Então, já de cara, sem nem terminar de ler o capítulo, vim aqui só dizer que pelo começo, já gostei mais do Cass. Sério mesmo, a emoção nu e crua que ele parece sentir durante a coroação fez ele ganhar pontos comigo. E como ele comentou que gostava do uniforme, de forma honesta e meio vaidosa, mostrou algum defeito nele, o que me fez gostar mais.
Agora que eu terminei de ler, um novo olhar sobre Cass...
Até ele entrar na sala de controle eu ainda estava meio assim, sim o jeito dele e as falhas que ele demonstrou me ganharam um pouco, mas nada sensacional. Eu, comecei não gostando de Yelena e todo o jeito tão forward dela, mas já quando estava começando a fazer minha cabeça ela mostrou um jeito, um coração muito aberto e um carinho que me fez gostar dela. Não digo que amei, porque ainda sinto que preciso saber mais, mas Yelena é uma personagem bem interessante, para se dizer o mínimo.
Flertes, carinho, emoções, governante... ela é um conjunto de características que nunca imaginem harmonizarem em uma personagem, mas estranhamente, aqui está ela! Parabéns pela originalidade!
Sobre Cass e seu coração durante a coroação (acho que até rimou hahah), foi bom. sua escrita foi incrível, a angustia, a realização de tudo, o choque de realidade caindo sobre ele foi muito bem escrito, cada palavra foi bem colocada! Mas eu ainda estava receosa. Tipo, esse jeito dele emocionado é lindo, mas ao mesmo tempo eu imagino dor e emoção não sendo algo particular à ele, então não posso ama-lo porquê amei seu sofrimento. O sofrimento dele não é exclusivo, ainda que diferente e tão impactante. Achei também sua escolha de timming perfeita. A coroação tem que trazer reflexões à mais insana das mentes, e é óbvio que Cass, sano, precisava sofrer com isso. Pensar na irmã, em quem deveria estar no seu lugar caso o destino fosse menos insensível, é perfeitamente condizente com a situação.
Só que então ele foi para a sala de controle e algo mudou. Talvez só eu tenha notado, talvez eu tenha tirado da minha cabeça, mas o Cass que entrou na sala de controle, ou pelo menos, aquele que tomou a postura de Rei, é outro. Ele demonstrou vulnerabilidade e incerteza, defeitos que eu mais vejo como qualidades e isso o fez mais approachable, sabe? E tendo que tomar uma decisão, o medo, a escolha, aquela incerteza que o faz olhar em volta por aprovação, tudo isso mostra uma humildade maior para ele que foi essencial! E ao mesmo tempo começa a moldar quem eu imagino que ele venha a ser como Rei. Admito que esse capítulo mudou minhas opiniões, ainda que só um pouco, sobre Cassian.
Ansiosa por mais e começando a planejar minha ficha,
Um Beijo, Clara.
P.S: uma fez eu fiz esse teste para mim mesma e demorei um tempo absurdo, isso somado ao tempo de criar a ficha, é provável que eu só te envie mais para frente, ok? Amanhã ou depois, eu imagino. Caso qualquer coisa mude nos planos, eu te aviso.
Olá! Então, não posso deixar de surtar um pouquinho com uma menção ao meu tão amado MBTI. Menina, eu sou completamente louca e obcecada pelo sistema Myers Briggs! Na verdade eu faço meus personagens já pensando no tipo deles, então a Callie nem vai precisar do teste. Sim, os personagens de Crowned Puppets também são todos devidamente classificados, e pretendo fazer um post no Tumblr sobre isso mais tarde. Minha intenção original com a Callie era fazer uma NF, talvez INFJ, talvez INFP, eu não tinha certeza. Mas a medida que eu fui montando a história dela, vi que ela tinha um Ti muito desenvolvido para se adequar em qualquer um desses tipos, e como ela foi advogada e tem aspectos meio frios e estoicos, passei para os NTs. Pensava em uma ENTP, mas sinceramente ela tem um Si um pouco bem desenvolvido demais para tal, então tudo que me restou foi INTP mesmo. Fiquei um pouco apreensiva de parecer egocêntrica, afinal eu também sou INTP, então ia ficar parecendo que eu acredito que esse é o melhor tipo e tals, mas não teve jeito de classificar de outro jeito =\ Kkkk agora tá parecendo que eu sou obcecada por INTPs, mas não é verdade, viu? Foi pura coincidência, juro. Inclusive não tem nenhum INTP em Crowned Puppets, só pra provar meu ponto. Aliás, você também tem um INTP aí, não? Lorcan, Lorcan, não tem jeito de não notar sua combinação de Ti superior e Fe inferior. Aliás, qual é o tipo do Cass? Aposto em ISTP ou similares. E qual é seu tipo, querida? Ok, parei com o momento fangirl obcecada: vamos ao capítulo. E desculpa por falar o tipo da Callie no comentário, eu não aguentei, hehe!
