Já faz uns 3 meses que não comento suas poesias aqui pelo Nyah! é até mesmo estranho voltar agora, mas com algo assim, é extremamente errado não se expressar. Foi a primeira coisa que li ao acordar, ainda grogue do sono e o: "É difícil abrir os olhos" com toda certeza foi verídico... É complicado interpretar isso quando me identifico tanto, sim é difícil lutar para ser normal e fácil calar as palavras soltas. Talvez não se queira rir com eles ou deles, talvez se queira rir com alguém que importe e apenas fingir que "eles" não existem em igual plano ao seu. Porém, ignorar pode não ser algo tão simples de se fazer... Mais figuras de linguagem se juntam a trama e trazem beleza única, essa carecterística tão marcante e admirável de sua escrita. Esse sentimento é sentido e vivido bem mais do que três vezes ao dia... O contínuo desejo de se encaixar em algo e o desdém por isso. Como se fosse a criação de um paradoxo interno. Talvez o desejo seja a própria quebra de um princípio ou talvez seja o princípio. Não sei. Acho que estou interpretando tudo errado, essa poesia em especial me lembra da conversa de segunda e isso faz eu mais uma vez me embolar. Vejo o estar sobre a ponte como uma busca de algo novo, uma tentativa de algo que desafie a "rotina regular". Se estar só naquele momento, refletir e no fim, tirar uma foto que seja, torna possível respirar, por que não fazer? Sei que já discutimos isso e que na verdade foi basicamente essa a pergunta que você me fez, só que continua sendo algo um tanto sem sentido e terrivelmente trágico. E o pulo, provavelmente é a única forma de romper as correntes que nos prendem nesse mundo de sombras, onde a existência é extremamente relativa.
A visão sob um mesmo óculos. Nada para se preocupar, Afinal esse papo é nada sensato. Talvez eu queira te matar. Pois você questiona o existencial, E isso é tão complicado.
Depois daquela releitura básica, estou indo pegar a estaca, a arma dos descoordenados u.ú
Brincks (or not).
Este é um poema bem instigante, que realmente faz questionar tudo que há e o que talvez já não seja... Tá de parabéns Parmesão ♡
Yeey, ora, ora... Desculpe não responder tão cedo, as notificações do Nyah! não chegaram e eu sequer sabia que tinha comentado aqui, então, perdão.
Bem, resumidamente, é estranha toda essa história do "rir" e das "pontes". É verdade que a vida é muito relativa e cada sensação que pode sair dela é única, mas talvez, as pessoas se prendam a coisas físicas, morais ou materiais que fazem delas fantoches de sua própria vida. É intrigante, não é? Ser controlado pelo que é dito "moda" ou viver como outros querem que você viva. Bem, já tivemos essa conversa antes e, ela sempre será recorrente e atual.
O tema é atemporal, ele persegue o ser humano desde sua existência e não se calará até sua extinção. A diferença do que ser quer e do que se deve ser feito não é tão discrepante, mas ainda enxergamos pouco disso. Não acho que um dia enxergaremos, de toda forma, é inato a nós sermos dessa forma, mas não se pode calar ou matar uma voz que grita dentro de você para "pular". Porque talvez seja bom arriscar, bom tentar, por isso as dúvidas sempre são recorrentes e você se pegue pensando no que realmente vale a pena.
Bem, como sempre, adorei sua interpretação. Como eu digo, cada interpretação é subjetiva, desde que não seja tendenciosa; a sua exprimiu bastante o que captou do poema e ver isso no seu comentário é o que faz desse meu trabalho de "postar poemas" algo primoroso, por isso, obrigado.
Acho que não curti tanto esse trechinho que você mandou e.e' Mas, tudo bem, eu acho... E, sem essa de Parmesão no local de trabalho u.u'
Enfim, me estendi muito por aqui. Mais uma vez obrigado pelos elogios, todos esses adjetivos legais e tals; e, bem até a próxima~
Já faz uns 3 meses que não comento suas poesias aqui pelo Nyah! é até mesmo estranho voltar agora, mas com algo assim, é extremamente errado não se expressar.
