O tempo passou, mas sua assinatura tá aqui, Bee, e isso é incrível. Juro que nem acreditei quando abri o Nyah por brincadeira e tinha um conto novo seu - e justamente da música que se tornou um hino e um mantra pra mim nos últimos 7 meses pós-término, um período em que eu não conseguia respirar e que, no fim, foi a terrível seca. Eu entendo a B - e sim, eu entendo a sua escolha de nome, eu mesmo faço isso com os meus contos. Todos, diga-se de passagem. Às vezes a gente só vai e não vê que, no fim, estamos distantes demais do que planejávamos no começo. A gente aprende e cresce, mas sente que está decepcionando sempre a nós mesmos por não estarmos, sei lá, fazendo aquilo que nos faz feliz.
No fim, volto a dizer: eu amo a sua assinatura nas histórias, e a leveza dela mesmo quando se trata de um dos dilemas mais terríveis da vida adulta: as escolhas que a gente tem que tomar sem a ajuda de outros. Aquelas que a gente toma sem poder contar com os outros. Escolhas nossas e consequências também.
Estava com saudade, dos contos e de você. Talvez tenha ficado mais poético e filosófico com o tempo - culpa da faculdade -, mas eu ainda vibro sempre que tem algo seu, Bee, pra eu enaltecer.
Continuarei por aqui, esperando (os próximos, talvez).
O tempo passou, mas sua assinatura tá aqui, Bee, e isso é incrível. Juro que nem acreditei quando abri o Nyah por brincadeira e tinha um conto novo seu - e justamente da música que se tornou um hino e um mantra pra mim nos últimos 7 meses pós-término, um período em que eu não conseguia respirar e que, no fim, foi a terrível seca. Eu entendo a B - e sim, eu entendo a sua escolha de nome, eu mesmo faço isso com os meus contos. Todos, diga-se de passagem. Às vezes a gente só vai e não vê que, no fim, estamos distantes demais do que planejávamos no começo. A gente aprende e cresce, mas sente que está decepcionando sempre a nós mesmos por não estarmos, sei lá, fazendo aquilo que nos faz feliz.
No fim, volto a dizer: eu amo a sua assinatura nas histórias, e a leveza dela mesmo quando se trata de um dos dilemas mais terríveis da vida adulta: as escolhas que a gente tem que tomar sem a ajuda de outros. Aquelas que a gente toma sem poder contar com os outros. Escolhas nossas e consequências também.
Estava com saudade, dos contos e de você. Talvez tenha ficado mais poético e filosófico com o tempo - culpa da faculdade -, mas eu ainda vibro sempre que tem algo seu, Bee, pra eu enaltecer.
Continuarei por aqui, esperando (os próximos, talvez).
Xoxo
Deboni