Comentários em “O Sangue do Mestiço”: “Memória maculada”

The Siren
Destacado pelo autor

Estou adorando, como sempre! Apesar de ainda estar no início, sinto que há tanto, e tantas surpresas por vir! Eu adoro histórias assim (creio que já disse isso), cheias de mistérios e um suspense agradável — que tipo de suspense é agradável? —, o jeito que as coisas estão se desenvolvendo me deixa cada vez mais intrigada.

Richard divando, como sempre! E tenho cada vez mais suspeitas de que ele tem algo envolvido nisso tudo, ou vai ter, já que ele ficou tão empolgado nisso. É algo mórbido demais (se bem que quase todos os artistas são meio mórbidos ou "diferentes")... Eu não sei porque, mas adorei a cena dele pintando o quadro da Jessica (PRECISO DE AJUDA PROFISSIONAL, SOCORRO!), foi algo tão interessante e diferente. Nunca tinha lido algo assim antes. E ainda, na hora em que ele percebe que está todo manchado de vermelho, e se sente como o autor do crime, e de alguma forma gosta disso, essa parte foi incrível! Eu simplesmente consegui sentir a verossimilidade (nunca pensei que eu usaria uma palavra tão complicada para explicar algo) do personagem! É como se todos fossem reais, mas o Richard é o que se parece mais "humano", ele e Patwin.

E por falar no Patwin, eu simplesmente estou adorando ele como protagonista. Apesar desse cara ter vários segredos, espero que descubramos eles no desenvolver da trama. AAAH, já ia me esquecendo do David! Até então eu pensava que ele era uma criança! KKKK Não sei porque, eu imaginava ele como uma criança andando com Patwin, sempre! Agora que descubro que ele tem 19 anos, fiquei totalmente bugada! Mas né, isso são problemas mentais meus, não há razão de partilhar! KKKKK

Resumindo: A história está se tornando cada vez mais intrigante! Eu gostaria de conseguir ler mais capítulos e mais rápido, mas simplesmente fico super ocupada! ;-; Sempre que eu puder lerei, porque estou adorando a história!

Beijinhos de chocolate, Mrs Holmes.

Júlio Oliveira

Olá, Mrs Holmes!

Demorei (como de costume) para responder, mas aqui estou HAHAHA.

Creio que já falei, mas não custa repetir: que comentário mais lindo ♥ Sim, tem muita coisa para acontecer ainda e você ainda vai se surpreender bastante ;)

Seu amor por Richard continua me assombrando, ainda mais levando em consideração cada ação dele neste capítulo (e nos próximos). A veia artística dele é bem única, temos que admitir. E sim: acredito que a busca por ajuda profissional é uma boa opção HAHAHAHA. Brincadeiras à parte, fico extremamente feliz em ver você amando um personagem (entre outros) da obra! Eu tinha medo de algumas pessoas acharem essa cena da pintura enfadonha ou desnecessária, então é ótimo ver que você não só captou a essência como aproveitou intensamente (o que é assustador) ♥

"É como se todos fossem reais", objetivo de vida. Sério, se tem uma coisa que me atrai em grandes obras (como "O Poderoso Chefão", o game "The Last of Us", entre outros) são seus personagens. Então é algo que eu tento a todo momento levar para minhas histórias: bons personagens e únicos de alguma maneira. Então mais uma vez: muito obrigado ♥

Garanto que a cada novo capítulo você conhecerá mais e mais do nosso amigo Patwin. Sobre David: estou morrendo de rir aqui HUASUHASHUAS. Você é a primeira a dizer isso, mas eu tenho minha parcela de culpa ao chamá-lo de "pequeno" o tempo inteiro. É só uma questão de estatura física mesmo hehehehe.

Holmes, eu te entendo demais. Leia no seu próprio ritmo e comente quando puder (porque eu estou simplesmente amando seus comentários) ♥ Fico feliz demais que esteja gostando tanto da obra :3

Beijos e até o próximo capítulo!

Yokichan

Olá.

Que capítulo bacana de ler, assim como o anterior. Eu preciso repetir que gosto muito do tom da tua narrativa. Não é cansativo, apesar da extensão do texto, e tem me deixado cada vez mais intrigada com a história. Então, uma morte acontece justo na chegada dos nossos personagens... Sinistro, hein? E esse sinistro descamba para o grotesco quando o próprio Pat vê o corpo da menina, ao vivo e a cores (com todas as cores, eu diria). Eu curti o modo como você descreveu essa cena, deixando clara a crueza do assassinato mas, ao mesmo tempo, usando poucas palavras, permitindo que a cena se formasse livremente na imaginação do leitor. Esse é um dos motivos pelos quais considero tua escrita "limpa", sem rebuscamentos desnecessários e bastante certeira naquilo que tu tem intenção de apontar.

