Que poesia gostosa de se ler!!! Não dá vontade de parar, ela traz um frescor, sei lá... É como se fosse primavera. Amo a primavera... A linguagem que você utilizou, essa pegada mais moderna, com usos de expressões como "Ih" e "Uh" deram um tom tão bonito, mais próximo da realidade, de uma realidade apaixonada e, consequentemente, um tanto quanto boba (que de boba não tem nada...), incrível de se sentir. Foi tão bom que acabei me inspirando e escrevi um poema/algo que ainda não identifiquei... Enfim, aí está:
Florescer
Querido, algo em mim floresce. Quero beijar-te, como o sol beija o mar. Fazer-te cessar mistérios, levando-o até as respostas presentes nos lábios meus, labirintos seus. Quero tocá-lo, perdendo-me nas tuas extensões; delirar-me-ei se, juntos, como a lua ficarmos: a resplandecer, cheios de texturas, possuindo brilho etéreo. Magnetismo puro. Quero sentir seu coração bater frenético, ultrapassando os tecidos de nossas blusas, tecidos tão desnecessários... Quero morder-te lentamente, suavemente, só o suficiente para ver-te arrepiar. Para ouvir-te suspirar. Quero acariciar seus cabelos, acalentar-te em teu sono; deslizar minhas mãos pelas tuas, sentir os calos nas pontas de seus dedos; desenhar com as unhas um desenho qualquer em sua palma, em sua pele nua. Quero rir contigo, contando histórias ao pé do ouvido, sentindo seu corpo vibrar em recíproco divertimento. Divertimento? De certa forma, decerto. Quero olhar-te nos olhos, essas orbes tão lindas, e fazer-te ver nos meus o quanto te adoro, o quanto te quero, o quanto lhe amo. Querido, desejo apenas amar-te, em arte, não apenas em parte. Ser-te flor, florescendo.
Acho que isso é tudo, pelo menos por enquanto... So, até depois!
Yey... Bem, eu definitivamente quis implementar nesse poema uma linguagem mais "simples" e até "boba", como você disse, e eu entendo esse "bobo" como algo atrelado ao jeito meio ingênuo de descrever um relacionamento adolescente. Sim, obviamente, relacionamentos são bem mais complexos, mas a pegada meio platônica e até utópica fez transmitir um pouco desse entendimento de algo mais "moderno" e mais "direto" como assim achei.
Quanto ao seu texto, bem, eu o adorei. Você sabe que gosto das coisas que escreve, e eu fico ainda mais lisonjeado quando o que você escreve deriva de algo que eu escrevi. Isso torna o seu poema uma espécie única de interpretação, ao ponto de ramificar histórias novas a partir de um ponto. Como eu gosto de dizer, tudo que existe deve se prolongar através de novos olhares, novas percepções, claro, desde que a mesma não seja tendenciosa.
Achei muito bom a sequência um tanto "apaixonante" do seu poema, como percebi um fluxo natural inquietante, que marca, sem dúvidas os relacionamentos adolescentes, algo que vejo presente no que escreveu também, tornando tudo um espelho certamente incrível da realidade dos relacionamentos nessa idade.
Bem, muito obrigado pelos elogios e pelo comentário; acho que está cansada de ouvir, mas eu realmente adoro os seus, sabe disso. Acho que isso é tudo, então, até a próxima~
Que poesia gostosa de se ler!!! Não dá vontade de parar, ela traz um frescor, sei lá... É como se fosse primavera. Amo a primavera...
A linguagem que você utilizou, essa pegada mais moderna, com usos de expressões como "Ih" e "Uh" deram um tom tão bonito, mais próximo da realidade, de uma realidade apaixonada e, consequentemente, um tanto quanto boba (que de boba não tem nada...), incrível de se sentir.
Foi tão bom que acabei me inspirando e escrevi um poema/algo que ainda não identifiquei...
Enfim, aí está:
Florescer
Querido, algo em mim floresce.
Quero beijar-te, como o sol beija o mar. Fazer-te cessar mistérios, levando-o até as respostas presentes nos lábios meus, labirintos seus.
Quero tocá-lo, perdendo-me nas tuas extensões; delirar-me-ei se, juntos, como a lua ficarmos: a resplandecer, cheios de texturas, possuindo brilho etéreo. Magnetismo puro.
Quero sentir seu coração bater frenético, ultrapassando os tecidos de nossas blusas, tecidos tão desnecessários... Quero morder-te lentamente, suavemente, só o suficiente para ver-te arrepiar. Para ouvir-te suspirar.
Quero acariciar seus cabelos, acalentar-te em teu sono; deslizar minhas mãos pelas tuas, sentir os calos nas pontas de seus dedos; desenhar com as unhas um desenho qualquer em sua palma, em sua pele nua.
Quero rir contigo, contando histórias ao pé do ouvido, sentindo seu corpo vibrar em recíproco divertimento. Divertimento? De certa forma, decerto.
Quero olhar-te nos olhos, essas orbes tão lindas, e fazer-te ver nos meus o quanto te adoro, o quanto te quero, o quanto lhe amo.
Querido, desejo apenas amar-te, em arte, não apenas em parte.
Ser-te flor, florescendo.
Acho que isso é tudo, pelo menos por enquanto...
So, até depois!
Yey... Bem, eu definitivamente quis implementar nesse poema uma linguagem mais "simples" e até "boba", como você disse, e eu entendo esse "bobo" como algo atrelado ao jeito meio ingênuo de descrever um relacionamento adolescente. Sim, obviamente, relacionamentos são bem mais complexos, mas a pegada meio platônica e até utópica fez transmitir um pouco desse entendimento de algo mais "moderno" e mais "direto" como assim achei.
Quanto ao seu texto, bem, eu o adorei. Você sabe que gosto das coisas que escreve, e eu fico ainda mais lisonjeado quando o que você escreve deriva de algo que eu escrevi. Isso torna o seu poema uma espécie única de interpretação, ao ponto de ramificar histórias novas a partir de um ponto. Como eu gosto de dizer, tudo que existe deve se prolongar através de novos olhares, novas percepções, claro, desde que a mesma não seja tendenciosa.
Achei muito bom a sequência um tanto "apaixonante" do seu poema, como percebi um fluxo natural inquietante, que marca, sem dúvidas os relacionamentos adolescentes, algo que vejo presente no que escreveu também, tornando tudo um espelho certamente incrível da realidade dos relacionamentos nessa idade.
Bem, muito obrigado pelos elogios e pelo comentário; acho que está cansada de ouvir, mas eu realmente adoro os seus, sabe disso. Acho que isso é tudo, então, até a próxima~