Comentei isso com você em PVT, mas eu realmente gostei da visão dele. Algo mais analitico, mas ao mesmo tempo cheio de emoções. Porque ele é racional, mas não está imune aos próprios sentimentos. Ele é humano.
Gostei principalmente do conflito entre salvar uma criança e se apressar para ajudar os companheiros. Uma criança precisando de ajuda é tenebroso, só de pensar no peso da responsabilidade já vem na mente a intensidade do sofrimento do Shino. Mas Kiba e Hinata são família. Pensa, se eles precisam de ajuda... se o Shino muda o caminho e isso resulta na morte de um deles, o peso se multiplica por mil.
Escolher é dificil. Mas escolher errado... se bem que, certo ou errado, em uma guerra e entre vidas é complicado. Acho que nem dá pra usar a palavra "errado".
Só não gostei desse finalzinho aí. Como assim, Shino? Claro que vai ficar tudo bem! Seja forte, homem!!
Antigamente, eu tinha muito receio de trabalhar o PoV do Shino, justamente por ele ser o tipo de personagem analítico mas que vem cheio de emoções. Não é algo fácil de trabalhar, sobretudo na primeira pessoa. Mas aqui fluiu tão naturalmente, que me senti segura para postar!
Eu acho que é bem isso mesmo. O desejo de abraçar o mundo e salvar a todos, mas sabendo qual era a prioridade. Se fosse o Kiba, provavelmente teria escolhido salvar a criança, e depois pensaria nas consequências. Mas o Shino é aquele cara que pensa em tudo. E nas porcentagens, ele sabia que Hinata e Kiba poderiam estar em perigo. Então ele precisou arriscar.
Não existe uma escolha certa em uma guerra. Você apenas vai por aquilo que terá um efeito colateral menor, é o que eu penso.
Ele se questiona, quer saber como as coisas vão ficar. Mas está fugindo ao controle!
Que capítulo intenso!
Comentei isso com você em PVT, mas eu realmente gostei da visão dele. Algo mais analitico, mas ao mesmo tempo cheio de emoções. Porque ele é racional, mas não está imune aos próprios sentimentos. Ele é humano.
Gostei principalmente do conflito entre salvar uma criança e se apressar para ajudar os companheiros. Uma criança precisando de ajuda é tenebroso, só de pensar no peso da responsabilidade já vem na mente a intensidade do sofrimento do Shino. Mas Kiba e Hinata são família. Pensa, se eles precisam de ajuda... se o Shino muda o caminho e isso resulta na morte de um deles, o peso se multiplica por mil.
Escolher é dificil. Mas escolher errado... se bem que, certo ou errado, em uma guerra e entre vidas é complicado. Acho que nem dá pra usar a palavra "errado".
Só não gostei desse finalzinho aí. Como assim, Shino? Claro que vai ficar tudo bem! Seja forte, homem!!
Adorei!
Antigamente, eu tinha muito receio de trabalhar o PoV do Shino, justamente por ele ser o tipo de personagem analítico mas que vem cheio de emoções. Não é algo fácil de trabalhar, sobretudo na primeira pessoa. Mas aqui fluiu tão naturalmente, que me senti segura para postar!
Eu acho que é bem isso mesmo. O desejo de abraçar o mundo e salvar a todos, mas sabendo qual era a prioridade. Se fosse o Kiba, provavelmente teria escolhido salvar a criança, e depois pensaria nas consequências. Mas o Shino é aquele cara que pensa em tudo. E nas porcentagens, ele sabia que Hinata e Kiba poderiam estar em perigo. Então ele precisou arriscar.
Não existe uma escolha certa em uma guerra. Você apenas vai por aquilo que terá um efeito colateral menor, é o que eu penso.
Ele se questiona, quer saber como as coisas vão ficar. Mas está fugindo ao controle!
Muito obrigada pelo comentário!