Bom, não é como se antes a narrativa não estivesse fazendo isso, acompanhando o progresso de Yuri, mas agora, sinto como se esse buraco deixado no peito, estivesse no processo final de cicatrização. Incrível como a gente também cresce com essa história.
Yuri encarando aquela apresentação como uma chance de se divertir me deixou uma pontinha de felicidade no coração e um soco de remorso no maxilar. Quando assistimos às temporadas de patinação, vemos que a maioria dos patinadores são amigos e embora nem todos levem o contato para fora do gelo, todos aparentam ser respeitáveis e suportivos uns com os outros. Imaginar que Yuri, desde pequeno, entra e sai do rinque focando em resultados que provavelmente vão lhe render patrocínio e com isso uma vida mais confortável para o avô, me faz lamentar o que imagino ser uma infância cheia de privações e adolescência caminhando para o mesmo caminho, e isso tudo por escolha própria!! O fandom me frustra ao retratar o menino como um tsundere e apenas isso - é nítida a adolescência presente em seu comportamento revoltado e as birras típicas da idade, mas Yuri Plisetsky vai além da casca punk. É algo que eu li em algum lugar e repito sempre que possível: se Otabek viu em Yuri os “olhos de soldado” quando ambos eram ainda tão jovens, pode acreditar que essa declaração não tem nada de romântica. Uma criança com foco e determinação dessa seriedade, é uma criança que carrega uma bagagem emocional muito pesada, e essa densidade nós conseguimos ver em cada linha maravilhosamente escrita em Hollow.
Mesmo sem ele querer, Yuuri e Victor equilibram essa responsabilidade auto-imposta, tão pesada para seus ombros juvenis, fazendo o menino, depois de anos, ter um lugar no qual se amparar. Yuri pode não abrir seu coração para ele, pode não deixar claro quão recíproco é o carinho e cuidado, mas uma família unida não precisa de muitas palavras para se fazer entender. Consigo sentir a culpa que Yuri carrega, um “e se” que vai além do medo de não honrar a memória dos colegas - de sua família -, de não ser bom o suficiente; é aquele “e se” que teme ter sido ingrato, de não ter mostrado com atitudes mais abertas como ele se importava, como eles importavam e isso dói. É claro que ele não tem nenhuma culpa no cartório e que tanto Yuuri quanto Victor sabem da reciprocidade desse sentimento familiar, que os tornou um tipo peculiar e bem humorado de família. Mas, ah, isso dói. E relembrar junto com Yuri e suas fotos todos os bons momentos que dividiram, me matou lentamente… A esperança é dita, no conto d’A Caixa de Pandora, como um sentimento, um mal do mundo, que não sai da caixa, por ser de significado ambíguo; quão bom e quão destrutivo pode ser esse sentimento? Quão bom é relembrar o passado, ocorrido há não tanto tempo assim, e quão destrutivo pode ser alimentar o vazio, cavando mais fundo a medida que se revira ele? Pobre, pobre Yuri… :c
Para dar uma pitada de alegria em toda essa bagunça emocional, temos os amigos de Yuri!! E eu fiquei TÃO FELIZ de você ter colocado essa turma, aqui! :’D Ele merece TANTO ter amigos, mesmo que seja só pra se entupir de bolo e encher a cara de Toddynho, eu amei de verdade ver ele interagindo com o pessoal de variadas idades e personalidades, me encheu de alegria de tal forma que nem vou saber escrever KPOSKASOPAKSOPAKSOPAKS Incrível como desgraça a gente sabe detalhar, mas alegria, não. Deve ser os anos escrevendo angst que me fez assim, a solidão me fez solidão (?). Mas juro, Deus é testemunha que eu ri e lacrimejei em cada palavrinha e piadinha trocada. ALIÁS, lindo nome esse Taline, quero uma filha com esse nome, agora. Ou talvez uma Barbie (?).
Mas para todo reencontro fofo e emocionando, é preciso existir um lixo, né? Certos memes de lacração, como deixei você saber, já, me dão calafrios, porque tem gente que usa de forma gratuita, banaliza a coisa toda e quando você vê, as redes sociais viraram um copia e cola de ~tombos~, mas NÃO TEM COMO, Maksim só se traduz em uma palavra: embuste. É sério isso, gente? Bem na frente da minha salada?? >:(
O que falar de uma pessoa que usa a dor alheia como lança contra quem já está sofrendo? Quão pequena é a criatura que se sujeita a isso? Qual a sensação de humilhar e pisotear os trapos de um coração que tá tendo que lidar sozinho com os próprios medos internos e seguir em frente? É sério que dá pra tirar algo bom de toda essa maldade? Maksim poderia facilmente ser parente de Osipov, mas vou deixar isso baixo que é informação de outro capítulo, abafa.
