Primeiramente, adorei sua escrita. Me lembra a escrita de um jornalista (não sei se foi sua intenção escrever assim por causa do Pat e do David, mas funcionou bem). Além disso, seu vocabulário se altera de acordo com quem você está narrando. Quando a cena se foca no Pat, a linguagem é bem direta e detalhista. Já com David as palavras são mais irreverentes, o que combina muito com a idade do personagem, e o foco nos detalhes acaba se atenuando. E com Richard a narração ganha toques líricos que combinam muito com o personagem e deixam a atração mórbida dele bem palpável e nítida para o leitor.
Estou muito ansiosa em relação aos próximos acontecimentos! Me sinto lendo um livro da Agatha Christie, em que são apresentados os personagens e o leitor fica tentando juntar as peças e fica cada vez com mais vontade de descobrir o que realmente aconteceu.
Muito bem escrito, de verdade. Tentei fazer uma crítica construtiva mas não há nada que eu mudaria na sua história. Parabéns! Com certeza vou acompanhar os próximos capítulos.
Fico extremamente feliz que esteja amando a história! Eu amo escrever e é algo incrível quando alguém também gosta do que é escrito hehehe. Muito obrigado por comentar o que está sentindo ♥
Sobre a escrita: caramba, não esperava por essa! Acredito eu que seja uma influência inconsciente de Game of Thrones, que segue uma pegada semelhante na narrativa. É muito bom ver que cada personagem está deixando sua marca, sendo que isso é a coisa que eu mais preso.
UAU! Essa comparação me levou às alturas, admito hehehe. Nem sei como agradecer!
Seja bem-vinda ao livro! Espero continuar mostrando uma história cada vez melhor e mais envolvente. Conto com seus comentários para saber como estou me saindo hehehe. Mais uma vez: MUITO obrigado! Fez meu dia =D
Nos vemos no próximo capítulo (que sai domingo, por sinal).
Outro capítulo ótimo, o que não é surpresa nenhuma. Já estou convencida de que você é um bom narrador e de que essa história ainda tem muito com o que instigar o leitor. É incrível como as 3 mil palavras voaram durante a leitura desse capítulo. O texto me prendeu de tal forma do início ao fim que nem pensei na possibilidade de uma pausa. Tudo o que eu queria era saber o que aconteceria depois, e depois, e depois, HAHAH.
Esse Richard é um menino bastante mórbido, não? Tem algo de muito errado com ele por conta desse comportamento (que, até agora, ele tem escondido no fundo da alma e dentro do próprio quarto). Dá até arrepios de pensar em alguém como ele. Será que ele tem alguma doença, algum distúrbio? Ou o aspecto doentio se refere apenas à personalidade dele? Talvez, as duas coisas andem juntas nessa personagem, e estou bem curiosa pra saber mais sobre ele. Ao que parece, ele não teve nenhum tipo de relacionamento com a garota morta, interessando-se por ela apenas após sua morte. Mas vamos ver o que mais ele revela ao longo dos próximos capítulos.
Ah, eu achei bem cômica essa parte em que o David tenta falar com o xerife, HAHAH. Realmente, essa tal de delegacia mais se parece com um chiqueiro, e o xerife com um próprio suíno. Eu preciso ressaltar que ando curtindo muito as tuas descrições dos locais da ilha, como da delegacia, nesse caso. Em poucas palavras (e nas palavras certas), tu consegue formar uma imagem bem clara e convincente na mente do leitor. A imundície e o desleixo do ambiente ficaram quase palpáveis pra mim.
E uau, enfim o Pat teve seu primeiro contato com um nativo. E justamente com o namorado da Jessica (não sei se dá pra dizer que eram namorados, em vista da situação, mas ok). Eu fiquei me perguntando se a tribo dos nativos, o dialeto e tal... Se tudo foi inventado para essa história ou se você coloca referências reais na tua ficção. Secotan, esse é o nome da tribo? Foi algo totalmente imaginado por você? Ou foi uma tribo que realmente existiu em um passado remoto? Fiquei curiosa sobre isso.
