Quero primeiro comentar que achei que você iria fazer uma conexão direta entre os dois poemas e continuar a história do urso, porém, você fez uma conexão indireta. Da própria neve sentindo a fraqueza, a falta de forças - o que dá para ligar inteiramente ao primeiro, como também dá para pensar separadamente. As duas formas dão ao poema ideias que se unem, mas, ao mesmo tempo são singulares.
Eu queria te indicar um documentário que vi há muitos anos, chamado "Uma Verdade Inconveniente", que trata dessa temática. E, depois, eu não lembro agora o nome, pode me perguntar outro dia se quiser ou buscar no google, tem dois autores muito famosos na Academia que dizem que o Aquecimento Global é uma falácia. Se quiser se aprofundar mais sobre o assunto, depois pode usar essas duas fontes.
Enfim, mas vamos ao seus poemas.
Primeiro, pensando unido ao primeiro: você pode pensar na lágrima não pela fraqueza de fato, mas pelas mortes que essa fraqueza pode trazer aos seus filhos, aos que vivem sobre essa neve, essa terra, esse gelo.
Pensando separado: você pode pensar somente como a fraqueza afeta ao mundo - e não necessariamente pensar nisso de forma altruísta, mas egoísta, o que dá muito mais humanidade do que, talvez, você quisesse passar quando pensou na prosopopeia.
Segundo: eu gostei muito das duas figuras de linguagem que você utilizou, mas, a anáfora no primeiro poema teve muito mais força, porque você utilizou ela até o "talo". Aqui, ela não funcionou tão bem, o que faria funcionar melhor seria você colocar todos os versos de uma estrofe usando a mesma anáfora. "O gelo"/ "a neve", etc. Mas gostei mesmo assim, é mais uma sugestão sonora do que qualquer outra coisa.
Terceiro: em relação ao poema em si, pensando-o separadamente. A questão da personificação dá muita força ao sentimento dentro do seu poema, porque você consegue trazer as noções humanas mais sensíveis para a natureza e, ao trazer essa humanidade, você faz com que o humano se identifique, o que ficou muito claro no texto enquanto eu ia lendo e me aprofundando nas dores do poema.
A sua poesia é bem simples, mas essa simplicidade faz com que ela seja o suficiente para cativar - o que muitos autores fazem, na tentativa de uma pompa, é esmagar toda a sensação que poderíamos ter, mas não conseguimos. Você conseguiu e, por isso, eu te parabenizo muito.
Obrigada por participar do desafio aos leitores, Pri. ♥
O que mais gostei: Anáfora, de novo.
O que acho que pode melhorar: O uso da anáfora poderia ter sido total nos versos dentro de cada estrofe.
Muito obrigada por ter disposto do seu tempo para ler esse poema também e deixado esse divônico feedback, muchas gracias mesmo :-D
Minha intenção era fazer dois poemas sem ligação direta, mas que mesmo assim tivessem um Q em comum. Foi mesmo uma conexão indireta como você bem pontuou.
Sobre o documentário "Uma verdade inconveniente" (aquele com o quase presidente dos Estados Unidos, né? :v), eu assisti há muito tempo para um trabalho da faculdade.
Embora eu não acredite em tudo o que foi abordado nele e existam mesmo teses que questionem o aquecimento global, acredito que as ações humanas têm efeito no ambiente sim. Talvez não na escala como o Al Gore quis passar, mas também não duvido do nosso poder destrutivo na natureza.
Com esse poema (os dois, na verdade), eu tentei retratar os efeitos dessa influência porque é algo que me entristece a lot. Mesmo que a responsabilidade não seja 100% nossa.
