Ah, por que será que eu estava imaginando que a vingança do Pat daria certo? Que ele entraria na casa, mataria o maldito Edward enquanto ele dormia e depois um Muralha desnorteado e pego de surpresa? HAHAHAH. Ok, na hora em que o Pat começou a ouvir a voz do pai, eu senti que algo poderia dar muito errado, como se isso fosse um sinal do além pra que ele retornasse para a igreja como se nada tivesse acontecido. No entanto, o Pat estava tão decidido e determinado que eu também me deixei levar por esse sentimento, HAHAH.
Olha que coisa engraçada. A um capítulo atrás (ou dois, algo assim), eu estava aqui toda "pé no chão" criticando o ceticismo do Patwin. Quase apontando um dedo na cara do personagem tipo "ACORDA, MEU FILHO". HAHAHAH. E hoje eu embarquei de olhos fechados nessa loucura de vingança, acreditando que tudo seria muito rápido e simples. Quão tolinhos ingênuos fomos nós, aiai. Moral da história: não se ache mais esperto que o personagem, HAHAHAH.
Gente, será que tem chance de o Pat sair dessa furada? A coisa deu muito ruim pra ele. Além de ter deixado o Muralha com muita raiva, o que é péssimo, ele foi pego com a boca na botija pelo Edward. E ninguém (talvez a Margareth) sabe que ele está ali, no meio da noite. Bem que o Deus protetor / Adaky podia aparecer agora, HAHAHA. Vai que enquanto ele faz picadinho do Edward e do Muralha, o Pat consegue fugir pras montanhas.
E por falar em montanhas (que não tem nada a ver com selva, mas ok), onde será que anda a Eyanosa? Que louco esse sonho que o Pat teve com ela. E mais louco ainda ela chamando ele de AMOR, HAHAHAH. Acho que tem muita coisa simbólica nesse sonho, coisas que são bem significantes no contexto da relação entre os dois. Talvez o Pat nunca consiga alcançar, de fato, o mundo da Eyanosa, por mais que corra atrás disso. No sonho, ele apareceu pintado como um nativo, mas por dentro ele ainda não compartilha totalmente dos sentimentos da tribo. Acredito que, se ele resolvesse abandonar toda a vida que levava na cidade para viver com os Secotan, com o tempo, ele se acostumaria com esse novo mundo e poderia até encontrar um modo de ser feliz ali. Porém, ele nunca seria um Secotan por inteiro. Afinal, não dá simplesmente pra jogar no mar toda a "bagagem" que ele tinha antes de pisar em Roanoke.
E agora entendo por que você disse lá nos comentários do Face que o final desse capítulo seria de arrancar os cabelos, HAHAHAH. Não vamos mais ter unhas pra roer até o próximo domingo...
Olá! Mais uma segunda iniciada com esses textões lindos ♥ Confesso que comecei a ler enquanto estava na aula, mas tive que parar para prestar atenção no que a professora dizia (e mesmo assim não entender nada, culpa minha) HAHAHAHA. Agora posso responder com calma, pois um comentário lindão desses merece o/
É engraçado essa questão que vivemos como leitores. Quer dizer, nós sabemos que os personagens SEMPRE vão passar por algum perrengue. Sempre aparece algum complicante ou outro elemento que atrapalha totalmente a vida dos nossos protagonistas e coadjuvantes, é de praxe. Ainda assim, enquanto lemos, sempre torcemos (e ainda temos uma pontinha de fé) que as coisas acontecerão com tranquilidade, sem problema algum. Algo interessante nisso é que sabemos que a história não teria graça sem esses complicantes, esses pontos de "pressão" no enredo, digamos assim. No entanto, mesmo assim sempre queremos o melhor para os personagens. Parece contraditório, mas eu acho muito interessante. Você que estuda nessa área provavelmente entende bem mais que eu e pode me explicar HAHAHAHA. Meu Deus, como me prolonguei aqui. Por sorte, acredito que você já esteja acostumada, se não já teria deixado de comentar por aqui HAHAHA.