Enfim, espero ansiosamente pelo próximo capítulo. Quero saber como será o encontro do Pat com os nativos, e se eles realmente vão permitir esse contato. Tenho certeza que será algo bem interessante de ler, no mínimo.
Um comentário lindo desses logo cedinho assim? Muito obrigado, Yokichan! Fico muito feliz que minha narrativa esteja agradando e, principalmente, que os capítulos estão passando com leveza e fluidez, mesmo contando com mais de 3 mil palavras.
Richard é bem estranho/assustador, não? Lembrando daquilo que você comentou no último capítulo, ele tem uma curiosidade mórbida, mas de maneira que extrapola todos os limites aceitáveis. Vamos ver o que acontecerá a partir daí (obviamente não quero dar spoilers hehehe).
Ah, eu amo o David. Além de muito inteligente, o garoto sabe se divertir enquanto trabalha, algo que eu acho essencial para sobreviver a todo o estresse hahaha. Sobre as descrições: fico aliviado. Eu sempre tenho um medinho de OU descrever exageradamente, OU descrever de maneira mínima (digo isso de maneira negativa). Meu mantra é "escreva o que interessa". É muito bom que você esteja gostando tanto das descrições e espero continuar fazendo um bom trabalho.
Sobre a tribo, dialetos, etc: eu resolvi misturar um pouco de realidade com ficção. Os secotan na verdade foram um conjunto de grupos de indígenas que viveram na região. Naturalmente com a colonização e a passagem dos séculos, alguns desses grupos foram extintos, enquanto outros se misturaram. Eu então optei por uma abordagem mais generalista, chamando-os apenas de secotan.
Eu também peguei outros links históricos, mas são coisas que eu prefiro não contar agora para evitar spoilers hehehe. Resumindo: tem fundo histórico, mas ocorreram alterações em prol da narrativa. Ou seja, nunca use em um trabalho de história hahahaha. Achei muito massa você perguntar isso, sério :D
Fico extremamente feliz que tenha gostado do capítulo e já esteja ansiosa pelo próximo! Espero poder cumprir com as expectativas hehehe
Poxa, adorei esse momento em que aprendemos mais sobre o Patwin, sobre suas origens. Quer dizer, todos já sabiam que ele era mestiço (até por causa do nome da história kkkk), mas não todos os detalhes, e foi muito legal abordar isso. Além de eu já ter sentido uma enorme afeição pelo Adaky, coitado do cara. Fiquei super triste quando ele contou sobre ele e a Jessica. Cada vez que mais leio (sei que demoro, mas é complicado! :V), mais sinto que a história está cada vez mais real. Fica muito mais fácil de imaginar tudo, é incrível. David se arriscando um pouco, gostei! KKK David é um personagem tão, mas tão amorzinho. Vou roubar ele de você e me casar com ele! X'D E sobre o Richard, MANO!! Tô falando, daqui a pouco esse menino vai sair matando as pessoas! Isso se não foi ele quem matou a Jessica! Estou com sérias dúvidas, apesar de parecer impossível, seguro morreu de velho!
Tudo está muito bom, intrigante (como sempre), qualquer dia vou tentar ler mais de um capítulo no mesmo dia (tentar maratonar! kkkkk)... Mas resumindo, eu estou amando! Continua isso aí minino! U.U Eu falo pra continuar mas nem tô nos capítulos mais recentes ainda! KKKK Sou é louca!
Sempre bom ver a atualização com um comentário seu, e mais ainda lê-lo :D
Patwin é um protagonista que aos poucos vai tendo sua história revelada. Fico muito feliz que você esteja gostando do que está vendo até o momento :3
Adaky é de dar pena mesmo. Sempre que escrevo sobre ele, fico com um aperto no peito. O coitado sofre muito, e isso é apenas o começo da história. Então já alerto para que prepare o coração hehehe
AAAH, que bom, sério! Eu realmente quero que pareça real, algo que poderia ter acontecido em 1927 e ficou oculto na história por diversas razões. Ver que tudo está tão palpável é algo que me motiva ainda mais e me alegra ao ver que estou no caminho certo.
