Comentários em “Férias Sombrias”: “Capítulo 11: Calmaria”

Usui D Risu

É a calma antes da tempestade, tenho certeza, essa calma toda, ele encontrando os amigos, vai dar muito ruim, isso sim!

Esperando também a próxima palavra, quero ver qual vai ser, espero o melhor para nós dois. Estou tão em dúvidas sobre o que vai ser o capítulo e sobre o que está acontecendo. Quero continuar acompanhando!

Kissus ♥



O que mais gostei: O nome do capítulo!
O que acho que pode melhorar: Nada!
Y
Yusa Autor

Hahahaha a calma antes da tempestade, vc diz? É...talvez seja.

Em dúvidas nós dois estamos, afinal estou fazendo tudo de improviso kkkkkk

Mas realmente espero que a próxima palavra favoreça nós dois.

Beijos!

Sensei Oji Mestre Nyah Fanfic

É a Bruxa de Blair... melhor, A Bruxa de Drabble. Ahauahauaha

E por falar em found footage, assisti ao filme anteontem. Dei mais risada que susto. Filme sem sentido, sem propósito. Não chega nem aos pés do Holocausto Canibal. O legal foi só o final, uma boa sacada nunca mostrar a bruxa. O resto... descartável.

Quero ver colocar um trem na floresta, ou um barco pra palavra de hoje ahauahaha

Y
Yusa Autor

Hahaha pois é, tem bastante de A Bruxa de Blair sim. E eu não acho que seja um filme sem sentido ou sem propósito. É um excelente found footage, que fez história e popularizou o gênero. É diferente de Holocausto Canibal, que se baseia num horror mais visual e grotesco da situação. É um filme bem nojento e desagradável que não tem realmente nada de especial a não ser a violência, que de fato é muito bem feita. A Bruxa de Blair é mais psicológico. A ideia é justamente parecer sem sentido ou propósito, afinal, ele precisa confundir o espectador, brincar com as emoções dele e proporcionar uma imersão genuína naquele ambiente. Ser parado ou não ser violento não tem nada demais. Violência e movimento tem de sobra aqui no Rio de Janeiro, então quem precisa de Holocausto Canibal? Acho bem mais completa e interessante uma experiência imersiva e psicológica, como é o caso de A Bruxa de Blair. Não diria que nenhum dos dois filmes é descartável. Ambos têm seu apelo e seu público alvo e são obras que marcam à sua maneira.

Agora quanto à palavra de hoje...complicou mesmo, mas eu dou meu jeito hahahaha