Comentários em “O Sangue do Mestiço”: “A caverna de ossos”

Matheus Braga

Relôu pípou!!! :D

Júlio, eu não consigo pensar em outra palavra para definir este capítulo que não seja MAGISTRAL. Mais pela parte do Adaky e do Macawi, mas a parte inicial do The Monho Edward também teve um certo peso sentimental. Teve MUITO sentimento rolando nesse capítulo, e apesar de não ter tido nenhum acontecimento grandioso, achei fantástico esse balanço entre os pensamentos do Edward sobre o passado com as conversas dos índios sobre o futuro. Não sei nem o que dizer, só sei que já quero essa fic impressa e junto com meus livros de cabeceira.

E o Adaky vai ser o receptáculo do deus protetor?? Sérioooooooooooo?? Eu nem imaginava. e_e' #Sarcasmo

E pela trocentésima vez, eu repito: não consigo imaginar esse deus protetor de outro jeito que não seja como o Indoraptor de Jurassic World: Reino Ameaçado. Por tudo que já foi dito sobre ele, sobre a forma como ele age e sobre tudo o que ele fez, só consigo imaginá-lo como um ser maligno reptiliano negro com dentes e garras longas e um ar demoníaco. E essa descrição aí sobre ossos negros partidos e com protuberâncias só reforçou essa imagem na minha cabeça. :x Só sei que já quero ver o The Monho Muller e o Muralha sendo mortos beeeeem devagarinho e com requintes de crueldade beeeeem dolorosos para compensar todo o mal que eles fizeram ao Patinho & Cia. Limitada ao longo da fic.

Enfim. Tô muito ansioso pelos próximos acontecimentos.

Como vai ser a incorporação do deus protetor no Adaky? Onde estão Patinho, David, padre Marcus e Margaret? O The Monho vai sobreviver à amputação da perna? O Muralha vai ter uma morte lenta e trágica? A Selvagem vai ter uma cena de mais destaque nessa fic? Nesta sexta, no Globo Repórt... não, pera. o_o

MANDA O PRÓXIMO :D

Júlio Oliveira

Olá, meu bom!

Ah, cara, desde já: MUITO OBRIGADO. Confesso que não foi um capítulo fácil de escreve e algumas mudanças ocorreram durante a revisão. Pelo visto, vejo que foram bem acertadas hehehe. Cara, eu sou o tipo de pessoa que acredita que os sentimentos e pensamentos dos personagens podem ter tanto peso quanto um evento na trama em si. Eu amo conhecer personagens e ver a relação existente entre eles, então faço o mesmo em minhas histórias. "Não sei nem o que dizer, só sei que já quero essa fic impressa e junto com meus livros de cabeceira". QUE HONRA! Você já deve saber que essa é uma meta minha. Quem sabe no futuro não teremos "O Sangue do Mestiço" numa edição física? De qualquer forma, já fico feliz demais com um feedback tão positivo como esse. Pelo que li de OLV e de seu conto, já percebi que você é um excelente autor, então qualquer elogio já vale muito :)

Sobre Adaky: os sonhos já alertavam hahaha. Não tinha muito para onde correr. Coitado do garoto :'(

Cara, não posso falar muito sobre esse segundo parágrafo do seu comentário, pois quero evitar spoilers HAHAHA. Mas sem dúvidas é uma grande ideia. Será que vai ser desse jeito? Vamos descobrir. Ah, mas uma curiosidade: não sei se você sabe, mas "O Sangue do Mestiço" originalmente seria uma história que reimaginava as origens do famoso Lobisomem. Envolveria tribos indígenas e já teria o Patwin desde o princípio. O lobo morreu, mas todo o resto continuou e.e

"Como vai ser a incorporação do deus protetor no Adaky? Onde estão Patinho, David, padre Marcus e Margaret? O The Monho vai sobreviver à amputação da perna? O Muralha vai ter uma morte lenta e trágica? A Selvagem vai ter uma cena de mais destaque nessa fic? Nesta sexta, no Globo Repórt... " HAHAHAHA.

Bem, vou alegrar seu coração já informando que algumas dessas perguntas terão respostas já nos capítulos 24 e 25. E o 26 e 27 serão treta pura. Sem mais informação HAHAHA.

Até o próximo o/

Yokichan

Olá!

Aeee, dessa vez o capítulo veio mais cedo e deu pra eu ler antes. Ler um novo capítulo pela segunda de manhã já virou um hábito de que gosto muito, confesso, HAHAH, mas a curiosidade anda me matando aqui. Então, vamos ao que interessa (e dessa vez sem dar bug no meu comentário, HAHAHA).

Quer dizer que o Edward sobreviveu mesmo... Bem que dizem que vaso ruim não quebra facilmente, afs. Olha, então ainda existe uma parte mínima de consciência dentro dele, algo que o fez perceber que a matança dos índios foi bem errado. Mesmo assim, não há mais possibilidade de redenção para alguém como ele, depois de tudo o que ele já fez... É um caminho sem volta, e o próprio Edward reconhece isso. Gostei bastante da parte em que você escreve que ele é alguém que, embora esteja entre os vivos, só deseja morrer. No ponto em que a história está, ele encontra mais identificação com a morte (onde estão a esposa e a filha) do que com a vida (ONDE ELE SÓ FAZ COISAS DETESTÁVEIS, SOCORRO, HAHAHAH). Fico curiosa pra saber até onde ele ainda é capaz de chegar...