Eu amo David também HSUAHSUA. É, talvez, um dos personagens que eu mais me identifique, tudo isso graças ao humor dele. É f*** demais ver que você está gostando tanto dele a ponto de roubá-lo :V Sinto-me honrado ASHUSAHUHUAS
Richard é uma caixinha de surpresa. Não vou falar mais muito sobre o assunto para evitar spoilers, mas gosto muito de ver você especulando, então continue huheuaheuha
Ahh, que bom que você está gostando tanto, sério ♥
Eu sei como é ficar cheio de coisas e sem tempo, então não tenha pressa hahaha :P
De qualquer forma, é sempre bom ter seus comentários por aqui. E pode deixar que vou continuar, temos muitos capítulos pela frente huhuehaue
Mais uma vez: muito obrigado. Você é louca mesmo, não posso discordar ASHUASHUHUSA
Eu sou uma pessoa com gostos peculiares em fanfics (fandom Naruto, romance e comédia), mas a sua fic, a começar pelo título que mexe comigo sei lá porquê, mudou um pouco minhas preferências. Eu particularmente adoro sua escrita, ela é delicioso, flui com facilidade. Eu amo a sua narrativa.
O que eu particularmente gostei tb foi o fato de vc descrever mais situações.
Foi interessante ver David tentando algo novo, buscando informações associando o passando ao presente. Aquela carta, o estado em que estava a delegacia e o próprio delegado nos mostram muitas coisas: lá é terra de ninguém, ou na verdade de apenas uma pessoa. Estou inclinada a achar que vai sobrar para os nativos, que tb desconfio que pouco, se não nada, tem a ver com o caso.
Agora esse Richard me causa sensações ruins, ele é bem maluquinho mesmo, da certo nojo. Infelizmente o talento dele é desperdiçado naquela ilha, não sei se por isso ele age assim ou se realmente é algo patológico. Estou me perguntando o que será dele quando acharem o desenho que ele deixou para trás.
Patwin, eu ADORO esse nome, e gosto do personagem. Que encontro ele teve, como ele é perspicaz tb para fazer o Adaky aparecer. Acredito que ele seja uma pessoa verdadeira, assim como os nativos.
Estou ansciosa pelo encontro dele com o povo. Entretanto, como sou muito paranóica e junto uma coisa com a outra, fico pensando: ele sendo mestiço, juntamente com o título, será que vai ficar no meio do fogo cruzado entro nativos e o pessoal da vila?
Sério, é tão bom saber que sua história conseguiu atrair diferentes tipos de leitores! Fico feliz demais em saber que minha escrita e narrativa agradam tanto você, e mais ainda em saber que impactei de alguma maneira suas visões e preferências ♥
Eu tento contar essa história como um universo. Não é algo puramente sobre Patwin (apesar dele ser o protagonista). A própria ilha de Roanoke é uma personagem viva e pulsante, com todos os seus habitantes, sejam eles membros da tribo ou pessoas da vila. David assume quase que a nossa posição perante o local: está lá em constante descoberta, sempre se lembrando do que viu e tentando destrinchar toda essa onda de mistérios. Sobre desconfianças: bem, confiar em alguém pode ser um erro neste contexto. O resto deixo com você hehehe
Richard é uma pessoa bem única, tanto para o bem como para o mal. É realmente difícil compreendê-lo, mas aos poucos mais da personalidade dele vai sendo revelada e você verá que não é apenas um artista maluco. As pessoas sempre tem algo mais oculto dentro do espírito delas.
Patwin ♥ Um dos personagens que mais gosto de escrever (junto com David). O nome é indígena, não foi escolhido por acaso hahaha. É, sem dúvidas, um homem inteligente, ainda que possa vir a ter dificuldades nessa realidade aterrorizante que é a de Roanoke.
Faz bem em ser paranoica. Não existe segurança para ninguém. Devo repetir: fico muito feliz com suas reações. Peço desculpas pela demora para responder, mas fico grato demais com cada palavra sua ♥
Sinceramente, amei sua história!
