Comentários em “O Sangue do Mestiço”: “Ciclos”

Yokichan

Olá!

Sério que foram mais de 4k de palavras nesse último capítulo? Juro que, se você não tivesse avisado, eu nem ia ter percebido, porque a leitura foi maravilhosa e tudo o que eu queria era ler mais e mais. ♥

Ah, o Patwin não virou xerife, HAHAHAH, mas ao menos vai ficar em Roanoke e cuidar para que esse novo elo entre índios e habitantes do povoado seja mantido. E VAI FICAR COM A EYANOSA, o que também é lindo de se ver (ou de ler e de imaginar, enfim). Gostei muito do trecho em que ele falou com as pessoas da ilha sobre interromper esse ciclo de violência, sobre aprender a aceitar o outro, seja ele quão diferente for. Acho que essa é uma discussão muito pertinente nos dias tenebrosos que estamos vivendo, aliás.

Nesse momento, juro que visualizei a Eyanosa maravilhada com as palavras do Patwin e, ao mesmo tempo, meio sem jeito com todas aquelas pessoas olhando pra ela de modo curioso e reverente, HAHAHHA. QUE LINDO ISSO. Fiquei me perguntando como o povo do Roanoke reagiria a essa reconciliação, se ainda ficariam receosos, com o pé atrás... Mas penso que você encontrou um caminho muito natural e sincero pra fazer essa transição de perspectiva. Como leitora, também me deixei dominar por esse sentimento de paz, de "uffa, a guerra acabou".

SOCORRO TEVE BEIJO ♥ HAHAHAHAH. E outra vez você foi muito sensível em captar o nervosismo e o atrapalhamento (essa palavra existe?) do David, assim como o bom senso da Melinda. Como uma pessoa bem madura para a sua idade, apesar de apreensiva pela ideia da partida do David, ela manteve a calma e soube lidar com isso. Nada de escândalos, HAHAHA. Isso não seria coerente com a personalidade dela. Mas eles ficaram tão bonitinhos juntos que é claro que a gente sente a partida dele, aiai... Por outro lado, como ele ainda é muito jovem pra mandar em si mesmo (HAHAHAH), a gente compreende que ele precisa voltar para casa, ao menos por um tempo.

Fiquei com dó do Adaky por ninguém ter descoberto que ele era o deus protetor, por ter terminado no anonimato, digamos assim, e do Mahpee por ter encontrado na morte sua única redenção. Ok que pensei "bem feito, ninguém mandou fazer merda", HAHAHAH, mas também entendo o lado dele. Sei lá, no fundo, todo mundo só queria fazer a coisa certa, não é?

E essas últimas frases do capítulo, referentes à "libertação" do Patwin no que diz respeito ao conhecimento de si mesmo, UAU, fecharam o texto com chave de ouro. ♥ Terminar uma história pode ser bem difícil, às vezes as últimas palavras não têm a força que a gente gostaria que elas tivessem, mas você conseguiu encerrar essa narrativa de forma incrível. Tudo teve seu significado, sua expressividade, dentro da ideia central com a qual você trabalhou. Só palmas pra você, ok. ♥

E o que foi esse mistério aí nas notas finais? JÁ TÔ CURIOSA. Mal espero pra poder ler outra história tua por aqui, mas blz, vamos te dar umas duas semanas de férias pelo término de "O sangue do mestiço", HAHAHAH. Que bom ter acompanhado essa história do início ao fim. Foi uma experiência cheia de nervoso, mas de admiração também, HAHAAH.

Então parabéns pelo trabalho.

E até a próxima!

Júlio Oliveira

Olá!

Finalmente estou aqui para responder esse comentário lindo (como de costume). Eu nem sei por onde começar, mas já digo que bateu a "bad" pelo fim da história. Foi uma aventura fantástica em minha vida e vai deixar saudades. Ainda assim, também fico feliz por finalmente ter chegado ao fim. Foi uma loucura no melhor dos sentidos, e foi ótimo poder contar contigo durante toda essa trajetória. Então desde já, obrigado ♥

