Adorei a forma como contou esse pequeno conto. Sim, eu esperava uma solução para o caso... talvez você possa me contar depois o real motivo da morte de Elise.
Por fim, muito boa a escrita, o desenvolvimento do enredo e sua praticidade em descrever os fatos.
Adeus, Melia.
O que acho que pode melhorar: Conjugação dos verbos.
Olá, Melia! Tudo bem? Obrigada pelo comentário. Bem, o final do texto não foi revelado com o propósito de despertar curiosidade. Acho que se cada pessoa pensar em um final diferente para a história, ela nunca terá um fim e sempre se manterá viva. Eu sei, isso pode ser bom e também pode ser ruim. Abraço, querida!
e
erik
esperei que o marido acabasse se revelando o assassino. não seria interessante. parte dele desesperado para descobrir o que aconteceu com a esposa. parte dele só a espreita sabendo muito bem o que tinha acontecido. e quando ele descobrisse a plenitude dos seus atos. ou enlouqueceria e iria para um manicômio. ou pularia do penhasco louco de arrependimento. desculpe. sua história me deu margens para especular. foi interessante. mas finais abertos assim nunca me atraem muito.
Olá, Erik! Obrigada pelo seu comentário. Minhas histórias são peculiares, sim admito. Enfadonhas, talvez. Mas estabeleci uma lei para mim mesma: só escreva, se for chocante. Só escreva, se causar impacto. Só escreva, se haverá críticas.
Histórias com finais felizes e "simples" não são o meu forte. Gosto do estranho. Do misterioso. É como um filme de terror, onde o vilão nunca é revelado. Mas na verdade, é algo proposital. O meu objetivo final era justamente perguntar a vocês, leitores, o final. Você talvez tenha imaginado que haveria um bando de lobos por trás do ocorrido. Outra pessoa, porém, pode ter imaginado que a moça tirou a sua própria vida. É uma maneira de manter a história viva. Criando teorias. Você acha que as pirâmides egípicias teriam a mesma "graça" se tudo já fosse revelado? Entendo que esteja decepcionado com a história. É uma forma de escrita que carrego comigo e que muitas vezes não agrada as pessoas. Não quero agradá-las, isso é um fato. Abraço, Erik!
Olá, tudo bom?
Adorei a forma como contou esse pequeno conto. Sim, eu esperava uma solução para o caso... talvez você possa me contar depois o real motivo da morte de Elise.
Por fim, muito boa a escrita, o desenvolvimento do enredo e sua praticidade em descrever os fatos.
Adeus, Melia.
O que acho que pode melhorar: Conjugação dos verbos.
Olá, Melia! Tudo bem? Obrigada pelo comentário. Bem, o final do texto não foi revelado com o propósito de despertar curiosidade. Acho que se cada pessoa pensar em um final diferente para a história, ela nunca terá um fim e sempre se manterá viva. Eu sei, isso pode ser bom e também pode ser ruim. Abraço, querida!
esperei que o marido acabasse se revelando o assassino. não seria interessante. parte dele desesperado para descobrir o que aconteceu com a esposa. parte dele só a espreita sabendo muito bem o que tinha acontecido. e quando ele descobrisse a plenitude dos seus atos. ou enlouqueceria e iria para um manicômio. ou pularia do penhasco louco de arrependimento. desculpe. sua história me deu margens para especular. foi interessante. mas finais abertos assim nunca me atraem muito.
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Olá, Erik! Obrigada pelo seu comentário. Minhas histórias são peculiares, sim admito. Enfadonhas, talvez. Mas estabeleci uma lei para mim mesma: só escreva, se for chocante. Só escreva, se causar impacto. Só escreva, se haverá críticas.
Histórias com finais felizes e "simples" não são o meu forte. Gosto do estranho. Do misterioso. É como um filme de terror, onde o vilão nunca é revelado. Mas na verdade, é algo proposital. O meu objetivo final era justamente perguntar a vocês, leitores, o final. Você talvez tenha imaginado que haveria um bando de lobos por trás do ocorrido. Outra pessoa, porém, pode ter imaginado que a moça tirou a sua própria vida. É uma maneira de manter a história viva. Criando teorias. Você acha que as pirâmides egípicias teriam a mesma "graça" se tudo já fosse revelado? Entendo que esteja decepcionado com a história. É uma forma de escrita que carrego comigo e que muitas vezes não agrada as pessoas. Não quero agradá-las, isso é um fato. Abraço, Erik!