Costumo evitar ler coisas que envolvam amor, romances e derivados não por não gostar do tema, mas por ser difícil achar algo que fale sobre o assunto sem se repetir e falar o que já sabemos de forma geral.
O grande ponto do seu poema é a intimidade. Coisas compartilhadas entre dois indivíduos e que apenas cada um sabe sobre o outro, e que dependendo de cada leitor, deixa-o instigado e curioso a saber e ler mais. Sinceramente, adorei.
Adoro quando fazem releituras (não sei se foi essa a sua intenção) de poemas de grandes autores, principalmente quando a iniciativa parte de um fã. É como se fosse uma resposta ao autor.
Percebi que você não publicou mais nada depois desse e que já tem um tempo... Torço pra que você um dia volte a continuar a publicar outros (não que isso seja uma exigência, é claro).
Costumo evitar escrever coisas que envolvam amor, não por não gostar do tema, mas por compreender que o sentimento em si não pode ser manipulado, o amor é um sentimento que possui fim em si mesmo e por mais que tentemos, nunca chegaremos a entende-lo de fato, por isso trabalho com a intimidade, sensibilidade e com a serenidade: por saber que o desconheço.
Realmente, não publico há muito, embora um poeta nunca deixe de fato de criar, às vezes é preciso ter algo realmente novo para dizer, sinto que preciso ver mais do mundo, ou deixa-lo menor, para voltar a exibir minha poesia. Talvez aconteça, talvez não, mesmo assim agradeço pela sua presença e pelo tempo que dedicou a escrever-me.
Atenciosamente, Engenho das Letras.
m
matheus leschnhak
Simplesmente perfeito. Não tenho mais o que dizer. Em "Um Sonho de Valsa com você" atingistes de fato um nível lírico surpreendente, com sua linguagem expansiva, eloquente e carinhosa, capaz de sintetizar esse amor que sentes de maneira única, autêntica... sua! Adorei, um tributo tremendo a quem mereceu esse poema. Gosto muito em seus escritos desse seu senso cosmopolita, diversificado, amplo, que mistura Sonho de Valsa, show do Queen, Fora Temer, Bob Esponja, Usain Bolt, Mané Garrincha, Palácio do Jaburu e irregular verbs (malditos) para falar de... amor.
Vou, com certeza e com efeito, procurar ler "Uma Coca-Cola com você", mas tenho minhas dúvidas se te supera. Parabéns! Dessa vez posso dizer que quem forneceu o unguento para a alma fostes tu pra mim.
Não poderia, de forma alguma, ser uma resposta imediata. Eu precisei esfriar, refletir, saborear as suas palavras para depois responder de forma lúcida, inteira e competente, agora - intuindo pagar este comentário a altura - venho lhe agradecer por dedicar palavras tão doces, e ainda profundas, para meu pequeno escrito. Todas as vezes que tenho a honra de encontrar um comentário ou um poema seu aqui sinto um prazer estranho em saber que existe outro louco, outro sonhador, outro idealista (talvez outro comunista...?), uma outra pessoa que sintoniza na mesma frequência que eu.
Acredite quando eu digo: um milhão de obrigados seriam insuficientes. Mas obrigado um milhão de vezes!
Ficou... belíssimo! Tão suave de se ler, tão singelo e até inocente. Todos os adjetivos trazendo a melhor da melhor das definições.
É uma lisonja tão honrosa que minha ficha ainda não caiu... Uau!!!!!!
Quantas pessoas têm esse privilégio em vida? Quantos recebem um presente desses?
Eu não faço ideia. Mas sei que fui um deles e isso é um acontecimento-raro-que-só-ocorrem-raríssimas-vezes-com-raríssimas-pessoas. ISSO É UM PRESENTE E TANTO!!!
Gratidão!!!!!
Com carinho recíproco e admiração, um abraço apertado!
Dissertar sobre sentimentos sempre me desafiou, porque ao longo das minhas leituras, fossem fanfics, romances, ou até as ficções norte-americanas baratas do mundo contemporâneo, eu encontrava aqueles amores clichês e impossíveis que de tão profundos e convincentes eram - ironicamente - explorados apenas nas suas mais integráveis superficialidades. Eu enjoei de amor, mais especificamente desse tipo de amor. O amor dos livros nunca me comoveu porquê ele não acontece, e, se a arte não imita a vida a recíproca nunca será verdadeira, então toda a intenção da obra será perdida. Quando eu encontrei a Sua História eu senti imediatamente uma identificação profunda com a realidade, mais especificamente com a realidade que estava ao meu alcance, que eu via todos os dias, a realidade que aconteceu com os meus pais e que acontecerá comigo se eu encontrar alguém de sorte (rsrsrs), e esse amor palpável e construído precisava rimar, a sensação de construir algo que representa e um grande amor REAL precisava pertencer a mim também. Todo esse discurso é uma forma, mesmo muito distante de tudo o que eu queria expor, de te agradecer, sim, agradecer por ler, por gostar, por expor sua emoção, mas acima de tudo por inspirar. Saiba que quando você criou Anna e Andrew sua alma tocou a minha, e Um Sonho de Valsa Com Você foi apenas uma pífia tentativa de retribuir sua sensibilidade.
Costumo evitar ler coisas que envolvam amor, romances e derivados não por não gostar do tema, mas por ser difícil achar algo que fale sobre o assunto sem se repetir e falar o que já sabemos de forma geral.