Foi a primeira coisa que li ao acordar, ainda grogue do sono e o: "É difícil abrir os olhos" com toda certeza foi verídico...
É complicado interpretar isso quando me identifico tanto, sim é difícil lutar para ser normal e fácil calar as palavras soltas.
Talvez não se queira rir com eles ou deles, talvez se queira rir com alguém que importe e apenas fingir que "eles" não existem em igual plano ao seu. Porém, ignorar pode não ser algo tão simples de se fazer...
Mais figuras de linguagem se juntam a trama e trazem beleza única, essa carecterística tão marcante e admirável de sua escrita.
Esse sentimento é sentido e vivido bem mais do que três vezes ao dia... O contínuo desejo de se encaixar em algo e o desdém por isso. Como se fosse a criação de um paradoxo interno. Talvez o desejo seja a própria quebra de um princípio ou talvez seja o princípio. Não sei.
Acho que estou interpretando tudo errado, essa poesia em especial me lembra da conversa de segunda e isso faz eu mais uma vez me embolar.
Vejo o estar sobre a ponte como uma busca de algo novo, uma tentativa de algo que desafie a "rotina regular". Se estar só naquele momento, refletir e no fim, tirar uma foto que seja, torna possível respirar, por que não fazer?
Sei que já discutimos isso e que na verdade foi basicamente essa a pergunta que você me fez, só que continua sendo algo um tanto sem sentido e terrivelmente trágico.
E o pulo, provavelmente é a única forma de romper as correntes que nos prendem nesse mundo de sombras, onde a existência é extremamente relativa.
A visão sob um mesmo óculos.
Nada para se preocupar,
Afinal esse papo é nada sensato.
Talvez eu queira te matar.
Pois você questiona o existencial,
E isso é tão complicado.
Depois daquela releitura básica, estou indo pegar a estaca, a arma dos descoordenados u.ú
Brincks (or not).
Este é um poema bem instigante, que realmente faz questionar tudo que há e o que talvez já não seja...
Tá de parabéns Parmesão ♡
Yeey, ora, ora... Desculpe não responder tão cedo, as notificações do Nyah! não chegaram e eu sequer sabia que tinha comentado aqui, então, perdão.
Bem, resumidamente, é estranha toda essa história do "rir" e das "pontes". É verdade que a vida é muito relativa e cada sensação que pode sair dela é única, mas talvez, as pessoas se prendam a coisas físicas, morais ou materiais que fazem delas fantoches de sua própria vida. É intrigante, não é? Ser controlado pelo que é dito "moda" ou viver como outros querem que você viva. Bem, já tivemos essa conversa antes e, ela sempre será recorrente e atual.
O tema é atemporal, ele persegue o ser humano desde sua existência e não se calará até sua extinção. A diferença do que ser quer e do que se deve ser feito não é tão discrepante, mas ainda enxergamos pouco disso. Não acho que um dia enxergaremos, de toda forma, é inato a nós sermos dessa forma, mas não se pode calar ou matar uma voz que grita dentro de você para "pular". Porque talvez seja bom arriscar, bom tentar, por isso as dúvidas sempre são recorrentes e você se pegue pensando no que realmente vale a pena.
Bem, como sempre, adorei sua interpretação. Como eu digo, cada interpretação é subjetiva, desde que não seja tendenciosa; a sua exprimiu bastante o que captou do poema e ver isso no seu comentário é o que faz desse meu trabalho de "postar poemas" algo primoroso, por isso, obrigado.
Acho que não curti tanto esse trechinho que você mandou e.e' Mas, tudo bem, eu acho... E, sem essa de Parmesão no local de trabalho u.u'
Enfim, me estendi muito por aqui. Mais uma vez obrigado pelos elogios, todos esses adjetivos legais e tals; e, bem até a próxima~