Vi tantas verdades nuas e cruas nesse cap que fiquei arrepiada. A reação do Daryl a sentimentos negativos é tão comum que assusta.
As pessoas tendem a classificar a tristeza e dor como descartáveis, algo desagradável e sem valor que deve ser esquecido, mas não é verdade. Sentimentos negativos como revolta, dor, tristeza, agonia existem pra lhe ensinar que nem sempre a vida é boa e que precisamos dar valor ao que é bom. Temos de sentir o ruim de forma plena, clorar, gritar, espernear, explodir e falar tudo que está entalado, isso é parte fundamental do nosso crescimento e amadurecimento pessoal e a forma travada como o Daryl vive na fic é uma demonstração perfeita das consequências de bloqueios emocionais negativos. A descrição é simplesmente perfeita.
A parte do abuso eu nem vou comentar muito por que sou uma empata de natureza então só te digo que ainda ta doendo pra caralho meu coração e alma fora que me sinto suja só de imaginar, eu poderia ter pulado, mas como eu gosto de dizer, se um autor escreve 200 pag de um livro você como leitos é obrigado a saborear cada palavra dele por que ler saltitando nos paragrafos e pag é um desrespeito a obra e ao que o autor queria te mostrar.
Me sinto privilegiada de ler sua fic, como ela vi poucas que retratassem tão bem a complexidade do psicólogo humano, espero que o Daryl perceba logo que precisa se libertar dessas amarras, chorar tudo o que está prendendo sentir tudo o que está bloqueado e finalmente dar uma chance pra essa felicidade que bate na porta dele.
Senhor ouviu minhas presses e o PC dessa mulher voltou e eu totão feliz que vou sair pelada na rua gritando e dando estrelinha. Estou ansiosa pelo próximo cap tchau e até semana que vem. Bjs.
O Daryl reprime a dor, porque ele acha que ceder a ela o torna fraco, quando na verdade é o contrario, se ele encarasse tudo de frente se resolvesse com as próprias emoções, ele seria alguém muito mais forte e menos vulnerável, isso naturalmente, sem precisar afastar ou evitar as pessoas com medo de se magoar, mas Daryl é um personagem que escolhe o caminho mais difícil, ele interioriza a dor, afasta as pessoas e constrói muros ao redor dele mesmo, isso o torna inalcançável, mas não o faz feliz.
Não foi fácil escrever aquela cena, foi bem doloroso na verdade, imagino que pra quem leu deve ter sido ainda mais difícil, não é fácil ver alguém sofrer assim, ainda mais quando é alguém que gostamos, mesmo que seja um personagem fictício.
Eu é que me sinto privilegiada por ter leitoras como você, que são tão sensíveis e perceptivas s2
Finalmente eu tô com o Note de novo, já estou instalando tudo, acho que as postagens vão voltar ao normal agora.
Sim, eu sou a Kayle Ammany! Sei lá, enjoei daquele nome. Então troquei!
Gente, esse capítulo foi intenso. Foi fofo, eu diria, no começo e aí no fim...
No fim teve a parada do Daryl (pesadíssimo, tá? Mds coisa ruim)
Só sei que doeu ver os problemas do Daryl, as emoções dele e como ele lida. Ele nunca teve ajuda, mãe morreu, pai que bebia, irmão que desaparecia e as pessoas o ridicularizava. Bateu um sentimento de dor, eu sofri com ele!
Tô bem triste. Esse capítulo foi meio... não sei. Mas não foi legal não.
Esse capítulo acabou com meus feelings, meu Deus.. Tadinho do meu baby dix.. Toda vez que eu vejo que a ficou foi atualizada eu já fico imaginando oq ta por vir.. Da ate medo
OIIIIÊÊÊÊÊÊÊ SUA LINDINHAAAA! Como você está nesse sábado? Desculpa por ainda não ter respondido a MP nem o review, eu acho que ainda vou demorar um dia ou talvez dois pra fazer isso, porque estou sendo cobrada por algumas pessoinhas queridas pra atualizar Season of the Witch, e amanhã não terei tempo de escrever, já tenho muitos compromissos pro domingo. Então vou ter de aproveitar hoje mesmo, e amanhã colocar os reviews em dia e tal. Até aproveitei a manhã pra terminar a leitura desse capítulo e outras leituras que eu tinha pendentes aqui no nyah. Tinha começado a ler ontem de noite, mas não tinha terminado.