Não vou mentir, eu queria um soco :v Queria dois, queria gritos, queria um “NÃO FALA ASSIM DA MINHA FAMÍLIA!!”, mas onde moram as forças para isso? Até eu estava cansada e quis chorar, sair dali e me enterrar em edredons e travesseiros macios até tudo acabar. A escolha de Yuri surpreendeu e orgulhou não somente a mim, como também os amigos que estão olhando por ele em algum lugar…
AH, A PRESENÇA DE GEORGI ;; Mds, ele foi tudo, absolutamente TUDO o que eu acredito para o personagem, retratado aqui com tanta seriedade e doses generosas de drama (que não podia faltar :v), que até me abalou, de verdade. Os conselhos, o carinho… Concentrar em se divertir, acreditar no próprio potencial, reconhecer a importância de ajuda e apoio, mas também reconhecer ser parte fundamental de todas as suas conquistas… Isso é tudo o que eu podia querer para minha criança dramática e me emocionou mais uma vez. É como se tudo o que Yuri veio aprendendo ao longo dessa recuperação dolorosa estivesse se juntando a esse conselho final, um preenchimento a mais nesse vazio, as portas para a reta final; será que essa apresentação vai ser o bastante para terminar de preencher esse coração?
Lindo e sensível, esse foi mais um capítulo que me fez parar, refletir e chegar à conclusão que, sim, Hollow é uma das melhores experiências literárias que eu já tive e dificilmente outra fanfic conseguirá tirar o lugar dessa. Muito, muito obrigada por essa oportunidade de ler enredo tão bem feito e por abordar de forma tão suave, as nuances de um sentimento que baila entre perda e reencontro de si a si mesmo :’D
Beijão e nos vemos na próxima! ♥
P.S.: A descrição do programa curto foi bem fácil de entender e eu achei lindo!! ♥ Queria ter a oportunidade de ver algum patinador executá-lo, quem sabe o próprio Misha Ge? Achei a cara dele! *emoji de olhinhos*
O que mais gostei: Aquela cena que fica entre as palavras "Já dois dias antes" até "Georgi, você teria uma tesoura?"
oK BORA USAR A ENERGIA DAQUELA RECOMENDAÇÃO PRA RESPONDER ESSE REVIEW DO CAP QUE EU NEM LEMBRO MAIS O QUE TÁ ACONTECENDO ~vira o copo de leite e quebra no balcão do bar~
>>>>se Otabek viu em Yuri os “olhos de soldado” quando ambos eram ainda tão jovens, pode acreditar que essa declaração não tem nada de romântica
Eu nunca tinha parado pra pensar nesse aspecto, e agora eu tô mais triste ainda. Yuri foi obrigado a amadurecer mais rápido e isso foi percebido até por outra criança. Mas esse amadurecimento é só em partes, porque ele ainda, no canon, é uma criança. Então temos esse desbalanço no personagem que o povo simplifica em raiva. Ai, socorro.
> >>uma família unida não precisa de muitas palavras para se fazer entender
Infelizmente a tal da comunicação faz suas vítimas até aqui :') A impressão que eu tenho é que o Victor e o Yuuri, mesmo demonstrando os sentimentos com muito mais facilidade que o Yuri, ainda estavam incertos sobre como agir com ele. Eles não queriam passar dos limites, pensando que estariam adentrando no espaço do Yuri sem permissão. Por isso eles nunca foram tão vocais com esse afeto, mesmo com a "declaração de amor" do Yuri no casamento. Eles nunca disseram "eu te amo" pro Yuri. E se o mais novo se arrepende de algo parecido, aqueles dois estariam duplamente mais arrependidos se soubessem do destino que os esperava.
> >>> a esperança é dita no conto d’A Caixa de Pandora, como um sentimento, um mal do mundo, que não sai da caixa, por ser de significado ambíguo; quão bom e quão destrutivo pode ser esse sentimento? Quão bom é relembrar o passado, ocorrido há não tanto tempo assim, e quão destrutivo pode ser alimentar o vazio, cavando mais fundo a medida que se revira ele?