A primeira parte do capítulo teve uma dinâmica interessante. Deu para ver bem a melancolia na narração, deu pra sentir o quanto ele não conseguia se concentrar na cerimônia por causa da tristeza. Foi comovente ver ele tão triste pela irmã. Para mim, a parte em que o Cass narra os dois brincando quando crianças foi a mais tocante. Deu uma perspectiva da dor da perda dele. Também vi culpa, como se ele estivesse tomando alguma coisa da Helena. Eu gostei muito do modo como você escreveu o que ele estava sentindo sem se perder em devaneios, deixando ação e pensamento bem alinhados, mantendo a harmonia da narrativa.
Eu gostei muito da Yelena, ela parece irônica, mas é atenciosa forte. Ainda não vi muito dela, mas posso afirmar seguramente que ela ainda vai ser importante para o enredo. Personagens como ela costumam ser decisivos. A relação dela com o Cass é interessante também, aparentemente eles não convivem muito, mas não perdem intimidade ou algo assim, na verdade acho que se ele não estivesse tão triste, eles teriam um diálogo bem interessante.
A parte mais tensa foi a terceira, para mim. Começa com mistério, passa pelas mudanças bruscas que a vida do Cass sofreu, e acaba com uma revelação tétrica. Acho que até agora nenhum ataque dos Veritas apareceu tão explicitamente, e foi de certo modo chocante ver o que eles estão fazendo. Também foi bom ver o Cass agindo de verdade pela primeira vez, ver ele tomando as rédeas da situação, e isso é muito importante para um governante. Curiosa para ver se o nosso querido Rei aguentará o peso da responsabilidade ou se será lentamente consumido por ele. Excelente capítulo, aguardando por mais! Beijos!
Amo MBTI, e meus personagens são sempre baseados nessa tipologia. Acho bem completa para o entendimento do personagem. Os tipos analíticos são os meus favoritos, mas eu sou meio suspeita pra dizer alguma coisa, já que também sou uma NT (INTJ). E SIM! Lorcan é INTP, mas sem nenhuma surpresa, xD Supreendentemente, o Cass foi o único que eu não pensei num tipo. Fui escrevendo, e quando vi, tinha a personalidade dele fora das minhas mãos. Fiz o teste para ele, e só serviu para dar um nome à personalidade que já existia. Amei isso. Não revelarei qual é no momento. Vou deixar para especulações, e mais pra frente revelo de uma vez. Deixe seu palpite! kkkkk
Yel é uma linda. Esprere ver mais dela no futuro, heheh
O Cass e a Helena tinham uma ligação bem especial, e só quando ele se vê com "a coroa dela" na cabeça, a ficha cai. É difícil para ele.
A terceira parte foi a mais desafiadora de ser escrita; eu queria mostrar como a responsabilidade "serve" ele, e como ainda é uma estranha. As pessoas se revelam quando poder lhes é imposto. Vejamos como o Cassian reage, ;)
Se eu posso definir esse capítulo em uma palavra seria: emoção. Nossa a forma como você descreveu as lembranças e emoções de Cass me emocionou de verdade, fiquei com os olhos rasos d'água, a forma como você usou as palavras para tecer esse momento, foi de uma sensibilidade e delicadeza enormes. Aliás, você inseriu as recordações de Cass muito bem, ficou bem costurada com o texto e nem um pouco confuso, além de ter ficado natural a transição entre lembrança e realidade/presente, algo que para mim como escritora eu acho difícil.