Uma coisa que me deixou pensando durante a leitura desse capítulo foi essa questão de o ser humano ser especialmente atraído pela morte, ou pela visão da morte. É só dizer ao povo que na próxima esquina há algum atropelado e estrebuchando que todo mundo corre pra ver. Não é apenas curiosidade, é uma curiosidade mórbida, uma atração para a violência da morte. Por mais que a maioria das pessoas repudie esse tipo de coisa, ainda assim vão querer ver um corpo decepado, por exemplo. É quase instintivo.

O final do capítulo me pregou uma peça, HAHAH. Quando apareceu essa imagem do pai do Pat, falando com ele, eu pensei: opa, o homem não tinha morrido? Será um fantasma ou será que não entendi bem? Mas aí a coisa se esclareceu e eu percebi que, realmente, era apenas uma imagem (mais forte do que uma lembrança, mas não tão palpável quanto algo vivo). Seria um tipo de visão? Isso me deixou encucada.

Enfim, estou gostando muito da história e estarei aqui aguardando pelas tuas respostas aos meus comentários e por mais um capítulo. Sinto que ainda temos muitas coisas surpreendentes pela frente.

Até!

Júlio Oliveira

Muito bom ler mais um comentário seu, Yokichan! E melhor ainda ver que você está gostando da história =D

Fico muito feliz que a narrativa esteja agradável. Tendo em vista a extensão do texto, eu temia que em algum momento ele se tornasse monótono (ainda que eu sempre leia buscando detectar algo do tipo e sanar) ou simplesmente lento. Eu realmente gosto de contar o essencial e, se algo está ali, é porque tem alguma utilidade para a história (nem que a utilidade seja enganar o leitor com uma pista falsa hahaha).

Sobre a cena do cadáver de Jessica: fico aliviado que tenha funcionado. Eu temia descambar pro "gratuito", mas também não queria tornar a cena leve. Ela realmente tinha que ter seu peso, até mesmo para o leitor entender a reação de Pat. Fiquei bem feliz ao ver esse tema (sobre o fascínio pela morte) despertou algum tipo de pensamento em você. É algo que eu sempre questionei (como quando ocorre um acidente e aparece um monte de IDIOTA com uma câmera na mão expondo alguém ao invés de buscar ajuda) e até hoje não entendo.

Sobre o final: é literalmente a lembrança viva do pai de Pat. Ele sente que tem uma verdadeira dívida com o pai e mais detalhes dessa relação serão vistos ao longo dos capítulos.

Fico extremamente feliz e grato que esteja gostando da história. Devo dizer que também estou adorando seus comentários hehehe

E sim, tem muuita coisa pra acontecer ;)

Até o próximo. Beijos!

Matheus Braga

Mas oi???? '-'

Vomitei meu pâncreas aqui com a descrição da morte da guria, mas passo bem. *o*

E o que foi essa visão aí, senhor Patinho? *Sim, vou chamar o Patwin de Patinho porque SIM* o_o

Bora pro próximo :)

Júlio Oliveira

O pâncreas passa bem? Espero que sim huehuehue.

"senhor Patinho", eu ri demais com isso aqui, sério HSAUHASHAS.

Até breve :D

Phoenix

Eu estou com muita curiosidade a respeito do Richard. Ele parece ser bem estranho é essa atitude de desenhar e gostar de ter visto tal cena me causou muitas dúvidas.

Eu suspeitava que Jessica fosse filha do tal prefeito, o que foi confirmado, mas quem poderia tê-la matado? Não acho que seria um nativo, mas não dá para ter certeza.

No primeiro capítulo fala que muitas pessoas desapareceram, será que elas serão encontradas dessa mesma forma?

Com isso me questiono se todos os desaparecimentos são frutos de uma mesma pessoa, se é apenas uma pessoa a cometer tal brutalidade e quem seria capaz de tal ato e pq?

Parabéns pela fic e até o próximo capítulo

Júlio Oliveira

Richard é realmente um rapaz MUITO estranho. Você verá com os próprios olhos hehehe

Será que foi um nativo? Será que foi um branco? Será que foi um humano? Várias perguntas que eu não pretendo responder, mas a história dará a resposta no tempo certo hahaha

Só uma coisinha, Phoenix: as pessoas desaparecidas que são faladas no primeiro capítulo são referentes a um evento que aconteceu durante a colonização de Roanoke, há cerca de 400 anos em relação a história. Caso queira conhecer mais sobre a lenda, existe um artigo no wikipedia que é bom (e tem boas fontes): https://pt.wikipedia.org/wiki/Col%C3%B4nia_de_Roanoke

Muito obrigado pelo comentário! Nos vemos capítulo que vem ♥