"Moral da história: não se ache mais esperto que o personagem, HAHAHAH." HAHAHAHA. Amei isso! E acho que ilustra bem a coisa toda. Eu AMO personagens que, de alguma forma, conseguem convencer o leitor (ou telespectador, ou jogador, etc). Quer dizer, você pode detestar as decisões do personagem em questão e discordar veementemente em vários casos, mas sempre compreender. Acho que esse é o ponto. Um excelente exemplo (e que é uma grande fonte de inspiração para mim) é o Walter White, do seriado Breaking Bad. Olha, talvez você não goste por não apreciar narrativas mais violentas, como já me disse anteriormente. Ainda assim, acho que valeria a pena você dar uma chance a essa série com a mente bem aberta, porque você pode aprender MUITO como escritora, principalmente no que tange a questão de narrativa e desenvolvimento de personagens. Além de ser de extrema qualidade ♥ Mas então, voltando a falar do Walter: ele é um professor de química que descobre ter câncer. Além disso, ele se vê como um verdadeiro fracasso, de maneira que até a esposa dele e amigos o tratam com certa "pena", ou ao menos é assim que ele percebe. Dessa forma, ele começa a produzir metanfetamina em busca de dinheiro (já que ele está a beira da morte) e autorrealização (implicitamente). A ação dele é terrível? Sim, eu realmente não recomendo que você fabrique drogas. Mas ela é compreensível? Sim também, pois há subsídios para que a gente entende cada ação do personagem (e de todos os outros). Enfim, dei uma volta gigantesca, mas só pra falar que eu sempre tento atingir esse tipo de coisa. Personagens que, ainda que suas decisões sejam burras, ruins ou simplesmente maldosas, tenham um porquê minimamente compreensível. Então criar esse tipo de ligação entre personagem-leitor é algo que me alegra demais! Não sei se estou parecendo estranho, mas acredito que você tenha entendido HAHAHA. Muito obrigado por isso ♥
Sobre o Patwin: olha, como diríamos aqui no nordeste, ele está lascado HAHAHA. O capítulo seguinte já tratará da situação do nosso amigo, seja pro bem ou por mal. E aviso desde já: foi o capítulo que eu mais gostei de escrever até então. Já li ele algumas vezes e devo dizer que tá guardado no meu coração (não que os outros não estejam, mas você deve entender do que estou dizendo HAHAHA) ♥ Enfim, sem spoilers aqui.
Essa ausência da Eyanosa é proposital, mas todos aqui em casa estão torcendo para ela estar bem, acredite HAHAHA. "E mais louco ainda ela chamando ele de AMOR, HAHAHAH." Por isso que foi um sonho, não a realidade HAHAHA. Deixa eu te falar uma coisa: eu AMO quando você interpreta algumas "pistas" que jogo sobre a história através de todo esse simbolismo. Muitas vezes, elas não falam de fatos em si, mas da essência da obra como um todo. E devo dizer que você sempre captura muito bem o que eu quis passar, mas mais do que isso: também abre minha visão para outros pontos. Acho isso muito interessante, porque é como se a história realmente tivesse vida própria. Eu fui só um meio para ela se mostrar para o mundo, então cada pessoa tem a sua forma de interpretá-la. Acho isso de uma riqueza imensurável e fico MUITO feliz em poder ver outras visões (ainda que muitas vezes convirjam com o que pensei originalmente) como a sua. Então, mais uma vez: OBRIGADO ♥
"Não vamos mais ter unhas pra roer até o próximo domingo", vai valer a pena, esforço não faltou nisso. Ainda assim, recomendo que deixe uma mão livre para que possa roer enquanto lê na semana que vem HAHAHA.
"Nem preciso dizer que adorei esse capítulo. ♥" Eu preciso dizei que amei esse comentário? Repetindo pela milésima vez: MUITO OBRIGADO ♥
ISSO NÃO SE FAZ, DEUS NÃO GOSTA, VOCÊ VAI ARDER NO MÁRMORE DO INFERNO DOS AUTORES CRUÉIS -_-'
Ó. Nem sei o que achar desse capítulo. Foi uma puta falta de sacanagem gastar 80% do capítulo com um sonho meio non-sense pra acabar assim. Patinho sendo mais mole que peru de velho e apanhando (de novo) pro Muralha, AH NEM MANO PQP Só espero que o deus protetor encarnado no Adaky apareça aí do nada e coma as cabeças desses dois the mônios, com direito àquele barulhinho crocante dos ossos sendo quebrados. Só isso mesmo.
Não esperava esse comentário, então foi uma surpresa (das boas) encontrá-lo aqui! Cara, não lembro de ter lido sobre o inferno dos autores em "A Divina Comédia" (na verdade, ainda não li nada dela :( ), mas espero que tenha um ar condicionado por lá, porque de calor eu já entendo demais, acredite HAHAHA.
Ah, cara, não existe sonho non-sense. Todo sonho traz alguma mensagem oculta. Ou vai ver eu só jogo palavras aleatoriamente e concordo toda vez que um leitor "acha" algo escondido HAHAHA. Brincadeira, tudo tem uma razão mesmo, pode apostar :P
E esse final? Bem, você sabe como sou: amo finais que não permitem que você durma direito. Então, né, acostume-se HAHAHA.
E sim, Patwin apanha muito, eu mesmo já estou me cansando disso. Coitado, hein? Adaky é o poder, amém.