Adorei conhecer um novo membro da família. Yel é bem interessante e sério o sentimento de melancolia e saudade só parece crescer nesse capítulo.
Nossa a forma como você consegue fazer a gente sentir exatamente o que o Cass está sentindo é incrível, com pequenos detalhes você consegue fazer grandes "revelações", como a tia de Cass batendo continência para ele, foi como quase um soco no estômago para mim também, ver essa elucidação pelos olhos do Cass foi muito interessante!!!
E vemos as coisas pegando fogo, literalmente no final do capítulo!!!! Sério, agora quero muito saber como é a Cassandra, afinal ela é a mãe do Lorcan.
Sério, quero mais, como sempre sua escrita está incrível!
Bjs Lilly
O que mais gostei: Acontecem várias coisas, embora não seja um capítulo exatamente grande.
O que acho que pode melhorar: Tem que ser maior e os mínimos erros de português.
Então... Sobre essa cena inicial, que linda. Quer dizer, foi triste e meio tensa, mas passou um sentimento de falta profunda, como se eu estivesse percebendo de verdade a morte da Helena junto com o Cassian. Eu conseguiu ficar triste junto com ele mesmo não conhecendo quase nada dela. Uau. By the way, eu lembrei de uma música enquanto estava lendo, Legado, do Scalene, e pior que eu acho que combinou bastante. Não sei se você vai concordar comigo, mas deixo a sugestão mesmo assim... Kkkkkk.
Gostei da Yelena, espero ver mais dela, parece uma pessoa interessantíssima, e apareceu na hora certa. Por mais que o Cassian parece-se querer estar só , ela apareceu na hora certa, antes de se afundar demais em pensamentos que não pareciam levar a um lugar bom...
Essa capítulo está "basicamente" alternando entre sentimentos de perda, responsabilidade, solidão e ordem. Adorei, muito.
MBTI! Uma amiga minha ama isso, me fez fazer o teste (sou INFJ) e eu não sei muita coisa, mas acho muito legal, principalmente porque me identifiquei demais com o meu resultado... Mando o da Ravenna já já.
Ah, que bom que gostou! Fico feliz que consegui passar esses sentimentos, que realmente foram o ponto alto do capítulo. Vou escutar a música. A única coisa que sei sobre Scalene é que eles são de Brasília, *risos*
A Yelena é realmente muito interessante, espere para ver mais dela no futuro. Cass estava bem... deprê, digamos. Tadinha da minha criança.
MTBI!! Eu amo a tipologia. meus personagens são baseados nela, pelo menos a maior parte das vezes. Eu sou INTJ, e o resultado me representa mais que meu signo asiudhiausdhaiusdh Acho que pessoas deveriam passar a se identificar pelo tipo de personalidade na metodologia Myers Biggs xD
Demorei um pouco, mas aqui estou eu. Ainda estou trabalhando em minha ficha (meu pc deu bug quando eu estava escrevendo a história então vou ter de reescrever), mas irei envia-la assim que puder. Já fiz esse teste de personalidade ^^ Eu vou colocar o resultado junto com a ficha, okay?
Agoraaaa... Ao capítulo!
Sabe, Excelsior (eu ia te chamar de Excel, mas isso me faz lembrar do Mycrosoft Excel então né...Fazer o que), gosto mundo do modo como você consegue colocar emoção na escrita. É quase possível sentir a dor que o Cass sente por conta de irmã. A ideia de que ele se segurou por tanto tempo e tentou ignorar a realidade. Tudo muito bem escrito e desenvolvido. Chorável até :’)
Ainda não sei ao certo o que pensar da Yelena. Ela me parece uma personagem interessante e pareceu realmente se importar com a Helena... Sem falar que ela tem um senso de humor bem peculiar (aka diretas em relação ao Lorcan e o Cass). Vamos ver ainda o que ela tem a oferecer...
