MEU DEUS DO CÉU, QUE COISINHA MAIS LINDA É ESSA? A cena do encontro me fez dar gritinhos e exclamar vários "iti malia" dentro do meu quarto. Existe um casal mais fofo, mais adorável, mais compreensivo e mais apaixonado que o Hector e o Rafael? Deixa, eu respondo: NÃO EXISTE! Confesso que fiquei bastante aliviada de ver que o trauma do Hector era "somente" uma aposta que fizeram com ele. Não rebaixando tudo que ele sofreu, até porque imagino que seja uma humilhação terrível e, principalmente, desnecessária. Mas eu estava esperando um trauma mais pesado, iria ficar realmente revoltada se ele tivesse sido espancado num ato de homofobia ou se tivesse sido violentado. Sendo assim, sigo aliviada e confiante de que em bem pouco tempo de convivência com o Rafael tudo isso logo será esquecido.
Falando nisso, preciso deixar um adendo aqui. Embora eu tenha gritado, pulado e shippado, considerando o recente trauma do Hector, achei que as coisas acabaram por evoluir um pouco rápido demais. Nem falo nada do beijo porque, UAU, que beijo foi aquele?? Digo muito mais dos toques propositais, das carícias no bar. Me soou um tantinho estranho tanta proximidade instantânea, em parte pelo incidente do Hector, em parte pela questão cultural, já que os europeus são pessoas notoriamente mais reservadas e menos afetuosas, principalmente com "desconhecidos". Fica aqui o adendo muito mais para você se atentar no futuro, em outras histórias. Apesar desses detalhes que influenciam na verossimilhança da história, eu amei cada coisinha e gesto que eu li ♥
Foi até mesmo um tanto emocionante imaginar a cena no metrô. Digo isso porque eu já estive no metrô de Barcelona, então para mim foi realmente como assistir a um filme, tudo acontecendo bem lindo na minha frente. E vou levar a referência do cariño para o resto da vida hahaha~
Adorei também o modo como você deu uma atenção especial aos detalhes. Falou um pouco da carreia do Rafael como Oficial de Justiça, dos bares de tapas, super comuns na Espanha, da maneira como falou dos poderes dos demais mestres. Gosto muito desse desenvolvimento lento e gradativo, que vai fazendo com que cada detalhe da obra vá adquirindo um significado cada vez maior.
Mal vi o Julio e já curti horrores. Não aceito esse ship da Hipólita com o Nate, na minha cabeça ele tem uma crush no Mestre Louis e é isso. Achei muito lindo pra sua cara terminar a história num ponto como esse, mas depois de um capítulo tão enormemente maravilhoso como foi, não me sinto nem no direito de reclamar haha~ Aguardo ansiosamente o próximo capítulo!! Beijos, nos vemos em breve :3
O que mais gostei: O encontro do Hector e do Rafael
Eu confesso que também achei esse encontro a coisinha mais fofa do mundoooo! E já comentei antes, mas ri demais que tu e a Tauro ficaram aliviadas dos passados dos meninos não serem tãão graves, hahaha.
Já falei sobre isso, mas só pro teu comentário lindinho não ficar sem resposta, é verdade que a verossimilhança deixou a desejar nisso. Mas eu tava era com agonia, querendo fazer o encontro de uma vez, e acabei por pecar um pouco nesse sentido, hehehe. Brigada por apontar tão lindamente pra mim, gata! ♥
E que bom que tu gostou da cena do metrô! Como pessoa que nunca deixou o Brasil, agradar alguém que já rodou meio mundo é um ótimo elogio, hahaha.
A Bea costuma dizer que eu sou a doida dos detalhes, além de enfiar personagens demais numa única história e me apegar demais à timeline que tem na minha cabeça. Nem sempre é como um elogio que ela diz isso, hehehe. Acho que isso se reflete nas coisinhas miúdas que eu vou jogar no Google ou perguntar a alguém sobre, e fico muito feliz que tu tenha curtido!
Julio é um homão, como a senhora já viu no capítulo seguinte. E sobre Nate e Louis, sinta-se à vontade pra fazer fanfic, hahaha!