Eu vou começar falando de uma parte específica do capítulo, e depois comentar dele como um todo. Eu notei que você fez um trabalho muito sensível ao comentar do estupro que o Daryl sofreu do pai. Você não fez uma narrativa explícita, mas ao mesmo tempo deixou claro que foi exatamente isso o que aconteceu, pelas reações emocionais do personagem e algumas descrições pontuais (insisto, continua valorizando as descrições, sério, isso está enriquecendo sua história a muitos níveis), como ele ter ficado posicionado no vaso, o pai tirando a calça, etc. Foi algo que deu pra sentir muito nojo, e até meio que sentir na pele, confesso que eu fiquei com o corpo todo enrijecido quando li isso, sentindo o temor dele e apenas imaginando o quão doloroso deve ser não só suportar esse ato físico, mas principalmente toda a carga emocional que ele simboliza. Cara, ele foi estuprado pelo próprio pai. Isso é uma quebra de segurança em muitos níveis. Nós seres humanos somos muito influenciados pelo meio em que crescemos, e quando crianças, especialmente na idade do Daryl, desse desenvolvimento que passava, você sentir que tem algum porto seguro em casa faz toda a diferença. A mãe estava morta, o pai era um estuprador e abusador em níveis absurdos, e o irmão fugiu e o largou a própria sorte. Eu tenho pena do Merle, eu realmente não o culpo por isso, porque eu tenho a interpretação de que no canon tudo o que aconteceu com o Daryl aconteceu com ele também, até pela conversa que eles têm na segunda temporada. Na série, imagino que nunca ficaremos sabendo se o abuso do pai deles de fato chegou a níveis sexuais, mas mesmo que não tivesse chegado, a marca que ele deixou em termos de contato humano (é o pai deles, caralho, não teria como ser diferente), de desconfiança extrema, de reação arredia é algo que não teria como ser diferente. Você aprende a confiar em si mesmo e no mundo com a relação que você tem em casa, então se em casa você "aprende" que você vai apanhar, se foder de todo jeito, a chance de você conseguir se abrir com alguém de fora diminui drasticamente. Aqui a coisa pode ou não mudar de figura (afinal, acho que no seriado nunca saberemos), no sentido de estar claro que o abuso foi sexual também, então eu realmente tenho mais pena ainda do Merle e do Daryl principalmente por aqui. A saída do Merle foi fugir, sair de casa, pra suportar. Não sabemos o que ele faria se estivesse em casa. Talvez matasse o pai. Talvez se matasse. As pessoas lidam com a dor de maneira diferente, ou melhor dizendo, as pessoas NÃO LIDAM com a dor de maneira diferente, quando não a suportam. Cada um cria seus mecanismos de escape pra conseguir continuar respirando e vivendo um dia atrás do outro.
Eu não sei como eu reagiria no lugar do Daryl, honestamente, mas eu tenho a impressão de que talvez eu fosse mais pro jeito do Merle, de reagir com ódio. Falo isso porque nas poucas situações em que estive perto de um abuso ou sofri abuso (uma vez um desconhecido apertou minha bunda na rua, por baixo da saia do meu vestido, enquanto eu estava distraída olhando a vitrine da livraria no centro), eu fiquei com ódio e minha reação foi de ataque. De raiva instantânea. No caso eu xinguei o cara de tudo quanto era palavrão, fiz a rua parar pra ver a cena, sem querer. Mas, novamente, não era meu pai. Era um desconhecido. Não faço ideia de como eu reagiria com uma "figura de autoridade" tão importante. Mas tenho a impressão de que talvez fosse mesmo como o Merle. Muita raiva. Porque me colocando no lugar do Daryl agora, isso foi o que eu mais senti. Sabia que não ia acontecer, mas a minha vontade era que na hora que o pai dele o submeteu aquela situação, que o garoto se virasse contra ele e tentasse enforcá-lo, algo assim. Virasse bicho. Parecido com o que ele fez contra o Negan naquela cena do pessoal ajoelhado.
Eu realmente queria que ele saísse de casa. Nossa, como eu queria. Queria que o Merle pudesse aparecer lá e arrastar o Daryl pra longe, pra longe de Dawnsonville, pra começar uma vida nova pros dois. Sei que isso ia custar a Chechas, mas por mais que eu goste dela, acho que é muito nocivo pro Daryl continuar a viver nesse mesmo ambiente. É realmente um relacionamento abusivo, um dos mais nojentos dos que eu pude ler.
A Chechas nesse capítulo foi muito fofinha, até provocando o Daryl sexualmente. Ela tá muito feliz de poder estar com o Daryl, mesmo com as limitações dele, e o capítulo transpareceu isso. Aliás, o jeito como ela lida com os amigos parece muito eu na adolescência também AHUSHSHS! Mas com a diferença de que a Chechas parece uma cool girl, e eu era o tipo blasé-cult-não me misturo com populares. A clássica arrogância adolescência, idiota tanto do lado dos populares que se acham mais fodas do que os nerds, quanto dos nerds/excluídos/revoltados como eu que se achavam mais inteligentes e melhores que os pops. Mas anyway, eu tenho a impressão de que outra tempestade se aproxima em breve. Acho que é bem provável que dê uma ultra treta nessa night aí que eles vão. Com o emocional turbulento do Daryl no momento que os dois tão, eu não consigo imaginar como eles poderiam sair e dar tudo certo. Tô sentindo aquele cheiro de barraco no ar.
