Não comentei no capítulo anterior porque foi uma tremenda filhadaputagem, isso não se faz. -_-'
Mas MANO, OLHA ESSE CAPÍTULO *-*
Capítulo bonito, capítulo formoso, capítulo bem feito!!
O THE MÔNIO MORREU E EU SÓ SEI COMEMORAR ISSO, AAAAAAAAAAAA
Que cena linda maravilhosa cheirosa coisa linda de Chessus, gente, alguém traz dois Oscar pra esse mito, gente!! Um pela mitagem no capítulo e o segundo pro caso dele perder o primeiro. *-*
Mas peraí, calma.
*respira*
Primeiro, o que foi essa súbita crise de consciência aí do Patinho?? A essa altura da fic resolve largar as rédeas da situação e ir embora?? Ah não, mano, vem cá que eu vou te fazer um self-service de tapas na cara. -_-
Segundo, QUE ORGULHO DA PORRA DESSE DAVID ♥♥♥ Graças a Chessus alguém tá pensando racionalmente por aqui. David é a salvação da fic, essa fic tinha que ser dele, QUERO UMA FIC SÓ DO DAVID. Se vira, Júlio.
E por último, essa cena linda do deus protetor. Ai, gente, eu vou pro inferno se eu disser que achei a morte do The Mônio a coisa mais linda que essa fic já viu??? Cena bonita, cena formosa, cena bem feita. ♥ Mas ó, eu acho que ele sofreu pouco. Devia ter demorado um pouquinho mais a morrer, pra compensar tudo que ele fez. Mas foi coisa linda de se ver, AMEI ♥
Hoje eu tô fofinho e feliz, ninguém me segura *-* Esse capítulo só ajudou ainda mais a me alegrar e eu só quero comemorar, AEEEEEEEEEEEEEEEEE
Mas enfim, ainda ficaram algumas perguntas:
Cadê a Margaret?? Cadê os abracadabras traduzidos do John Dee?? Cadê a Eyanosa?? Onde está o Wally?? Agora que o tutu-bicho comeu o The Mônio, ele vai comer o resto de Roanoke?? Oh, e agora quem poderá nos defender?? o_o
ESSA COISA DE TER QUE ESPERAR ATÉ DOMINGO QUE VEM É O Ó, AAAAAAAAAA
Relaxe, eu amo fazer filhadaputagens, então já estou acostumado com esse tipo de reação HAHAHAHA. É divertido, confesso. Não se sinta mal, você ainda tem chance de ir para o céu HAHAHA.
"Capítulo bonito, capítulo formoso, capítulo bem feito!!" Ah, cara, fico feliz que esse capítulo tenha conquistado a sua admiração. Levou um tempinho para eu escrevê-lo, não pela sua extensão (apesar dele ser, de fato, maior que a maioria dos capítulos do livro), mas pelo seu conteúdo. Bati muita cabeça para decidir a forma de narrar algumas cenas, principalmente no começo. O fim do capítulo já estava bem sedimentado em minha mente :P
Olha, um dos meus sonhos malucos é conquistar um Oscar, pois também sou fã de filmes e gostaria muito de dirigir/roteirizar um HAHAHA. QUEM SABE UM DIA, NÉ NÃO? No momento, já fico muito satisfeito em receber dois prêmios advindos de um leitor hehehe. Muito obrigado :D
"Self-service de tapas na cara", mano, eu ri muito disso HAHAHAHA. Crises de consciência parecem acontecer nas piores horas, não é mesmo? Mas também é fato que Patwin passou por muita merda acumulada, então o coitado deve ter implodido com tudo isso. Eu nem sei como ele ainda está aguentando, na verdade.
E David é foda, né??? Melhor personagem, amo demais ele ♥ ♥ ♥ E pensar que eu não tinha essa preferência por ele quando comecei a escrever. É aquele tipo de personagem que conquista o próprio autor durante sua jornada. Você já deve ter passado por algo do tipo. Acho massa demais todas essas coisas que acontecem ao longo da escrita. São várias histórias dentro de uma história, tudo se liga e rola uma interdependência sinistra, é simplesmente fantástico. E eu provavelmente viajei aqui, mas faz parte HAHAHA. Só sei que AMO fazer tudo isso!
