Imagino que não haja jeito possível de fazer um exame de corpo de delito não ser algo traumático e humilhante, porque é uma extensão inevitável da violência sofrida. Mas também acho que as pessoas que lidam com uma denúncia assim precisam ser humanizadas o tempo todo e lembrar que estão lidando com gente, que aquela é a história de alguém e não de um personagem.
Sofrimento não é ficção nem brincadeira, como muitos têm acreditado nos dias atuais. Por isso empatia tem que ser a coisa mais importante de todas sempre. Então, obviamente, "você fez alguma coisa para provocar isso?" é a pior coisa que alguém poderia dizer, especialmente alguém que deveria ajudar. É por essas e outras que é tão difícil para as vítimas se exporem e denunciarem, porque é uma segunda violência, dependendo da capacidade de que lida com ela.
Esse capítulo terminou de um jeito muito assustador, mas por outro lado acharia difícil isso não acontecer. Vamos ver como vai prosseguir e espero que todos fiquem seguros, inclusive o cachorro. Além disso, Isa precisa ter muito cuidado morando no mesmo prédio do monstro.
Siiim! A pior parte é que, muitas vezes, nesse caminho a pessoa encontra com profissionais despreparados pra lidar com a situação (ou só preconceituosos mesmo) e aí acabam saindo perguntas como aquela. Ruim mesmo é saber que isso infelizmente acontece na realidade.
Achei muito atencioso da sua parte mencionar o cachorro haha mas sim, sempre torcendo pela segurança dos doguinhos. Isa também vai ter que ser muito cuidadosa.
O cap tava bem foda, ainda bem que já tem mais postado, eu ia ficar chateada se acabasse assim.
Só uma observação. Encontrei algumas confusões ao longo do texto, mas tem esse parágrafo em especial que começa "- Mas talvez as coisas agora mudem." Que vc muda o narrador, vc trocou o nome da Martha pra Rosana, e Jon pra Nick e vice versa, e ficou um pouco confuso.
Imagino que não haja jeito possível de fazer um exame de corpo de delito não ser algo traumático e humilhante, porque é uma extensão inevitável da violência sofrida. Mas também acho que as pessoas que lidam com uma denúncia assim precisam ser humanizadas o tempo todo e lembrar que estão lidando com gente, que aquela é a história de alguém e não de um personagem.
Sofrimento não é ficção nem brincadeira, como muitos têm acreditado nos dias atuais. Por isso empatia tem que ser a coisa mais importante de todas sempre. Então, obviamente, "você fez alguma coisa para provocar isso?" é a pior coisa que alguém poderia dizer, especialmente alguém que deveria ajudar. É por essas e outras que é tão difícil para as vítimas se exporem e denunciarem, porque é uma segunda violência, dependendo da capacidade de que lida com ela.
Esse capítulo terminou de um jeito muito assustador, mas por outro lado acharia difícil isso não acontecer. Vamos ver como vai prosseguir e espero que todos fiquem seguros, inclusive o cachorro. Além disso, Isa precisa ter muito cuidado morando no mesmo prédio do monstro.
Siiim! A pior parte é que, muitas vezes, nesse caminho a pessoa encontra com profissionais despreparados pra lidar com a situação (ou só preconceituosos mesmo) e aí acabam saindo perguntas como aquela. Ruim mesmo é saber que isso infelizmente acontece na realidade.
Achei muito atencioso da sua parte mencionar o cachorro haha mas sim, sempre torcendo pela segurança dos doguinhos. Isa também vai ter que ser muito cuidadosa.
Obrigada por ler e comentar ♥
Eita!
O cap tava bem foda, ainda bem que já tem mais postado, eu ia ficar chateada se acabasse assim.
Só uma observação. Encontrei algumas confusões ao longo do texto, mas tem esse parágrafo em especial que começa "- Mas talvez as coisas agora mudem." Que vc muda o narrador, vc trocou o nome da Martha pra Rosana, e Jon pra Nick e vice versa, e ficou um pouco confuso.
Bom, até a próxima.
Eu adoro terminar os capítulos dando gancho pro próximo!
Obrigada pelo aviso, vou reler e consertar os erros. Espero que não tenha atrapalhado muito a leitura.
Até a próxima!