Ah, uma pergunta: O nome da princesa é Helena ou Helen? É que nesse cap ela foi apresentada como Helena, sendo que nos anteriores ela é mais frequentemente citada como Helen. É algum tipo de apelido? É que não é muito comum só isso... E também tem a rainha. O nome é Anna ou Alina?
E o Veritas surge novamente... Realmente, faz sentido que o Cass se sinta mais “confortável” em uma situação como essa. Como já foi bem explicitado, ele é um militar e não um político. Lidar com uma ameaça como o Veritas é mais natural para ele do que a diplomacia e a política no geral. É algo para sempre se ter em mente ^^
Já faz um tempo que comecei a frequentar o fandom de A Seleção de vez em quando e, sim, já tinha visto sua fic algumas vezes, mas nunca parei realmente para ler sobre o que era. Incrível como as melhores histórias que acho por aqui são justamente aquelas que não dei atenção à primeira vista. Em um momento de tédio, resolvi abrir o tumblr da fic e eu gostei do que achei por lá. Voltei para ler a sinopse (porque nem isso eu tinha feito ainda) e fiquei ainda mais curiosa sobre a história. Aí veio o prólogo, primeiro capítulo, segundo, terceiro... E, nossa, eu fiquei completamente encantada com a história.
Uma das coisas que mais gostei foi a forma como você pegou um tema já clichê, presente em praticamente todas as fanfics de A Seleção (principalmente as interativas) e inovou completamente. Devo dizer que a primeira coisa que me chamou a atenção, enquanto estava fuçando o tumblr, foi a idade do príncipe e das selecionadas. Uma seleção com adultos, não adolescentes ou jovens adultos, mas adultos de verdade, com uma vida já estabelecida. Amei isso, de verdade. Outros detalhes, como a seleção ser feita para um rei (ou príncipe-regente), não um príncipe, os títulos dos capítulos e ter um cenário futurístico, me ganharam ainda mais.
E, mesmo que a história fosse um completo clichê, acredito que tudo valeria a pena por causa da sua escrita. Não sei como dizer, mas essa foi a parte que mais me encantou, porque você realmente sabe como narrar uma história. A forma como você conseguiu balancear descrições com diálogos, passar os sentimentos necessários através das palavras e caracterizar um personagem através apenas da narrativa do seu ponto de vista é incrível. Estou definitivamente apaixonada pela sua escrita.
Ah, não posso me esquecer dos personagens, eles são um verdadeiro show à parte. Adorei a forma como vocês os caracterizou tão naturalmente. Você realmente mostrou como eles são, não apenas contou, e esse foi um dos pontos que mais gostei. Eles também têm um ar mais realístico, são humanos com qualidades e defeitos.
Vou fazer um comentário geral até o capítulo três, que foi quando eu comecei a ler e só tinha esses postados. Eu demoro horrores pra comentar e tenho uma preguiça anormal, fora que não quero soar muito repetitiva. Espero que não se importe com isso, os próximos capítulos eu já começo a comentar normalmente.
Acredito que não teria escolha do que narrar o prólogo do ponto de vista da Rowan. Mesmo que não fosse da família, nem mesmo um pouco próxima, você conseguiu transmitir a melancolia da cena através dela. Deu realmente para imaginar todo o cenário e também consegui me conectar com a Rowan. Por sinal, adorei as analogias que ela fez e a forma como encarou toda a situação, como um circo criado pela população. Só desse prólogo eu já tinha certeza de que iria gostar da personagem.
Fiquei um pouco confusa em relação à árvore genética da família real. Inicialmente pensei que era o Cass que estava à beira da morte, mas só depois de reler o prólogo, os outros capítulos e o tumblr que consegui estabelecer uma ordem dentro da minha cabeça xD Ainda tô confusa com algumas coisas, mas acredito que seja porque a família real é realmente grande.