"QUERO UMA FIC SÓ DO DAVID". Olha, não estou dizendo que vai ter, mas há a possibilidade de eu trabalhar num spin off de "O Sangue do Mestiço" focando em um certo personagem, passando-se em uma época diferente da do livro. Seria algo mais separado e acessível para novos leitores, contendo apenas possíveis referências a todo esse universo. Mas claro, isso são planos distantes, então não prometo nada. Se seria com o David? Também não posso dizer agora. Pode ser ou também pode não ser. Eis a questão.
Cara, fico feliz que tenha amado a cena. Foi mais fluída do que pensei que seria antes de escrever. Devo ficar com medo de mim mesmo? HAHAHAHA.
Sabe as suas perguntas? Todas serão respondidas (menos a do Wally, ele continua perdido por aí), mas não agora. Você terá que ler para descobrir. Quem sabe no domingo que vem já não revelo mais coisas? Ou no próximo? Ou no seguinte? O fato é que a história está em sua reta final, então você não precisará esperar tanto para obter suas respostas.
Cara, valeu pelo comentário! Até o próximo capítulo :D
Ok, acho que fiquei com o estômago meio embrulhado com o final desse capítulo... No final, fiquei com um pouco de pena do Edward. Sim, ele merecia uma morte sofrida. Ele merecia pagar com dor por todo o mal que causou aos índios e às pessoas da vila. E sim, ele era um homem desprezível. Mas ele também era apenas um ser humano, com seus próprios sofrimentos, arrependimentos e fraquezas... No fundo, ele já vinha morrendo há muito tempo por conta da morte da esposa e da filha. E esse gesto de agarrar-se ao colar que pertencera a ambas deu uma pontinha de dó aqui.
Tá vendo o que você faz com a gente? HAHAHAH.
De repente, de "monstro" ele passou a ser um "coitado".
Nesse fim de semana, estava lendo um livro do Graciliano Ramos, e lá há a ideia de que, na verdade, ninguém pode julgar uma pessoa, nem mesmo Deus, porque ninguém é capaz de colocar-se inteiramente no lugar do outro (física e espiritualmente) a fim de conhecer tudo pelo que essa pessoa passou. A gente apenas pode imaginar, fazer suposições, mas a alma e a mente do outro sempre são inacessíveis a nós. Agora, com a morte do Edward, lembrei disso. Ok que você mostrou-nos o interior da personagem através da narração em terceira pessoa, de modo que a gente pôde interpretar os motivos e as razões dele. Mas, mesmo assim, foi uma questão na qual eu fiquei pensando aqui.
E, caramba, que assustadora foi essa transformação/deformação ocorrida por meio do Deus protetor. Não tinha imaginado que o aspecto físico fosse mudar tanto. Pensei que o corpo continuaria o do Adaky, em suma, e que esse corpo ganharia algumas habilidades de matar bem sobrenaturais. Então ver que ele se metamorfoseou, de fato, em outro ser, foi bem chocante. Enquanto lia essa parte, fiquei pensando que, realmente, o antigo Adaky não existiria mais. Como seria possível que ele retornasse à sua forma natural depois de tais deformações? Porém, quando ele pronunciou o próprio nome, antes de matar o Edward, percebi que alguma parte dele, por menor que seja, ainda estava ali. Será que ele teve consciência de que, enfim, cumpria sua vingança? Me pareceu que sim.
Agora, fico me perguntando o que esse Deus protetor fará, depois de acabar (literalmente) com o Edward. Será que vai massacrar os demais habitantes da cidade? E o que farão o Pat, o David e o padre nessas circunstâncias? Que nervoso, HAHAHAH. Agora, também fiquei em dúvida sobre como essa divindade "vai embora". Será que há um tempo para que ela fique ali, no corpo que a recebeu? Será que ela só se retira quando se sente saciada de sangue? Porque "matá-la" por meios físicos parece meio impossível, já que seu corpo se cura instantaneamente de danos feitos por balas, por exemplo.
É, o cenário parece bem desfavorável agora, HAHAHA. Estarei aqui aguardando ansiosamente pelo próximo capítulo. Adorei a leitura deste. Parece que a história está se encaminhando para o final, né? Depois de concluir O sangue do mestiço, você tem algum novo projeto de história?
