Eu amo histórias que tratam de memórias. Absolutamente. Então você já me ganhou fácil, fácil. O que me deixa triste *desculpa, nem é pessoal* é quando eu paro pra pensar no antes e depois. Realmente, quem nunca se deparou com um questionamento similar ao da personagem?
E pior ainda, quando a gente percebe que os perrengues da vida adulta são só a ponta do iceberg, mas ok. É como dizem: nada como um dia após o outro. E a gente segue *teimando* vivendo. :D
Obrigada pelo comentário! :D Realmente, o questionamento da personagem é um pouco do que eu estou vivendo agora (e acho que muita gente já passou/está passando/vai passar por isso). Adoro reviver as memórias de infância, e acho que o tema da 1ª rodada me instigou a ter a ideia para escrever a história. Estou gostando bastante de escrever.
Aliás, acabei de postar um capítulo novo, com o tema da 2ª rodada. Espero conseguir seguir nessa mesma linha de reviver memórias durante as próximas rodadas.
Eu amo histórias que tratam de memórias. Absolutamente. Então você já me ganhou fácil, fácil. O que me deixa triste *desculpa, nem é pessoal* é quando eu paro pra pensar no antes e depois. Realmente, quem nunca se deparou com um questionamento similar ao da personagem?
E pior ainda, quando a gente percebe que os perrengues da vida adulta são só a ponta do iceberg, mas ok. É como dizem: nada como um dia após o outro. E a gente segue *teimando* vivendo. :D
Espero ver mais dessas relíquias por aqui.
;*
Oie!
Obrigada pelo comentário! :D Realmente, o questionamento da personagem é um pouco do que eu estou vivendo agora (e acho que muita gente já passou/está passando/vai passar por isso). Adoro reviver as memórias de infância, e acho que o tema da 1ª rodada me instigou a ter a ideia para escrever a história. Estou gostando bastante de escrever.
Aliás, acabei de postar um capítulo novo, com o tema da 2ª rodada. Espero conseguir seguir nessa mesma linha de reviver memórias durante as próximas rodadas.
Abraços, Frida ;*