Olá, como vai? Estou aqui para apresentar um revolucionário colírio capaz de curar a cegueira. Minto, na verdade estou aqui pra comentar nessa história. E já começamos bem, com aquele momento constrangedor onde você morre e dá de cara com o fi da p#7@ que te fez vestir o pijama de madeira. Ou era paletó? Enfim, muito constrangedor isso, talvez tanto quanto rasgar as calças na frente da turma do fundamental. Hmmmm, mas agora estou me perguntando, do que o Mauro morreu? Será esse o grande mistério desse conto? Tudo o que posso fazer é continuar lendo. Fala sério, o anjo mal apareceu e já mandou piscadelas e beijinhos pros personagens. Sei lá, eu acho que é necessário um nível de intimidade um pouquinho mais alto pra isso. Ninguém simplesmente chega num estranho já mandando piscadelas e beijinhos. "Também quero entender como é possível haver um anjo que mais parece um daqueles comediantes que contam piadas ruins porque só sabem comer" Por algum motivo essa fala tornou a oneshot 300% mais hilária. "[...]naquele outro lugar quente que eu não gosto de pronunciar o nome" Ele tá falando de São Luís, né não? (ouve-se risadas de fundo: https://www.youtube.com/watch?v=pmPKouzxI54) Foi mal, não pude resistir. Interessante, Mauro acabou morrendo por causa da culpa. Ou foi câncer mesmo? Desculpa, não sei se devo interpretar essa parte de forma literal ou metafórica. De qualquer modo, meu palpite era suicídio pro Mauro e acabei errando nessa. GURAGURAGURAGURAGURA!! O anjo cantarolando beijo me pegou de surpresa. Parece até uma fangirl. Como diria o filósofo contemporâneo Darwin Watterson: "Que bom, mais um final feliz!" Meu trabalho termina aqui. Tchau e um abração.
✿゚⊱✿ (❁ ⁀ ‿ ⁀❁) ✿⊰ ♥ ❤ Olá, Lord Barão! Oh, eu fiquei interessada neste colírio, sabe, pois embora não esteja cega, de repente, ele me ajudaria a não ter dores de cabeça após ficar horas lendo e/ou escrevendo, certamente devido à visão afetada e necessitada de óculos com urgência :P
Eita, ri alto aqui! kkkkkk... Bom, vestir o pijama de madeira é um ditado meio controverso, não? Afinal, já ouviu falar de alguém que foi posto num caixão fúnebre trajando pijama? Se bem que como, literalmente, um defunto é aquele que dorme para não mais acordar, teria mais sentido usar o termo referente. E sobre rasgar as calças diante de um público tão naturalmente e "quase" inocentemente sádico, nem posso pensar no quão vexativo deve ser. Credeuspai!!! kkkkkkk...
Mauro envenenou-se de ódio por anos, permitiu que o ressentimento que alimentava o levasse ao ato extremo de assassinar João. Após, viu-se novamente envenenado, desta vez por culpa. Tal sentimento danoso, acrescido do acúmulo de mágoa, resultou no câncer que o matou, consequência que não pôde ser evitada nem com toda a riqueza que Mauro adquiriu ao longo da sua existência terrena.
Sim, este anjo gorducho é mesmo um ser abusado e cômico por obra divinal! Kkkkkkk...
Ah... Você é da vizinhança! Sou de outro lugar infernal: Piauí. :) Detesto esta quentura demais, mas busco não me incendiar também de frustração :P
Oh, só me resta agradecer de coração enxaguado de risos de pura alegria. OBRIGADA! Um bejinho de pipoca estalando em panela quente nas suas bochechas! ♥
Fiz questão de voltar aqui e deixar, novamente, meu comentário (agora nessa nova conta), porque 1ª seu conto é muito fofo ♥ e 2ª me senti na obrigação em fazê-lo (neste contexto, entenda “obrigação” como “algo agradável de realizar”). Portanto (reforçando o que lhe mandei por MP), se não se sentir a vontade em respondê-lo, afinal, já o fez antes (e foi muito gentil em sua resposta), entenderei “de boas”. Minha intenção é deixar minhas observações, como já havia feito antes.
Então, aí vai.
Preciso louvar aqui sua qualidade de escrita.
Algo que eu não havia comentado anteriormente, e que achei importante expor agora, foi o modo como conduziu o conto de forma hilária sem desviar o foco do objetivo; promover o perdão entre os antigos amigos, de modo que os mesmos compreendessem o que os levou até aquela situação.
Desde a descrição do despertar de João, passando pelo vislumbre do ambiente em que se encontra. O inesperado encontro com Mauro, a entrada magnífica do divino anfitrião gorducho de humor duvidoso, até o desfecho da “contenda” com a lindíssima cena do perdão. Tudo foi esplendidamente relatado.