E o Adaky vai encarnar o deus protetor?! Isso quer dizer que o único destino possível pra ele é morrer, pelo que eu entendi por meio dessa cena com as ossadas na caverna... Pobre Adaky. Entendo que ele se sinta um tanto culpado pelo rumo que as coisas tomaram, pela morte dos companheiros e da garota que ele amava, mas ainda tenho alguma esperança de que ele possa passar por isso sem morrer ao final. Sabe como é a esperança dos leitores, né? Sempre renascendo das cinzas, HAHAHA.

Também gostei bastante dos diálogos entre o Adaky e o Macawi, das explicações que o índio mais velho ia dando sobre a história do deus protetor e da tribo, essas coisas sobre o deus ter precisado ir embora e a relação dele com a Mãe Natureza. Interessante pensar em sobre como a violência faz parte da vida e como, muitas vezes, ela é necessária à sobrevivência, como foi posto nesse trecho do capítulo. De fato, a palavra violência carrega muitos sentidos negativos, e a gente nunca pensa em como ela faz parte de todos nós. Essa narrativa sempre desperta alguns conceitos bem profundos na minha perspectiva de leitora, HAHAH.

Ah, em duas vezes (eu acho), você usou "Adaki" ao invés de "Adaky". Até fiquei pensando se era algo intencional, HAHAH. Mas também pode ter sido algo que saiu na pressa da digitação, sei lá. Fica a dica aí pra você corrigir, caso seja necessário. No mais, adorei a leitura do capítulo e obviamente fiquei muito curiosa pra saber o que acontecerá daqui para frente. Acho que você já mencionou que a história já passou da metade de seu andamento, e isso me deixa ainda mais ansiosa, HAHAH.

Até o próximo!

Júlio Oliveira

Olá! :D

Estou aproveitando bem estas férias para escrever bastante. Já tenho alguns capítulos adiantados e só não posto logo, pois gosto de manter o padrão de datas (apesar de eu já ter atrasado duas vezes, mas vamos fingir que isso não aconteceu HAHAHA). Aliás, eu já te disse, mas não custa repetir: ter seus comentários logo na segundo iluminavam muito o dia HAHAHA. Sou muito grato por isso ♥ Quem sabe não continuo postando minhas próximas obras no domingo? HAHAHAHA. De qualquer forma, fiquei surpreso com sua aparição aqui. Enfim, vamos falar do capítulo :D

Eu não iria matar o Edward assim. Eu irei matá-lo um dia, afinal? Descobriremos até o fim da história, né? hahaha. O cara ainda tem algo na cabeça, uma parte boa de sua alma. Mas digamos que uns 95% dele já era. É realmente um estado que não tem volta. Sobre Muller desejar a morte: isso era algo que eu não planejava no começo da obra. Digo, não pensava que ele teria tal desejo a essa altura. Mas durante o caminho, uma das minhas inspirações foi a série Breaking Bad (assista, é maravilhosa). A temática não lembra em nada "O Sangue do Mestiço", mas existem diálogos e personagens (tipo todos) extremamente inspiradores. Esse lance de saber a hora certa para morrer vem de lá hehehe.

"No ponto em que a história está, ele encontra mais identificação com a morte (onde estão a esposa e a filha) do que com a vida (ONDE ELE SÓ FAZ COISAS DETESTÁVEIS, SOCORRO, HAHAHAH)". SHAUHAUSUHASUHASHUSASUSAUAHUSHUUASHUAUHSUHSHUAS. Meu Deus, você só fala verdades HAHAHA.

A decisão de Adaky está tomada. Se ele vai realizar o ritual? Bem, só o próximo capítulo irá dizer. Eu adoraria falar mais desse seu parágrafo, mas prefiro evitar os spoilers. Perdoe-me por isso HAHAHA

"Sabe como é a esperança dos leitores, né? ". SEMPRE VIVA. Não desista, assim você sofre mais depois (BRINCADEIRA HAHAHAHAHA).

Vou confessar uma coisa: os diálogos que eu tenho mais dificuldade em escrever são os da tribo. Eu sempre fico pensando se o que estou escrevendo não é "caricato" demais, ou simplesmente irreal. A fonte que tenho são outros livros, filmes, etc, mas às vezes até mesmo essas fontes tem seus erros. Fico feliz que, apesar disso tudo, todo esforço tem valido a pena e eu esteja produzindo bons diálogos independente do núcleo ♥

De vez em quando eu gosto de puxar algumas coisas como a que você viu no diálogo sobre "violência". Eu realmente acredito que tudo tem sua função. A tristeza, o medo e até mesmo a raiva. No fim, creio que todos esses sentimentos são muito mais ferramentas do que necessariamente algo "bom" ou "mau". O medo protege, a tristeza é necessária para uma vida emocionalmente saudável e a raiva também tem sua função de defesa. Enfim, acho que viajei de mais aqui, mas você é boa em entender as loucuras que escrevo HAHAHAHA.

"Ah, em duas vezes (eu acho), você usou 'Adaki' ao invés de 'Adaky'". Olha, eu não bebo, mas acho que só embriaguez justifica isso HAHAHA. Não sei de onde tirei esse "i", sinceramente. Já corrigi e agradeço demais você por ter me alertado (como sempre faz). Pode ter certeza que você contribui diretamente para essa história ser melhor ♥

Eu adorei seu comentário (você já está até acostumada a ler isso HAHAHA) ♥ A história está sim avançada e tem muita coisa boa (ou ruim, dependendo do ponto de vista HAHAHA) para acontecer. Espero muito poder continuar com o bom nível que tenho entregado até agora :D

Mais uma vez: muito obrigado!

Até o próximo!