Sobre as figuras de linguagem, eu usei a anáfora meio por acidente (?) e aí não achei necessário usar 100% dela. Fiz até um teste enquanto escrevia e não gostei muito da sonoridade (por que, eu não sei kkkkkk). Mas vou reler o poema dos dois jeitos e, se sentir que era coisa da minha cabeça, faço as edições bonitinho. Obrigada pelo toque ;-)
Eu adoro personificação ♥ É a segunda vez que uso esse recurso e acho que dá mesmo uma profundidade ao discurso mostrar a natureza no lugar do homem, digamos assim, sentindo o que nós sentimos, compartilhando o mesmo repertório, ligando-se a nós por meio desses feelings todos. No ano passado, fiz um conto com os quatro elementos e também gostei demais da experiência. Acho que é a minha figura de linguagem favorita ♥ e fico muito feliz que tenha aprovado o uso nesse poema.
Sim, minha poesia é bem simples mesmo :v Eu acho super divônico poemas mais elaborados, com uma linguagem mais profunda e até rebuscada, mas também adoro construções mais "limpas" que são mais fáceis de absorver e transmitir uma mensagem.
Muito obrigada mais uma vez pelo comentário ♥
Na medida do possível, sempre vou participar dos desafios do Caneta ♥ Melhor grupo que a gente respeita :v
Bjs!
M
MischiefLaufeyson
Eu só não me lavei em lágrimas porque tem gente perto kkk. Ficou incrível :3. Não me canso de pensar que amo tudo que você escreve. ♥
Muiiiiiiiiiito obrigada, chuchu! Muito happy que tenha te emocionado :-)
Foi muito especial escrever esse soneto também.
Super obrigada pelos elogios, viu?
Bjs!
M
Marcondes
"Estou participando do DESAFIO AS FLORES DA NEVE do GRUPO CANETA TINTEIRO".
Este segundo poema também foi uma leitura agradável, Pri. Novamente, você escreveu sobre uma temática ambiental e o bom uso da personificação tornou a leitura, além de comovente algo bem realista. Afinal, é fácil notarmos que o nosso planeta continua a ser alterado e destruído por causa das ininterruptas ações humanas.
Este poema transmite uma sensação de tristeza uniforme, mas o faz de forma muito sensível, elegante. Novamente meus parabéns! Espero ler mais poemas seus.
Olá, Marcondes! Obrigada por ter lido o segundo poema e por mais um feedback atencioso.
Adoro usar personificação e foi muito legal usar nesse poema para dar sentimento à natureza, alma, e propor uma reflexão maior sobre os danos que causamos ao ambiente através da visão desses elementos. Que bom que curtiu esse também, fico feliz!
Amei a forma como você usou as figuras de linguagem, também amei a maneira como você escreveu esse poema, ficou tão lindo que fiquei bobinha aqui desse lado do computador. >_>
Wow! Eu nem mesmo sei direito o que falar! Que poemas lindos, tristes, porém incrivelmente belos! Há certa beleza na tristeza, pelo menos eu penso assim. Infelizmente, o ser humano é uma criatura cruel, não é mesmo? Eu realmente tive um misto de sentimentos lendo estes dois poemas, me sensibilizei muito. Estava super triste, pois o mundo está cada vez pior por nossa causa. Porém, também fiquei admirada com suas habilidades de escrita. Você disse que não é muito boa nas notas iniciais, mas é claro que não! Você é incrível.
Primeiramente, muito obrigada por ter disposto do seu tempo para ler meus poemas e pelo feedback ♥
Fico muito feliz que eles tenham te despertado esse misto de sentimentos. Realmente há uma beleza na tristeza e como eu tava triste com a notícia do urso polar, acabei levando esse sentimento para a escrita e tentei fazer algo delicado ao mesmo tempo.
É tão bad ver o mundo indo pro buraco assim :-/ Vivo esperando dias melhores como aquela música do Jota Quest...
Oi, Pessoinha! *-* Eu amei, amei e amei esse soneto. Estou deveras triste e apaixonada por suas palavras. Grata por estar sempre compartilhando suas ideias sempre tão lindas e envolventes conosco. ♥
Olá, de novo.
Quero primeiro comentar que achei que você iria fazer uma conexão direta entre os dois poemas e continuar a história do urso, porém, você fez uma conexão indireta. Da própria neve sentindo a fraqueza, a falta de forças - o que dá para ligar inteiramente ao primeiro, como também dá para pensar separadamente. As duas formas dão ao poema ideias que se unem, mas, ao mesmo tempo são singulares.