Ah, por que será que eu estava imaginando que a vingança do Pat daria certo? Que ele entraria na casa, mataria o maldito Edward enquanto ele dormia e depois um Muralha desnorteado e pego de surpresa? HAHAHAH. Ok, na hora em que o Pat começou a ouvir a voz do pai, eu senti que algo poderia dar muito errado, como se isso fosse um sinal do além pra que ele retornasse para a igreja como se nada tivesse acontecido. No entanto, o Pat estava tão decidido e determinado que eu também me deixei levar por esse sentimento, HAHAH.
Olha que coisa engraçada. A um capítulo atrás (ou dois, algo assim), eu estava aqui toda "pé no chão" criticando o ceticismo do Patwin. Quase apontando um dedo na cara do personagem tipo "ACORDA, MEU FILHO". HAHAHAH. E hoje eu embarquei de olhos fechados nessa loucura de vingança, acreditando que tudo seria muito rápido e simples. Quão tolinhos ingênuos fomos nós, aiai. Moral da história: não se ache mais esperto que o personagem, HAHAHAH.
Gente, será que tem chance de o Pat sair dessa furada? A coisa deu muito ruim pra ele. Além de ter deixado o Muralha com muita raiva, o que é péssimo, ele foi pego com a boca na botija pelo Edward. E ninguém (talvez a Margareth) sabe que ele está ali, no meio da noite. Bem que o Deus protetor / Adaky podia aparecer agora, HAHAHA. Vai que enquanto ele faz picadinho do Edward e do Muralha, o Pat consegue fugir pras montanhas.
E por falar em montanhas (que não tem nada a ver com selva, mas ok), onde será que anda a Eyanosa? Que louco esse sonho que o Pat teve com ela. E mais louco ainda ela chamando ele de AMOR, HAHAHAH. Acho que tem muita coisa simbólica nesse sonho, coisas que são bem significantes no contexto da relação entre os dois. Talvez o Pat nunca consiga alcançar, de fato, o mundo da Eyanosa, por mais que corra atrás disso. No sonho, ele apareceu pintado como um nativo, mas por dentro ele ainda não compartilha totalmente dos sentimentos da tribo. Acredito que, se ele resolvesse abandonar toda a vida que levava na cidade para viver com os Secotan, com o tempo, ele se acostumaria com esse novo mundo e poderia até encontrar um modo de ser feliz ali. Porém, ele nunca seria um Secotan por inteiro. Afinal, não dá simplesmente pra jogar no mar toda a "bagagem" que ele tinha antes de pisar em Roanoke.
E agora entendo por que você disse lá nos comentários do Face que o final desse capítulo seria de arrancar os cabelos, HAHAHAH. Não vamos mais ter unhas pra roer até o próximo domingo...
Nem preciso dizer que adorei esse capítulo. ♥
Até o próximo!
Olá! Mais uma segunda iniciada com esses textões lindos ♥ Confesso que comecei a ler enquanto estava na aula, mas tive que parar para prestar atenção no que a professora dizia (e mesmo assim não entender nada, culpa minha) HAHAHAHA. Agora posso responder com calma, pois um comentário lindão desses merece o/
É engraçado essa questão que vivemos como leitores. Quer dizer, nós sabemos que os personagens SEMPRE vão passar por algum perrengue. Sempre aparece algum complicante ou outro elemento que atrapalha totalmente a vida dos nossos protagonistas e coadjuvantes, é de praxe. Ainda assim, enquanto lemos, sempre torcemos (e ainda temos uma pontinha de fé) que as coisas acontecerão com tranquilidade, sem problema algum. Algo interessante nisso é que sabemos que a história não teria graça sem esses complicantes, esses pontos de "pressão" no enredo, digamos assim. No entanto, mesmo assim sempre queremos o melhor para os personagens. Parece contraditório, mas eu acho muito interessante. Você que estuda nessa área provavelmente entende bem mais que eu e pode me explicar HAHAHAHA. Meu Deus, como me prolonguei aqui. Por sorte, acredito que você já esteja acostumada, se não já teria deixado de comentar por aqui HAHAHA.