;_; eu posso fazer análise literária de review de fanfic? Olha que coisa linda, até comentando em história você joga esses glitter de conto de fada nas palavras aff, tô emotiva, sai.
(Sai não, volta aqui)
> >>> A gangue
Eu amo esse grupinho, até usei eles em Castaway. Yuri é o tipo que fez amigos e nem percebeu, no final tá comendo bolo e rindo de piada besta. Anatoly sofre demais sendo o mais velho.
Taline, meu xodó ♥ A família dela é armênia, ela quebra paradigmas usando calças nas apresentações e também é de Vladivostok. É, ela já conhece o Diabo Ruivo.
Maksim, o que dizer desse OC que tem tanto potencial mas acabou sendo um bosta? Famoso bolo de padaria: parece bom, quando você abre não vale nem o prato que come. Usei ele em Castaway também, mas lá ele está menos lixo. Só um pouco. E em um mundo alternativo, ele e o Yuri poderiam ser rivais saudáveis, do tipo que repetem memes no reconhecimento de gelo das Nacionais. "Aê, Twizzle Max, pega a tampa aê, embuste" "Qual é, fadinha, que tampa?" "A do teu koo, troxa" aí sai água das garrafinhas pra todo lado.
Mas não, Max tinha que ser um lixo. Eu poderia tentar protegê-lo e dizer que ele não esperava aquela reação do Yuri, que ele não contava com o fato de que eles mudaram desde que eles eram crianças. Ele também não sabia que tudo que ele falou sobre o Victor e Yuuri terem "adotado" o Yuri ser muito próximo da verdade. Ele tá acostumado com o Yuri de treze anos que resolve tudo com xingamento e não tá nem aí pra opinião dos outros, uma fase que ele mesmo já superou. Se ele soubesse que estava tocando numa ferida séria, talvez ele reconsiderasse as merdas que falou.
Não muda o fato de que é um lixo.
> Parente de Osipov *emoji dos olhinhos*
> Georgi !!!!!!!!!! EU FICO TÃO FELIZ QUE FIZ UM GEORGI DIGNO DE ELOGIOS DA AUTORA DE CARABOSSE TTTTTTwTTTTTT Papi Gosha já era importante pra mim e eu nem sabia, ele é muito útil como pai sobressalente de última hora (~olha sorrateiramente para Castaway, a fanfic da fanfic~)
> >>>>>Hollow é uma das melhores experiências literárias que eu já tive e dificilmente outra fanfic conseguirá tirar o lugar dessa
[insira aqui gif da mulher de queixo caído e chorando na frente do pc, porque eu não sei como eu respondo algo tão bonito]
Cadê meus lencinhos, agora? Ah é, gastei eles com Carabosse e a recomendação, abafa.
Cara, você sabe que eu fico sensível por pouco, se você escrever uma cena da passar mantega no pão eu já posso chorar acidentalmente, aí você me escreve esses negócios ♥♥♥ Essa fic que eu comecei na piada, sem saber se tava sendo real o suficiente, e no caminho acabo sofrendo com a perda eu mesma e vendo gente próxima de mim passando por coisa semelhante; então a moça com anos de experiência na minha frente fala que meu trabalho faz ela refletir. Ai, chessus, me sinto mimada. Mimada demais, não me segure.
(Me segura sim, senão eu caio ;;)
((Graças e amém sobre o programa curto, coreografar coisa bonita e poderosa tecnicamente dá um baita trabalho g.g Meu Misha foi a inspiração, me sinto honrada de ouvir que combina com ele ♥))
É isso, tô emotiva, não sei se consigo escrever mais alguma coisa aqui. Obrigada, Nat, me fazendo chorar tanto com fanfic quanto com review. Você me paga *sorriso de quem ama e se preocupa mas que só sabe retribuir escrevendo angst*
Ohh my good !!! Essa me surpreendeu, pegou desprevenido tava quase chorando na sala de aula lendo esse cap @-@ ♡ gzus kkkk nossa q lgl q esta acompanhando patinação realmente, xD eu tenho muita vontade de acompanhar também, porém, sei beeeen pouco sobre, inclusive parece q esse ano vai ter competição n e msm? XD
Patinação é muito bacana! Vale a pena levar um tempinho para aprender os saltos e as pontuações, no final você ganha seus patinadores favoritos :D E sim! Todos os anos temos competições, e nesse anos temos as Olimpíadas, todo mundo que acompanha um pouco tá animado!
