Preciso dizer: fiquei o capítulo todo refletindo sobre o Edgar. Pensar nessa história de vida e amor entre ele e Anya foi bem angustiante... Sabe, as pessoas, na realidade, vivem muitas coisas parecidas, e nem sempre os amores se encaixam novamente quando se reencontram, assim como aconteceu com os dois. É triste.
Gostei bastante da sua descrição do reencontro da Anya com a mãe, a Cecília tá de parabens pela cantiga da Flor ♥ Alias, eu não sei se você vai gostar da comparação kkkkk mas em Barbie a Princesa da Ilha, a Barbie reencontra a mãe dela por meio de uma musiquinha também, ela começa a cantar e aí a mãe termina.
A musiquinha da Barbie é essa aqui:
com você, posso ver, estrelas a brilhar, melodias, tem magias, doces sons no ar. Quando o sol se põe e finda a tarde, vaga-lumes piscam sem cessar, fique aqui que o sonho te invade, como é bom sonhar.
Eu acho super fofa. Mas a da Ceci se encaixou melhor porque fala sobre reencontro.
Enfim, eu gostei bastante do capítulo. Inclusive do final hehehehehehee ♥
Muito feliz em poder te ver por aqui novamente, adoro seus comentários e estava super ansiosa para saber o que tinha achado desses últimos capítulos, que são de longe meus favoritos!
O Edgar foi um dos personagens de construção mais complexa ao longo da história e acredito que se tivesse sido diferente, nós não o amaríamos tanto assim. Talvez por isso mesmo que quando discordamos de suas falas ou gestos, ainda assim conseguimos entender a motivação por trás de tudo. Pessoas são seres multifacetados que embora estejam em sintonia numa determinada época, não necessariamente quer dizer que será sempre assim, não é mesmo? Teve muita mágoa, rancor e desconfiança no que tange o relacionamento do Edgar com a Anya e justamente por isso o final deles não foi exatamente feliz (ao menos, não em relação ao casal original).
Essa cena é uma das minhas favoritas, deu muito trabalho chegar na carga emocional que eu pretendia, então fico bem feliz que você tenha apreciado também. Apesar de gostar e ter certa facilidade em escrever, tenho zero talento para poemas e rimas, então quando fui chorar meu dramas para a Cecília, ela me deu essa força e ficou simplesmente sensacional no final! Cecilías são incríveis, não é mesmo?
E 10 pontos para você que adivinhou minha inspiração inicial para esta cena HAHAHA ~ Eu amo os filmes da Barbie, mas não cheguei a assistir Princesa da Ilha. Ainda assim, conhecia a música e acho essa forma de reencontro muito bonita e poética. Quando a hora de escrever essa cena chegou, não consegui dissociar uma coisa da outra e criei minha própria versão, que espero estar a altura da inspiração hehe.
Apesar de se tratar de uma história ambientada num período completamente diferente, tento trazer o máximo de realidade e acho que a trajetória do Edgar é uma das que melhor representa isso. Gosto muito dessa ideia de "é uma ficção, mas se encaixa perfeitamente bem na vida real". Antes de qualquer pessoa ou público indeterminado, escrevo para mim, então boa parte do que é retratado aqui são reflexões e vivências minhas diluídas na trajetória dos personagens. Parece um pouco completo (e louco) de entender, mas é como se The Queen's Path fosse um diário descontextualizado HAHAHA~ Você deve estar mais achando 115% maluca nesse momento, então vou passar para o próximo.
Muito obrigada pelo comentário fofo, nos vemos no próximo ;)
Olá, Vitt.
Preciso dizer: fiquei o capítulo todo refletindo sobre o Edgar. Pensar nessa história de vida e amor entre ele e Anya foi bem angustiante... Sabe, as pessoas, na realidade, vivem muitas coisas parecidas, e nem sempre os amores se encaixam novamente quando se reencontram, assim como aconteceu com os dois. É triste.
Gostei bastante da sua descrição do reencontro da Anya com a mãe, a Cecília tá de parabens pela cantiga da Flor ♥ Alias, eu não sei se você vai gostar da comparação kkkkk mas em Barbie a Princesa da Ilha, a Barbie reencontra a mãe dela por meio de uma musiquinha também, ela começa a cantar e aí a mãe termina.
A musiquinha da Barbie é essa aqui:
com você,
posso ver,
estrelas a brilhar,
melodias,
tem magias,
doces sons no ar.
Quando o sol se põe e finda a tarde,
vaga-lumes piscam sem cessar,
fique aqui
que o sonho te invade,
como é bom sonhar.
Eu acho super fofa. Mas a da Ceci se encaixou melhor porque fala sobre reencontro.
Enfim, eu gostei bastante do capítulo. Inclusive do final hehehehehehee ♥
da sua leitora e amiga,
Gabriella
Olá princesa, tudo bom?
Muito feliz em poder te ver por aqui novamente, adoro seus comentários e estava super ansiosa para saber o que tinha achado desses últimos capítulos, que são de longe meus favoritos!
O Edgar foi um dos personagens de construção mais complexa ao longo da história e acredito que se tivesse sido diferente, nós não o amaríamos tanto assim. Talvez por isso mesmo que quando discordamos de suas falas ou gestos, ainda assim conseguimos entender a motivação por trás de tudo. Pessoas são seres multifacetados que embora estejam em sintonia numa determinada época, não necessariamente quer dizer que será sempre assim, não é mesmo? Teve muita mágoa, rancor e desconfiança no que tange o relacionamento do Edgar com a Anya e justamente por isso o final deles não foi exatamente feliz (ao menos, não em relação ao casal original).
Essa cena é uma das minhas favoritas, deu muito trabalho chegar na carga emocional que eu pretendia, então fico bem feliz que você tenha apreciado também. Apesar de gostar e ter certa facilidade em escrever, tenho zero talento para poemas e rimas, então quando fui chorar meu dramas para a Cecília, ela me deu essa força e ficou simplesmente sensacional no final! Cecilías são incríveis, não é mesmo?
E 10 pontos para você que adivinhou minha inspiração inicial para esta cena HAHAHA ~ Eu amo os filmes da Barbie, mas não cheguei a assistir Princesa da Ilha. Ainda assim, conhecia a música e acho essa forma de reencontro muito bonita e poética. Quando a hora de escrever essa cena chegou, não consegui dissociar uma coisa da outra e criei minha própria versão, que espero estar a altura da inspiração hehe.
Apesar de se tratar de uma história ambientada num período completamente diferente, tento trazer o máximo de realidade e acho que a trajetória do Edgar é uma das que melhor representa isso. Gosto muito dessa ideia de "é uma ficção, mas se encaixa perfeitamente bem na vida real". Antes de qualquer pessoa ou público indeterminado, escrevo para mim, então boa parte do que é retratado aqui são reflexões e vivências minhas diluídas na trajetória dos personagens. Parece um pouco completo (e louco) de entender, mas é como se The Queen's Path fosse um diário descontextualizado HAHAHA~ Você deve estar mais achando 115% maluca nesse momento, então vou passar para o próximo.
Muito obrigada pelo comentário fofo, nos vemos no próximo ;)
Meu deus, não tinha como esse reencontro ser mais brega, porém perfeito.
Jacques egoísta atacando novamente.
MDS só queria uma cena hot descente com esse casal!! Só uma!