Eu queria te indicar um documentário que vi há muitos anos, chamado "Uma Verdade Inconveniente", que trata dessa temática. E, depois, eu não lembro agora o nome, pode me perguntar outro dia se quiser ou buscar no google, tem dois autores muito famosos na Academia que dizem que o Aquecimento Global é uma falácia. Se quiser se aprofundar mais sobre o assunto, depois pode usar essas duas fontes.
Enfim, mas vamos ao seus poemas.
Primeiro, pensando unido ao primeiro: você pode pensar na lágrima não pela fraqueza de fato, mas pelas mortes que essa fraqueza pode trazer aos seus filhos, aos que vivem sobre essa neve, essa terra, esse gelo.
Pensando separado: você pode pensar somente como a fraqueza afeta ao mundo - e não necessariamente pensar nisso de forma altruísta, mas egoísta, o que dá muito mais humanidade do que, talvez, você quisesse passar quando pensou na prosopopeia.
Segundo: eu gostei muito das duas figuras de linguagem que você utilizou, mas, a anáfora no primeiro poema teve muito mais força, porque você utilizou ela até o "talo". Aqui, ela não funcionou tão bem, o que faria funcionar melhor seria você colocar todos os versos de uma estrofe usando a mesma anáfora. "O gelo"/ "a neve", etc. Mas gostei mesmo assim, é mais uma sugestão sonora do que qualquer outra coisa.
Terceiro: em relação ao poema em si, pensando-o separadamente. A questão da personificação dá muita força ao sentimento dentro do seu poema, porque você consegue trazer as noções humanas mais sensíveis para a natureza e, ao trazer essa humanidade, você faz com que o humano se identifique, o que ficou muito claro no texto enquanto eu ia lendo e me aprofundando nas dores do poema.
A sua poesia é bem simples, mas essa simplicidade faz com que ela seja o suficiente para cativar - o que muitos autores fazem, na tentativa de uma pompa, é esmagar toda a sensação que poderíamos ter, mas não conseguimos. Você conseguiu e, por isso, eu te parabenizo muito.
Obrigada por participar do desafio aos leitores, Pri. ♥
O que mais gostei: Anáfora, de novo.
O que acho que pode melhorar: O uso da anáfora poderia ter sido total nos versos dentro de cada estrofe.
Oi, dona Mille ^^
Muito obrigada por ter disposto do seu tempo para ler esse poema também e deixado esse divônico feedback, muchas gracias mesmo :-D
Minha intenção era fazer dois poemas sem ligação direta, mas que mesmo assim tivessem um Q em comum. Foi mesmo uma conexão indireta como você bem pontuou.
Sobre o documentário "Uma verdade inconveniente" (aquele com o quase presidente dos Estados Unidos, né? :v), eu assisti há muito tempo para um trabalho da faculdade.
Embora eu não acredite em tudo o que foi abordado nele e existam mesmo teses que questionem o aquecimento global, acredito que as ações humanas têm efeito no ambiente sim. Talvez não na escala como o Al Gore quis passar, mas também não duvido do nosso poder destrutivo na natureza.
Com esse poema (os dois, na verdade), eu tentei retratar os efeitos dessa influência porque é algo que me entristece a lot. Mesmo que a responsabilidade não seja 100% nossa.
Sobre as figuras de linguagem, eu usei a anáfora meio por acidente (?) e aí não achei necessário usar 100% dela. Fiz até um teste enquanto escrevia e não gostei muito da sonoridade (por que, eu não sei kkkkkk). Mas vou reler o poema dos dois jeitos e, se sentir que era coisa da minha cabeça, faço as edições bonitinho. Obrigada pelo toque ;-)
Eu adoro personificação ♥ É a segunda vez que uso esse recurso e acho que dá mesmo uma profundidade ao discurso mostrar a natureza no lugar do homem, digamos assim, sentindo o que nós sentimos, compartilhando o mesmo repertório, ligando-se a nós por meio desses feelings todos. No ano passado, fiz um conto com os quatro elementos e também gostei demais da experiência. Acho que é a minha figura de linguagem favorita ♥ e fico muito feliz que tenha aprovado o uso nesse poema.