"a leitura foi maravilhosa e tudo o que eu queria era ler mais e mais. ♥" Só essa frase já fez valer a pena HAHAHA. Eu estava evitando escrever esse capítulo porque o fim seria doloroso. Acabou sendo, afinal. No entanto, a felicidade foi maior. Foi um capítulo que eu escrevi de maneira bem diferente do convencional, passando por vários pontos de vista e transitando de cá pra lá, sempre com alguma coisa nas entrelinhas. Foi desafiador e revigorante, então fico muito feliz em saber que você gostou tanto do que encontrou :D

Olha, ele pode não ter recebido o título de Xerife, mas pode muito bem assumir o papel de um HAHAHA. E uma coisa interessante é que eu tinha algumas frases/falas já anotadas desse capítulo. Ideias de diálogos, entre outras. Foi engraçado que, enquanto eu escrevia, tudo foi se encaixando perfeitamente. E devo dizer que alguns finais ainda estavam pendentes em minha mente, como o princípio de um relacionamento mais íntimo entre David e Melinda. Aquilo não foi exatamente planejado, mas eu senti que faria sentido dentro da história. E outra coisa engraçada: este capítulo já teve vários nomes. "Um novo amanhecer" e "O sangue do mestiço". No dia da postagem é que veio o nome "Ciclos", enquanto eu escutava uma música instrumental de mesmo nome (https://www.youtube.com/watch?v=7anTVAkW3mc). E bem, acho que o lance da história foi sempre esse, sabe? Romper ciclos que só trazem desgraça. Toda a violência em Roanoke tem uma raiz histórica e se repete incessantemente.

A "transição" foi a coisa que mais me deu dor de cabeça, mas de uma maneira boa. Eu realmente queria que soasse natural, ainda que coisas absurdas já tivessem ocorrido na ilha como um todo. Nada mais útil para mudar paradigmas do que ser salvo por quem você tanto julga, não é mesmo? Ter um Patwin 100% p*** com tudo também ajuda nessa mudança HAHAHA. E acredite: eu mesmo senti um alívio quando a paz se instalou. Uma paz real, não aquela que Edward Muller provocava.

FINALMENTE David agiu, ufa. E eu acho que "atrapalhamento" existe. Caso não, passa a existir agora HAHAHA. Pronto, esse foi uma das partes do capítulo "improvisada" HAHAHA. E sim, a Melinda é muito madura pra fazer qualquer papelão. Certamente ela é mais controlada que o David hehehe. E uma coisa que eu temia era a questão do "tom" do capítulo. Como muitos núcleos aparecem, eu tinha medo de que ficasse estranho. "Comédia ali, drama aqui e uma morte mais distante". Fico aliviado que tudo teve um bom funcionamento pra você :D

"Fiquei com dó do Adaky por ninguém ter descoberto que ele era o deus protetor". Eu também :(. Infelizmente, nem todos tiveram um final feliz. Olha, eu também disse "bem feito" para Mahpee. Mas sim, todo mundo queria fazer a coisa certa, ainda que de uma perspectiva distorcida. Até Edward Muller queria "fazer a coisa certa" HAHAHA.

Quando eu escrevi a frase final, fiquei com vontade de prosseguir com o texto. Não queria pôr um ponto final, ainda mais um que realmente fosse FINAL. Foi quase um parto colocar esse filho no mundo (piada horrível, segue o jogo), mas trouxe uma felicidade imensa. Eu realmente senti que não deveria me estender mais que o necessário. Graças a Deus parei por ali mesmo para assim preservar a força do texto. Fico feliz que tenha gostado tanto e que a obra tenha passado sua mensagem de forma geral ♥

Agradeço pelas férias, eu realmente estou precisando. Espero em breve lançar alguns contos soltos (e quem sabe encontrá-la nos comentários hehehe). Quanto ao mistério das notas finais: há tempos venho pensando em trabalhar com histórias do gênero suspense policial / ficção histórica. Até aí, ok. Só que eu vi a oportunidade de usar David como protagonista dessas obras. O cara já está treinado para isso e seria legal ver a personalidade dele em novas situações. Eu não diria que seria uma continuação de "O Sangue do Mestiço", mas um spin-off. E deixo claro: é uma ideia ainda, preciso amadurecer o plano como um todo, mas há possibilidade sim.