Primeiramente, adorei sua escrita. Me lembra a escrita de um jornalista (não sei se foi sua intenção escrever assim por causa do Pat e do David, mas funcionou bem). Além disso, seu vocabulário se altera de acordo com quem você está narrando. Quando a cena se foca no Pat, a linguagem é bem direta e detalhista. Já com David as palavras são mais irreverentes, o que combina muito com a idade do personagem, e o foco nos detalhes acaba se atenuando. E com Richard a narração ganha toques líricos que combinam muito com o personagem e deixam a atração mórbida dele bem palpável e nítida para o leitor.
Estou muito ansiosa em relação aos próximos acontecimentos! Me sinto lendo um livro da Agatha Christie, em que são apresentados os personagens e o leitor fica tentando juntar as peças e fica cada vez com mais vontade de descobrir o que realmente aconteceu.
Muito bem escrito, de verdade. Tentei fazer uma crítica construtiva mas não há nada que eu mudaria na sua história. Parabéns! Com certeza vou acompanhar os próximos capítulos.
Tão bom encontrar um comentário inesperado ♥
Fico extremamente feliz que esteja amando a história! Eu amo escrever e é algo incrível quando alguém também gosta do que é escrito hehehe. Muito obrigado por comentar o que está sentindo ♥
Sobre a escrita: caramba, não esperava por essa! Acredito eu que seja uma influência inconsciente de Game of Thrones, que segue uma pegada semelhante na narrativa. É muito bom ver que cada personagem está deixando sua marca, sendo que isso é a coisa que eu mais preso.
UAU! Essa comparação me levou às alturas, admito hehehe. Nem sei como agradecer!
Seja bem-vinda ao livro! Espero continuar mostrando uma história cada vez melhor e mais envolvente. Conto com seus comentários para saber como estou me saindo hehehe. Mais uma vez: MUITO obrigado! Fez meu dia =D
Nos vemos no próximo capítulo (que sai domingo, por sinal).
Até breve o/
Oi!
Outro capítulo ótimo, o que não é surpresa nenhuma. Já estou convencida de que você é um bom narrador e de que essa história ainda tem muito com o que instigar o leitor. É incrível como as 3 mil palavras voaram durante a leitura desse capítulo. O texto me prendeu de tal forma do início ao fim que nem pensei na possibilidade de uma pausa. Tudo o que eu queria era saber o que aconteceria depois, e depois, e depois, HAHAH.
Esse Richard é um menino bastante mórbido, não? Tem algo de muito errado com ele por conta desse comportamento (que, até agora, ele tem escondido no fundo da alma e dentro do próprio quarto). Dá até arrepios de pensar em alguém como ele. Será que ele tem alguma doença, algum distúrbio? Ou o aspecto doentio se refere apenas à personalidade dele? Talvez, as duas coisas andem juntas nessa personagem, e estou bem curiosa pra saber mais sobre ele. Ao que parece, ele não teve nenhum tipo de relacionamento com a garota morta, interessando-se por ela apenas após sua morte. Mas vamos ver o que mais ele revela ao longo dos próximos capítulos.
Ah, eu achei bem cômica essa parte em que o David tenta falar com o xerife, HAHAH. Realmente, essa tal de delegacia mais se parece com um chiqueiro, e o xerife com um próprio suíno. Eu preciso ressaltar que ando curtindo muito as tuas descrições dos locais da ilha, como da delegacia, nesse caso. Em poucas palavras (e nas palavras certas), tu consegue formar uma imagem bem clara e convincente na mente do leitor. A imundície e o desleixo do ambiente ficaram quase palpáveis pra mim.
E uau, enfim o Pat teve seu primeiro contato com um nativo. E justamente com o namorado da Jessica (não sei se dá pra dizer que eram namorados, em vista da situação, mas ok). Eu fiquei me perguntando se a tribo dos nativos, o dialeto e tal... Se tudo foi inventado para essa história ou se você coloca referências reais na tua ficção. Secotan, esse é o nome da tribo? Foi algo totalmente imaginado por você? Ou foi uma tribo que realmente existiu em um passado remoto? Fiquei curiosa sobre isso.
Enfim, espero ansiosamente pelo próximo capítulo. Quero saber como será o encontro do Pat com os nativos, e se eles realmente vão permitir esse contato. Tenho certeza que será algo bem interessante de ler, no mínimo.
Abraço e até mais!
Olá!
