Como falei no capítulo anterior, sou uma fã desse clima meio-triste meio-saudades simplesmente porque acho que se encaixa muito bem com o que a Johanne vive... sua Anne nesse capítulo também começa a ter semelhanças mais notáveis com a Anne^oficial^, e no início quando ela decide que será o último ano que pedirá isso, sinto uma pontada decisiva da sobriedade e clareza que caracterizam a personagem, claro, madura demais pra uma jovenzinha qualquer.
Também, apesar de tudo, adoro a Vó e o Vô (outra jogada brilhante sua pra demonstrar o crescimento dela do capítulo anterior pra este!), ambos tão cuidadosos e carinhosos com ela, e me pergunto se foi nesse ambiente amoroso que a Ollie cresceu... lembro dela em Acordado com Amoras e tenho certeza.
O diabo está nos detalhes, afinal, e é fantástico ver como ela é ligada com os pais de que mal se lembra... desde a Constelação de cachorro até o desabafo com o Remus, ela transforma tudo em carinho por eles... ah, como essa menina teria amado Sirius e Ollie... ama, né...
Sou grande fã do nosso caríssimo Remus e vê-lo aqui foi um pouco surpreendente pra mim, embora não seja tão longe do óbvio que ele a visitaria, se achasse ser seguro. Gosto muito de ela ter se aberto com ele mesmo sem saber o que ele, Sirius, James, e todo o rolê passaram. É quase como se conseguisse ver/sentir nele algo que a faz confiar, a faz ter empatia e ver a dor e saudade dele sem que ele precise dizer. Além disso, ele respeita como ela se sente e conversa com ela "que nem gente grande", sendo a compreensão uma das minhas coisas favoritas no Remus. Eles se conectam tão bem que ele dá pra ela essa foto, tão preciosa... *coração parte em mil pedaços*, e mais precioso ainda acho que é pra ela saber que alguém mais a entende, e sente saudades deles (especialmente do Sirius que ainda está vivo e ela sabe disso) também.
Obrigada demais por essa fanfic, moça. Eu estou apaixonada por cada detalhe (especialmente o Remus :p)
Esse clima meio-triste meio-saudade era o que eu queria, porque sempre foi o que senti da Anne naqueles primeiros capítulos com Bev... e queria demonstrar isso.
Um clima amoroso, mas duro, cheio de saudade de pessoas que nunca conheceu, tentando compreende-los e os amando mesmo a distância... e a sobreidade dela...! Eu sabia que precisava demonstrar a maturidade dela, mesmo pequena.
Anne sempre foi uma personagem compreensiva e madura para a idade e mesmo assim, intensa e amorosa.
Remus é meu xodó, admito. Eu meio que o uso como Às aqui, o usando para explicar e estar junto de Anne na falta do pai e da mãe, dando um suspiro de alivio que os avos não podem. Além dele ser tão sábio e compreensivo, que é o ouvinte dela. E acaba também, ele, matando um pouco de sua própria saudade com ela.
Obrigada você por ter gostado tanto, céus, isso dá um banho de alivio. E obrigada pela proposta de escrever esse docinho.
Oh, god! Não estava esperando uma aparição do Remus. E esse teto pintado de estrelas (em formato de cão!), posso estar pedindo permissão de uso no futuro, vai vendo!
Sua Anne é muito crível, a srta. andou saracuteando pela minha mente?
Amando, mesmo de coração partido! Feliz que ela tem Remus para chorar a saudade de Sirius com ela!
Olha eu aqui de novo! Okay, chega de palhaçada, bora pro comentário...
Enfim, esse capítulo me fez pensar em como deve ter sido difícil para Remus ouvir Johanne dizer que sente falta do pai, sobretudo quando ele tem plena consciência de que ela não tinha culpa alguma de ambos terem se desentendido e ter rolado desconfianças da parte dele.
Quanto a Anne, bem... ela é somente uma criança, e quão doloroso não era ver a avó pintar um pai tão horrendo enquanto ela não tinha tanta certeza de quem ele era ou representava. Como ele mesma disse, ela sabia que não era possível ou não sabia se seria bom, ela apenas desejava ver o pai e conhecê-lo melhor!
Bom, eu amei a profundidade que esse capítulo trouxe, obrigada por isso Jweek. Nos vemos no próximo!
Como falei no capítulo anterior, sou uma fã desse clima meio-triste meio-saudades simplesmente porque acho que se encaixa muito bem com o que a Johanne vive... sua Anne nesse capítulo também começa a ter semelhanças mais notáveis com a Anne^oficial^, e no início quando ela decide que será o último ano que pedirá isso, sinto uma pontada decisiva da sobriedade e clareza que caracterizam a personagem, claro, madura demais pra uma jovenzinha qualquer.
Também, apesar de tudo, adoro a Vó e o Vô (outra jogada brilhante sua pra demonstrar o crescimento dela do capítulo anterior pra este!), ambos tão cuidadosos e carinhosos com ela, e me pergunto se foi nesse ambiente amoroso que a Ollie cresceu... lembro dela em Acordado com Amoras e tenho certeza.