Capítulo excelente, bem dolorido, muito fiel ao Daryl em si. Adorei! Curiosa por mais.
Beijooos!
O que mais gostei: De novo você vem fazendo capítulos mais detalhistas, sei que você disse por MP que é algo que te cansa às vezes, mas acredite, faz toda a diferença. Só vem melhorando sua escrita, que já era muito boa! =D
Oieee Mentinha, é sempre ótimo te ver por aqui *---*
Nem esquenta, sem que o tempo é corrido e a gente vai fazendo o que pode pra conciliar tudo, logo repondo sua MP de volta uahsuahs.
Levei um tempo extra naquela cena, primeiro porque não consegui escrevê-la toda de uma vez, eu pulei, fui pra uma parte lá na frente que era um pouco mais leve, depois voltei e assim foi até acabar. Eu realmente não queria nada muito explicito, tanto porque ficaria muito pesado, quanto porque pela visão do Daryl nunca seria explicito, é mais sobre as sensações e eu queria mostrar que ele ainda bloqueia muito.
Eu mal conseguia parar de chorar depois, porque imaginar o que ele passou quando ainda era um menino não foi fácil. Ele já estava em um momento horrível, a mãe tinha morrido, o irmão, que era a pessoa mais próxima dele tinha ido embora e as coisas na escola não eram fáceis. Daryl só tinha o pai, e justo a pessoa que tinha que cuidar e amparar o menino foi a que mais o maltratou, isso é de partir o coração.
Acredito que no canon o abuso era para os dois em iguais níveis, e que se não chegou a níveis sexuais passou bem perto disso. Mas aqui o Merle sofreu mais tem termos de violência, mas não chegou a ficar marcado como o Daryl, já que não houve nada sexual, pelo menos não com ele, o capitulo focado no Merle vai esclarecer bastante sobre esse ponto.
Daryl aprendeu a não confiar, afinal em casa era um inferno e fora dela ele foi negligenciado também, mesmo a escola não se importava o bastante pra intervir. Ele aprendeu que não era digno de atenção ou ajuda, nem de coisa alguma e isso reflete em tudo que ele é.
Aqui o Merle se foi, não só porque não aguentava mais, mas também por que achou que estava fazendo o melhor para o Daryl, eu tenho dó dele.
É difícil imaginar a reação da gente, na rua, com quem não conhecemos, é uma coisa (que coisa horrível que aconteceu com você, nossa, sinto muito. Me dá uma raiva fora do comum ler algo assim) Em casa, com alguém que devia ser nosso porto seguro é outra, Daryl se culpou porque era o jeito dele ainda sentir que tinha pai, afinal se ele odiasse o cara, o que sobraria? Ele seria emocionalmente mais saudável a meu ver. É triste porque realmente não tem um jeito certo de lidar com isso, o certo era não ter acontecido...
O melhor para o Daryl seria ir embora, mas aí entra onde o trauma está enraizado, ele não concorda com a partida do Merle, porque tudo que ele quer é uma família unida, isso ficou claro quando ele se senta com o pai no sofá, ele quer ser aceito e amado. É devastador ele não ver o quanto isso é toxico e lhe faz mal.
A Natalie está feliz, afinal não tinha como ela estar diferente, o que ela mais queria aconteceu, ela quer levar a diante e viver tudo intensamente. Mas ao mesmo tempo ela sabe que o Daryl tem limitações, ela não sabe a extensão das coisas ainda, mas ela sabe que ele tem um problema e está pronta pra apoiá-lo nisso.
Vamos saber bem o tipo de garota que ela era na escola e como tratava as pessoas, você, em um simples interação deles, pegou superbem o ponto.
O próximo é mais um capítulo de redenção do que de treta, Daryl está com tudo muito fresco na mente, mas aos mesmo tempo ele quer deixar isso pra trás, ele se esforça, mas o problema é que ele tem que lidar com gatilhos e sabemos que ele não reage muito bem a certas coisas, então acho que a “paz” da noite vai depender muito de como as pessoas vão lidar com as reações dele.
Que bom que gostou ^^ não foi fácil escrever, mas acho que foi essencial para a compreensão do Daryl.
Pesado, pesadíssimo. A cena do abuso foi tão forte que ficou vindo em flashes na minha cabeça, em momentos aleatórios, o find inteiro. Agora vim reler, como de costume, e até pulei a pior parte. Realmente fiquei com o coração doendo, o pior de tudo é ler toda a culpa que ele sente. A gente entende perfeitamente pq situações assim geram culpa nas vitimas, já tão fragilizadas, mas dá uma raiva danada, dá vontade de pegá-lo pelas mãos e repetir que não culpa dele até que ele entenda. Fico na torcida que Chechas possa fazer isso por nós todas. Vc pensa em faze-lo revelar para ela em algum momento? Eu realmente gostaria que ele desabafasse, chorasse e ganhasse um colo, mas no fundo eu duvido um pouco.
