Ora viva! É a primeira vez que leio uma fanfic sobre Free! e nunca havia cogitado a ideia e sequer sentido a vontade de ler algo sobre. Mas eis que esta fanfic me surge à frente - e sendo franca, já não me lembro como -, chamando a minha atenção. Gosto do anime, das personagens também, então porque não?, pensei.
Deixa-me triste saber que perdeu a versão final original da fanfic. Conheço a sensação. Mas é de certa forma reconfortante saber que esta versão também é do seu agrado.
E não só a si a história é de agrado. Esta foi uma leitura agradável para mim, uma experiência relaxante e divertida, ao ritmo de interações graciosas e envolventes entre as personagens, todas de imenso carisma e naturalidade. Uma leitura breve e suave, que se faz entre risos e sorrisos revitalizadores e aconchegantes, ideal para qualquer momento.
Aqui há uma dinâmica familiar e, por isso, de um magnetismo que lhe é próprio, que convida o leitor a uma experiência mais palpável e meiga, agraciada pela inocência e curiosidade infantis. Participações de crianças podem render interações realmente amorosas e pueris ❤️
E a propósito de crianças, foi interessante fazer uma leitura que concilia o romance ao mesmo tempo que o foco segue Ren e Ran. Foi uma abordagem realmente curiosa, e bem conseguida.
A forma como receberam e aceitaram o namoro do irmão mais velho - muito crível por sinal -, e o significado que este namoro teve no quotidiano dos gémeos, entretendo-os com fantasias férteis e animadas, foram verdadeiramente engraçados AHAHAHAH Se faltarem ideias ao casal, basta consultar os gémeos. Eles parecem bem munidos AHAHAHAHAH
A curiosidade em ver um beijo é a novidade que retém a atenção dos caçulas. E nesta situação existem essencialmente três tipos de criança: as que nutrem nojo pelo beijo na boca, podendo até manifestá-lo verbalmente com palavras de desprezo ou interjeições de repúdio; ou as que sentem curiosidade em ver pela primeira vez esta manifestação de carinho. Há ainda aquelas que se fazem presentes somente para escarnecer. Criança não tem filtro, o que sente e acha saem pela boca a fora com tamanha facilidade ahahah
Ran e Ren querem ver o beijo. Fazem questão de fazê-lo acontecer, inclusive. E para isso não estabelecem um plano, são rápidos e incisivos! Não esperava por isso, e muito menos pela facilidade com que Haru cedeu! AHAHAHAH
Tenho a percepção de ele ser uma pessoa introspectiva e na sua, por isso às vezes esqueço que Haru é igualmente desligado do seu entorno e do padrão social de comportamento, levando-o por vezes a agir de forma mais desinibida e livre que o comum esperado - o que por sua vez rende situações icónicas e hilariantes ahah
"Aconteceu alguma coisa?"
"—NÃO aconteceu alguma coisa."
AHAHAHAH Muito boa essa parte AHAH
"Está com abstinência?“
Pode ser AHAHAHAHAHAH
E a justificativa de Haru é válida. Eu perfeitamente vejo Makoto como sendo tímido neste tipo de situações. Mais do que relativo à intimidade de ambos, demonstrações afetuosas deste tipo em ambiente familiar é um tanto quanto… embaraçoso, por mais recetiva que a família seja e por maior naturalidade com que a mesma trate o assunto. Nada mais do que natural uma reação mais atrapalhada e envergonhada vinda de Makoto. Tadinho ahahahah
"—Então vocês sempre namoraram?"
AHAHAHAHAHAH A lógica de criança é uma graçinha!
O argumento de Makoto foi muito bom, mas o que a criancinha entendeu dele segue uma linha de raciocínio muito engraçada AHAHAH Explicar algo para uma criança e tentar que ela entenda o que queremos transmitir é uma desafio linguístico ímpar.
Não podia faltar uma menção honrosa à famosa cavala ahah Mas "Não foi o pior que já fizemos" com o trio escondido à escuta foi o ápice AHAHAHAHAHAH Boa maneira de terminar a história!