Foi bom demais ter contado com você desde o princípio deste trabalho. Foi uma conquista pessoal e me alegra demais saber que fiz um bom trabalho. Obrigado por tudo ♥

Até breve! ♥

Matheus Braga

Olha só, Júlio, eu acho que tipo... EU QUERIA SURTAR COM ESSE FINAL, MAS NÃO TO CONSEGUINDO SURTAR, ENTÃO TO SURTANDO POR ISSO

AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

*respira*

Então, ok. Vamos falar de coisa boa.

Só pra constar: BOLSONARO PRESIDENTE. #17

Pronto. Vamos falar da fic. Vou tentar fazer um comentário decente e com calma, porque este capítulo me deixou com um mix de sentimentos tão grande que eu ainda tô confuso. Além disso, eu costumo ficar meio intelectual com finais de histórias e costumo ser um pouco mais crítico, mas juro que tenho um coração bom. ♥

Sério que a saga do deus protetor acaba ASSIM???? O tutu-bicho invade a vila, mata o Macawi, toca o terror na galera, invade a igreja e morre assim, na base da farofa?? Tipo, morreu e é só isso mesmo?? Confesso que eu esperava algo mais. Sei lá, algo mais dramático, um desfecho mais envolvente, visto todo o peso que o personagem teve sobre a metade final da história. Eu esperava também algum drama a mais para a morte definitiva do Adaky. Tipo, ele se voluntariou e virou o deus protetor, aterrorizou geral e morreu e não rolou nem mesmo um rito de passagem adequado ao sacrifício dele (apesar da motivação errada, né). Me senti meio que ???????? pela falta disso, acho que apesar de tudo ele merecia um final mais... honroso, talvez?? Ele morreu e aparentemente ninguém sentiu a morte dele, e eu fiquei triste por isso. Ele foi um dos personagens que eu mais gostei nessa fic. #Xatiado

Também achei o ritmo dos dois últimos capítulos um tanto corrido. Não que isso seja ruim, porque acho um tanto legal esse ritmo de "vida que segue", de jogar os acontecimentos na cara do leitor e sair correndo (eu mesmo faço isso, SOCORRO), mas para um final tão grande como o dessa fic foi, achei que ficou meio que um final de novela da Globo, sabe?? Onde tudo acontece de repente e já se resolve. Repito, eu NÃO achei ruim, mas acho que algumas partes (não só desse capítulo, mas da fic toda) podem ser revisadas para dar uma carga dramática maior à história. Mas é claro, isso é só minha opinião e não diminui nem um pouco a qualidade do enredo e da sua escrita.

E o Patinho realmente ficou com a Eyanosa. Nenhuma surpresa aqui. Esses dois se completam de uma forma tão natural e tão contrastante que isso era meio que óbvio. Só não imagino a índia assinando como "Eyanosa Winslow", SOCORRO HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA Mas falando sério, sabe que agora, olhando em retrocesso, o relacionamento deles me lembra muito o do Jake Sully com a Neytiri em Avatar?? Ele, o moço civilizado; ela, a nativa guerreira. Um encontro inicial conflitante, um processo de conhecimento mútuo e das tradições locais, até o inevitável relacionamento entre eles. Além disso, tem o tanto de tinta azul que os secotan usam, né. Sério que não rolou nenhuma inspiração ou referência?? Hahahahahahahahaha Enfim, gostei e torço por eles. ♥ Aproveitando que tô falando deles, eu também achava que o Patinho ia assumir alguma função de importância na vila, tipo xerife ou algo assim, mas acabou que não. Ele foi só um pacificador num momento de crise e pronto. Mas quer saber?? Eu acredito que caso aconteça algo em Roanoke no futuro, os habitantes recorrerão a ele. Acho que depois disso tudo, ele se tornou o "homem de confiança" do povo. #TeamPatinho

