voz baixa "Ok". O cara colocou a mão no meu bolso, tirou o celular e a dupla fugiu. Logo após a fuga, eu voltei a realidade e, vendo o perigo que passei, sentei no chão e comecei a chorar HAHAHA. Eu tô rindo agora, mas passei bem uma semana sem tocar no lado de fora de casa com medo dessas merdas. Enfim, só pra dar um exemplo pessoal de "perda de controle". No meu caso, não foi um instinto de ataque, mas de submissão na expectativa de preservar a própria vida.
Sobre o Leninsky: você nunca sabe se a ausência de provas é algo que comprova sua inocência ou mostra o quão esperto ele é pra esconder esses rastros. Certamente o Justiceiro sentiu uma ponta de dúvida se estava poupando um corrupto desgraçado, ou ameaçando a vida de um homem honesto.
Sobre seus dois apontamentos: muito bem feitos! É incrível como algumas coisas passam despercebidas, então é sempre bom ter leitores atentos que tenham olhos mais sensíveis a questões como as que você bem citou. Vou alterar o texto e, mais uma vez, muito obrigado!
Foi maravilhoso ler seu comentário, como de costume! Obrigado por se fazer tão presente na minha "carreira literária" HAHAHA ♥
Nos vemos nas próximas partes.
Abração!
Desculpa pela demora pra ler ;-;. Adoro como você consegue fazero Justiceiro ser badass mesmo sem uma cena de luta ou algo do tipo, você faz a presença dele ser temida até mesmo pelo próprio leitor. Esse Ben ta sempre morrendo, tomara que tenha seguro de vida XD. Até o próximo capítulo!
Tranquilo, Spider! Leia sem pressa para tirar o máximo proveito da história ;)
Fico feliz em saber que estou fazendo uma boa representação do Justiceiro. É um personagem que eu acho bem interessante e devo dizer que foi uma verdadeira aventura planejar e escrever essa história. E coitado do Ben. Morre nos quadrinhos, nas séries e até mesmo nas fanfictions xD
Até breve!