A Nat é uma fofa, esperando ele, desistindo da festa só pra ver ele bem. Já é bem nítido o quanto ela amadureceu desde que chegou em Dawnsonville. Torcendo aqui que ela deixe um caminhão de coisas boas pro Baby Dix se apegar quando der tudo errado (ou seja, torcendo pra ele não se culpar) hahaha
Acho que esse foi o capitulo mais sensível e forte até agora. A maneira como vc esta lidando com tudo isso é linda. Parabéns!
Não consegui escrever aquela cena toda de uma vez, a carga emocional dela é muito grande, chega a dar um aperto no coração. Originalmente a cena não estava no planejamento, nunca chegaríamos a saber exatamente o que aconteceu, mas eu achei que relatar, além de trazer mais profundidade ao Daryl, nos faz compreendê-lo melhor.
Grande parte da personalidade dele, e do modo como ele lida com as situações do dia a dia vem desse episodio trágico. Ele era um garoto que já tinha muitos problemas por causa da familia desfeita e do bullyng que sofria na escola, a pessoa que tinha que amá-lo e protegê-lo foi a que mais lhe fez mal, e ele culpou a si mesmo. É assustador, porque é muito real, grande parte das vitimas se culpam e se responsabilizam por tudo.
Foi um capitulo forte e devastador, mas eu em senti bem de expor as coisas assim, porque era um caso delicado e romantizar ou esconder poderia acabar projetando isso em quem lê. Eu sei que é só uma fic, mas eu estou retratando coisas que realmente acontecem, e muita gente está em um relação toxica (familiar ou romantica) e não vê, porque grande parte da midia romantiza e abafa, eu não queria cometer o mesmo erro.
Daryl tem medo de contar de contar essa coisa horrivel, não só pela vergonha do que aconteceu, mas porque ele não quer se sentir vulnerável dessa forma, é triste. Ele imagina que será julgado.
Sendo bem sincera, eu não imagino ele chegando pra Natalie (ou pra ninguém) e dizendo: olha, meu pai fez isso, isso e isso comigo. Mas concordo que ele precisa desabafar, ele precisa de alguém que diga que a culpa não foi dele e que tudo bem deixar doer.
A Natalie é muito perceptiva, ela já viu as coisas dando erradas e ela já percebeu que o Daryl tende a agir de modo impensado quando está abalado, então ela resolveu compreender isso e esperar pelo tempo dele, algo que ela não teria feito no começo, ou mesmo antes dele ter ido pra Malcon. É uma evolução sim.
O Daryl já coloca a Bochechas em um patamar do tipo "ela é muito boa, um pedaço de felicidade" ele precisa disso, mas ao mesmo tempo ele acha que não merece. Acredito que ele sempre vá achar que não merece, mas talvez ele aceite que a felicidade está ao alcance dele e que ele pode sim usufruir disso.
Foi um capitulo complicado de escrever, mas sendo honesta, fiquei bastante satisfeita com o resultado s2 Obrigada.
Daryl teve um infância muito triste mesmo, e ainda acontece uma coisa terrivel dessas, o bichinho precisa de muito amor e carinho, vontade de guardar em um potinho e proteger do mundo s2
Will é o pior pai do mundo, não é a toa que o Daryl é tão traumatizado...
T
Tempest
Esse capítulo foi destruidor!
Você sempre deixou bem implícito o que aconteceu com o Daryl, mas ler sobre isso deu uma realidade muito maior ao fato e a como ele se sente com isso e por isso.
É incrível ver como a Natalie respeita os limites dele. DixChechas foram realmente feitos um para o outro!
Entender exatamente como as coisas aconteceram faz a gente saber o que o Daryl passa tentando lidar todos os dias com isso, e por que é tão difícil pra ele se entregar e aceitar a Natalie totalmente.
Ela está começando a entender melhor o Daryl e começando a saber qual a hora de dar um passo pra trás e qual a hora de insistir.
Eles foram feito um para o outro mesmo uashauhs
Bjss
D
Duda Borges
Cara, eu chorei na cena do Daryl com o pai, senti a dor na alma. Natalie, ao mesmo tempo animada , agitada e teimosa, consegue ser o ser humano mais compreensível e dedicado com ele. Eu amo o jeito que o Daryl afasta ela sem querer e mesmo assim ela tem a paciencia de lidar com ele ♥
Vi tantas verdades nuas e cruas nesse cap que fiquei arrepiada. A reação do Daryl a sentimentos negativos é tão comum que assusta.
As pessoas tendem a classificar a tristeza e dor como descartáveis, algo desagradável e sem valor que deve ser esquecido, mas não é verdade. Sentimentos negativos como revolta, dor, tristeza, agonia existem pra lhe ensinar que nem sempre a vida é boa e que precisamos dar valor ao que é bom. Temos de sentir o ruim de forma plena, clorar, gritar, espernear, explodir e falar tudo que está entalado, isso é parte fundamental do nosso crescimento e amadurecimento pessoal e a forma travada como o Daryl vive na fic é uma demonstração perfeita das consequências de bloqueios emocionais negativos. A descrição é simplesmente perfeita.