Sim, minha poesia é bem simples mesmo :v Eu acho super divônico poemas mais elaborados, com uma linguagem mais profunda e até rebuscada, mas também adoro construções mais "limpas" que são mais fáceis de absorver e transmitir uma mensagem.
Muito obrigada mais uma vez pelo comentário ♥
Na medida do possível, sempre vou participar dos desafios do Caneta ♥ Melhor grupo que a gente respeita :v
Bjs!
Eu só não me lavei em lágrimas porque tem gente perto kkk. Ficou incrível :3. Não me canso de pensar que amo tudo que você escreve. ♥
Muiiiiiiiiiito obrigada, chuchu! Muito happy que tenha te emocionado :-)
Foi muito especial escrever esse soneto também.
Super obrigada pelos elogios, viu?
Bjs!
"Estou participando do DESAFIO AS FLORES DA NEVE do GRUPO CANETA TINTEIRO".
Este segundo poema também foi uma leitura agradável, Pri. Novamente, você escreveu sobre uma temática ambiental e o bom uso da personificação tornou a leitura, além de comovente algo bem realista. Afinal, é fácil notarmos que o nosso planeta continua a ser alterado e destruído por causa das ininterruptas ações humanas.
Este poema transmite uma sensação de tristeza uniforme, mas o faz de forma muito sensível, elegante. Novamente meus parabéns! Espero ler mais poemas seus.
Olá, Marcondes! Obrigada por ter lido o segundo poema e por mais um feedback atencioso.
Adoro usar personificação e foi muito legal usar nesse poema para dar sentimento à natureza, alma, e propor uma reflexão maior sobre os danos que causamos ao ambiente através da visão desses elementos. Que bom que curtiu esse também, fico feliz!
Muito obrigada :-)
Abraço!
Olá, flor. Bom dia! (de novo q)
Amei a forma como você usou as figuras de linguagem, também amei a maneira como você escreveu esse poema, ficou tão lindo que fiquei bobinha aqui desse lado do computador. >_>
Meus parabéns, tá? ♥
O que mais gostei: A simplicidade dos versos
Oi de novo, amore!
Poxa, muito obrigada por mais um feedback lindo, fico feliz que tenha curtido esse poema também ♥
Amei escrever esse também, que bom que te tocou e te deixou bobinha XD
Obrigada por tudo, bjs!
Wow! Eu nem mesmo sei direito o que falar! Que poemas lindos, tristes, porém incrivelmente belos! Há certa beleza na tristeza, pelo menos eu penso assim. Infelizmente, o ser humano é uma criatura cruel, não é mesmo? Eu realmente tive um misto de sentimentos lendo estes dois poemas, me sensibilizei muito. Estava super triste, pois o mundo está cada vez pior por nossa causa. Porém, também fiquei admirada com suas habilidades de escrita. Você disse que não é muito boa nas notas iniciais, mas é claro que não! Você é incrível.
Beijinhos de chocolate, Mrs Holmes.
Hello, moçoila!
Primeiramente, muito obrigada por ter disposto do seu tempo para ler meus poemas e pelo feedback ♥
Fico muito feliz que eles tenham te despertado esse misto de sentimentos. Realmente há uma beleza na tristeza e como eu tava triste com a notícia do urso polar, acabei levando esse sentimento para a escrita e tentei fazer algo delicado ao mesmo tempo.
É tão bad ver o mundo indo pro buraco assim :-/ Vivo esperando dias melhores como aquela música do Jota Quest...
Obrigada pelo "incrível", você que é um amor!
Bjs e muchas gracias!
Oi, Pessoinha! *-* Eu amei, amei e amei esse soneto. Estou deveras triste e apaixonada por suas palavras. Grata por estar sempre compartilhando suas ideias sempre tão lindas e envolventes conosco. ♥