À primeira vista, quando o Cass apareceu no primeiro capítulo, a primeira impressão que tive dele foi a de um príncipe mimado que queria aquilo que desejava e não aceitaria um não. Mas com o decorrer da leitura eu consegui me conectar mais com o personagem, entender seus motivos e suas angústias. Não estou dizendo que concordo totalmente com suas atitudes, mas suas razões foram plausíveis e até deu certa dó dele. Além disso, gostei da dinâmica dele com o pai, as diferenças estabelecidas entre pai e filho, rei e príncipe.
O Orion é o tipo de rei que eu gosto. Não sei se vi o suficiente, mas gosto dele. Não é o típico bonzinho e tampouco cruel e sem-coração. Ele é simplesmente um rei que entende seus deveres e o que é esperado de si. Acho que foi por isso que acabei o apoiando na briga, não o Cass. Certo, ele não está preparado para ser o herdeiro e muito menos gosta do cenário em que se encontra, mas acredito que faltou um lado mais compreensivo dele. Apesar de tudo, ainda consegui criar empatia pelo personagem e o turbilhão de emoções que ele estava enfrentando. E, no final, fiquei curiosa para saber se o que matou a Helen foi apenas uma explosão ou teve algo a mais planejado por trás de tudo isso.
A verdadeira estrela do capítulo foi o Lorcan e seu humor rápido. Adorei o personagem, sem mais. Um cara inteligente, bem-humorado e dono dos melhores diálogos até agora. A interação dele com o Cass também foi ótima, sem toda a tenção que teve na cena anterior. Fora que o Lorcan parece ser o parceiro de crime perfeito para o Cass. Foi interessante a forma como você abordou a limitação física dele e também o seu relacionamento com a Rowan. Por sinal, a forma como o Cass a descreveu não foi nem um pouco lisonjeira. Adorei xD
Uma coisa que me chamou atenção nesse capítulo foi a forma como você foi introduzindo sutilmente a cenário futurista em que se passa a história. Não foram feitas comparações ou grandes detalhes sobre as inovações, mas foi encaixado de forma tão natural que foi super simples imaginar tudo. O que me deixou confusa foi a cronologia. De início pensei que o capítulo se passava um ano antes do prólogo, mas aí não faria muito sentido. Aí usando a boa e velha lógica, entendi que “um ano antes” era relacionado ao tempo que toda a história vai se passar. É isso mesmo? @_@
Esse segundo capítulo só serviu para aumentar ainda mais meu amor pelo Lorcan e pela Rowan, apesar de que não sei ainda se eles servem para ser um casal. Pelo o que o Lorcan disse no capítulo anterior, é mais sexo casual, então deduzi que não tem muito sentimento envolvido entre eles. Bem, como amigos acho que eles seriam incríveis, agora como como casal eu tenho minhas dúvidas, ainda não consegui sentir nenhuma química entre eles pra shippar.
Agora o Cass e a Rowan... Socorro, eu shippo tudo errado, como pode? Mas não importa, porque esses dois, sim, têm fagulhas o suficiente entre eles. Simplesmente amei o diálogo entre os dois, a cada fala meu sorriso crescia ainda mais (e aquela troca de olhares? morri). É oficial, a Rowan se tornou minha favorita depois desse capítulo. Ela é simplesmente incrível e vai em frente para conseguir o que quer.
Também é incrível a forma como o Cass amadureceu nesse tempo em que o pai esteve doente. É bom ver que aquele príncipe irritadiço e mais despreocupado agora lida seriamente com os assuntos do reino, mesmo não tendo sido preparado pra isso. Por mais idealista que tenha parecido, não tem como não simpatizar com o Cass e seu discurso revolucionário. Se havia alguma dúvida de que ele não seria um bom rei, foi completamente derrubada depois desse seu ideal.
Entretanto, foi no terceiro capítulo que o Cass definitivamente me ganhou. Não pelo seu lado militar ou de rei, mas pela parte dele que é simplesmente uma pessoa que perdeu a irmã e está sentindo todos os pesos e consequências que acompanharam a tragédia. Sério, essa primeira cena do capítulo é simplesmente linda demais, é impossível não se comover pelo Cass.
