Comentários em “O Sangue do Mestiço”: “O deus protetor”

Matheus Braga

Já vou começar pedindo desculpas pela vergonha que passei no último comentário. É LÓGICO que eu tava me referindo ao Richard quando falei dele levar umas porradas na cara, NUNCA que eu ia desejar isso pro David. O Brasil que eu quero é um Brasil com menos Richards, MORRE RICHARD ò_ó

ATÉ O MAHPEE JÁ TÁ VENDO A EYANOSA CAINDO DE AMORES PELO PATINHO, AI CHESSUS, O SHIP É REAL *-*

AAAAAAAAAAAAAA

E olha aqui, tio Mahpee, o senhor é muito rabugento o senhor, dá licença, deixa os dois -_- Vamos criar um nome pra esse ship!! Patosa ou Eywin?? AI CEM OR

O PATINHO FOI PINTADO DE AVATAR, AAAAAAAAAAAA E olha esse momento dele com Adaky e Eyanosa, que cena fofa. E que diálogo profundo, não? Diga-se de passagem.

Confesso que adoro essas partes que focam nos hábitos dos nativos, cada momento desse é um novo descobrimento. Imagino o tanto que você pesquisa para criar cenas tão bem elaboradas, tá de parabéns!!

E olha esse tio Mahpee, gente, chamando o Patinho pra um fio de prosa o_o Mas continuo não simpatizando, sai daqui Mahpee, você vai fazer merda que eu sei -_-

OLHA O DAVID ❤

Davidinho bancando o jornalista mega competente, descriptografando a bagaça toda, AEEEEEEEEEEE Eu tô amando esse menino, gente *-*

E calma aí, gente, peraí, que papo é esse desse ser demoníaco aí??? A gente vai mesmo entrar no lado sobrenatural da coisa??? Ah nem, eu sou medroso

*pega a bíblia e o CD de louvor*

SEGURA NA MÃO DE DEUS, SEGURA NA MÃO DE DEUS E VAAAAAAAAI

Mas confesso: QUERO :D

AI CARA, CADÊ O PRÓXIMOOOO

Júlio Oliveira

Sabia que havia algo de errado naquele comentário. Eu fiquei pensando em como é que alguém poderia querer mal do David HAHAHA. Um menino tão bom, esforçado, bem humorado hehehe. Ainda assim, não apoio seu ódio para cima do pobre Richard. O coitado é só uma artista chato, sem pé e nem cabeça, sem muita lógica e com alguns pensamentos distorcidos. Ok, eu entendo seu ódio por ele HAHAHAHA.

SHUAHSAUHSAUHSUASHA Será? As vezes as pessoas enxergam coisas onde não há nada. Ou será que há? Descubra nos próximos capítulos. Adoro deixar meus leitores na dúvida hehehe.

Cara, seu talento para o desenvolvimento de nomes de shipps é bem... singular. Com certeza é bem diferente de tudo que eu já vi por aí. Você está de parabéns... eu acho :v HAHAHAHSUHA

Cara, para piorar esse lance todo de Avatar: além de ter o filme da galera azul e o anime do carequinha, eu comecei a jogar um game (XCOM 2) e os inimigos (que são alienígenas) estão desenvolvendo um projeto cujo nome é AVATAR. Enfim, informação desnecessária, mas acho que você não vai se incomodar HAHAHAHA. Fico feliz que tenha gostado do diálogo! É algo que eu dou muita importância e sempre tento melhorar durante a escrita :D

Cara, a pesquisa é grande e as fontes muitas vezes escassas. Eu gosto de brincar com essa parte cultural e misturar diferentes crenças de diferentes povos. Apesar de ter um pé na realidade e na história, eu gosto de manter a liberdade criativa e um espaço para loucuras. Você que é autor sabe bem como é isso hhahaha. Obrigado!

Eu sempre digo isso: David é FODA. Muito bom quando os leitores também acham isso de um personagem que você adora HAHAHA.

Parece que entraremos sim. Ou será que tudo não passa de uma lenda? Não sei. Mentira, eu sei. Mas vou deixar você pensando. De toda forma, me alegra ver que é algo que você gosta. Assim a surpresa (ou falta de) será maior. Não sei se isso fez sentido, mas você entendeu (ou não). Muito obrigado por esse textão, cara!

Nos vemos no próximo capítulo o/

Yokichan

Olá!

Enfim, cheguei. HAHAHA.

Minha nossa senhora, o final desse capítulo me deixou com arrepios aqui. Uma criatura que não é mais humana, mas um deus cruel e sanguinário. Socorro. Me surgiu a ideia de que o Mahpee tenha perguntado a localização da vila pra poder colocar em prática novamente esse ritual do "deus protetor" e acabar com os brancos. Será? Talvez esse ritual já tenha se perdido no tempo, afinal, faz muito tempo desde as anotações do John Dee, certo? Mas talvez essa coisa seja mesmo verdade e os índios tenham preservado essa história. Nesse sentido, estou mais com o padre Marcus do que com o David. Ou seja, estou fortemente inclinada a acreditar que isso seja possível.

Isso era uma coisa que eu não imaginava que poderia acontecer na história. Digo, até esse momento, todos os eventos da narrativa estavam mais baseados no real, no concreto, na luta humana, por assim dizer. Não estava esperando por um acontecimento fantástico como esse do "deus protetor", então esse movimento na história me surpreendeu bastante. E adorei poder imaginar essa mistura, de realidade com misticismo. Não que aquilo que é místico não possa acontecer de verdade, hm, mas acho que deu pra entender, HAHAHA.