A parte do abuso eu nem vou comentar muito por que sou uma empata de natureza então só te digo que ainda ta doendo pra caralho meu coração e alma fora que me sinto suja só de imaginar, eu poderia ter pulado, mas como eu gosto de dizer, se um autor escreve 200 pag de um livro você como leitos é obrigado a saborear cada palavra dele por que ler saltitando nos paragrafos e pag é um desrespeito a obra e ao que o autor queria te mostrar.
Me sinto privilegiada de ler sua fic, como ela vi poucas que retratassem tão bem a complexidade do psicólogo humano, espero que o Daryl perceba logo que precisa se libertar dessas amarras, chorar tudo o que está prendendo sentir tudo o que está bloqueado e finalmente dar uma chance pra essa felicidade que bate na porta dele.
Senhor ouviu minhas presses e o PC dessa mulher voltou e eu totão feliz que vou sair pelada na rua gritando e dando estrelinha. Estou ansiosa pelo próximo cap tchau e até semana que vem. Bjs.
O Daryl reprime a dor, porque ele acha que ceder a ela o torna fraco, quando na verdade é o contrario, se ele encarasse tudo de frente se resolvesse com as próprias emoções, ele seria alguém muito mais forte e menos vulnerável, isso naturalmente, sem precisar afastar ou evitar as pessoas com medo de se magoar, mas Daryl é um personagem que escolhe o caminho mais difícil, ele interioriza a dor, afasta as pessoas e constrói muros ao redor dele mesmo, isso o torna inalcançável, mas não o faz feliz.
Não foi fácil escrever aquela cena, foi bem doloroso na verdade, imagino que pra quem leu deve ter sido ainda mais difícil, não é fácil ver alguém sofrer assim, ainda mais quando é alguém que gostamos, mesmo que seja um personagem fictício.
Eu é que me sinto privilegiada por ter leitoras como você, que são tão sensíveis e perceptivas s2
Finalmente eu tô com o Note de novo, já estou instalando tudo, acho que as postagens vão voltar ao normal agora.
Bjss e até.
Oie!
Sim, eu sou a Kayle Ammany! Sei lá, enjoei daquele nome. Então troquei!
Gente, esse capítulo foi intenso. Foi fofo, eu diria, no começo e aí no fim...
No fim teve a parada do Daryl (pesadíssimo, tá? Mds coisa ruim)
Só sei que doeu ver os problemas do Daryl, as emoções dele e como ele lida. Ele nunca teve ajuda, mãe morreu, pai que bebia, irmão que desaparecia e as pessoas o ridicularizava. Bateu um sentimento de dor, eu sofri com ele!
Tô bem triste. Esse capítulo foi meio... não sei. Mas não foi legal não.
Beijos,
Julia
Eu resolvi mesclar um pouco, afinal se eu só retratasse a parte ruim ficaria muito pesado, já ficou, claro, mas eu quis dar uma amenizada no começo.
Daryl passou por muita coisa ruim, não é á toa que ele é como é, tem muito trauma ali pra ser resolvido.
Fiquei triste também, não é fácil ver alguém sofrer assim, ainda mais quem gostamos.
Bjss e até.
Esse capítulo acabou com meus feelings, meu Deus.. Tadinho do meu baby dix.. Toda vez que eu vejo que a ficou foi atualizada eu já fico imaginando oq ta por vir.. Da ate medo
Eu escrevi a maior parte desse cap com lágrimas nos olhos, a carga emocional dele é muito grande.
Entendo seu medo, cada capitulo eu chego com um problema diferente, não tem quem aguente uahsuash
Bjs
Continua!!!!!!!
Logo posto ^^
OIIIIÊÊÊÊÊÊÊ SUA LINDINHAAAA! Como você está nesse sábado? Desculpa por ainda não ter respondido a MP nem o review, eu acho que ainda vou demorar um dia ou talvez dois pra fazer isso, porque estou sendo cobrada por algumas pessoinhas queridas pra atualizar Season of the Witch, e amanhã não terei tempo de escrever, já tenho muitos compromissos pro domingo. Então vou ter de aproveitar hoje mesmo, e amanhã colocar os reviews em dia e tal. Até aproveitei a manhã pra terminar a leitura desse capítulo e outras leituras que eu tinha pendentes aqui no nyah. Tinha começado a ler ontem de noite, mas não tinha terminado.