Primeiramente, desculpa por ter demorado tanto para responder. A semana foi cheia, mas ainda assim passei umas boas horas escrevendo os capítulos seguintes de "O Sangue do Mestiço", então foi uma demora que eu sei que você entenderá HAHAHA. De toda forma, agradeço desde já por mais um textão seu. Seus comentários sempre trazem luz para meu dia e para a própria história, então gratidão nunca é muito HAHAHA ♥
"Ok, acho que fiquei com o estômago meio embrulhado com o final desse capítulo". Eu imaginei que isso aconteceria, pelo que você havia me dito antes sobre histórias violentas e tal. Ainda assim, foi algo que eu quis incluir no capítulo para mostrar a brutalidade e a crueza das ações do deus protetor. Pelo visto, fui bem sucedido hehehe.
Meu Deus, não esperava essa sua reação em relação a Edward Muller. É engraçado como o mundo dá voltas, não é? HAHAHA. Você sabe de todo o mal que ele fez e tem certeza que o odeia 99%, mas sempre sobre aquele 1% de dó no final das contas (perdão pela referência à música de Wesley Safadão, creio que ela não combine muito com a história HAHAHAHHA). Poxa, achei muito interessante isso aí que você levantou. Eu tenho plena consciência que Edward era uma pessoa má, mas ainda assim tinha seus anseios, perdas e toda uma história de vida. Fico feliz em ter causado essa "inversão de sentimentos" em você, digamos. É algo que não só surpreende o leitor, mas também o autor. Que foda! :D
Aaaah, que legal isso em relação ao Graciliano Ramos. É muito bacana quando você consegue relacionar ideias entre dois escritos tão distintos. Ás vezes acontece comigo quando estou lendo dois livros completamente diferentes ao mesmo tempo HAHAHAHA. É quase que um crossover inter-temporal (nada do que estou dizendo está fazendo sentido, mas você vai entender HAHAHA). E bem interessante o que ele disse. Realmente, só a pessoa conhece sua própria alma. E às vezes nem ela mesma. Quantas vezes tomamos decisões que nós mesmos não conhecemos os motivos? Muito do que nos guia está no subconsciente, e esse pode ser um lugar bem inacessível para a maioria das pessoas (principalmente quando não se tem a consciência da subconsciência). Sobre isso, inclusive, acredito e sinto que escrever é libertador. Eu sou um cara um pouco ansioso (mas já melhorei MUITO nos últimos anos) e um dos melhores remédios é escrever. Tipo, escrever o que irei fazer, como e quando. Além de também só colocar para fora o que estou sentindo e entrar num processo de reflexão para "dissecar" todos esses sentimentos e descobrir qual o pensamento automático que origina tais sensações. Talvez isso lhe seja estranho, mas funciona demais. Eu sinto uma clareza mental e desde que tornei isso um hábito, passei a me conhecer melhor a cada dia. Inclusive, fica a recomendação pra vida, mesmo que você não seja ansiosa, etc.
Sobre a transformação: eu já tinha os parâmetros gerais desde sempre, mas não tinha pensado no "como" até escrever esse capítulo. Sei que parece algo irresponsável, mas eu senti que daria certo quando chegasse a hora. Fico feliz de ter transmitido as emoções que eu mesmo senti enquanto imaginava e escrevia a cena. O deus protetor não é idêntico, mas foi inspirado em uma espécie de "zumbi" do primeiro jogo da saga Uncharted. Assim, eles não parecem mortos-vivos convencionais e há ainda uma série de diferenças entre eles e a divindade da história. Ainda assim, foram um bom ponto de partida.
Por mais curto que o trecho fosse, ele dizendo "Adaky" foi uma das partes que mais gostei de escrever. Quanto aos desdobramentos disso ainda veremos HAHAHA.
"Que nervoso, HAHAHAH". Olha, eu poderia dizer mil coisas sobre esse parágrafo, mas o "Que nervoso" que você soltou resume tudo HAHAHA. As intenções, o "funcionamento" do deus protetor e outras questões serão abordadas aos poucos. Eu de vez em quando gosto de brincar com finais ou histórias mais abertas, mas não será o caso de "O Sangue do Mestiço", então em breve você encontrará suas respostas HAHAHA.