A Yelena vai ser uma personagem recorrente na história? Porque, olha, já gostei dela nesse curto espaço de tempo em que apareceu. Se não vai ter o pai para o apoiar, acredito que ela e o Lorcan seria as maiores forças com quem ele poderia contar. Fora que as insinuações que ela quase fez sobre ele e o Lorc. Socorro, outro ship AUSHUAHSUH Ao menos um bromance tem que rolar entre esses dois -N
Esse final me deixou doida para saber mais dos Veritas (além do nome legal) e seus motivos. Além de finalmente vermos o Cass sem estar perdido no novo cargo 8D E já falei que adoro o Lorcan? ♥ Pessoalmente, prefiro muito mais intelectuais a militares, então não teria melhor carreira pra ele ter seguido. E eu gostei da Cassandra, me parece ser o tipo de mulher bem badass.
Bem, acho que consegui resumir minha opinião sobre os capítulos. Vou tentar comentar o mais rápido possível nos próximos, antes que as aulas comecem. Por sinal, eu tô fazendo ficha pra uma selecionada, mas tô bem enrolada, então não sei quando vou conseguir te mandar (e se você ainda vai aceitar).
Ah, mais uma coisa, você realmente fez referência a alguns personagens de livros ou eu tô imaginando demais? xD Os nomes, quero dizer. Rowan, Lorcan e Maeve de Trono de Vidro; Yelena, de Estudos Sobre Veneno; Alina, de Sombra e Ossos. Fora o seu nome, Excelsior, que é bastante falado na trilogia dos Corvos. Mds, diz que sim e que eu não tô ficando maluca. Adorei tudo isso ♥
Acho que é isso. Vou tentar voltar aqui ainda essa semana para comentar os outros.
Oi oi oi!!! Em êxtase aqui!!!
Então, já de cara, sem nem terminar de ler o capítulo, vim aqui só dizer que pelo começo, já gostei mais do Cass. Sério mesmo, a emoção nu e crua que ele parece sentir durante a coroação fez ele ganhar pontos comigo. E como ele comentou que gostava do uniforme, de forma honesta e meio vaidosa, mostrou algum defeito nele, o que me fez gostar mais.
Agora que eu terminei de ler, um novo olhar sobre Cass...
Até ele entrar na sala de controle eu ainda estava meio assim, sim o jeito dele e as falhas que ele demonstrou me ganharam um pouco, mas nada sensacional. Eu, comecei não gostando de Yelena e todo o jeito tão forward dela, mas já quando estava começando a fazer minha cabeça ela mostrou um jeito, um coração muito aberto e um carinho que me fez gostar dela. Não digo que amei, porque ainda sinto que preciso saber mais, mas Yelena é uma personagem bem interessante, para se dizer o mínimo.
Flertes, carinho, emoções, governante... ela é um conjunto de características que nunca imaginem harmonizarem em uma personagem, mas estranhamente, aqui está ela! Parabéns pela originalidade!
Sobre Cass e seu coração durante a coroação (acho que até rimou hahah), foi bom. sua escrita foi incrível, a angustia, a realização de tudo, o choque de realidade caindo sobre ele foi muito bem escrito, cada palavra foi bem colocada! Mas eu ainda estava receosa. Tipo, esse jeito dele emocionado é lindo, mas ao mesmo tempo eu imagino dor e emoção não sendo algo particular à ele, então não posso ama-lo porquê amei seu sofrimento. O sofrimento dele não é exclusivo, ainda que diferente e tão impactante. Achei também sua escolha de timming perfeita. A coroação tem que trazer reflexões à mais insana das mentes, e é óbvio que Cass, sano, precisava sofrer com isso. Pensar na irmã, em quem deveria estar no seu lugar caso o destino fosse menos insensível, é perfeitamente condizente com a situação.
Só que então ele foi para a sala de controle e algo mudou. Talvez só eu tenha notado, talvez eu tenha tirado da minha cabeça, mas o Cass que entrou na sala de controle, ou pelo menos, aquele que tomou a postura de Rei, é outro. Ele demonstrou vulnerabilidade e incerteza, defeitos que eu mais vejo como qualidades e isso o fez mais approachable, sabe? E tendo que tomar uma decisão, o medo, a escolha, aquela incerteza que o faz olhar em volta por aprovação, tudo isso mostra uma humildade maior para ele que foi essencial! E ao mesmo tempo começa a moldar quem eu imagino que ele venha a ser como Rei. Admito que esse capítulo mudou minhas opiniões, ainda que só um pouco, sobre Cassian.