Citando minhas palavras anteriores haha: “Se existe um céu, que eu encontre Deus; se existe um inferno, que seja mais friozinho que a minha cidade; mas, se por acaso eu acordar no purgatório, que meu anfitrião seja o anjinho fofucho de Do Acerto Mortal ao Divino Embaraço”. ♥
❤ (❁ ◕ ‿ ◕ ❁) ❤ Olá, MimiMie! (De novo e com muito gosto! ♥ )
>* - * < Primeiramente, reitero meu agradecimento por ter deixado uma recomendação tão carinhosa e convidativa para este conto. VALEU, SUA LINDA! ✿゚.✿゚.✿゚
Oh, é um gosto saber que não foi uma obrigação no sentido chato da palavra e sim de modo agradável que se prontificou a comentar :)
Mas é claro que eu igualmente sinto satisfação em respondê-la! É ótimo interagir com leitores, autores, enfim, com pessoas gentis e simpáticas inseridas neste incrível mundo da escrita amadora, ou não tanto :P
Quanto às suas observações, elas me fazem sentir orgulho por ter realizado o conto como o planejado. De fato, eu pretendi transmitir humor por meio do anjo gorducho, que vem principalmente com a função de atuar como um tipo de advogado conciliador. Destacando que eu de fato quis que a situação de conflito entre João e Mauro surgisse a princípio como algo meio banal, quase tosca mesmo. Uma briga tão aguerrida por causa de uma dívida de compra de vacas, sendo o credor um homem rico e que, portanto, poderia usar métodos legais contra o caloteiro para reivindicar seus direitos e não se enredar pela ira descomedida que o tornaria um assassino à queima roupa.
Sim! No fim das contas, o que eu mais quis mostrar e que pude satisfazer-me ao ver que captou foi essa enraizada sensação de ressentimento nos corações machucados daqueles homens que um dia foram melhores amigos e a necessidade imprescindível de encontrarem o perdão mútuo, que libertaria suas almas e os conduziria ao paraíso, a partir da autêntica paz interior. (E o que é o paraíso senão a paz interior? :) )
Bom, resta-me dizer que, a tomar como análise o seu comentário, sua escrita é impecável ♥
Mais uma vez obrigada por ser tão linda e meiga. Um super beijinho ♥
Olá, como vai? Estou aqui para apresentar um revolucionário colírio capaz de curar a cegueira.
Minto, na verdade estou aqui pra comentar nessa história.
E já começamos bem, com aquele momento constrangedor onde você morre e dá de cara com o fi da p#7@ que te fez vestir o pijama de madeira. Ou era paletó? Enfim, muito constrangedor isso, talvez tanto quanto rasgar as calças na frente da turma do fundamental.
Hmmmm, mas agora estou me perguntando, do que o Mauro morreu? Será esse o grande mistério desse conto? Tudo o que posso fazer é continuar lendo.
Fala sério, o anjo mal apareceu e já mandou piscadelas e beijinhos pros personagens. Sei lá, eu acho que é necessário um nível de intimidade um pouquinho mais alto pra isso. Ninguém simplesmente chega num estranho já mandando piscadelas e beijinhos.
"Também quero entender como é possível haver um anjo que mais parece um daqueles comediantes que contam piadas ruins porque só sabem comer"
Por algum motivo essa fala tornou a oneshot 300% mais hilária.
"[...]naquele outro lugar quente que eu não gosto de pronunciar o nome"
Ele tá falando de São Luís, né não?
(ouve-se risadas de fundo: https://www.youtube.com/watch?v=pmPKouzxI54)
Foi mal, não pude resistir.
Interessante, Mauro acabou morrendo por causa da culpa. Ou foi câncer mesmo? Desculpa, não sei se devo interpretar essa parte de forma literal ou metafórica. De qualquer modo, meu palpite era suicídio pro Mauro e acabei errando nessa.
GURAGURAGURAGURAGURA!! O anjo cantarolando beijo me pegou de surpresa. Parece até uma fangirl.
Como diria o filósofo contemporâneo Darwin Watterson: "Que bom, mais um final feliz!"
Meu trabalho termina aqui. Tchau e um abração.
✿゚⊱✿ (❁ ⁀ ‿ ⁀❁) ✿⊰ ♥ ❤ Olá, Lord Barão! Oh, eu fiquei interessada neste colírio, sabe, pois embora não esteja cega, de repente, ele me ajudaria a não ter dores de cabeça após ficar horas lendo e/ou escrevendo, certamente devido à visão afetada e necessitada de óculos com urgência :P
Eita, ri alto aqui! kkkkkk... Bom, vestir o pijama de madeira é um ditado meio controverso, não? Afinal, já ouviu falar de alguém que foi posto num caixão fúnebre trajando pijama? Se bem que como, literalmente, um defunto é aquele que dorme para não mais acordar, teria mais sentido usar o termo referente. E sobre rasgar as calças diante de um público tão naturalmente e "quase" inocentemente sádico, nem posso pensar no quão vexativo deve ser. Credeuspai!!! kkkkkkk...