O diabo está nos detalhes, afinal, e é fantástico ver como ela é ligada com os pais de que mal se lembra... desde a Constelação de cachorro até o desabafo com o Remus, ela transforma tudo em carinho por eles... ah, como essa menina teria amado Sirius e Ollie... ama, né...
Sou grande fã do nosso caríssimo Remus e vê-lo aqui foi um pouco surpreendente pra mim, embora não seja tão longe do óbvio que ele a visitaria, se achasse ser seguro. Gosto muito de ela ter se aberto com ele mesmo sem saber o que ele, Sirius, James, e todo o rolê passaram. É quase como se conseguisse ver/sentir nele algo que a faz confiar, a faz ter empatia e ver a dor e saudade dele sem que ele precise dizer. Além disso, ele respeita como ela se sente e conversa com ela "que nem gente grande", sendo a compreensão uma das minhas coisas favoritas no Remus. Eles se conectam tão bem que ele dá pra ela essa foto, tão preciosa... *coração parte em mil pedaços*, e mais precioso ainda acho que é pra ela saber que alguém mais a entende, e sente saudades deles (especialmente do Sirius que ainda está vivo e ela sabe disso) também.
Obrigada demais por essa fanfic, moça. Eu estou apaixonada por cada detalhe (especialmente o Remus :p)
Oiie
Esse clima meio-triste meio-saudade era o que eu queria, porque sempre foi o que senti da Anne naqueles primeiros capítulos com Bev... e queria demonstrar isso.
Um clima amoroso, mas duro, cheio de saudade de pessoas que nunca conheceu, tentando compreende-los e os amando mesmo a distância... e a sobreidade dela...! Eu sabia que precisava demonstrar a maturidade dela, mesmo pequena.
Anne sempre foi uma personagem compreensiva e madura para a idade e mesmo assim, intensa e amorosa.
Remus é meu xodó, admito. Eu meio que o uso como Às aqui, o usando para explicar e estar junto de Anne na falta do pai e da mãe, dando um suspiro de alivio que os avos não podem. Além dele ser tão sábio e compreensivo, que é o ouvinte dela. E acaba também, ele, matando um pouco de sua própria saudade com ela.
Obrigada você por ter gostado tanto, céus, isso dá um banho de alivio. E obrigada pela proposta de escrever esse docinho.
Obrigada pelos elogios.
Obrigada por comentar.
Beijos,
Até.
Meu coração deu uma apertadinha dolorosa com a Jô querendo o papai e a mamãe. Tadinha :/ pelo menos ganhou uma fotinha deles
Desculpa? kkkkk E temos o lindo do Remus de brinde hehe
Oh, god! Não estava esperando uma aparição do Remus. E esse teto pintado de estrelas (em formato de cão!), posso estar pedindo permissão de uso no futuro, vai vendo!
Sua Anne é muito crível, a srta. andou saracuteando pela minha mente?
Amando, mesmo de coração partido! Feliz que ela tem Remus para chorar a saudade de Sirius com ela!
Remus é meu nenê, um bolinho (de chocolate, obviamente) macio e cheiroso. Merece muito amor e carinho.
Não resisti ao teto com estrelinhas! (permissão mais do que concedida, se quiser. Vou me sentir honrada!)
ELA É? AI MEU CORAÇÃO!
Talvez tenha andado, talvez não, digo nada. Sou inocente até que se prove o contrario. hehe
Que bom que está amando! Ai que emoção. Meu pai.
Remus ♥
Obrigada por comentar!
VOCÊ QUER QUEBRAR MEU CORAÇÃO NÃO É
VOU CHORAR E TE ENVIAR POR CORUJA AS LÁGRIMAS ENFRASCADAS
Esse momento com o Remus me deixou hiper chorosa, o vovô dela parece ser um amorzinho desenhando a constelação do cão ♥
Ai, ai... Não sei como não ficar triste!
Talvez? Eu quebro, mas depois colo bunitinho, prometo. KKKKK
Pode mandar, sei de umas poções pra lagrimas...
O vovô J é um amor! ♥
Obrigada por comentar!
Cara Jweek,
Olha eu aqui de novo! Okay, chega de palhaçada, bora pro comentário...
Enfim, esse capítulo me fez pensar em como deve ter sido difícil para Remus ouvir Johanne dizer que sente falta do pai, sobretudo quando ele tem plena consciência de que ela não tinha culpa alguma de ambos terem se desentendido e ter rolado desconfianças da parte dele.
Quanto a Anne, bem... ela é somente uma criança, e quão doloroso não era ver a avó pintar um pai tão horrendo enquanto ela não tinha tanta certeza de quem ele era ou representava. Como ele mesma disse, ela sabia que não era possível ou não sabia se seria bom, ela apenas desejava ver o pai e conhecê-lo melhor!
Bom, eu amei a profundidade que esse capítulo trouxe, obrigada por isso Jweek. Nos vemos no próximo!
Oiiii
Ai meu coração, to saltitando aqui.
ERA A INTENÇÃO, DAR ESSA PROFUNDIDADE! Mas eu tava com medo de não conseguir. kkkkkk
Não sou tão boa com entrelinhas.
Fico muito, muito feliz que consegui.
Muito obrigada!
Obrigada por comentar!
Até!