Ansiosa por mais e começando a planejar minha ficha,
Um Beijo, Clara.
P.S: uma fez eu fiz esse teste para mim mesma e demorei um tempo absurdo, isso somado ao tempo de criar a ficha, é provável que eu só te envie mais para frente, ok? Amanhã ou depois, eu imagino. Caso qualquer coisa mude nos planos, eu te aviso.
Olá! Então, não posso deixar de surtar um pouquinho com uma menção ao meu tão amado MBTI. Menina, eu sou completamente louca e obcecada pelo sistema Myers Briggs! Na verdade eu faço meus personagens já pensando no tipo deles, então a Callie nem vai precisar do teste. Sim, os personagens de Crowned Puppets também são todos devidamente classificados, e pretendo fazer um post no Tumblr sobre isso mais tarde. Minha intenção original com a Callie era fazer uma NF, talvez INFJ, talvez INFP, eu não tinha certeza. Mas a medida que eu fui montando a história dela, vi que ela tinha um Ti muito desenvolvido para se adequar em qualquer um desses tipos, e como ela foi advogada e tem aspectos meio frios e estoicos, passei para os NTs. Pensava em uma ENTP, mas sinceramente ela tem um Si um pouco bem desenvolvido demais para tal, então tudo que me restou foi INTP mesmo. Fiquei um pouco apreensiva de parecer egocêntrica, afinal eu também sou INTP, então ia ficar parecendo que eu acredito que esse é o melhor tipo e tals, mas não teve jeito de classificar de outro jeito =\ Kkkk agora tá parecendo que eu sou obcecada por INTPs, mas não é verdade, viu? Foi pura coincidência, juro. Inclusive não tem nenhum INTP em Crowned Puppets, só pra provar meu ponto. Aliás, você também tem um INTP aí, não? Lorcan, Lorcan, não tem jeito de não notar sua combinação de Ti superior e Fe inferior. Aliás, qual é o tipo do Cass? Aposto em ISTP ou similares. E qual é seu tipo, querida? Ok, parei com o momento fangirl obcecada: vamos ao capítulo. E desculpa por falar o tipo da Callie no comentário, eu não aguentei, hehe!
A primeira parte do capítulo teve uma dinâmica interessante. Deu para ver bem a melancolia na narração, deu pra sentir o quanto ele não conseguia se concentrar na cerimônia por causa da tristeza. Foi comovente ver ele tão triste pela irmã. Para mim, a parte em que o Cass narra os dois brincando quando crianças foi a mais tocante. Deu uma perspectiva da dor da perda dele. Também vi culpa, como se ele estivesse tomando alguma coisa da Helena. Eu gostei muito do modo como você escreveu o que ele estava sentindo sem se perder em devaneios, deixando ação e pensamento bem alinhados, mantendo a harmonia da narrativa.
Eu gostei muito da Yelena, ela parece irônica, mas é atenciosa forte. Ainda não vi muito dela, mas posso afirmar seguramente que ela ainda vai ser importante para o enredo. Personagens como ela costumam ser decisivos. A relação dela com o Cass é interessante também, aparentemente eles não convivem muito, mas não perdem intimidade ou algo assim, na verdade acho que se ele não estivesse tão triste, eles teriam um diálogo bem interessante.
A parte mais tensa foi a terceira, para mim. Começa com mistério, passa pelas mudanças bruscas que a vida do Cass sofreu, e acaba com uma revelação tétrica. Acho que até agora nenhum ataque dos Veritas apareceu tão explicitamente, e foi de certo modo chocante ver o que eles estão fazendo. Também foi bom ver o Cass agindo de verdade pela primeira vez, ver ele tomando as rédeas da situação, e isso é muito importante para um governante. Curiosa para ver se o nosso querido Rei aguentará o peso da responsabilidade ou se será lentamente consumido por ele. Excelente capítulo, aguardando por mais! Beijos!
