Comentários em “O Justiceiro: Exílio”: “Parte 1: Um velho galpão, um velho massacre”

Yokichan
Destacado pelo autor

Olá!

A espera valeu a pena, ok HAHAHAH. Já estava sentindo falta de ler tuas histórias por aqui. Mais uma vez, a escrita e as ideias não decepcionaram. É sempre muito bom poder acompanhar o trabalho de uma pessoa talentosa como tu. ♥ Já deu pra perceber que narrativas de violência não são minha praia, HAHAHA, mas, mesmo assim, estava curiosa pra poder ler O Justiceiro porque sei que, vindo de ti, nada se resume a apenas violência, ou apenas aventura, ou apenas qualquer outra coisa, HAHAH. Há um pouco de cada coisa e, por trás disso, há sempre uma sacada muito inteligente.

Gostei desse primeiro capítulo. Vão ser quantos? Se não me engano, tu tinha comentado que seriam três. Então estou pensando nesse capítulo, mas já curiosa pelos próximos, HAHAH. Penso que essa parte inicial transmitiu bem aquele clima de investigação policial que inclui tiros e outras coisas piores. O submundo da máfia, HAHAH. Não sou muito familiarizada com o universo original de Justiceiro, mas bem, tu colocou um personagem original ali, então também vou levando a leitura na intersecção desses dois mundos, digamos assim.

Interessante esse ponto de vista do policial sobre o Justiceiro como sendo um cara insano e nada confiável. Não posso dizer que condeno essa opinião, afinal, a cena que o Justiceiro deixou de sua "punição" aos criminosos é perturbadora. Li uma vez algo sobre o espanto causado por um assassino que podia ter matado outra pessoa com um tiro, mas que, não se contentando, deu outros 16 tiros na vítima já morta. No caso, não se trataria mais de assassinar, mas de massacrar. Acho que isso ajuda a pensar um pouco nesse primeiro capítulo da tua história. Esse Justiceiro seria alguém que faz o bem ou alguém incrivelmente cruel? Instigante pensar sobre isso.

Enfim, espero que a escrita das próximas partes venha com muita inspiração pra você (e bem rápido, por favor HAHAHAH) e que essa seja outra das tuas histórias incríveis. Estarei aqui aguardando com inúmeros palpites pipocando dentro da cabeça, como de costume, HAHAH. Ah, e feliz ano novo atrasado. ♥

Até!

Júlio Oliveira

Olá!

Fico coberto de felicidade ao saber que a espera valeu a pena. Eu já estava ficando envergonhado de tanto adiar a postagem deste capítulo, mas não vou mentir para você: não havia gostado do resultado anterior, então resolvi apagar tudo e recomeçar. Parece que o plano deu certo, amém! Ah, e feliz ano novo para você também. Sou muito grato por poder contar com você para ler meus trabalhos e sempre pontuá-los com suas opiniões que me abrem os olhos para aspectos que antes eu não via. Então, já adianto: muito obrigado por ser uma leitora tão recorrente ♥

E sim, pode apostar que a história não será uma simples sequência de ação e violência. Você já conhece meu estilo e como eu gosto de abordar as coisas. Então sua expectativa por surpresas e alguns momentos mais profundos é certeira. Sobre a extensão da história: eu prevejo quatro partes ao todo. Digo "prevejo", pois às vezes sofro algumas "epifanias" e vejo que certas cenas podem ser alongadas, acrescidas, enquanto outras cortadas. Isso pode reduzir ou aumentar o número de capítulos, mas quatro é realmente o número mais certeiro a se apostar. Só pra citar um exemplo, "O Sangue do Mestiço" tinha 40 capítulos planejados, mas findou com 35 em decorrência de algumas cenas que eu "deletei" por achá-las repetitivas ou desnecessárias (enquanto outras foram acrescidas).

E bem, o primeiro capítulo foi realmente uma introdução da coisa toda. Apesar de ter supostamente apresentado pouco material de "história" mesmo, saiba que cada elemento (máfia russa, tráfico das armas das Indústrias Hammer, policiais) terá seu valor ao longo da narrativa. Tudo será desenvolvido nos capítulos que estão por vir. Quanto ao universo do Justiceiro: não se preocupe que a história não vai exigir nenhum conhecimento específico para seu aproveitamento. De personagens da Marvel, utilizarei apenas o próprio Justiceiro, Ben Urich (um jornalista de grande importância dentro dos quadrinhos) e sua esposa Doris. Todos os outros personagens são originais.

O Comissário Marin demonstra ter fé no sistema e nas leis vigentes, ao menos neste primeiro capítulo. Para ele, o Justiceiro se mostra como uma perturbação, um agente do caos. Mesmo suas vítimas sendo exclusivamente criminosos, isso justificaria o cruzar da linha das leis? Daniel, por outro lado, passou por uma situação de forte impacto emocional e todos nós sabemos que isso pode alterar a percepção humana, seja para o bem ou para o mal. Acredito que todas essas nuances são coisas bem interessantes de serem trabalhadas, e fica melhor ainda quando o autor abre espaço para os leitores tirarem suas próprias conclusões, independente das suas próprias opiniões. Espero conseguir fazer isso.

Eu também espero trazer um bom trabalho. Estou me esforçando para isso, pode apostar. Quanto a não vou te dar uma previsão, mas acredito que as postagens serão mais frequentes do que na época de "O Sangue do Mestiço". Estou de férias e a recente leitura de "Frankenstein" (meio arrastado em alguns capítulos, mas uma excelente leitura de maneira geral) deixou minha mente fervilhando de ideias e inspiração. Hoje mesmo pretendo escrever a segunda parte da história, ou ao menos parte dela (parte da parte? Estranho hahaha).

Mais uma vez, MUITO obrigado pela sua presença e comentário. Eu fico muito feliz em ter você como leitora. Sempre aprendo algo contigo. ♥

Até breve!

Junior Giaretta

Parabéns, Julio ! História sensacional ! Nem a Marvel faria tão bem assim.



O que mais gostei: Exatamente como uma história da Marvel. Como um fã, Frank foi escrito de maneira perfeita !
Júlio Oliveira

Que honra! Fico muito feliz que tenha gostado desse princípio, Junior. Espero que eu mantenha o nível e você possa apreciar as próximas partes da história :D

Strife

Sou uma das pessoas que viu seu post no grupo do Face XD. Essa discussão sobre se o Justiceiro está certo ou não ao matar os criminosos sempre rende boas histórias, e parece que a sua é uma delas. Eu também hesitaria em comentar que ele me salvou, depois de ouvir algo do tipo. Gostei de como mostrou a ameaça do Justiceiro, focando não em ele matando os capangas, mas mostrando apenas o chefe vendo eles mortos e sentido a arma na cabeça, realmente fez ele parecer um espirito, ou melhor, demônio justiceiro. Lerei a próxima parte assim que der. Até lá!

Júlio Oliveira

Opa, fico feliz que tenha vindo dar uma chance a minha obra :D

Cara, o tempo passa, as mega-sagas da Marvel mudam "tudo" (pra voltar ao mesmo ponto meses depois), mas o Justiceiro sempre se vê no meio dessa discussão. É algo interessantíssimo e eu até mesmo já abordei em algumas outras obras minhas.

Uma das minhas grandes dúvidas na abordagem dessa primeira parte era se eu deveria fazer algo mais focado na violência em si, ou no fato do Justiceiro ter habilidades impressionantes, sendo quase como um anjo da morte caído (combinação louca, não? hahaha). Fico feliz que tenha gostado dessa abordagem e aguardo sua opinião sobre a parte 2.

Até breve :D