E O DAVID BEIJOU A MELINDA, AI CEM OR ♥♥♥♥♥ Me senti tão representado quando eles bateram os dentes, porque SEMPRE acontece isso comigo quando fico com alguém que tô a fim, Ô JESUS, O TANTO QUE EU RI DISSO HAHAHAHAHAHAHAHAHAHAHA E olha a Melinda, gente, demonstrando que além de madura, é safadinha. "Tudo bem. Podemos treinar" E EU AQUI QUASE PARI UM CACTO DE TANTO QUE GRITEI, ALELUIA DELS, VOU ALI SOLTAR UNS ROJÃO PRA COMEMORAR ♥♥♥♥ Achei fofinho, achei shippável, quero guardar os dois num potinho e trazer pra minha casa. Brincadeiras à parte, é difícil um casal me envolver tanto igual esses dois fizeram. A fic nem era deles, mas eles roubaram a cena e foda-se, é isso aí. Gosto assim. ♥ Acho uma pena o David ter que voltar para NY. Fala sério, ele já tem idade mais do que suficiente pra cuidar de si mesmo (ainda mais se considerarmos a época em que a fic é ambientada, né), então SIM, eu acho que ele devia ter ficado. E a Melinda ter aceitado isso meio que na boa só terminou de derrubar meu psicológico ainda mais. Tô de coração partido. #XatiadoDeNovo

E sobre a partida da galera, tenho que corrigir uma informação que te falei no chat do Face. Na cena em que estão indo embora no porto, eu não estava ouvindo My Heart Will Go On, e sim Hymn to the sea, que é a música tocada justamente na cena da partida do Titanic no início do filme. Então calcula o peso do DRAMA que me bateu. Não superei ainda, APENAS. :( Já tô aqui me torcendo todo pro David voltar, AI JESUS

E sobre a morte do Mahpee: não gostei. Tipo, não gostei mesmo. Depois de todo o sofrimento que ele infligiu tanto ao povo da vila quanto à sua própria tribo, bateu um peso na consciência e ele mesmo se acovardou e se matou?? Nossa, achei uma atitude muito mesquinha. Não que eu esperasse que Patinho ou algum indígena fizesse "justiça" e matasse ele, mas que a própria "Mãe" o fizesse, tipo, mandasse um bicho pra ir lá comer ele, ou que nessa correria louca aí ele tropeçasse e caísse do penhasco, sei lá. No fim das contas, achei ele um belo covarde. Essa morte foi, por assim dizer, até mesmo um escape pra culpa dele. -_-'

E pra finalizar, esses pensamentos do Patinho aí no final sobre finalmente encontrar a si mesmo foram a chave de ouro que faltava. Não tem nem o que comentar, apenas posso dizer que foi muito SHOW. Foi o final mais adequado que essa fic poderia ter. *o*

Tô feliz, tô triste, tô me sentindo vazio, NÃO SEI O QUE ESSE FINAL FEZ COMIGO AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA Acho que vou ouvir a trilha sonora de Titanic de novo pra terminar de me afundar nessa bad. Mas uma coisa eu posso dizer: a leitura dessa fic valeu muito a pena e vale muito uma recomendação. Obrigado por compartilhar essa história com a gente. ;)

E PUTAQUEPARIU CARALEO POTAMERDA AI MEU PÂNCREAS CHESSUS, O QUE FOI ESSA INFORMAÇÃO AÍ NAS NOTAS FINAIS??????????? VAI TER FIC DO DAVID???????????? AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA MINHA NOSSA SENHORA DOS LEITORES DE FANFIC, ME AJUDA A SEGURAR MEU PSICOLÓGICO QUE EU NÃO TO SABENDO REAGIR AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA EU QUERO PRA O-N-T-E-M, DAVID MERECE TUDO DE BOM NO MUNDO LITERÁRIO, QUERO O RETORNO DELE PRA MELINDA, QUERO CASAMENTO, QUERO ELES VELHINHOS NA CADEIRA DE BALANÇO, QUERO ME ENFIAR PELO COMPUTADOR SÓ PRA VER ISSO TUDO DE PERTO, NEM LIGO DE MORRER AAAAAAAAAAAA CADÊÊÊÊÊÊÊÊ

Enfim. Foi ótimo enquanto durou. Até uma próxima história, amigo. :)

Júlio Oliveira

E aí, meu bom? Tudo suave?

Como sempre, fico feliz demais em contar com seu comentário. Desde já, agradeço por ter acompanhado "O Sangue do Mestiço" desde o começo com tanto empenho. Nunca escrevi uma obra deste tamanho, então foi um desafio e um prazer enorme. Agora chega de enrolação e bora responder HAHAHA.