O grande ponto do seu poema é a intimidade. Coisas compartilhadas entre dois indivíduos e que apenas cada um sabe sobre o outro, e que dependendo de cada leitor, deixa-o instigado e curioso a saber e ler mais. Sinceramente, adorei.
Adoro quando fazem releituras (não sei se foi essa a sua intenção) de poemas de grandes autores, principalmente quando a iniciativa parte de um fã. É como se fosse uma resposta ao autor.
Percebi que você não publicou mais nada depois desse e que já tem um tempo... Torço pra que você um dia volte a continuar a publicar outros (não que isso seja uma exigência, é claro).
Até quem sabe um próximo capítulo.
Costumo evitar escrever coisas que envolvam amor, não por não gostar do tema, mas por compreender que o sentimento em si não pode ser manipulado, o amor é um sentimento que possui fim em si mesmo e por mais que tentemos, nunca chegaremos a entende-lo de fato, por isso trabalho com a intimidade, sensibilidade e com a serenidade: por saber que o desconheço.
Realmente, não publico há muito, embora um poeta nunca deixe de fato de criar, às vezes é preciso ter algo realmente novo para dizer, sinto que preciso ver mais do mundo, ou deixa-lo menor, para voltar a exibir minha poesia. Talvez aconteça, talvez não, mesmo assim agradeço pela sua presença e pelo tempo que dedicou a escrever-me.
Atenciosamente, Engenho das Letras.
Simplesmente perfeito. Não tenho mais o que dizer. Em "Um Sonho de Valsa com você" atingistes de fato um nível lírico surpreendente, com sua linguagem expansiva, eloquente e carinhosa, capaz de sintetizar esse amor que sentes de maneira única, autêntica... sua! Adorei, um tributo tremendo a quem mereceu esse poema. Gosto muito em seus escritos desse seu senso cosmopolita, diversificado, amplo, que mistura Sonho de Valsa, show do Queen, Fora Temer, Bob Esponja, Usain Bolt, Mané Garrincha, Palácio do Jaburu e irregular verbs (malditos) para falar de... amor.
Vou, com certeza e com efeito, procurar ler "Uma Coca-Cola com você", mas tenho minhas dúvidas se te supera. Parabéns! Dessa vez posso dizer que quem forneceu o unguento para a alma fostes tu pra mim.
Matheus.
Não poderia, de forma alguma, ser uma resposta imediata. Eu precisei esfriar, refletir, saborear as suas palavras para depois responder de forma lúcida, inteira e competente, agora - intuindo pagar este comentário a altura - venho lhe agradecer por dedicar palavras tão doces, e ainda profundas, para meu pequeno escrito. Todas as vezes que tenho a honra de encontrar um comentário ou um poema seu aqui sinto um prazer estranho em saber que existe outro louco, outro sonhador, outro idealista (talvez outro comunista...?), uma outra pessoa que sintoniza na mesma frequência que eu.
Mais uma vez obrigada por compreender.
Meu Deus do céu, minha ficha ainda não caiu...
Sério isso, Elo? Tipo, de verdade??
Como isso pode ser possível? Eu... eu nem tenho palavras. Acho que minha ficha nem caiu ainda na verdade.
Meu Deus... GRATIDÃO!! GRATIDÃO, GRATIDÃO, GRATIDÃO!!
Acredite quando eu digo: um milhão de obrigados seriam insuficientes. Mas obrigado um milhão de vezes!
Ficou... belíssimo! Tão suave de se ler, tão singelo e até inocente. Todos os adjetivos trazendo a melhor da melhor das definições.
É uma lisonja tão honrosa que minha ficha ainda não caiu... Uau!!!!!!
Quantas pessoas têm esse privilégio em vida? Quantos recebem um presente desses?
Eu não faço ideia. Mas sei que fui um deles e isso é um acontecimento-raro-que-só-ocorrem-raríssimas-vezes-com-raríssimas-pessoas. ISSO É UM PRESENTE E TANTO!!!
Gratidão!!!!!
Com carinho recíproco e admiração, um abraço apertado!
O Conteúdo/Sr. Devaneio
O que mais gostei: ...
Dissertar sobre sentimentos sempre me desafiou, porque ao longo das minhas leituras, fossem fanfics, romances, ou até as ficções norte-americanas baratas do mundo contemporâneo, eu encontrava aqueles amores clichês e impossíveis que de tão profundos e convincentes eram - ironicamente - explorados apenas nas suas mais integráveis superficialidades. Eu enjoei de amor, mais especificamente desse tipo de amor. O amor dos livros nunca me comoveu porquê ele não acontece, e, se a arte não imita a vida a recíproca nunca será verdadeira, então toda a intenção da obra será perdida. Quando eu encontrei a Sua História eu senti imediatamente uma identificação profunda com a realidade, mais especificamente com a realidade que estava ao meu alcance, que eu via todos os dias, a realidade que aconteceu com os meus pais e que acontecerá comigo se eu encontrar alguém de sorte (rsrsrs), e esse amor palpável e construído precisava rimar, a sensação de construir algo que representa e um grande amor REAL precisava pertencer a mim também. Todo esse discurso é uma forma, mesmo muito distante de tudo o que eu queria expor, de te agradecer, sim, agradecer por ler, por gostar, por expor sua emoção, mas acima de tudo por inspirar. Saiba que quando você criou Anna e Andrew sua alma tocou a minha, e Um Sonho de Valsa Com Você foi apenas uma pífia tentativa de retribuir sua sensibilidade.
Ainda mais grata, Eloiza / Engenho das Letras.