E o vazio de Hollow começa a ser preenchido…
Bom, não é como se antes a narrativa não estivesse fazendo isso, acompanhando o progresso de Yuri, mas agora, sinto como se esse buraco deixado no peito, estivesse no processo final de cicatrização. Incrível como a gente também cresce com essa história.
Yuri encarando aquela apresentação como uma chance de se divertir me deixou uma pontinha de felicidade no coração e um soco de remorso no maxilar. Quando assistimos às temporadas de patinação, vemos que a maioria dos patinadores são amigos e embora nem todos levem o contato para fora do gelo, todos aparentam ser respeitáveis e suportivos uns com os outros. Imaginar que Yuri, desde pequeno, entra e sai do rinque focando em resultados que provavelmente vão lhe render patrocínio e com isso uma vida mais confortável para o avô, me faz lamentar o que imagino ser uma infância cheia de privações e adolescência caminhando para o mesmo caminho, e isso tudo por escolha própria!! O fandom me frustra ao retratar o menino como um tsundere e apenas isso - é nítida a adolescência presente em seu comportamento revoltado e as birras típicas da idade, mas Yuri Plisetsky vai além da casca punk. É algo que eu li em algum lugar e repito sempre que possível: se Otabek viu em Yuri os “olhos de soldado” quando ambos eram ainda tão jovens, pode acreditar que essa declaração não tem nada de romântica. Uma criança com foco e determinação dessa seriedade, é uma criança que carrega uma bagagem emocional muito pesada, e essa densidade nós conseguimos ver em cada linha maravilhosamente escrita em Hollow.
Mesmo sem ele querer, Yuuri e Victor equilibram essa responsabilidade auto-imposta, tão pesada para seus ombros juvenis, fazendo o menino, depois de anos, ter um lugar no qual se amparar. Yuri pode não abrir seu coração para ele, pode não deixar claro quão recíproco é o carinho e cuidado, mas uma família unida não precisa de muitas palavras para se fazer entender. Consigo sentir a culpa que Yuri carrega, um “e se” que vai além do medo de não honrar a memória dos colegas - de sua família -, de não ser bom o suficiente; é aquele “e se” que teme ter sido ingrato, de não ter mostrado com atitudes mais abertas como ele se importava, como eles importavam e isso dói. É claro que ele não tem nenhuma culpa no cartório e que tanto Yuuri quanto Victor sabem da reciprocidade desse sentimento familiar, que os tornou um tipo peculiar e bem humorado de família. Mas, ah, isso dói. E relembrar junto com Yuri e suas fotos todos os bons momentos que dividiram, me matou lentamente… A esperança é dita, no conto d’A Caixa de Pandora, como um sentimento, um mal do mundo, que não sai da caixa, por ser de significado ambíguo; quão bom e quão destrutivo pode ser esse sentimento? Quão bom é relembrar o passado, ocorrido há não tanto tempo assim, e quão destrutivo pode ser alimentar o vazio, cavando mais fundo a medida que se revira ele? Pobre, pobre Yuri… :c
Para dar uma pitada de alegria em toda essa bagunça emocional, temos os amigos de Yuri!! E eu fiquei TÃO FELIZ de você ter colocado essa turma, aqui! :’D Ele merece TANTO ter amigos, mesmo que seja só pra se entupir de bolo e encher a cara de Toddynho, eu amei de verdade ver ele interagindo com o pessoal de variadas idades e personalidades, me encheu de alegria de tal forma que nem vou saber escrever KPOSKASOPAKSOPAKSOPAKS Incrível como desgraça a gente sabe detalhar, mas alegria, não. Deve ser os anos escrevendo angst que me fez assim, a solidão me fez solidão (?). Mas juro, Deus é testemunha que eu ri e lacrimejei em cada palavrinha e piadinha trocada. ALIÁS, lindo nome esse Taline, quero uma filha com esse nome, agora. Ou talvez uma Barbie (?).
Mas para todo reencontro fofo e emocionando, é preciso existir um lixo, né? Certos memes de lacração, como deixei você saber, já, me dão calafrios, porque tem gente que usa de forma gratuita, banaliza a coisa toda e quando você vê, as redes sociais viraram um copia e cola de ~tombos~, mas NÃO TEM COMO, Maksim só se traduz em uma palavra: embuste. É sério isso, gente? Bem na frente da minha salada?? >:(
O que falar de uma pessoa que usa a dor alheia como lança contra quem já está sofrendo? Quão pequena é a criatura que se sujeita a isso? Qual a sensação de humilhar e pisotear os trapos de um coração que tá tendo que lidar sozinho com os próprios medos internos e seguir em frente? É sério que dá pra tirar algo bom de toda essa maldade? Maksim poderia facilmente ser parente de Osipov, mas vou deixar isso baixo que é informação de outro capítulo, abafa.