"É, o cenário parece bem desfavorável agora". Essa ilha não parece um lugar muito legal, não é mesmo? Parece que galera vive descendo ladeira abaixo, minha nossa Senhora. Eu já estou com alguns capítulos adiantados e a vontade é de postar tudo agora, mas vou segurar para lançar nas datas certas HAHAHA. Estou muito ansioso para ver sua reação com tudo que está para acontecer e ser descoberto. Tem coisa pra se fechar ainda e eu espero que tenha mantido a altura de toda a obra ♥
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo! Como sempre, amei seu comentário ♥ E sim, a história está em sua reta final. Eu fico feliz e triste. Feliz, pois estou a caminho de terminar a maior história que já escrevi. É uma conquista pessoal muito grande, tendo em vista que a escrita é minha paixão e eu quero muito me desenvolver e crescer nisso. Triste por me despedir de Roanoke, mas creio que estarei fazendo isso no tempo certo. É uma coisa que eu sempre digo: uma história não tem que ser longa ou curta, ela tem que simplesmente seguir o seu tempo certo.
Sobre planos: tenho vários. Na verdade, tenho uma pasta cheia de projetos e ideias. Mas, ao menos por um tempo, quero focar em contos e histórias mais curtas. Eu amei (e estou amando) escrever "O Sangue do Mestiço", mas é algo que tenho feito desde dezembro do ano passado. Quer respirar algo novo e fazer algumas experimentações. Então não se preocupe que eu não pararei de postar por aqui HAHAHA. Depois de um tempo devo voltar com algum projeto de história mais longo, mas ainda não defini qual. Existem alguns candidatos: uma ficção científica num futuro distante, um drama/comédia/policial se passando no Brasil atualmente e um terror baseado no universo pós-apocalíptico que introduzi em "Fruto imperfeito". Mas assim, existem ainda outros candidatos e eu teria que fazer um verdadeiro capítulo para te falar de todos HAHAHA.
De todas as formas, me alegra muito que você tenha perguntado isso. Ter comentários seus por praticamente todas as histórias que já postei aqui é uma grande honra e um imenso aprendizado. Então repito: muito obrigado!
E até o próximo capítulo (e todas as histórias que se seguirem) ♥
MELDELS
Não comentei no capítulo anterior porque foi uma tremenda filhadaputagem, isso não se faz. -_-'
Mas MANO, OLHA ESSE CAPÍTULO *-*
Capítulo bonito, capítulo formoso, capítulo bem feito!!
O THE MÔNIO MORREU E EU SÓ SEI COMEMORAR ISSO, AAAAAAAAAAAA
Que cena linda maravilhosa cheirosa coisa linda de Chessus, gente, alguém traz dois Oscar pra esse mito, gente!! Um pela mitagem no capítulo e o segundo pro caso dele perder o primeiro. *-*
Mas peraí, calma.
*respira*
Primeiro, o que foi essa súbita crise de consciência aí do Patinho?? A essa altura da fic resolve largar as rédeas da situação e ir embora?? Ah não, mano, vem cá que eu vou te fazer um self-service de tapas na cara. -_-
Segundo, QUE ORGULHO DA PORRA DESSE DAVID ♥♥♥ Graças a Chessus alguém tá pensando racionalmente por aqui. David é a salvação da fic, essa fic tinha que ser dele, QUERO UMA FIC SÓ DO DAVID. Se vira, Júlio.
E por último, essa cena linda do deus protetor. Ai, gente, eu vou pro inferno se eu disser que achei a morte do The Mônio a coisa mais linda que essa fic já viu??? Cena bonita, cena formosa, cena bem feita. ♥ Mas ó, eu acho que ele sofreu pouco. Devia ter demorado um pouquinho mais a morrer, pra compensar tudo que ele fez. Mas foi coisa linda de se ver, AMEI ♥
Hoje eu tô fofinho e feliz, ninguém me segura *-* Esse capítulo só ajudou ainda mais a me alegrar e eu só quero comemorar, AEEEEEEEEEEEEEEEEE
Mas enfim, ainda ficaram algumas perguntas:
Cadê a Margaret?? Cadê os abracadabras traduzidos do John Dee?? Cadê a Eyanosa?? Onde está o Wally?? Agora que o tutu-bicho comeu o The Mônio, ele vai comer o resto de Roanoke?? Oh, e agora quem poderá nos defender?? o_o
ESSA COISA DE TER QUE ESPERAR ATÉ DOMINGO QUE VEM É O Ó, AAAAAAAAAA
Eae, meu chapa. Muito bom vê-lo aqui novamente =)
Relaxe, eu amo fazer filhadaputagens, então já estou acostumado com esse tipo de reação HAHAHAHA. É divertido, confesso. Não se sinta mal, você ainda tem chance de ir para o céu HAHAHA.