Olha aí, sinto um clima rolando entre o Pat e a Eyanosa. Será? Será? HAHAHAH. Se até o pai dela está percebendo as mudanças no comportamento da índia, acho que não deve ser só coisa da minha cabeça. Nesse trecho em que ela pergunta a ele o que o espera em Nova York, senti que o Pat não estava lá muito saudoso de voltar pra casa. Ok que ele não quer continuar sendo caçado pelo Edward e que as coisas ali estão tomando um rumo perigoso, mas, como deu pra perceber nesse capítulo, ele está se habituando à vida na tribo e até gostando disso. Talvez até gostando da Eyanosa, hm... HAHAHA. Enfim, fiquei pensando que talvez ele nunca mais volte à sua antiga vida, que prefira continuar ali, entre os seus.

Tem alguns detalhes de escrita que você pode arrumar depois, se tiver um tempo. Em dado momento do capítulo, você escreveu algo sobre "assistir o processo". E "assistir" é sempre um verbo que requer a preposição "à" depois. Então seria assistir a alguma coisa (assistir ao processo). Tem também uma passagem em que você escreveu que o Pat queria tentar se livrar da lembrança da morte do Wohali, aí o trecho ficou tipo "a lembrança que ele queria se livrar", algo assim. O mais correto seria "a lembrança de que ele queria se livrar", ou "da qual". Ah, tinha outra coisa também, mas não lembro mais o que era, HAHAH. De qualquer modo, não tinha muita importância. São só sugestões mesmo pra melhorar pequenos detalhes. O essencial do capítulo estava maravilhoso, como sempre.

Amei poder fazer mais essa leitura! Todas as segundas-feiras pra mim já começam boas porque sei que há um capítulo incrível aqui me esperando, HAHAH. Tem sido ótimo poder acompanhar essa história desde o início e perceber como ela está evoluindo a cada capítulo. Parabéns pela persistência com a tua narrativa e pelo empenho em sempre dar o teu melhor para torná-la ainda melhor e mais instigante.

Até o próximo!

Júlio Oliveira

Olá!

Sempre bom poder contar com seus comentários aqui!

Aaaaah, que bom! Como você bem sabe, eu gosto de dar toques de terror/horror em minhas histórias. Não é algo que acontece sempre, mas coloco quando vejo como algo necessário ou que acrescenta algo à obra. Com "Olhos Sem Vida" foi assim e com "O Infindável Dia das Bruxas" também é (não sei se você leu esse conto, ele é um pouco antigo, mas tenho muito carinho por ele ♥). Fico feliz que você tenha se impressionado de alguma forma com a história contada.

Os seus questionamentos também são muito válidos. O ritual, se é que ele existiu de fato, é algo bem especial. Adianto já que no próximo capítulo você terá novas informações, então vou deixar suas perguntas em aberto para evitar spoilers HAHAHA.

Vou ser sincero contigo: eu temia a reação que essa decisão da história pudesse causar. Tinha medo que parecesse algo "tirado do nada", porque não é. Lembra que em uma das postagens eu disse que o título provisório de "O Sangue do Mestiço" foi "O lobo entre nós"? Então, o grosso da história foi planejado para ser uma reimaginação do clássico "Lobisomem". A coisa não foi para frente, mas eu guardei o projeto. Nessa época, eu estava escrevendo uma outra obra ("Eu sou a cura", a versão mais recente). Depois voltei a olhara para o projeto e mudei várias coisas. Mas as questões "brancos x índios" e "autodescoberta de Patwin" sempre estiveram lá. O que fiz foi readaptar a lenda do lobisomem para a do "deus protetor". Agora, se ele é real ou não, só lendo a história para descobrir. De toda forma, fico muito feliz e aliviado de que esse direcionamento não te desagrade ♥

Tem um outro cara que lê essa história, e ele comenta sobre Patwin e Eyanosa desde o princípio, o cara é maluco (tô dizendo isso com respeito, Matheus HAHAHA) HAAHAHAHA. Talvez não seja coisa da sua cabeça, afinal. Eu não sou o mestre dos romances, então espero estar fazendo as coisas da maneira certa, de toda forma xD.

Pat é um cara relutante, contraditório e às vezes até repetitivo. Acho que acontece muito com nós mesmos, sabe? Ficamos inseguros com algo, encontramos uma resposta e começamos a nos adaptar. Mas então nossa cabeça volta a raciocinar e as dúvidas retornam com tudo. Os questionamentos voltam a nos assombrar e de novo embarcamos numa jornada atrás de respostas. No fim, nada faz sentido HAHAHAHA. Mas espero que você tenha entendido o que eu quis dizer hehehe. Olha, como eu já sei o final da história, já poderia dizer se você está certa ou errada. Mas vou guardar a surpresa HAHAHA.

Vantagens de se ter uma mestra como leitora: ela te coloca para prestar atenção em milhares de coisas que passam batido. E por isso mesmo eu sou muito grato ♥ Esse lance de "assistir" é algo que eu sei, mas pelo hábito de não usar a forma correta acabei vacilando na hora de escrever o texto e revisar. Obrigado por avisar :3. Vou corrigir tudo que você apontou, é algo muito bom para que eu possa melhorar o texto. Mais uma vez: obrigado ♥

AAAAAAH! Amei escrever e amei ler esse seu comentário! Já lhe disse, mas não custa repetir: minhas segundas andam melhoras por causa do seu feedback! Eu me sinto privilegiado por poder contar com uma pessoa tão gente boa e que deseja o melhor da história! Sempre tento fazer o meu melhor e é muito bom quando alguém reconhece isso e te incentiva a ir ainda mais longe ♥

Muito muito muito OBRIGADO!

Até breve!