Comentários em “Cotidiano”: “Farol”

Kaline Bogard

Que capítulo intenso!

Comentei isso com você em PVT, mas eu realmente gostei da visão dele. Algo mais analitico, mas ao mesmo tempo cheio de emoções. Porque ele é racional, mas não está imune aos próprios sentimentos. Ele é humano.

Gostei principalmente do conflito entre salvar uma criança e se apressar para ajudar os companheiros. Uma criança precisando de ajuda é tenebroso, só de pensar no peso da responsabilidade já vem na mente a intensidade do sofrimento do Shino. Mas Kiba e Hinata são família. Pensa, se eles precisam de ajuda... se o Shino muda o caminho e isso resulta na morte de um deles, o peso se multiplica por mil.

Escolher é dificil. Mas escolher errado... se bem que, certo ou errado, em uma guerra e entre vidas é complicado. Acho que nem dá pra usar a palavra "errado".

Só não gostei desse finalzinho aí. Como assim, Shino? Claro que vai ficar tudo bem! Seja forte, homem!!

Adorei!

Ariane Munhoz

Antigamente, eu tinha muito receio de trabalhar o PoV do Shino, justamente por ele ser o tipo de personagem analítico mas que vem cheio de emoções. Não é algo fácil de trabalhar, sobretudo na primeira pessoa. Mas aqui fluiu tão naturalmente, que me senti segura para postar!

Eu acho que é bem isso mesmo. O desejo de abraçar o mundo e salvar a todos, mas sabendo qual era a prioridade. Se fosse o Kiba, provavelmente teria escolhido salvar a criança, e depois pensaria nas consequências. Mas o Shino é aquele cara que pensa em tudo. E nas porcentagens, ele sabia que Hinata e Kiba poderiam estar em perigo. Então ele precisou arriscar.

Não existe uma escolha certa em uma guerra. Você apenas vai por aquilo que terá um efeito colateral menor, é o que eu penso.

Ele se questiona, quer saber como as coisas vão ficar. Mas está fugindo ao controle!

Muito obrigada pelo comentário!