E bom, o que seria das histórias de fantasia sem cliffhangers, não é? ~risadinha maligna
MEU DEUS DO CÉU, QUE COISINHA MAIS LINDA É ESSA? A cena do encontro me fez dar gritinhos e exclamar vários "iti malia" dentro do meu quarto. Existe um casal mais fofo, mais adorável, mais compreensivo e mais apaixonado que o Hector e o Rafael? Deixa, eu respondo: NÃO EXISTE! Confesso que fiquei bastante aliviada de ver que o trauma do Hector era "somente" uma aposta que fizeram com ele. Não rebaixando tudo que ele sofreu, até porque imagino que seja uma humilhação terrível e, principalmente, desnecessária. Mas eu estava esperando um trauma mais pesado, iria ficar realmente revoltada se ele tivesse sido espancado num ato de homofobia ou se tivesse sido violentado. Sendo assim, sigo aliviada e confiante de que em bem pouco tempo de convivência com o Rafael tudo isso logo será esquecido.
Falando nisso, preciso deixar um adendo aqui. Embora eu tenha gritado, pulado e shippado, considerando o recente trauma do Hector, achei que as coisas acabaram por evoluir um pouco rápido demais. Nem falo nada do beijo porque, UAU, que beijo foi aquele?? Digo muito mais dos toques propositais, das carícias no bar. Me soou um tantinho estranho tanta proximidade instantânea, em parte pelo incidente do Hector, em parte pela questão cultural, já que os europeus são pessoas notoriamente mais reservadas e menos afetuosas, principalmente com "desconhecidos". Fica aqui o adendo muito mais para você se atentar no futuro, em outras histórias. Apesar desses detalhes que influenciam na verossimilhança da história, eu amei cada coisinha e gesto que eu li ♥
Foi até mesmo um tanto emocionante imaginar a cena no metrô. Digo isso porque eu já estive no metrô de Barcelona, então para mim foi realmente como assistir a um filme, tudo acontecendo bem lindo na minha frente. E vou levar a referência do cariño para o resto da vida hahaha~
Adorei também o modo como você deu uma atenção especial aos detalhes. Falou um pouco da carreia do Rafael como Oficial de Justiça, dos bares de tapas, super comuns na Espanha, da maneira como falou dos poderes dos demais mestres. Gosto muito desse desenvolvimento lento e gradativo, que vai fazendo com que cada detalhe da obra vá adquirindo um significado cada vez maior.
Mal vi o Julio e já curti horrores. Não aceito esse ship da Hipólita com o Nate, na minha cabeça ele tem uma crush no Mestre Louis e é isso. Achei muito lindo pra sua cara terminar a história num ponto como esse, mas depois de um capítulo tão enormemente maravilhoso como foi, não me sinto nem no direito de reclamar haha~ Aguardo ansiosamente o próximo capítulo!! Beijos, nos vemos em breve :3
O que mais gostei: O encontro do Hector e do Rafael
OOOOI, ANJO!
Eu confesso que também achei esse encontro a coisinha mais fofa do mundoooo! E já comentei antes, mas ri demais que tu e a Tauro ficaram aliviadas dos passados dos meninos não serem tãão graves, hahaha.
Já falei sobre isso, mas só pro teu comentário lindinho não ficar sem resposta, é verdade que a verossimilhança deixou a desejar nisso. Mas eu tava era com agonia, querendo fazer o encontro de uma vez, e acabei por pecar um pouco nesse sentido, hehehe. Brigada por apontar tão lindamente pra mim, gata! ♥
E que bom que tu gostou da cena do metrô! Como pessoa que nunca deixou o Brasil, agradar alguém que já rodou meio mundo é um ótimo elogio, hahaha.
A Bea costuma dizer que eu sou a doida dos detalhes, além de enfiar personagens demais numa única história e me apegar demais à timeline que tem na minha cabeça. Nem sempre é como um elogio que ela diz isso, hehehe. Acho que isso se reflete nas coisinhas miúdas que eu vou jogar no Google ou perguntar a alguém sobre, e fico muito feliz que tu tenha curtido!
Julio é um homão, como a senhora já viu no capítulo seguinte. E sobre Nate e Louis, sinta-se à vontade pra fazer fanfic, hahaha!
E bom, o que seria das histórias de fantasia sem cliffhangers, não é? ~risadinha maligna
Até o próximo!