Eu não acredito que eu acertei mesmo que o problema do Jullian era com o álcool... Coitado :/
Mas ele até que não é 100% uma pessoa detestável... Essa parte dele estar disposto a ensinar piano pra Wendy foi legal, pegou todo mundo de surpresa, eu acho kk
Ansiosa aqui pelo desenrolar da relação desses dois hauahua
Lê, você está me fazendo render meu coração para pessoas que me fariam sofrer na vida real - como o Jullian.
Primeiramente, as reflexões do Sr. Zach são muito interessantes - ainda que pessimistas. Há um tempo atrás, estava lendo sobre isso: sobre como nossa vida é, de certa forma, composta apenas de períodos de tristeza. Passamos nosso presente focado em reviver nosso passado e planejar nosso futuro - sem percebermos, no entanto que tal momento já é, por si só, o futuro pelo qual outrora ansiamos e o passado do qual sentiremos saudades. Complicado.
No entanto, por outro lado, a sequência de sofrimentos faz com que a quantidade ínfima de bons momentos marquem de forma diferente nossa realidade. Digo, se tudo desse certo o tempo inteiro, jamais saberíamos o que é sentir-se verdadeiramente feliz. Desse modo, não saberíamos valorizar a alegria quando a vivêssemos - e, consequentemente, criaríamos novas frustrações a partir disso.
Fora que o desejo, ainda que nos dê a sensação de incompletude e consequente sofrimento, é o que nos impulsiona para fazermos (ou tentarmos) a transição entre o que fomos, o que somos e o que queremos ser - seja lá em qual aspecto de nossas vidas.
Vou pegar café, um caderninho e refletir.
Por ora, começo a sentir um pouco mais do sofrimento de Jullian. É sempre muito difícil relembrar de tempos onde tudo era tão fácil e perceber que, pela própria complexidade da vida, ele jamais voltará. Espero que ele consiga se libertar do passado e trilhar o próprio futuro.
Nossa como fico feliz em saber que as questões colocadas nesse capítulo fizeram você refletir também. Acho que eu poderia ficar discutindo sobre o assunto por um bom tempo. Gosto bastante dessa área da filosofia. Escrevia cada textão... kkkkkkkkkk
Ah! Fico imensamente feliz em provocar uma empatia pelo Jullian... a gente vai ver quem ele é de verdade com o tempo.
Super amo seus comentários e sempre espero por eles ansiosamente .
Acho que também vou pegar meu caderninho, uma xícara de café e refletir. É sempre bom!
Um grande beijo pra você e muitos abraços (acho que sou uma pessoa que gosta muito de abraços).
Eu não acredito que eu acertei mesmo que o problema do Jullian era com o álcool... Coitado :/
Mas ele até que não é 100% uma pessoa detestável... Essa parte dele estar disposto a ensinar piano pra Wendy foi legal, pegou todo mundo de surpresa, eu acho kk
Ansiosa aqui pelo desenrolar da relação desses dois hauahua
Xoxo,
G a b i.
Hahaha oi Gabi!
Já comecei rindo porque você é muoto engraçada kkkkkk
Você sempre acerta os problemas. Fico pasma com isso (não é de hoje) hahaha você era uma super vidente em Dangerous Woman também .
Eu tô bem ansiosa pra você ler mais sobre o Jullian e a Wendy. Onde será que isso vai dar? Nem eu sei hahahah.
Grande beijo.
P.S.: Ele realmente não é tão detestável assim kkkkk
Lê, você está me fazendo render meu coração para pessoas que me fariam sofrer na vida real - como o Jullian.
Primeiramente, as reflexões do Sr. Zach são muito interessantes - ainda que pessimistas. Há um tempo atrás, estava lendo sobre isso: sobre como nossa vida é, de certa forma, composta apenas de períodos de tristeza. Passamos nosso presente focado em reviver nosso passado e planejar nosso futuro - sem percebermos, no entanto que tal momento já é, por si só, o futuro pelo qual outrora ansiamos e o passado do qual sentiremos saudades. Complicado.
No entanto, por outro lado, a sequência de sofrimentos faz com que a quantidade ínfima de bons momentos marquem de forma diferente nossa realidade. Digo, se tudo desse certo o tempo inteiro, jamais saberíamos o que é sentir-se verdadeiramente feliz. Desse modo, não saberíamos valorizar a alegria quando a vivêssemos - e, consequentemente, criaríamos novas frustrações a partir disso.
Fora que o desejo, ainda que nos dê a sensação de incompletude e consequente sofrimento, é o que nos impulsiona para fazermos (ou tentarmos) a transição entre o que fomos, o que somos e o que queremos ser - seja lá em qual aspecto de nossas vidas.
Vou pegar café, um caderninho e refletir.
Por ora, começo a sentir um pouco mais do sofrimento de Jullian. É sempre muito difícil relembrar de tempos onde tudo era tão fácil e perceber que, pela própria complexidade da vida, ele jamais voltará. Espero que ele consiga se libertar do passado e trilhar o próprio futuro.
Beijos (com queijos, dessa vez).
Oi Bru!!! Tudo bem?
Nossa como fico feliz em saber que as questões colocadas nesse capítulo fizeram você refletir também. Acho que eu poderia ficar discutindo sobre o assunto por um bom tempo. Gosto bastante dessa área da filosofia. Escrevia cada textão... kkkkkkkkkk
Ah! Fico imensamente feliz em provocar uma empatia pelo Jullian... a gente vai ver quem ele é de verdade com o tempo.
Super amo seus comentários e sempre espero por eles ansiosamente .
Acho que também vou pegar meu caderninho, uma xícara de café e refletir. É sempre bom!
Um grande beijo pra você e muitos abraços (acho que sou uma pessoa que gosta muito de abraços).
Até o próximo capítulo na sexta ♡
Lê.