Estou amando a história, gosto de como você entra no jeito de pensar do Light, porque ele é um personagem complexo pra mim, quero ver onde o plano dele vai ser levado e se ele vai realmente triunfar no final da história. Ansiosa pro próximo capítulo!
Ele é de fato um personagem extremamente complexo. Eu já escrevi uma one-shot narrada pelo L e tive bem menos dificuldade para retratar o que se passa na mente do detetive do que para retratar agora o que se passa na mente do Light, kkkkkk. Tem sido um desafio pra mim, porque costumo trabalhar com personagens mais dramáticos e emotivos, não tão racionais e contidos. Sei que é difícil não fugir um pouco do personagem original, afinal não fui eu que o criei. De qualquer forma, não quero que fique algo inverossímil. Quero uma trama convincente e que tenha algo a acrescentar ao fandom de Death Note. Às vezes eu penso: "Isso parece algo que o Light diria?". Por esse motivo, estou podando todo tipo de pensamento emotivo ao escrever, já que emoção não é lá um dos pontos-chave da personalidade dele, kkkkkkk. No entanto, isso não quer dizer que ele vá ser um monstrinho frio ao longo de toda a história. A partir do segundo ato, vou expor bastante o lado mais humano dele. Afinal, Light Yagami também é gente, kkkkkkkk.
Realmente, sempre é bom ressaltar que a gente nem sempre concorda com o ponto de vista de alguns personagens nas nossas fanfics. Tipo, eu sou professora, e sendo quem eu sou, acreditar nessa de que bandido bom é bandido morto é basicamente negar a necessidade da minha profissão ;-; eu realmente tento não pensar dessa forma, mas sempre tem aqueles casos extremos em que só conseguimos ver uma "solução".
Mais uma vez, parabéns pelo capítulo lindamente escrito! Sempre que leio uma fanfic sua de DN fico com a certeza de que irei rever meus conceitos hehe
Claro que notei, eu sempre noto cada comentário lindo que recebo ♥ Sempre tento responder todos os reviews da melhor forma possível. Muitas vezes até faço uma reflexão na resposta e acabo falando demais, kkkkkkk. É que eu não gosto de responder algo curto do tipo: "Obrigada, fico feliz que você tenha gostado, até o próximo capítulo". Eu tenho prazer em criar uma conexão com os meus leitores, em interagir com eles, em saber o que eles estão achando da história, dos personagens etc. É sempre bom ter um feedback =D
Ah, eu te entendo o/ Você é professora de quê? Eu sou estudante de Letras e pretendo dar aulas de português, Literatura e idiomas estrangeiros, enfim, tudo o que eu mais amo, haha. Muitos questionam se as aulas de Literatura são realmente úteis e isso me deixa no chão y.y A Literatura dá voz a grupos oprimidos, justamente os grupos que são constantemente silenciados. Talvez se esses grupos não fossem tão silenciados e ignorados pelos poderosos, não precisaríamos questionar tanto o que fazer com os criminosos advindos desses grupos.
Bom, é certo que existem aqueles serial killers sem empatia nenhuma, tipo os psicopatas que a gente vê no Investigação Discovery, kkkkkkkk. Mas acredito que essas pessoas más "por natureza" sejam minoria. Muita gente entra pro crime por falta de oportunidade. A pessoa estuda desde pequena numa escola com pouca infraestrutura e você quer compará-la com a pessoa que estuda nos melhores colégios do país? O ensino é desigual, logo o resultado disso lá na frente será desigual também. Por melhor que seja a semente, não vai sair nada se você plantá-la num solo infértil. Claro que existem exceções, não tô dizendo que o cara da periferia não pode se tornar o CEO de uma empresa, mas analisar uma situação com base em exceções não é lá muito inteligente. Na verdade, é só uma forma de manipular o povão. A falácia da meritocracia existe justamente para fazer as pessoas acharem que tá muito bom do jeito que tá e que são elas que não tão se esforçando direito. Oras, quer coisa mais conveniente para o opressor do que jogar a culpa e a responsabilidade toda em cima do oprimido? Só observo...
Foi mal, acho que me empolguei xD
Fico muito feliz que as minhas histórias de DN te façam refletir, é essa a intenção, kkkkkkkk :v Acho que eu não recebo muitos reviews porque eu me aprofundo bastante nas reflexões, o que pode ser enfadonho para algumas pessoas, kkkkkkkk. Mas não se preocupe, não pretendo mudar o meu estilo de escrita só para ganhar mais reviews. Eu sei o que faz sucesso aqui no site e tenho capacidade para escrever algo do gênero, mas estou feliz com as minhas histórias cheias de reflexões sobre a vida, o universo e tudo o que há nele, kkkkkkkk. A minha mãe diz que eu faço discurso, mas ok, eu faço mesmo, haha. E eu fico muito feliz em saber que os meus "discursos" te tocam de alguma forma :3 Afinal, o que importa não é o número de palmas, mas de onde vêm os aplausos ♥
Estou amando a história, gosto de como você entra no jeito de pensar do Light, porque ele é um personagem complexo pra mim, quero ver onde o plano dele vai ser levado e se ele vai realmente triunfar no final da história. Ansiosa pro próximo capítulo!