Não vou mentir, eu queria um soco :v Queria dois, queria gritos, queria um “NÃO FALA ASSIM DA MINHA FAMÍLIA!!”, mas onde moram as forças para isso? Até eu estava cansada e quis chorar, sair dali e me enterrar em edredons e travesseiros macios até tudo acabar. A escolha de Yuri surpreendeu e orgulhou não somente a mim, como também os amigos que estão olhando por ele em algum lugar…
AH, A PRESENÇA DE GEORGI ;; Mds, ele foi tudo, absolutamente TUDO o que eu acredito para o personagem, retratado aqui com tanta seriedade e doses generosas de drama (que não podia faltar :v), que até me abalou, de verdade. Os conselhos, o carinho… Concentrar em se divertir, acreditar no próprio potencial, reconhecer a importância de ajuda e apoio, mas também reconhecer ser parte fundamental de todas as suas conquistas… Isso é tudo o que eu podia querer para minha criança dramática e me emocionou mais uma vez. É como se tudo o que Yuri veio aprendendo ao longo dessa recuperação dolorosa estivesse se juntando a esse conselho final, um preenchimento a mais nesse vazio, as portas para a reta final; será que essa apresentação vai ser o bastante para terminar de preencher esse coração?
Lindo e sensível, esse foi mais um capítulo que me fez parar, refletir e chegar à conclusão que, sim, Hollow é uma das melhores experiências literárias que eu já tive e dificilmente outra fanfic conseguirá tirar o lugar dessa. Muito, muito obrigada por essa oportunidade de ler enredo tão bem feito e por abordar de forma tão suave, as nuances de um sentimento que baila entre perda e reencontro de si a si mesmo :’D
Beijão e nos vemos na próxima! ♥
P.S.: A descrição do programa curto foi bem fácil de entender e eu achei lindo!! ♥ Queria ter a oportunidade de ver algum patinador executá-lo, quem sabe o próprio Misha Ge? Achei a cara dele! *emoji de olhinhos*
O que mais gostei: Aquela cena que fica entre as palavras "Já dois dias antes" até "Georgi, você teria uma tesoura?"
oK BORA USAR A ENERGIA DAQUELA RECOMENDAÇÃO PRA RESPONDER ESSE REVIEW DO CAP QUE EU NEM LEMBRO MAIS O QUE TÁ ACONTECENDO ~vira o copo de leite e quebra no balcão do bar~
>>>>se Otabek viu em Yuri os “olhos de soldado” quando ambos eram ainda tão jovens, pode acreditar que essa declaração não tem nada de romântica
Eu nunca tinha parado pra pensar nesse aspecto, e agora eu tô mais triste ainda. Yuri foi obrigado a amadurecer mais rápido e isso foi percebido até por outra criança. Mas esse amadurecimento é só em partes, porque ele ainda, no canon, é uma criança. Então temos esse desbalanço no personagem que o povo simplifica em raiva. Ai, socorro.
> >>uma família unida não precisa de muitas palavras para se fazer entender
Infelizmente a tal da comunicação faz suas vítimas até aqui :') A impressão que eu tenho é que o Victor e o Yuuri, mesmo demonstrando os sentimentos com muito mais facilidade que o Yuri, ainda estavam incertos sobre como agir com ele. Eles não queriam passar dos limites, pensando que estariam adentrando no espaço do Yuri sem permissão. Por isso eles nunca foram tão vocais com esse afeto, mesmo com a "declaração de amor" do Yuri no casamento.
Eles nunca disseram "eu te amo" pro Yuri. E se o mais novo se arrepende de algo parecido, aqueles dois estariam duplamente mais arrependidos se soubessem do destino que os esperava.
> >>> a esperança é dita no conto d’A Caixa de Pandora, como um sentimento, um mal do mundo, que não sai da caixa, por ser de significado ambíguo; quão bom e quão destrutivo pode ser esse sentimento? Quão bom é relembrar o passado, ocorrido há não tanto tempo assim, e quão destrutivo pode ser alimentar o vazio, cavando mais fundo a medida que se revira ele?
;_; eu posso fazer análise literária de review de fanfic? Olha que coisa linda, até comentando em história você joga esses glitter de conto de fada nas palavras aff, tô emotiva, sai.