"Moral da história: não se ache mais esperto que o personagem, HAHAHAH." HAHAHAHA. Amei isso! E acho que ilustra bem a coisa toda. Eu AMO personagens que, de alguma forma, conseguem convencer o leitor (ou telespectador, ou jogador, etc). Quer dizer, você pode detestar as decisões do personagem em questão e discordar veementemente em vários casos, mas sempre compreender. Acho que esse é o ponto. Um excelente exemplo (e que é uma grande fonte de inspiração para mim) é o Walter White, do seriado Breaking Bad. Olha, talvez você não goste por não apreciar narrativas mais violentas, como já me disse anteriormente. Ainda assim, acho que valeria a pena você dar uma chance a essa série com a mente bem aberta, porque você pode aprender MUITO como escritora, principalmente no que tange a questão de narrativa e desenvolvimento de personagens. Além de ser de extrema qualidade ♥ Mas então, voltando a falar do Walter: ele é um professor de química que descobre ter câncer. Além disso, ele se vê como um verdadeiro fracasso, de maneira que até a esposa dele e amigos o tratam com certa "pena", ou ao menos é assim que ele percebe. Dessa forma, ele começa a produzir metanfetamina em busca de dinheiro (já que ele está a beira da morte) e autorrealização (implicitamente). A ação dele é terrível? Sim, eu realmente não recomendo que você fabrique drogas. Mas ela é compreensível? Sim também, pois há subsídios para que a gente entende cada ação do personagem (e de todos os outros). Enfim, dei uma volta gigantesca, mas só pra falar que eu sempre tento atingir esse tipo de coisa. Personagens que, ainda que suas decisões sejam burras, ruins ou simplesmente maldosas, tenham um porquê minimamente compreensível. Então criar esse tipo de ligação entre personagem-leitor é algo que me alegra demais! Não sei se estou parecendo estranho, mas acredito que você tenha entendido HAHAHA. Muito obrigado por isso ♥
Sobre o Patwin: olha, como diríamos aqui no nordeste, ele está lascado HAHAHA. O capítulo seguinte já tratará da situação do nosso amigo, seja pro bem ou por mal. E aviso desde já: foi o capítulo que eu mais gostei de escrever até então. Já li ele algumas vezes e devo dizer que tá guardado no meu coração (não que os outros não estejam, mas você deve entender do que estou dizendo HAHAHA) ♥ Enfim, sem spoilers aqui.
Essa ausência da Eyanosa é proposital, mas todos aqui em casa estão torcendo para ela estar bem, acredite HAHAHA. "E mais louco ainda ela chamando ele de AMOR, HAHAHAH." Por isso que foi um sonho, não a realidade HAHAHA. Deixa eu te falar uma coisa: eu AMO quando você interpreta algumas "pistas" que jogo sobre a história através de todo esse simbolismo. Muitas vezes, elas não falam de fatos em si, mas da essência da obra como um todo. E devo dizer que você sempre captura muito bem o que eu quis passar, mas mais do que isso: também abre minha visão para outros pontos. Acho isso muito interessante, porque é como se a história realmente tivesse vida própria. Eu fui só um meio para ela se mostrar para o mundo, então cada pessoa tem a sua forma de interpretá-la. Acho isso de uma riqueza imensurável e fico MUITO feliz em poder ver outras visões (ainda que muitas vezes convirjam com o que pensei originalmente) como a sua. Então, mais uma vez: OBRIGADO ♥
"Não vamos mais ter unhas pra roer até o próximo domingo", vai valer a pena, esforço não faltou nisso. Ainda assim, recomendo que deixe uma mão livre para que possa roer enquanto lê na semana que vem HAHAHA.
"Nem preciso dizer que adorei esse capítulo. ♥" Eu preciso dizei que amei esse comentário? Repetindo pela milésima vez: MUITO OBRIGADO ♥
Nos vemos em breve!
OLHA MANO
ISSO É UMA PUTA FALTA DE SACANAGEM, ISSO
ISSO NÃO SE FAZ, DEUS NÃO GOSTA, VOCÊ VAI ARDER NO MÁRMORE DO INFERNO DOS AUTORES CRUÉIS -_-'
Ó. Nem sei o que achar desse capítulo. Foi uma puta falta de sacanagem gastar 80% do capítulo com um sonho meio non-sense pra acabar assim. Patinho sendo mais mole que peru de velho e apanhando (de novo) pro Muralha, AH NEM MANO PQP Só espero que o deus protetor encarnado no Adaky apareça aí do nada e coma as cabeças desses dois the mônios, com direito àquele barulhinho crocante dos ossos sendo quebrados. Só isso mesmo.
Tchau, até o próximo. -_-
HAHAHAHAHA
Não esperava esse comentário, então foi uma surpresa (das boas) encontrá-lo aqui! Cara, não lembro de ter lido sobre o inferno dos autores em "A Divina Comédia" (na verdade, ainda não li nada dela :( ), mas espero que tenha um ar condicionado por lá, porque de calor eu já entendo demais, acredite HAHAHA.
Ah, cara, não existe sonho non-sense. Todo sonho traz alguma mensagem oculta. Ou vai ver eu só jogo palavras aleatoriamente e concordo toda vez que um leitor "acha" algo escondido HAHAHA. Brincadeira, tudo tem uma razão mesmo, pode apostar :P
E esse final? Bem, você sabe como sou: amo finais que não permitem que você durma direito. Então, né, acostume-se HAHAHA.
E sim, Patwin apanha muito, eu mesmo já estou me cansando disso. Coitado, hein? Adaky é o poder, amém.
Até, mano! Muito obrigado :D