Comentários em “Mar de flores.”: “Loucuras.”

L
Lorde Barão
Destacado pelo autor

Olá, como vai hoje?
Noto que esse capítulo é mais curto que os anteriores, então farei um esforço para ler dois capítulos hoje.
Então, o que vale a pena comentar aqui?
Hmmm, será que há um motivo secreto pro Alexandre pegar turnos extras?
Sinto que ele precisa de capital para um plano. Alguma chance desse mistério ser revelado ainda nesse capítulo?
Esse cara simplesmente não para de ter ideias malucas.
Legal, passado de personagens!
Hohohoho, meu sentido aranha estava certo, havia um motivo para os turnos extras.
Conseguirá Alexandre levar seu amado para um agradável passeio no jardim botânico?
Meu sentido aranha diz que vou descobrir já já.

Mestre do Universo dos Vermes

Hey!

Vou bem, e você?

É, esse foi o mais curto.

História nem tão interessante para a sua vida: eu escrevi isso no celular com 18% de bateria, sem energia em casa (não dava pra carregar), sem internet (sem energia, sem roteador), e só com 50% do pacote de dados.

A parte boa de escrever com empecilhos é o orgulho que dá depois. A ruim são os empecilhos e a impossibilidade de fazer um capítulo grande.

Concordo, ideias malucas são com ele mesmo!

Não sei se ainda te vejo hoje ou só amanhã, então só vou dizer até mais!

Espero que esteja gostando!

E valeu por comentar.

Bye!

F
Fefa Rodrigues

Depois de tanto tempo, sei lá porque, vim dar uma olhada se tinha algo novo e achei... não sou fã de romance, nem um pouco, mas li curiosa pela menção à poesia. Alta qualidade, como sempre... percebi até uma forte evolução, algo como crescimento. O primeiro capitulo é o melhor, quase que um conto independente, na minha opinião só ele já seria suficiente para valer a leitura e a visão do mundo corporativo continua surpreendendo.

Até;

Mestre do Universo dos Vermes

Imagino o quão entediada devia estar para ir fuçar meu perfil... Espero não ter desapontado!

É, romance não é mesmo sua cara.

Obrigado pelos elogios! Bom saber que você vê evolução, mesmo que eu particularmente não a veja.

Concordo nesse ponto. O primeiro capítulo dá um bom conto, já que é independente do resto da história. Acho que é a escolha entre uma one-shot contemplativa de final ambíguo ou uma história mais longa com um romance mais bobo e adoravelmente clichê.

Como pode ver, dois públicos bem diferentes.

Às vezes me pergunto se o mundo corporativo é mesmo essa selvageria institucionalizada que todo mundo dá a entender... Depois eu sou o pessimista.

Até, Fefa!

Agradeço o comentário.