Mauro envenenou-se de ódio por anos, permitiu que o ressentimento que alimentava o levasse ao ato extremo de assassinar João. Após, viu-se novamente envenenado, desta vez por culpa. Tal sentimento danoso, acrescido do acúmulo de mágoa, resultou no câncer que o matou, consequência que não pôde ser evitada nem com toda a riqueza que Mauro adquiriu ao longo da sua existência terrena.
Sim, este anjo gorducho é mesmo um ser abusado e cômico por obra divinal! Kkkkkkk...
Ah... Você é da vizinhança! Sou de outro lugar infernal: Piauí. :) Detesto esta quentura demais, mas busco não me incendiar também de frustração :P
Oh, só me resta agradecer de coração enxaguado de risos de pura alegria. OBRIGADA! Um bejinho de pipoca estalando em panela quente nas suas bochechas! ♥
Olá, moça!
Fiz questão de voltar aqui e deixar, novamente, meu comentário (agora nessa nova conta), porque 1ª seu conto é muito fofo ♥ e 2ª me senti na obrigação em fazê-lo (neste contexto, entenda “obrigação” como “algo agradável de realizar”). Portanto (reforçando o que lhe mandei por MP), se não se sentir a vontade em respondê-lo, afinal, já o fez antes (e foi muito gentil em sua resposta), entenderei “de boas”. Minha intenção é deixar minhas observações, como já havia feito antes.
Então, aí vai.
Preciso louvar aqui sua qualidade de escrita.
Algo que eu não havia comentado anteriormente, e que achei importante expor agora, foi o modo como conduziu o conto de forma hilária sem desviar o foco do objetivo; promover o perdão entre os antigos amigos, de modo que os mesmos compreendessem o que os levou até aquela situação.
Desde a descrição do despertar de João, passando pelo vislumbre do ambiente em que se encontra. O inesperado encontro com Mauro, a entrada magnífica do divino anfitrião gorducho de humor duvidoso, até o desfecho da “contenda” com a lindíssima cena do perdão. Tudo foi esplendidamente relatado.
Citando minhas palavras anteriores haha: “Se existe um céu, que eu encontre Deus; se existe um inferno, que seja mais friozinho que a minha cidade; mas, se por acaso eu acordar no purgatório, que meu anfitrião seja o anjinho fofucho de Do Acerto Mortal ao Divino Embaraço”. ♥
Mais uma vez, parabéns pelo conto, sua linda! ♥
Diverti-me, deveras.
Abraços e beijokas!
❤ (❁ ◕ ‿ ◕ ❁) ❤ Olá, MimiMie! (De novo e com muito gosto! ♥ )
>* - * < Primeiramente, reitero meu agradecimento por ter deixado uma recomendação tão carinhosa e convidativa para este conto. VALEU, SUA LINDA! ✿゚.✿゚.✿゚
Oh, é um gosto saber que não foi uma obrigação no sentido chato da palavra e sim de modo agradável que se prontificou a comentar :)
Mas é claro que eu igualmente sinto satisfação em respondê-la! É ótimo interagir com leitores, autores, enfim, com pessoas gentis e simpáticas inseridas neste incrível mundo da escrita amadora, ou não tanto :P
Quanto às suas observações, elas me fazem sentir orgulho por ter realizado o conto como o planejado. De fato, eu pretendi transmitir humor por meio do anjo gorducho, que vem principalmente com a função de atuar como um tipo de advogado conciliador. Destacando que eu de fato quis que a situação de conflito entre João e Mauro surgisse a princípio como algo meio banal, quase tosca mesmo. Uma briga tão aguerrida por causa de uma dívida de compra de vacas, sendo o credor um homem rico e que, portanto, poderia usar métodos legais contra o caloteiro para reivindicar seus direitos e não se enredar pela ira descomedida que o tornaria um assassino à queima roupa.
Sim! No fim das contas, o que eu mais quis mostrar e que pude satisfazer-me ao ver que captou foi essa enraizada sensação de ressentimento nos corações machucados daqueles homens que um dia foram melhores amigos e a necessidade imprescindível de encontrarem o perdão mútuo, que libertaria suas almas e os conduziria ao paraíso, a partir da autêntica paz interior. (E o que é o paraíso senão a paz interior? :) )
Bom, resta-me dizer que, a tomar como análise o seu comentário, sua escrita é impecável ♥
Mais uma vez obrigada por ser tão linda e meiga. Um super beijinho ♥