Meu coraçãozinho não aguenta cenas como essa! O Teddy teve que amadurecer rápido para entender tudo o que aconteceu e aceitar isso, com certeza o Harry, a Ginny e todos os outros ajudaram ele a manter a imagem dos pais dele viva em sua lembrança... Até o próximo capítulo!
Esse capítulo é de partir o coração mesmo... Foi muito difícil escrevê-lo sem sentir um aperto no coração. Eu quis mostrar exatamente como o Teddy aprendeu a lidar com isso, como foi o desenvolvimento dele e, também, como ele teve pessoas importantes como o Harry e a Ginny tomando conta dele, que se tornaram sua família. Até o próximo capítulo; um abraço.
É muito dificil e triste escrever sobre esse garotinho que desde cedo precisou amadurecer muito para entender o que aconteceu com os pais. Eu tenho muita pena dele - e raiva da JK por isso.
Um abraço e vejo você no próximo capítulo.
V
Vivian
Oi, oi
Foi um capítulo bem triste, mas que mostrou uma amadurecimento bem grande dos sentimentos do Teddy — se você for considerar o quanto deve ser difícil para uma criança de seis anos entender sobre guerras e os sacrifícios necessários para vencê-las, ainda mais quando isso envolve a morte dos seus pais.
E acho que você retratou o cemitério e o tributo das personagens aos mortos com uma sutileza incrível. A Ginny sendo carinhosa com o Teddy foi algo que me fisgou muito nesse capítulo — porque a maioria não repara na relação que ela tinha com a Tonks em Ordem da Fênix, e eu sempre interpretei essa amizade delas como a Ginny vendo na Tonks uma irmã mais velha em quem ela poderia se espelhar ou algo do tipo —, como eu disse ali em cima.
Sobre o trecho a respeito da Victoire: tive a impressão de que talvez ela seja insegura e isso gere um perfeccionismo exagerado. Ou em outra hipótese, apresentar a coreografia de balé para o Teddy antes do que para a família toda reunida, pode ser uma maneira de se aproximar do Teddy. Enfim, seja como for, tenho certeza que vou gostar :D
V.
O que mais gostei: Ginny sendo uma pessoa incrível com o Teddy ♥
É muito interessante observar como o Teddy está lidando com toda essa situação e amadurecendo ao longo dos anos, mudando a visão e a percepção que ele tem sobre as coisas. Aqui, ele está convencido de que já entendeu tudo, que compreende o que aconteceu. E de fato, para uma criança, ele está se saindo muito bem.
Eu sempre imaginei a Tonks e a Ginny tendo uma relação de irmãs mesmo, porque a Ginny sempre esteve cercada de irmãos e de repente encontra uma mulher forte como a Tonks. É claro que as duas se deram bem e trocaram muitos conselhos. Todo esse carinho da Ginny pelo Teddy é algo que eu considero de extrema importância. A Ginny gostava muito do Remus e da Tonks, ela esteve na guerra e imagino que desenvolveu, ao longo dos anos, uma relação muito proxima do Teddy, quase como uma segunda mãe, mais jovem do que a Andromeda e com mais energia para as aventuras de uma crianças.
A Victoire dessa história é uma personagem que eu amo demais. Ela é muito insegura sim, mas todos sempre a veem como a garota perfeita que faz tudo corretamente. Ela não se sente assim, é muito ansiosa e insegura.
Obrigada pelo maravilhoso comentário; espero continuar te vendo pela história! Um abraço
Meu coraçãozinho não aguenta cenas como essa! O Teddy teve que amadurecer rápido para entender tudo o que aconteceu e aceitar isso, com certeza o Harry, a Ginny e todos os outros ajudaram ele a manter a imagem dos pais dele viva em sua lembrança... Até o próximo capítulo!
Esse capítulo é de partir o coração mesmo... Foi muito difícil escrevê-lo sem sentir um aperto no coração. Eu quis mostrar exatamente como o Teddy aprendeu a lidar com isso, como foi o desenvolvimento dele e, também, como ele teve pessoas importantes como o Harry e a Ginny tomando conta dele, que se tornaram sua família. Até o próximo capítulo; um abraço.
Que bom que ele se conformou com a morte dos pais, mas que é dificil é.
É muito dificil e triste escrever sobre esse garotinho que desde cedo precisou amadurecer muito para entender o que aconteceu com os pais. Eu tenho muita pena dele - e raiva da JK por isso.
Um abraço e vejo você no próximo capítulo.
Oi, oi
Foi um capítulo bem triste, mas que mostrou uma amadurecimento bem grande dos sentimentos do Teddy — se você for considerar o quanto deve ser difícil para uma criança de seis anos entender sobre guerras e os sacrifícios necessários para vencê-las, ainda mais quando isso envolve a morte dos seus pais.
E acho que você retratou o cemitério e o tributo das personagens aos mortos com uma sutileza incrível. A Ginny sendo carinhosa com o Teddy foi algo que me fisgou muito nesse capítulo — porque a maioria não repara na relação que ela tinha com a Tonks em Ordem da Fênix, e eu sempre interpretei essa amizade delas como a Ginny vendo na Tonks uma irmã mais velha em quem ela poderia se espelhar ou algo do tipo —, como eu disse ali em cima.
Sobre o trecho a respeito da Victoire: tive a impressão de que talvez ela seja insegura e isso gere um perfeccionismo exagerado. Ou em outra hipótese, apresentar a coreografia de balé para o Teddy antes do que para a família toda reunida, pode ser uma maneira de se aproximar do Teddy. Enfim, seja como for, tenho certeza que vou gostar :D
V.
O que mais gostei: Ginny sendo uma pessoa incrível com o Teddy ♥
Olá, olá, olá
É muito interessante observar como o Teddy está lidando com toda essa situação e amadurecendo ao longo dos anos, mudando a visão e a percepção que ele tem sobre as coisas. Aqui, ele está convencido de que já entendeu tudo, que compreende o que aconteceu. E de fato, para uma criança, ele está se saindo muito bem.
Eu sempre imaginei a Tonks e a Ginny tendo uma relação de irmãs mesmo, porque a Ginny sempre esteve cercada de irmãos e de repente encontra uma mulher forte como a Tonks. É claro que as duas se deram bem e trocaram muitos conselhos. Todo esse carinho da Ginny pelo Teddy é algo que eu considero de extrema importância. A Ginny gostava muito do Remus e da Tonks, ela esteve na guerra e imagino que desenvolveu, ao longo dos anos, uma relação muito proxima do Teddy, quase como uma segunda mãe, mais jovem do que a Andromeda e com mais energia para as aventuras de uma crianças.
A Victoire dessa história é uma personagem que eu amo demais. Ela é muito insegura sim, mas todos sempre a veem como a garota perfeita que faz tudo corretamente. Ela não se sente assim, é muito ansiosa e insegura.
Obrigada pelo maravilhoso comentário; espero continuar te vendo pela história! Um abraço