Um comentário lindo desses logo cedinho assim? Muito obrigado, Yokichan! Fico muito feliz que minha narrativa esteja agradando e, principalmente, que os capítulos estão passando com leveza e fluidez, mesmo contando com mais de 3 mil palavras.
Richard é bem estranho/assustador, não? Lembrando daquilo que você comentou no último capítulo, ele tem uma curiosidade mórbida, mas de maneira que extrapola todos os limites aceitáveis. Vamos ver o que acontecerá a partir daí (obviamente não quero dar spoilers hehehe).
Ah, eu amo o David. Além de muito inteligente, o garoto sabe se divertir enquanto trabalha, algo que eu acho essencial para sobreviver a todo o estresse hahaha. Sobre as descrições: fico aliviado. Eu sempre tenho um medinho de OU descrever exageradamente, OU descrever de maneira mínima (digo isso de maneira negativa). Meu mantra é "escreva o que interessa". É muito bom que você esteja gostando tanto das descrições e espero continuar fazendo um bom trabalho.
Sobre a tribo, dialetos, etc: eu resolvi misturar um pouco de realidade com ficção. Os secotan na verdade foram um conjunto de grupos de indígenas que viveram na região. Naturalmente com a colonização e a passagem dos séculos, alguns desses grupos foram extintos, enquanto outros se misturaram. Eu então optei por uma abordagem mais generalista, chamando-os apenas de secotan.
Eu também peguei outros links históricos, mas são coisas que eu prefiro não contar agora para evitar spoilers hehehe. Resumindo: tem fundo histórico, mas ocorreram alterações em prol da narrativa. Ou seja, nunca use em um trabalho de história hahahaha. Achei muito massa você perguntar isso, sério :D
Fico extremamente feliz que tenha gostado do capítulo e já esteja ansiosa pelo próximo! Espero poder cumprir com as expectativas hehehe
Abraços e até mais!
O climão já cai na minha cabeça assim, no terceiro capítulo???
AAAAAAHHHHHHHHH
CADÊ O PRÓXIMO, MELDELS
VAI FICAR PIOR, PREPARE-SE
ATÉ O PRÓXIMO O/
Poxa, adorei esse momento em que aprendemos mais sobre o Patwin, sobre suas origens. Quer dizer, todos já sabiam que ele era mestiço (até por causa do nome da história kkkk), mas não todos os detalhes, e foi muito legal abordar isso. Além de eu já ter sentido uma enorme afeição pelo Adaky, coitado do cara. Fiquei super triste quando ele contou sobre ele e a Jessica. Cada vez que mais leio (sei que demoro, mas é complicado! :V), mais sinto que a história está cada vez mais real. Fica muito mais fácil de imaginar tudo, é incrível. David se arriscando um pouco, gostei! KKK David é um personagem tão, mas tão amorzinho. Vou roubar ele de você e me casar com ele! X'D E sobre o Richard, MANO!! Tô falando, daqui a pouco esse menino vai sair matando as pessoas! Isso se não foi ele quem matou a Jessica! Estou com sérias dúvidas, apesar de parecer impossível, seguro morreu de velho!
Tudo está muito bom, intrigante (como sempre), qualquer dia vou tentar ler mais de um capítulo no mesmo dia (tentar maratonar! kkkkk)... Mas resumindo, eu estou amando! Continua isso aí minino! U.U Eu falo pra continuar mas nem tô nos capítulos mais recentes ainda! KKKK Sou é louca!
Beijinhos de chocolate, Mrs Holmes.
Oláááá!
Sempre bom ver a atualização com um comentário seu, e mais ainda lê-lo :D
Patwin é um protagonista que aos poucos vai tendo sua história revelada. Fico muito feliz que você esteja gostando do que está vendo até o momento :3
Adaky é de dar pena mesmo. Sempre que escrevo sobre ele, fico com um aperto no peito. O coitado sofre muito, e isso é apenas o começo da história. Então já alerto para que prepare o coração hehehe
AAAH, que bom, sério! Eu realmente quero que pareça real, algo que poderia ter acontecido em 1927 e ficou oculto na história por diversas razões. Ver que tudo está tão palpável é algo que me motiva ainda mais e me alegra ao ver que estou no caminho certo.