"Capítulo bonito, capítulo formoso, capítulo bem feito!!" Ah, cara, fico feliz que esse capítulo tenha conquistado a sua admiração. Levou um tempinho para eu escrevê-lo, não pela sua extensão (apesar dele ser, de fato, maior que a maioria dos capítulos do livro), mas pelo seu conteúdo. Bati muita cabeça para decidir a forma de narrar algumas cenas, principalmente no começo. O fim do capítulo já estava bem sedimentado em minha mente :P
Olha, um dos meus sonhos malucos é conquistar um Oscar, pois também sou fã de filmes e gostaria muito de dirigir/roteirizar um HAHAHA. QUEM SABE UM DIA, NÉ NÃO? No momento, já fico muito satisfeito em receber dois prêmios advindos de um leitor hehehe. Muito obrigado :D
"Self-service de tapas na cara", mano, eu ri muito disso HAHAHAHA. Crises de consciência parecem acontecer nas piores horas, não é mesmo? Mas também é fato que Patwin passou por muita merda acumulada, então o coitado deve ter implodido com tudo isso. Eu nem sei como ele ainda está aguentando, na verdade.
E David é foda, né??? Melhor personagem, amo demais ele ♥ ♥ ♥ E pensar que eu não tinha essa preferência por ele quando comecei a escrever. É aquele tipo de personagem que conquista o próprio autor durante sua jornada. Você já deve ter passado por algo do tipo. Acho massa demais todas essas coisas que acontecem ao longo da escrita. São várias histórias dentro de uma história, tudo se liga e rola uma interdependência sinistra, é simplesmente fantástico. E eu provavelmente viajei aqui, mas faz parte HAHAHA. Só sei que AMO fazer tudo isso!
"QUERO UMA FIC SÓ DO DAVID". Olha, não estou dizendo que vai ter, mas há a possibilidade de eu trabalhar num spin off de "O Sangue do Mestiço" focando em um certo personagem, passando-se em uma época diferente da do livro. Seria algo mais separado e acessível para novos leitores, contendo apenas possíveis referências a todo esse universo. Mas claro, isso são planos distantes, então não prometo nada. Se seria com o David? Também não posso dizer agora. Pode ser ou também pode não ser. Eis a questão.
Cara, fico feliz que tenha amado a cena. Foi mais fluída do que pensei que seria antes de escrever. Devo ficar com medo de mim mesmo? HAHAHAHA.
Sabe as suas perguntas? Todas serão respondidas (menos a do Wally, ele continua perdido por aí), mas não agora. Você terá que ler para descobrir. Quem sabe no domingo que vem já não revelo mais coisas? Ou no próximo? Ou no seguinte? O fato é que a história está em sua reta final, então você não precisará esperar tanto para obter suas respostas.
Cara, valeu pelo comentário! Até o próximo capítulo :D
Ok, acho que fiquei com o estômago meio embrulhado com o final desse capítulo... No final, fiquei com um pouco de pena do Edward. Sim, ele merecia uma morte sofrida. Ele merecia pagar com dor por todo o mal que causou aos índios e às pessoas da vila. E sim, ele era um homem desprezível. Mas ele também era apenas um ser humano, com seus próprios sofrimentos, arrependimentos e fraquezas... No fundo, ele já vinha morrendo há muito tempo por conta da morte da esposa e da filha. E esse gesto de agarrar-se ao colar que pertencera a ambas deu uma pontinha de dó aqui.
Tá vendo o que você faz com a gente? HAHAHAH.
De repente, de "monstro" ele passou a ser um "coitado".