Ele é de fato um personagem extremamente complexo. Eu já escrevi uma one-shot narrada pelo L e tive bem menos dificuldade para retratar o que se passa na mente do detetive do que para retratar agora o que se passa na mente do Light, kkkkkk. Tem sido um desafio pra mim, porque costumo trabalhar com personagens mais dramáticos e emotivos, não tão racionais e contidos. Sei que é difícil não fugir um pouco do personagem original, afinal não fui eu que o criei. De qualquer forma, não quero que fique algo inverossímil. Quero uma trama convincente e que tenha algo a acrescentar ao fandom de Death Note. Às vezes eu penso: "Isso parece algo que o Light diria?". Por esse motivo, estou podando todo tipo de pensamento emotivo ao escrever, já que emoção não é lá um dos pontos-chave da personalidade dele, kkkkkkk. No entanto, isso não quer dizer que ele vá ser um monstrinho frio ao longo de toda a história. A partir do segundo ato, vou expor bastante o lado mais humano dele. Afinal, Light Yagami também é gente, kkkkkkkk.
Obrigada por comentar, agradeço demais ♥
~autora-senpai me notou =>.<= yaaaaay~
Realmente, sempre é bom ressaltar que a gente nem sempre concorda com o ponto de vista de alguns personagens nas nossas fanfics. Tipo, eu sou professora, e sendo quem eu sou, acreditar nessa de que bandido bom é bandido morto é basicamente negar a necessidade da minha profissão ;-; eu realmente tento não pensar dessa forma, mas sempre tem aqueles casos extremos em que só conseguimos ver uma "solução".
Mais uma vez, parabéns pelo capítulo lindamente escrito! Sempre que leio uma fanfic sua de DN fico com a certeza de que irei rever meus conceitos hehe
Claro que notei, eu sempre noto cada comentário lindo que recebo ♥ Sempre tento responder todos os reviews da melhor forma possível. Muitas vezes até faço uma reflexão na resposta e acabo falando demais, kkkkkkk. É que eu não gosto de responder algo curto do tipo: "Obrigada, fico feliz que você tenha gostado, até o próximo capítulo". Eu tenho prazer em criar uma conexão com os meus leitores, em interagir com eles, em saber o que eles estão achando da história, dos personagens etc. É sempre bom ter um feedback =D
Ah, eu te entendo o/ Você é professora de quê? Eu sou estudante de Letras e pretendo dar aulas de português, Literatura e idiomas estrangeiros, enfim, tudo o que eu mais amo, haha. Muitos questionam se as aulas de Literatura são realmente úteis e isso me deixa no chão y.y A Literatura dá voz a grupos oprimidos, justamente os grupos que são constantemente silenciados. Talvez se esses grupos não fossem tão silenciados e ignorados pelos poderosos, não precisaríamos questionar tanto o que fazer com os criminosos advindos desses grupos.
Bom, é certo que existem aqueles serial killers sem empatia nenhuma, tipo os psicopatas que a gente vê no Investigação Discovery, kkkkkkkk. Mas acredito que essas pessoas más "por natureza" sejam minoria. Muita gente entra pro crime por falta de oportunidade. A pessoa estuda desde pequena numa escola com pouca infraestrutura e você quer compará-la com a pessoa que estuda nos melhores colégios do país? O ensino é desigual, logo o resultado disso lá na frente será desigual também. Por melhor que seja a semente, não vai sair nada se você plantá-la num solo infértil. Claro que existem exceções, não tô dizendo que o cara da periferia não pode se tornar o CEO de uma empresa, mas analisar uma situação com base em exceções não é lá muito inteligente. Na verdade, é só uma forma de manipular o povão. A falácia da meritocracia existe justamente para fazer as pessoas acharem que tá muito bom do jeito que tá e que são elas que não tão se esforçando direito. Oras, quer coisa mais conveniente para o opressor do que jogar a culpa e a responsabilidade toda em cima do oprimido? Só observo...
Foi mal, acho que me empolguei xD
Fico muito feliz que as minhas histórias de DN te façam refletir, é essa a intenção, kkkkkkkk :v Acho que eu não recebo muitos reviews porque eu me aprofundo bastante nas reflexões, o que pode ser enfadonho para algumas pessoas, kkkkkkkk. Mas não se preocupe, não pretendo mudar o meu estilo de escrita só para ganhar mais reviews. Eu sei o que faz sucesso aqui no site e tenho capacidade para escrever algo do gênero, mas estou feliz com as minhas histórias cheias de reflexões sobre a vida, o universo e tudo o que há nele, kkkkkkkk. A minha mãe diz que eu faço discurso, mas ok, eu faço mesmo, haha. E eu fico muito feliz em saber que os meus "discursos" te tocam de alguma forma :3 Afinal, o que importa não é o número de palmas, mas de onde vêm os aplausos ♥