Eu amo David também HSUAHSUA. É, talvez, um dos personagens que eu mais me identifique, tudo isso graças ao humor dele. É f*** demais ver que você está gostando tanto dele a ponto de roubá-lo :V Sinto-me honrado ASHUSAHUHUAS
Richard é uma caixinha de surpresa. Não vou falar mais muito sobre o assunto para evitar spoilers, mas gosto muito de ver você especulando, então continue huheuaheuha
Ahh, que bom que você está gostando tanto, sério ♥
Eu sei como é ficar cheio de coisas e sem tempo, então não tenha pressa hahaha :P
De qualquer forma, é sempre bom ter seus comentários por aqui. E pode deixar que vou continuar, temos muitos capítulos pela frente huhuehaue
Mais uma vez: muito obrigado. Você é louca mesmo, não posso discordar ASHUASHUHUSA
Beijos ♥
Eu sou uma pessoa com gostos peculiares em fanfics (fandom Naruto, romance e comédia), mas a sua fic, a começar pelo título que mexe comigo sei lá porquê, mudou um pouco minhas preferências. Eu particularmente adoro sua escrita, ela é delicioso, flui com facilidade. Eu amo a sua narrativa.
O que eu particularmente gostei tb foi o fato de vc descrever mais situações.
Foi interessante ver David tentando algo novo, buscando informações associando o passando ao presente. Aquela carta, o estado em que estava a delegacia e o próprio delegado nos mostram muitas coisas: lá é terra de ninguém, ou na verdade de apenas uma pessoa. Estou inclinada a achar que vai sobrar para os nativos, que tb desconfio que pouco, se não nada, tem a ver com o caso.
Agora esse Richard me causa sensações ruins, ele é bem maluquinho mesmo, da certo nojo. Infelizmente o talento dele é desperdiçado naquela ilha, não sei se por isso ele age assim ou se realmente é algo patológico. Estou me perguntando o que será dele quando acharem o desenho que ele deixou para trás.
Patwin, eu ADORO esse nome, e gosto do personagem. Que encontro ele teve, como ele é perspicaz tb para fazer o Adaky aparecer. Acredito que ele seja uma pessoa verdadeira, assim como os nativos.
Estou ansciosa pelo encontro dele com o povo. Entretanto, como sou muito paranóica e junto uma coisa com a outra, fico pensando: ele sendo mestiço, juntamente com o título, será que vai ficar no meio do fogo cruzado entro nativos e o pessoal da vila?
Logo lerei os demais capítulos e comentarei.
Beijosssss
Sério, é tão bom saber que sua história conseguiu atrair diferentes tipos de leitores! Fico feliz demais em saber que minha escrita e narrativa agradam tanto você, e mais ainda em saber que impactei de alguma maneira suas visões e preferências ♥
Eu tento contar essa história como um universo. Não é algo puramente sobre Patwin (apesar dele ser o protagonista). A própria ilha de Roanoke é uma personagem viva e pulsante, com todos os seus habitantes, sejam eles membros da tribo ou pessoas da vila. David assume quase que a nossa posição perante o local: está lá em constante descoberta, sempre se lembrando do que viu e tentando destrinchar toda essa onda de mistérios. Sobre desconfianças: bem, confiar em alguém pode ser um erro neste contexto. O resto deixo com você hehehe
Richard é uma pessoa bem única, tanto para o bem como para o mal. É realmente difícil compreendê-lo, mas aos poucos mais da personalidade dele vai sendo revelada e você verá que não é apenas um artista maluco. As pessoas sempre tem algo mais oculto dentro do espírito delas.
Patwin ♥ Um dos personagens que mais gosto de escrever (junto com David). O nome é indígena, não foi escolhido por acaso hahaha. É, sem dúvidas, um homem inteligente, ainda que possa vir a ter dificuldades nessa realidade aterrorizante que é a de Roanoke.
Faz bem em ser paranoica. Não existe segurança para ninguém. Devo repetir: fico muito feliz com suas reações. Peço desculpas pela demora para responder, mas fico grato demais com cada palavra sua ♥
Nos vemos no próximo capítulo!
Beijos