Nesse fim de semana, estava lendo um livro do Graciliano Ramos, e lá há a ideia de que, na verdade, ninguém pode julgar uma pessoa, nem mesmo Deus, porque ninguém é capaz de colocar-se inteiramente no lugar do outro (física e espiritualmente) a fim de conhecer tudo pelo que essa pessoa passou. A gente apenas pode imaginar, fazer suposições, mas a alma e a mente do outro sempre são inacessíveis a nós. Agora, com a morte do Edward, lembrei disso. Ok que você mostrou-nos o interior da personagem através da narração em terceira pessoa, de modo que a gente pôde interpretar os motivos e as razões dele. Mas, mesmo assim, foi uma questão na qual eu fiquei pensando aqui.
E, caramba, que assustadora foi essa transformação/deformação ocorrida por meio do Deus protetor. Não tinha imaginado que o aspecto físico fosse mudar tanto. Pensei que o corpo continuaria o do Adaky, em suma, e que esse corpo ganharia algumas habilidades de matar bem sobrenaturais. Então ver que ele se metamorfoseou, de fato, em outro ser, foi bem chocante. Enquanto lia essa parte, fiquei pensando que, realmente, o antigo Adaky não existiria mais. Como seria possível que ele retornasse à sua forma natural depois de tais deformações? Porém, quando ele pronunciou o próprio nome, antes de matar o Edward, percebi que alguma parte dele, por menor que seja, ainda estava ali. Será que ele teve consciência de que, enfim, cumpria sua vingança? Me pareceu que sim.
Agora, fico me perguntando o que esse Deus protetor fará, depois de acabar (literalmente) com o Edward. Será que vai massacrar os demais habitantes da cidade? E o que farão o Pat, o David e o padre nessas circunstâncias? Que nervoso, HAHAHAH. Agora, também fiquei em dúvida sobre como essa divindade "vai embora". Será que há um tempo para que ela fique ali, no corpo que a recebeu? Será que ela só se retira quando se sente saciada de sangue? Porque "matá-la" por meios físicos parece meio impossível, já que seu corpo se cura instantaneamente de danos feitos por balas, por exemplo.
É, o cenário parece bem desfavorável agora, HAHAHA. Estarei aqui aguardando ansiosamente pelo próximo capítulo. Adorei a leitura deste. Parece que a história está se encaminhando para o final, né? Depois de concluir O sangue do mestiço, você tem algum novo projeto de história?
Até!
Olá, Yokichan.
Primeiramente, desculpa por ter demorado tanto para responder. A semana foi cheia, mas ainda assim passei umas boas horas escrevendo os capítulos seguintes de "O Sangue do Mestiço", então foi uma demora que eu sei que você entenderá HAHAHA. De toda forma, agradeço desde já por mais um textão seu. Seus comentários sempre trazem luz para meu dia e para a própria história, então gratidão nunca é muito HAHAHA ♥
"Ok, acho que fiquei com o estômago meio embrulhado com o final desse capítulo". Eu imaginei que isso aconteceria, pelo que você havia me dito antes sobre histórias violentas e tal. Ainda assim, foi algo que eu quis incluir no capítulo para mostrar a brutalidade e a crueza das ações do deus protetor. Pelo visto, fui bem sucedido hehehe.
Meu Deus, não esperava essa sua reação em relação a Edward Muller. É engraçado como o mundo dá voltas, não é? HAHAHA. Você sabe de todo o mal que ele fez e tem certeza que o odeia 99%, mas sempre sobre aquele 1% de dó no final das contas (perdão pela referência à música de Wesley Safadão, creio que ela não combine muito com a história HAHAHAHHA). Poxa, achei muito interessante isso aí que você levantou. Eu tenho plena consciência que Edward era uma pessoa má, mas ainda assim tinha seus anseios, perdas e toda uma história de vida. Fico feliz em ter causado essa "inversão de sentimentos" em você, digamos. É algo que não só surpreende o leitor, mas também o autor. Que foda! :D
Aaaah, que legal isso em relação ao Graciliano Ramos. É muito bacana quando você consegue relacionar ideias entre dois escritos tão distintos. Ás vezes acontece comigo quando estou lendo dois livros completamente diferentes ao mesmo tempo HAHAHAHA. É quase que um crossover inter-temporal (nada do que estou dizendo está fazendo sentido, mas você vai entender HAHAHA). E bem interessante o que ele disse. Realmente, só a pessoa conhece sua própria alma. E às vezes nem ela mesma. Quantas vezes tomamos decisões que nós mesmos não conhecemos os motivos? Muito do que nos guia está no subconsciente, e esse pode ser um lugar bem inacessível para a maioria das pessoas (principalmente quando não se tem a consciência da subconsciência). Sobre isso, inclusive, acredito e sinto que escrever é libertador. Eu sou um cara um pouco ansioso (mas já melhorei MUITO nos últimos anos) e um dos melhores remédios é escrever. Tipo, escrever o que irei fazer, como e quando. Além de também só colocar para fora o que estou sentindo e entrar num processo de reflexão para "dissecar" todos esses sentimentos e descobrir qual o pensamento automático que origina tais sensações. Talvez isso lhe seja estranho, mas funciona demais. Eu sinto uma clareza mental e desde que tornei isso um hábito, passei a me conhecer melhor a cada dia. Inclusive, fica a recomendação pra vida, mesmo que você não seja ansiosa, etc.
