Comentários em “Espírito de Revolução”: “De Volta ao Lar”

BadWolf

Olá!!!

Eu fico feliz por vê-lo de volta! Ufa, aceitar esse desafio não é para qualquer um. 50k de palavras é bastante coisa. Acho que eu não ousaria rs. Mas também, não sei se conta para o meu caso, pois geralmente eu termino a história antes de postar, então não deve valer.

Sua escrita continua ótima! Eu não sou uma especialista em Língua Portuguesa e, honestamente, não vi erros gramaticais em nenhum momento - se tiver, é sutil o bastante para passar despercebido aos mais leigos.

Adorei a menção à Molly Brant, Uma pena ela não ter sido mencionada em AC3, dada a sua relação com Willian Johnson. Ah e gostei dos nativos conversando sobre política. E Connor, sempre ingênuo. Ele tem um modo muito inocente de ver as coisas. Aliás, gostaria de saber se aqueles seus projetos ainda estão de pé...

Sobre o Origins: eu ainda não joguei, mas gostei da inserção de mais elementos de RPG. Vi muito de "The Witcher 3" nele, o que é um lado bom. "The Witcher 3" foi um jogo muito bom - o melhor desta geração até o momento - e é bom ver que ele está fazendo escola e que as produtoras estão tentando usar pontos positivos dele. E falando em "The Witcher", permaneço recomendando que você leia os livros e jogue os games - seu PC certamente aguenta o "The Witcher 2", que eu recomendo. É um universo muito rico e interessante. Tenho certeza que vai te acrescentar muito, como escritor.

Eu ainda não joguei o Origins e sinto decepção ao ouvir que o presente não voltou a emplacar. Ubi sempre fazendo a lição de casa pela metade rs

Bom, boa sorte com seu desafio! Espero que consiga conclui-lo!

GilCAnjos
GilCAnjos Autor

Olá e muito obrigado, pelo comentário e pelos elogios! :)

Acho essencial fazer a contextualização política da história, tanto por questões de imersão quanto de realismo. Seria fácil usar estereótipos simplistas como "índio bom, branco mau", mas é claro que nada na vida é tão simples . Dentro de qualquer povo existem discordâncias e modos diferentes de ver as coisas. Quis reforçar isso também para dar mais personalidade aos amigos e aos pais adotivos de Connor. Afinal, qual é o sentido de eu ter criado três personagens originais se eles não adicionarem nada à história? Fiz questão de mostrar como o Atón'wah é brincalhão, mas leva a sério o avanço dos britânicos. Saksa:ri é desconfiado e quer distância dos colonos, ao contrário da sua própria esposa, que confia neles até demais. E em contraste, temos o Kanen'tó:kon, que é moderado pros dois lados, meio que justificando as coisas que ele faz mais tarde (ops, spoilers do jogo).

Todos esses fatores, junto com a tentativa de aprofundar o William Johnson antes mesmo que ele apareça, contribuiram para esse capítulo ter demorado tanto. Ah, e com certeza veremos mais dos irmãos Brant no futuro, visto que os dois foram de extrema importância para o povo Kanien'kehá:ka (tanto que, no artigo "Mohawk people" da Wikipedia, uma pintura do Joseph é a primeira imagem que aparece). Mas enfim, já estou botando a mão na massa para os capítulos seguintes e vou com tudo em Novembro!

Quanto ao The Witcher, acho que posso realmente tentar jogar os dois jogos, apesar de eu não ter ouvido sobre eles tanto quanto ouvi sobre o terceiro. Ultimamente eu tenho andado em uma vibe de histórias de fantasia medieval. Comecei a ver Game of Thrones em julho, e comecei a ler o primeiro livro assim que a sétima temporada acabou (embora eu não esteja nem na metade ainda :P ). Pra completar, fizemos uma maratona de Senhor dos Anéis num fim de semana do mês passado, e nesse mês eu joguei e zerei Dragon Age: Origins, um RPG que eu curti pra c******. Depois do NaNoWriMo ainda tenho o DA Inquisition na minha fila de jogos, mas bem, fazer aniversário perto da Black Friday tem suas vantagens. Vamos ver se a Steam colabora e me dá um desconto camarada nos Witchers, kkkk.

Enfim, agora melhor eu voltar a escrever. Abraços e até a próxima sexta! ^^

P.S.: Ontem, dia 30, foi o aniversário de 5 anos do Assassin's Creed 3! :D Meia década com esses personagens incríveis que são o Connor e o Haytham, e desse que provavelmente é o jogo que eu mais joguei na vida (da última vez que eu contei, eram mais de 200 horas juntando campanhas, DLCs e multiplayer), e com certeza um dos meus jogos favoritos.