Olha, primeiramente, recomendo que largue o uso de drogas. BRINCADEIRA. Agora falando sério: fico feliz por ter te dado um "mix" de sentimentos. Imagine que você odeie quando eu falo isso, mas é verdade HAHAHA. Acho legal confundir os leitores de alguma forma (não com falta de informação, mas dessa maneira mais introspectivas). Subverter expectativas é algo que eu gosto, confesso e.e. Sobre o Adaky: eu gosto muito dele, sério. Mas infelizmente, nem todo mundo tem um final feliz. E por mais vazio que parece, sim, esse foi o final dele: a morte e o esquecimento completo. Que os deuses conduzam sua alma rumo à paz. Jovem sofrido e com razões para se enfurecer, sem dúvidas. Sei que pode parecer meio otário da minha parte, mas não tem pegadinha mesmo: foi o fim de Adaky e sua imagem sumiu para sempre, restando apenas as memórias para os que ficaram. Certamente Pat e Eyanosa vão preservar as lembranças e contar de seu bom amigo que desapareceu para seus filhos. Talvez alguém da tribo conte-os sobre o ritual e assim a verdade venha à tona. Mas, no momento, o esquecimento o abraçou :(.

Agradeço pelo seu toque relacionado ao ritmo. Certamente é algo que irei rever para o aprimoramento da história :D Agora não chama de Globo não, por favor HAHAHAHA. Brincadeiras à parte, é algo que irei levar em consideração. Foram dois capítulos bem diferentes do ritmo usual da história, mas eu adorei escrevê-los e gostei do resultado. Você sabe que eu gosto de experimentações (e já deve ter se acostumado a eu não cumprir com suas expectativas HAHAHA).

Cara, pior que eu nem gosto tanto de Avatar. Se rolou alguma inspiração, foi aquela do tipo "por acidente". Se bem que esse lance de "nativa" e "homem da cidade" não é exatamente algo original no mundo das histórias. Na literatura brasileira mesmo você vê muito disso. Certamente não foi uma reinvenção da roda, mas não pensei exatamente em Avatar HAHAHA. E eu gosto de azul? ok? HAHAHHAHA.

E veja bem, o Patwin não precisa de um título oficial para assumir funções na ilha. Apesar de não ser um "xerife", ele pode muito bem fazer tudo que o Arnold fazia (ou melhor, deveria fazer). Mas você entendeu bem a mensagem. Ele é um elo que serve para manter o novo ciclo de paz que se iniciou entre a vila e a tribo ♥

Aleluia, né David? Fiquei feliz demais com a cena e o casal saiu mais fofo nas palavras do que na minha imaginação HAHAHHA. Imaginei essa reação sua (e de quem mais vier a ler). E sim, David pode até ser velho para o contexto da época, mas existem pendências em NY. E digamos que ele é levemente mimado, então existem algumas coisinhas nas entrelinhas aí hehehe.

Cara, o lance da música tá te deixando doido. Escute algo pra levantar o astral, você tá muito na "bad", meu amigo HAHAHAHA. Ri demais com isso, sério xD

"Essa morte foi, por assim dizer, até mesmo um escape pra culpa dele." Foi exatamente isso. Como eu disse, nem tudo vai acabar da maneira perfeita, mas algumas pistas foram lançadas que a vida de Mahpee não duraria muito após o ataque do deus protetor. Ele era um homem mau, mas com boas intenções. Quer dizer, até mesmo Edward tinha boas intenções. Acontece que de boas intenções o inferno está cheio. Será que Mahpee vai deixar esse lugar ainda mais lotado?HAHAHAHA.

"E pra finalizar, esses pensamentos do Patinho aí no final sobre finalmente encontrar a si mesmo foram a chave de ouro que faltava. Não tem nem o que comentar, apenas posso dizer que foi muito SHOW. Foi o final mais adequado que essa fic poderia ter. " ♥ ♥ ♥

Obrigado por isso, mano. É uma honra ler isso, ainda mais advindo de outro autor. Obrigado, obrigado e obrigado!

Cara, cuidado com a trilha sonora HAHAHA. E acredite, essa história foi uma loucura de felicidade para mim também. Foi um desafio escrevê-la, mas foi um desafio BOM. Só me trouxe felicidade (e uma dose de ansiedade em alguns pontos) e eu nunca vou me esquecer. Quem sabe um dia ela não vira livro físico? HAHAHA. Seria um sonho.

Existem planos para David, sim. Quando? Não sei. Só isso HAHAHA.

Obrigado por tudo, mano! Forte abraço e até logo :D