(Sai não, volta aqui)
> >>> A gangue
Eu amo esse grupinho, até usei eles em Castaway. Yuri é o tipo que fez amigos e nem percebeu, no final tá comendo bolo e rindo de piada besta.
Anatoly sofre demais sendo o mais velho.
Taline, meu xodó ♥ A família dela é armênia, ela quebra paradigmas usando calças nas apresentações e também é de Vladivostok. É, ela já conhece o Diabo Ruivo.
Maksim, o que dizer desse OC que tem tanto potencial mas acabou sendo um bosta? Famoso bolo de padaria: parece bom, quando você abre não vale nem o prato que come. Usei ele em Castaway também, mas lá ele está menos lixo. Só um pouco.
E em um mundo alternativo, ele e o Yuri poderiam ser rivais saudáveis, do tipo que repetem memes no reconhecimento de gelo das Nacionais. "Aê, Twizzle Max, pega a tampa aê, embuste" "Qual é, fadinha, que tampa?" "A do teu koo, troxa" aí sai água das garrafinhas pra todo lado.
Mas não, Max tinha que ser um lixo. Eu poderia tentar protegê-lo e dizer que ele não esperava aquela reação do Yuri, que ele não contava com o fato de que eles mudaram desde que eles eram crianças. Ele também não sabia que tudo que ele falou sobre o Victor e Yuuri terem "adotado" o Yuri ser muito próximo da verdade. Ele tá acostumado com o Yuri de treze anos que resolve tudo com xingamento e não tá nem aí pra opinião dos outros, uma fase que ele mesmo já superou. Se ele soubesse que estava tocando numa ferida séria, talvez ele reconsiderasse as merdas que falou.
Não muda o fato de que é um lixo.
> Parente de Osipov
*emoji dos olhinhos*
> Georgi
!!!!!!!!!! EU FICO TÃO FELIZ QUE FIZ UM GEORGI DIGNO DE ELOGIOS DA AUTORA DE CARABOSSE TTTTTTwTTTTTT Papi Gosha já era importante pra mim e eu nem sabia, ele é muito útil como pai sobressalente de última hora (~olha sorrateiramente para Castaway, a fanfic da fanfic~)
> >>>>>Hollow é uma das melhores experiências literárias que eu já tive e dificilmente outra fanfic conseguirá tirar o lugar dessa
[insira aqui gif da mulher de queixo caído e chorando na frente do pc, porque eu não sei como eu respondo algo tão bonito]
Cadê meus lencinhos, agora? Ah é, gastei eles com Carabosse e a recomendação, abafa.
Cara, você sabe que eu fico sensível por pouco, se você escrever uma cena da passar mantega no pão eu já posso chorar acidentalmente, aí você me escreve esses negócios ♥♥♥ Essa fic que eu comecei na piada, sem saber se tava sendo real o suficiente, e no caminho acabo sofrendo com a perda eu mesma e vendo gente próxima de mim passando por coisa semelhante; então a moça com anos de experiência na minha frente fala que meu trabalho faz ela refletir. Ai, chessus, me sinto mimada. Mimada demais, não me segure.
(Me segura sim, senão eu caio ;;)
((Graças e amém sobre o programa curto, coreografar coisa bonita e poderosa tecnicamente dá um baita trabalho g.g Meu Misha foi a inspiração, me sinto honrada de ouvir que combina com ele ♥))
É isso, tô emotiva, não sei se consigo escrever mais alguma coisa aqui. Obrigada, Nat, me fazendo chorar tanto com fanfic quanto com review. Você me paga *sorriso de quem ama e se preocupa mas que só sabe retribuir escrevendo angst*
XOXO
Ohh my good !!! Essa me surpreendeu, pegou desprevenido tava quase chorando na sala de aula lendo esse cap @-@ ♡ gzus kkkk nossa q lgl q esta acompanhando patinação realmente, xD eu tenho muita vontade de acompanhar também, porém, sei beeeen pouco sobre, inclusive parece q esse ano vai ter competição n e msm? XD
Fiz chorar? Missão cumprida u.u
Patinação é muito bacana! Vale a pena levar um tempinho para aprender os saltos e as pontuações, no final você ganha seus patinadores favoritos :D E sim! Todos os anos temos competições, e nesse anos temos as Olimpíadas, todo mundo que acompanha um pouco tá animado!
Obrigada por ler a história ♥
XOXO