Eu vou começar falando de uma parte específica do capítulo, e depois comentar dele como um todo. Eu notei que você fez um trabalho muito sensível ao comentar do estupro que o Daryl sofreu do pai. Você não fez uma narrativa explícita, mas ao mesmo tempo deixou claro que foi exatamente isso o que aconteceu, pelas reações emocionais do personagem e algumas descrições pontuais (insisto, continua valorizando as descrições, sério, isso está enriquecendo sua história a muitos níveis), como ele ter ficado posicionado no vaso, o pai tirando a calça, etc. Foi algo que deu pra sentir muito nojo, e até meio que sentir na pele, confesso que eu fiquei com o corpo todo enrijecido quando li isso, sentindo o temor dele e apenas imaginando o quão doloroso deve ser não só suportar esse ato físico, mas principalmente toda a carga emocional que ele simboliza. Cara, ele foi estuprado pelo próprio pai. Isso é uma quebra de segurança em muitos níveis. Nós seres humanos somos muito influenciados pelo meio em que crescemos, e quando crianças, especialmente na idade do Daryl, desse desenvolvimento que passava, você sentir que tem algum porto seguro em casa faz toda a diferença. A mãe estava morta, o pai era um estuprador e abusador em níveis absurdos, e o irmão fugiu e o largou a própria sorte. Eu tenho pena do Merle, eu realmente não o culpo por isso, porque eu tenho a interpretação de que no canon tudo o que aconteceu com o Daryl aconteceu com ele também, até pela conversa que eles têm na segunda temporada. Na série, imagino que nunca ficaremos sabendo se o abuso do pai deles de fato chegou a níveis sexuais, mas mesmo que não tivesse chegado, a marca que ele deixou em termos de contato humano (é o pai deles, caralho, não teria como ser diferente), de desconfiança extrema, de reação arredia é algo que não teria como ser diferente. Você aprende a confiar em si mesmo e no mundo com a relação que você tem em casa, então se em casa você "aprende" que você vai apanhar, se foder de todo jeito, a chance de você conseguir se abrir com alguém de fora diminui drasticamente. Aqui a coisa pode ou não mudar de figura (afinal, acho que no seriado nunca saberemos), no sentido de estar claro que o abuso foi sexual também, então eu realmente tenho mais pena ainda do Merle e do Daryl principalmente por aqui. A saída do Merle foi fugir, sair de casa, pra suportar. Não sabemos o que ele faria se estivesse em casa. Talvez matasse o pai. Talvez se matasse. As pessoas lidam com a dor de maneira diferente, ou melhor dizendo, as pessoas NÃO LIDAM com a dor de maneira diferente, quando não a suportam. Cada um cria seus mecanismos de escape pra conseguir continuar respirando e vivendo um dia atrás do outro.
Eu não sei como eu reagiria no lugar do Daryl, honestamente, mas eu tenho a impressão de que talvez eu fosse mais pro jeito do Merle, de reagir com ódio. Falo isso porque nas poucas situações em que estive perto de um abuso ou sofri abuso (uma vez um desconhecido apertou minha bunda na rua, por baixo da saia do meu vestido, enquanto eu estava distraída olhando a vitrine da livraria no centro), eu fiquei com ódio e minha reação foi de ataque. De raiva instantânea. No caso eu xinguei o cara de tudo quanto era palavrão, fiz a rua parar pra ver a cena, sem querer. Mas, novamente, não era meu pai. Era um desconhecido. Não faço ideia de como eu reagiria com uma "figura de autoridade" tão importante. Mas tenho a impressão de que talvez fosse mesmo como o Merle. Muita raiva. Porque me colocando no lugar do Daryl agora, isso foi o que eu mais senti. Sabia que não ia acontecer, mas a minha vontade era que na hora que o pai dele o submeteu aquela situação, que o garoto se virasse contra ele e tentasse enforcá-lo, algo assim. Virasse bicho. Parecido com o que ele fez contra o Negan naquela cena do pessoal ajoelhado.
Eu realmente queria que ele saísse de casa. Nossa, como eu queria. Queria que o Merle pudesse aparecer lá e arrastar o Daryl pra longe, pra longe de Dawnsonville, pra começar uma vida nova pros dois. Sei que isso ia custar a Chechas, mas por mais que eu goste dela, acho que é muito nocivo pro Daryl continuar a viver nesse mesmo ambiente. É realmente um relacionamento abusivo, um dos mais nojentos dos que eu pude ler.
A Chechas nesse capítulo foi muito fofinha, até provocando o Daryl sexualmente. Ela tá muito feliz de poder estar com o Daryl, mesmo com as limitações dele, e o capítulo transpareceu isso. Aliás, o jeito como ela lida com os amigos parece muito eu na adolescência também AHUSHSHS! Mas com a diferença de que a Chechas parece uma cool girl, e eu era o tipo blasé-cult-não me misturo com populares. A clássica arrogância adolescência, idiota tanto do lado dos populares que se acham mais fodas do que os nerds, quanto dos nerds/excluídos/revoltados como eu que se achavam mais inteligentes e melhores que os pops. Mas anyway, eu tenho a impressão de que outra tempestade se aproxima em breve. Acho que é bem provável que dê uma ultra treta nessa night aí que eles vão. Com o emocional turbulento do Daryl no momento que os dois tão, eu não consigo imaginar como eles poderiam sair e dar tudo certo. Tô sentindo aquele cheiro de barraco no ar.