Ora viva! É a primeira vez que leio uma fanfic sobre Free! e nunca havia cogitado a ideia e sequer sentido a vontade de ler algo sobre. Mas eis que esta fanfic me surge à frente - e sendo franca, já não me lembro como -, chamando a minha atenção. Gosto do anime, das personagens também, então porque não?, pensei.
Deixa-me triste saber que perdeu a versão final original da fanfic. Conheço a sensação. Mas é de certa forma reconfortante saber que esta versão também é do seu agrado.
E não só a si a história é de agrado. Esta foi uma leitura agradável para mim, uma experiência relaxante e divertida, ao ritmo de interações graciosas e envolventes entre as personagens, todas de imenso carisma e naturalidade. Uma leitura breve e suave, que se faz entre risos e sorrisos revitalizadores e aconchegantes, ideal para qualquer momento.
Aqui há uma dinâmica familiar e, por isso, de um magnetismo que lhe é próprio, que convida o leitor a uma experiência mais palpável e meiga, agraciada pela inocência e curiosidade infantis. Participações de crianças podem render interações realmente amorosas e pueris ❤️
E a propósito de crianças, foi interessante fazer uma leitura que concilia o romance ao mesmo tempo que o foco segue Ren e Ran. Foi uma abordagem realmente curiosa, e bem conseguida.
A forma como receberam e aceitaram o namoro do irmão mais velho - muito crível por sinal -, e o significado que este namoro teve no quotidiano dos gémeos, entretendo-os com fantasias férteis e animadas, foram verdadeiramente engraçados AHAHAHAH Se faltarem ideias ao casal, basta consultar os gémeos. Eles parecem bem munidos AHAHAHAHAH
A curiosidade em ver um beijo é a novidade que retém a atenção dos caçulas. E nesta situação existem essencialmente três tipos de criança: as que nutrem nojo pelo beijo na boca, podendo até manifestá-lo verbalmente com palavras de desprezo ou interjeições de repúdio; ou as que sentem curiosidade em ver pela primeira vez esta manifestação de carinho. Há ainda aquelas que se fazem presentes somente para escarnecer. Criança não tem filtro, o que sente e acha saem pela boca a fora com tamanha facilidade ahahah
Ran e Ren querem ver o beijo. Fazem questão de fazê-lo acontecer, inclusive. E para isso não estabelecem um plano, são rápidos e incisivos! Não esperava por isso, e muito menos pela facilidade com que Haru cedeu! AHAHAHAH
Tenho a percepção de ele ser uma pessoa introspectiva e na sua, por isso às vezes esqueço que Haru é igualmente desligado do seu entorno e do padrão social de comportamento, levando-o por vezes a agir de forma mais desinibida e livre que o comum esperado - o que por sua vez rende situações icónicas e hilariantes ahah
"Aconteceu alguma coisa?"
"—NÃO aconteceu alguma coisa."
AHAHAHAH Muito boa essa parte AHAH
"Está com abstinência?“
Pode ser AHAHAHAHAHAH
E a justificativa de Haru é válida. Eu perfeitamente vejo Makoto como sendo tímido neste tipo de situações. Mais do que relativo à intimidade de ambos, demonstrações afetuosas deste tipo em ambiente familiar é um tanto quanto… embaraçoso, por mais recetiva que a família seja e por maior naturalidade com que a mesma trate o assunto. Nada mais do que natural uma reação mais atrapalhada e envergonhada vinda de Makoto. Tadinho ahahahah
"—Então vocês sempre namoraram?"
AHAHAHAHAHAH A lógica de criança é uma graçinha!
O argumento de Makoto foi muito bom, mas o que a criancinha entendeu dele segue uma linha de raciocínio muito engraçada AHAHAH Explicar algo para uma criança e tentar que ela entenda o que queremos transmitir é uma desafio linguístico ímpar.
Não podia faltar uma menção honrosa à famosa cavala ahah Mas "Não foi o pior que já fizemos" com o trio escondido à escuta foi o ápice AHAHAHAHAHAH Boa maneira de terminar a história!
Continue escrevendo o/
~Diamara Passarinho