A arte em si está cheia de complexidades vazias, textos e gravações mentirosas, pedantes em sua maior parte. Por essas e outras, por essa visão notável, que andei buscando por textos assim, sinceros, não se expondo ao exagero e dando voz, com certa simplicidade, e nessa simplicidade, a verdadeira complexidade, a explosão concreta dos sentimentos.
Achei bom, não se resume a nada, e ao mesmo, não tenta se expandir além do necessário. Logo de início, somos abatidos pela relação da perda, mas não a perda propriamente dita, e sim o temor que se dá por algo que ainda não aconteceu, a agonia e ansiedade de um momento que o locutor busca evitar. Logo, declara que seu "egoísmo" – que pode ser compreendido de várias formas diferentes – é resultado desse medo, uma visão pessoalmente fúnebre.
Resumindo, o fator e ápice do texto seria a sinceridade, e a necessidade de passar para o leitor tudo de forma clara, sem se mitificar. Quanto mais a relação dos personagens sem nome acaba por ser explorada, mais fica pessoal para o leitor, que pode (ou não) relembrar um momento de sua vida, onde se sentiu dessa forma. Outro ponto para textos diretos!
O sentimento de uma possível perda não pode ser controlado, do mesmo modo que a dor da perda se torna maior quando alguém que sempre esteve lá some e deixa pra trás uma pessoa quebrada, De fato o egoismo por menor que seja sempre vai estar lá porque uma das verdades inegáveis é que nunca queremos deixar aqueles que nós são importantes partir.
Meus sinceros agradecimentos
Ps.: Não adianta esconder algo que vai se arrepender para sempre por nunca ter dito.
P
Paulo Henrique
Olá Daphne Yanna,
Sua poesia me tocou de uma maneira muito singela. Você tem talento.
Oi! É realmente difícil deixar ir uma pessoa que você ama muito. Parece egoísta querer manter alguém em nossa vida só porque é difícil imaginar a rotina sem ela, sem todas as coisas que ela fazia e eram especiais. É doloroso só de pensar. Porque se amar fosse fácil, não doeria tanto.
Deixar ir é sempre a parte mais difícil.
Bom, meu comentário não foi o melhor do mundo, mas gostei da sua poesia e deixei um comentário para você saber disso.
A arte em si está cheia de complexidades vazias, textos e gravações mentirosas, pedantes em sua maior parte. Por essas e outras, por essa visão notável, que andei buscando por textos assim, sinceros, não se expondo ao exagero e dando voz, com certa simplicidade, e nessa simplicidade, a verdadeira complexidade, a explosão concreta dos sentimentos.
Achei bom, não se resume a nada, e ao mesmo, não tenta se expandir além do necessário. Logo de início, somos abatidos pela relação da perda, mas não a perda propriamente dita, e sim o temor que se dá por algo que ainda não aconteceu, a agonia e ansiedade de um momento que o locutor busca evitar. Logo, declara que seu "egoísmo" – que pode ser compreendido de várias formas diferentes – é resultado desse medo, uma visão pessoalmente fúnebre.
Resumindo, o fator e ápice do texto seria a sinceridade, e a necessidade de passar para o leitor tudo de forma clara, sem se mitificar. Quanto mais a relação dos personagens sem nome acaba por ser explorada, mais fica pessoal para o leitor, que pode (ou não) relembrar um momento de sua vida, onde se sentiu dessa forma. Outro ponto para textos diretos!
O sentimento de uma possível perda não pode ser controlado, do mesmo modo que a dor da perda se torna maior quando alguém que sempre esteve lá some e deixa pra trás uma pessoa quebrada, De fato o egoismo por menor que seja sempre vai estar lá porque uma das verdades inegáveis é que nunca queremos deixar aqueles que nós são importantes partir.
Meus sinceros agradecimentos
Ps.: Não adianta esconder algo que vai se arrepender para sempre por nunca ter dito.
Olá Daphne Yanna,
Sua poesia me tocou de uma maneira muito singela. Você tem talento.
Paulo Henrique
Paulo Henrique agradeço por seu sincero elogio e me alegra que minha poesia teve algum significado para você.
Oi! É realmente difícil deixar ir uma pessoa que você ama muito. Parece egoísta querer manter alguém em nossa vida só porque é difícil imaginar a rotina sem ela, sem todas as coisas que ela fazia e eram especiais. É doloroso só de pensar. Porque se amar fosse fácil, não doeria tanto.
Deixar ir é sempre a parte mais difícil.
Bom, meu comentário não foi o melhor do mundo, mas gostei da sua poesia e deixei um comentário para você saber disso.
Abraços!
Agradeço muito pelo comentário e por saber que você gostou da minha poesia, e palavras sinceras valem muito