Capítulo excelente, bem dolorido, muito fiel ao Daryl em si. Adorei! Curiosa por mais.
Beijooos!
O que mais gostei: De novo você vem fazendo capítulos mais detalhistas, sei que você disse por MP que é algo que te cansa às vezes, mas acredite, faz toda a diferença. Só vem melhorando sua escrita, que já era muito boa! =D
Oieee Mentinha, é sempre ótimo te ver por aqui *---*
Nem esquenta, sem que o tempo é corrido e a gente vai fazendo o que pode pra conciliar tudo, logo repondo sua MP de volta uahsuahs.
Levei um tempo extra naquela cena, primeiro porque não consegui escrevê-la toda de uma vez, eu pulei, fui pra uma parte lá na frente que era um pouco mais leve, depois voltei e assim foi até acabar. Eu realmente não queria nada muito explicito, tanto porque ficaria muito pesado, quanto porque pela visão do Daryl nunca seria explicito, é mais sobre as sensações e eu queria mostrar que ele ainda bloqueia muito.
Eu mal conseguia parar de chorar depois, porque imaginar o que ele passou quando ainda era um menino não foi fácil. Ele já estava em um momento horrível, a mãe tinha morrido, o irmão, que era a pessoa mais próxima dele tinha ido embora e as coisas na escola não eram fáceis. Daryl só tinha o pai, e justo a pessoa que tinha que cuidar e amparar o menino foi a que mais o maltratou, isso é de partir o coração.
Acredito que no canon o abuso era para os dois em iguais níveis, e que se não chegou a níveis sexuais passou bem perto disso. Mas aqui o Merle sofreu mais tem termos de violência, mas não chegou a ficar marcado como o Daryl, já que não houve nada sexual, pelo menos não com ele, o capitulo focado no Merle vai esclarecer bastante sobre esse ponto.
Daryl aprendeu a não confiar, afinal em casa era um inferno e fora dela ele foi negligenciado também, mesmo a escola não se importava o bastante pra intervir. Ele aprendeu que não era digno de atenção ou ajuda, nem de coisa alguma e isso reflete em tudo que ele é.
Aqui o Merle se foi, não só porque não aguentava mais, mas também por que achou que estava fazendo o melhor para o Daryl, eu tenho dó dele.
É difícil imaginar a reação da gente, na rua, com quem não conhecemos, é uma coisa (que coisa horrível que aconteceu com você, nossa, sinto muito. Me dá uma raiva fora do comum ler algo assim) Em casa, com alguém que devia ser nosso porto seguro é outra, Daryl se culpou porque era o jeito dele ainda sentir que tinha pai, afinal se ele odiasse o cara, o que sobraria? Ele seria emocionalmente mais saudável a meu ver. É triste porque realmente não tem um jeito certo de lidar com isso, o certo era não ter acontecido...
O melhor para o Daryl seria ir embora, mas aí entra onde o trauma está enraizado, ele não concorda com a partida do Merle, porque tudo que ele quer é uma família unida, isso ficou claro quando ele se senta com o pai no sofá, ele quer ser aceito e amado. É devastador ele não ver o quanto isso é toxico e lhe faz mal.
A Natalie está feliz, afinal não tinha como ela estar diferente, o que ela mais queria aconteceu, ela quer levar a diante e viver tudo intensamente. Mas ao mesmo tempo ela sabe que o Daryl tem limitações, ela não sabe a extensão das coisas ainda, mas ela sabe que ele tem um problema e está pronta pra apoiá-lo nisso.
Vamos saber bem o tipo de garota que ela era na escola e como tratava as pessoas, você, em um simples interação deles, pegou superbem o ponto.
O próximo é mais um capítulo de redenção do que de treta, Daryl está com tudo muito fresco na mente, mas aos mesmo tempo ele quer deixar isso pra trás, ele se esforça, mas o problema é que ele tem que lidar com gatilhos e sabemos que ele não reage muito bem a certas coisas, então acho que a “paz” da noite vai depender muito de como as pessoas vão lidar com as reações dele.
Que bom que gostou ^^ não foi fácil escrever, mas acho que foi essencial para a compreensão do Daryl.
Bjss e até.
Pesado, pesadíssimo. A cena do abuso foi tão forte que ficou vindo em flashes na minha cabeça, em momentos aleatórios, o find inteiro. Agora vim reler, como de costume, e até pulei a pior parte. Realmente fiquei com o coração doendo, o pior de tudo é ler toda a culpa que ele sente. A gente entende perfeitamente pq situações assim geram culpa nas vitimas, já tão fragilizadas, mas dá uma raiva danada, dá vontade de pegá-lo pelas mãos e repetir que não culpa dele até que ele entenda. Fico na torcida que Chechas possa fazer isso por nós todas. Vc pensa em faze-lo revelar para ela em algum momento? Eu realmente gostaria que ele desabafasse, chorasse e ganhasse um colo, mas no fundo eu duvido um pouco.