Sobre a transformação: eu já tinha os parâmetros gerais desde sempre, mas não tinha pensado no "como" até escrever esse capítulo. Sei que parece algo irresponsável, mas eu senti que daria certo quando chegasse a hora. Fico feliz de ter transmitido as emoções que eu mesmo senti enquanto imaginava e escrevia a cena. O deus protetor não é idêntico, mas foi inspirado em uma espécie de "zumbi" do primeiro jogo da saga Uncharted. Assim, eles não parecem mortos-vivos convencionais e há ainda uma série de diferenças entre eles e a divindade da história. Ainda assim, foram um bom ponto de partida.
Por mais curto que o trecho fosse, ele dizendo "Adaky" foi uma das partes que mais gostei de escrever. Quanto aos desdobramentos disso ainda veremos HAHAHA.
"Que nervoso, HAHAHAH". Olha, eu poderia dizer mil coisas sobre esse parágrafo, mas o "Que nervoso" que você soltou resume tudo HAHAHA. As intenções, o "funcionamento" do deus protetor e outras questões serão abordadas aos poucos. Eu de vez em quando gosto de brincar com finais ou histórias mais abertas, mas não será o caso de "O Sangue do Mestiço", então em breve você encontrará suas respostas HAHAHA.
"É, o cenário parece bem desfavorável agora". Essa ilha não parece um lugar muito legal, não é mesmo? Parece que galera vive descendo ladeira abaixo, minha nossa Senhora. Eu já estou com alguns capítulos adiantados e a vontade é de postar tudo agora, mas vou segurar para lançar nas datas certas HAHAHA. Estou muito ansioso para ver sua reação com tudo que está para acontecer e ser descoberto. Tem coisa pra se fechar ainda e eu espero que tenha mantido a altura de toda a obra ♥
Fico muito feliz que tenha gostado do capítulo! Como sempre, amei seu comentário ♥ E sim, a história está em sua reta final. Eu fico feliz e triste. Feliz, pois estou a caminho de terminar a maior história que já escrevi. É uma conquista pessoal muito grande, tendo em vista que a escrita é minha paixão e eu quero muito me desenvolver e crescer nisso. Triste por me despedir de Roanoke, mas creio que estarei fazendo isso no tempo certo. É uma coisa que eu sempre digo: uma história não tem que ser longa ou curta, ela tem que simplesmente seguir o seu tempo certo.
Sobre planos: tenho vários. Na verdade, tenho uma pasta cheia de projetos e ideias. Mas, ao menos por um tempo, quero focar em contos e histórias mais curtas. Eu amei (e estou amando) escrever "O Sangue do Mestiço", mas é algo que tenho feito desde dezembro do ano passado. Quer respirar algo novo e fazer algumas experimentações. Então não se preocupe que eu não pararei de postar por aqui HAHAHA. Depois de um tempo devo voltar com algum projeto de história mais longo, mas ainda não defini qual. Existem alguns candidatos: uma ficção científica num futuro distante, um drama/comédia/policial se passando no Brasil atualmente e um terror baseado no universo pós-apocalíptico que introduzi em "Fruto imperfeito". Mas assim, existem ainda outros candidatos e eu teria que fazer um verdadeiro capítulo para te falar de todos HAHAHA.
De todas as formas, me alegra muito que você tenha perguntado isso. Ter comentários seus por praticamente todas as histórias que já postei aqui é uma grande honra e um imenso aprendizado. Então repito: muito obrigado!
E até o próximo capítulo (e todas as histórias que se seguirem) ♥