Ihh rapaz. Eu sabia que a Victoria tinha um passado triste, mas pra mim não seria o suficiente pra me tornar um radical ativista. Se ela viu o Flygon apanhar do próprio treinador, ela poderia ter acionado algum órgão da liga Pokemon. Tem tantos treinadores que dão carinho e mesmo assim batalham (tipo o Ash).
Achei legal a descrição dela. Não entendi por que você não o fez antes.
Essa situação toda deu um estalo na mente dela, fez ela pensar mais amplamente na questão do que seria uma relação entre treinador e pokémon. Para ela, a partir dali, não significa nada além de ganhar títulos, o mundo perfeito dela é composto por pokémons e cuidadores agindo como humanos e animais de forma mais amável e menos egoísta pelo fato dos pokémons terem habilidades especiais. Ela quer realmente mudar esse mundo por inteiro, quer difundir esse pensamento para muito além. E se pudesse faria isso sozinha, não importando sob quais meios. Valeu pelas informações da E4, são os únicos do lado dos mocinhos que terão pokémons úteis.
Entendo que deve ter sido traumatizante mesmo, imagina lutar contra um cara que chicoteia seus Pokés? Mas talvez, se ela tivesse ficado menos amedrontada podia ter dado na cara dele e liberar o Flygon. Enfim..
E eu tinha imaginado ela muito diferente kkkk. Meio parecida com a Diantha do XY, só que mais bronzeada.
No momento ela tava se sentindo um verdadeiro lixo de treinadora por não reagir, ela tem esse código anti-violência, mesmo numa batalha injusta. Victoria paga de boa samaritana, mas não enxerga os detalhes errados das suas ideias. Boas intenções não bastam. Não adianta querer fazer o bem achando que todos irão vão concordar com seus planos, o que cabe aí acusar um egocentrismo dela. Hahahah, acontece de uma visão do leitor não bater com a do autor.
Ihh rapaz. Eu sabia que a Victoria tinha um passado triste, mas pra mim não seria o suficiente pra me tornar um radical ativista. Se ela viu o Flygon apanhar do próprio treinador, ela poderia ter acionado algum órgão da liga Pokemon. Tem tantos treinadores que dão carinho e mesmo assim batalham (tipo o Ash).
Achei legal a descrição dela. Não entendi por que você não o fez antes.
Ps: os líderes de ginásio de Hoenn
Roxanne (Nosepass)
Brawly (Makuhita)
Wattson (Manectric)
Flannery (Torkoal)
Norman (Slaking)
Winona (Altaria)
Tate e Liza (Lunatone e Solrock)
Wallace (Milotic)
Juan (Kingdra)
Elite 4
Sidney (Absol)
Phoebe (Dusclops)
Glacia (Walrein)
Drake (Salamance)
Steven (Metagross)
Essa situação toda deu um estalo na mente dela, fez ela pensar mais amplamente na questão do que seria uma relação entre treinador e pokémon. Para ela, a partir dali, não significa nada além de ganhar títulos, o mundo perfeito dela é composto por pokémons e cuidadores agindo como humanos e animais de forma mais amável e menos egoísta pelo fato dos pokémons terem habilidades especiais. Ela quer realmente mudar esse mundo por inteiro, quer difundir esse pensamento para muito além. E se pudesse faria isso sozinha, não importando sob quais meios. Valeu pelas informações da E4, são os únicos do lado dos mocinhos que terão pokémons úteis.
Entendo que deve ter sido traumatizante mesmo, imagina lutar contra um cara que chicoteia seus Pokés? Mas talvez, se ela tivesse ficado menos amedrontada podia ter dado na cara dele e liberar o Flygon. Enfim..
E eu tinha imaginado ela muito diferente kkkk. Meio parecida com a Diantha do XY, só que mais bronzeada.
Beijokinhas
No momento ela tava se sentindo um verdadeiro lixo de treinadora por não reagir, ela tem esse código anti-violência, mesmo numa batalha injusta. Victoria paga de boa samaritana, mas não enxerga os detalhes errados das suas ideias. Boas intenções não bastam. Não adianta querer fazer o bem achando que todos irão vão concordar com seus planos, o que cabe aí acusar um egocentrismo dela. Hahahah, acontece de uma visão do leitor não bater com a do autor.