A Nat é uma fofa, esperando ele, desistindo da festa só pra ver ele bem. Já é bem nítido o quanto ela amadureceu desde que chegou em Dawnsonville. Torcendo aqui que ela deixe um caminhão de coisas boas pro Baby Dix se apegar quando der tudo errado (ou seja, torcendo pra ele não se culpar) hahaha
Acho que esse foi o capitulo mais sensível e forte até agora. A maneira como vc esta lidando com tudo isso é linda. Parabéns!
Não consegui escrever aquela cena toda de uma vez, a carga emocional dela é muito grande, chega a dar um aperto no coração. Originalmente a cena não estava no planejamento, nunca chegaríamos a saber exatamente o que aconteceu, mas eu achei que relatar, além de trazer mais profundidade ao Daryl, nos faz compreendê-lo melhor.
Grande parte da personalidade dele, e do modo como ele lida com as situações do dia a dia vem desse episodio trágico. Ele era um garoto que já tinha muitos problemas por causa da familia desfeita e do bullyng que sofria na escola, a pessoa que tinha que amá-lo e protegê-lo foi a que mais lhe fez mal, e ele culpou a si mesmo. É assustador, porque é muito real, grande parte das vitimas se culpam e se responsabilizam por tudo.
Foi um capitulo forte e devastador, mas eu em senti bem de expor as coisas assim, porque era um caso delicado e romantizar ou esconder poderia acabar projetando isso em quem lê. Eu sei que é só uma fic, mas eu estou retratando coisas que realmente acontecem, e muita gente está em um relação toxica (familiar ou romantica) e não vê, porque grande parte da midia romantiza e abafa, eu não queria cometer o mesmo erro.
Daryl tem medo de contar de contar essa coisa horrivel, não só pela vergonha do que aconteceu, mas porque ele não quer se sentir vulnerável dessa forma, é triste. Ele imagina que será julgado.
Sendo bem sincera, eu não imagino ele chegando pra Natalie (ou pra ninguém) e dizendo: olha, meu pai fez isso, isso e isso comigo. Mas concordo que ele precisa desabafar, ele precisa de alguém que diga que a culpa não foi dele e que tudo bem deixar doer.
A Natalie é muito perceptiva, ela já viu as coisas dando erradas e ela já percebeu que o Daryl tende a agir de modo impensado quando está abalado, então ela resolveu compreender isso e esperar pelo tempo dele, algo que ela não teria feito no começo, ou mesmo antes dele ter ido pra Malcon. É uma evolução sim.
O Daryl já coloca a Bochechas em um patamar do tipo "ela é muito boa, um pedaço de felicidade" ele precisa disso, mas ao mesmo tempo ele acha que não merece. Acredito que ele sempre vá achar que não merece, mas talvez ele aceite que a felicidade está ao alcance dele e que ele pode sim usufruir disso.
Foi um capitulo complicado de escrever, mas sendo honesta, fiquei bastante satisfeita com o resultado s2 Obrigada.
Bjss e até.
Gente que triste.. tadinho do Daryl... se eu tentei o que ficou subentendido no flashback então esse pai dele merece a pior morte do mundo!
Daryl teve um infância muito triste mesmo, e ainda acontece uma coisa terrivel dessas, o bichinho precisa de muito amor e carinho, vontade de guardar em um potinho e proteger do mundo s2
Will é o pior pai do mundo, não é a toa que o Daryl é tão traumatizado...
Esse capítulo foi destruidor!
Você sempre deixou bem implícito o que aconteceu com o Daryl, mas ler sobre isso deu uma realidade muito maior ao fato e a como ele se sente com isso e por isso.
É incrível ver como a Natalie respeita os limites dele. DixChechas foram realmente feitos um para o outro!
Byee
Entender exatamente como as coisas aconteceram faz a gente saber o que o Daryl passa tentando lidar todos os dias com isso, e por que é tão difícil pra ele se entregar e aceitar a Natalie totalmente.
Ela está começando a entender melhor o Daryl e começando a saber qual a hora de dar um passo pra trás e qual a hora de insistir.
Eles foram feito um para o outro mesmo uashauhs
Bjss
Cara, eu chorei na cena do Daryl com o pai, senti a dor na alma. Natalie, ao mesmo tempo animada , agitada e teimosa, consegue ser o ser humano mais compreensível e dedicado com ele. Eu amo o jeito que o Daryl afasta ela sem querer e mesmo assim ela tem a paciencia de lidar com ele ♥
Daryl sofreu demais, foi bem dificil escrever isso, mexe com a gente de um jeito que não dá pra explicar.
Natalie foi um doce nesse cap, fazendo todo o possivel pra compreender o Daryl, não tem como não amar essa menina.
Bjss