Amo MBTI, e meus personagens são sempre baseados nessa tipologia. Acho bem completa para o entendimento do personagem. Os tipos analíticos são os meus favoritos, mas eu sou meio suspeita pra dizer alguma coisa, já que também sou uma NT (INTJ). E SIM! Lorcan é INTP, mas sem nenhuma surpresa, xD Supreendentemente, o Cass foi o único que eu não pensei num tipo. Fui escrevendo, e quando vi, tinha a personalidade dele fora das minhas mãos. Fiz o teste para ele, e só serviu para dar um nome à personalidade que já existia. Amei isso. Não revelarei qual é no momento. Vou deixar para especulações, e mais pra frente revelo de uma vez. Deixe seu palpite! kkkkk
Yel é uma linda. Esprere ver mais dela no futuro, heheh
O Cass e a Helena tinham uma ligação bem especial, e só quando ele se vê com "a coroa dela" na cabeça, a ficha cai. É difícil para ele.
A terceira parte foi a mais desafiadora de ser escrita; eu queria mostrar como a responsabilidade "serve" ele, e como ainda é uma estranha. As pessoas se revelam quando poder lhes é imposto. Vejamos como o Cassian reage, ;)
Obrigada por comentar! Até mais :D
Se eu posso definir esse capítulo em uma palavra seria: emoção. Nossa a forma como você descreveu as lembranças e emoções de Cass me emocionou de verdade, fiquei com os olhos rasos d'água, a forma como você usou as palavras para tecer esse momento, foi de uma sensibilidade e delicadeza enormes. Aliás, você inseriu as recordações de Cass muito bem, ficou bem costurada com o texto e nem um pouco confuso, além de ter ficado natural a transição entre lembrança e realidade/presente, algo que para mim como escritora eu acho difícil.
Adorei conhecer um novo membro da família. Yel é bem interessante e sério o sentimento de melancolia e saudade só parece crescer nesse capítulo.
Nossa a forma como você consegue fazer a gente sentir exatamente o que o Cass está sentindo é incrível, com pequenos detalhes você consegue fazer grandes "revelações", como a tia de Cass batendo continência para ele, foi como quase um soco no estômago para mim também, ver essa elucidação pelos olhos do Cass foi muito interessante!!!
E vemos as coisas pegando fogo, literalmente no final do capítulo!!!! Sério, agora quero muito saber como é a Cassandra, afinal ela é a mãe do Lorcan.
Sério, quero mais, como sempre sua escrita está incrível!
Bjs Lilly
O que mais gostei: Acontecem várias coisas, embora não seja um capítulo exatamente grande.
O que acho que pode melhorar: Tem que ser maior e os mínimos erros de português.
Então... Sobre essa cena inicial, que linda. Quer dizer, foi triste e meio tensa, mas passou um sentimento de falta profunda, como se eu estivesse percebendo de verdade a morte da Helena junto com o Cassian. Eu conseguiu ficar triste junto com ele mesmo não conhecendo quase nada dela. Uau. By the way, eu lembrei de uma música enquanto estava lendo, Legado, do Scalene, e pior que eu acho que combinou bastante. Não sei se você vai concordar comigo, mas deixo a sugestão mesmo assim... Kkkkkk.
Gostei da Yelena, espero ver mais dela, parece uma pessoa interessantíssima, e apareceu na hora certa. Por mais que o Cassian parece-se querer estar só , ela apareceu na hora certa, antes de se afundar demais em pensamentos que não pareciam levar a um lugar bom...
Essa capítulo está "basicamente" alternando entre sentimentos de perda, responsabilidade, solidão e ordem. Adorei, muito.
MBTI! Uma amiga minha ama isso, me fez fazer o teste (sou INFJ) e eu não sei muita coisa, mas acho muito legal, principalmente porque me identifiquei demais com o meu resultado... Mando o da Ravenna já já.
É isso aí, byeee o/
Ah, que bom que gostou! Fico feliz que consegui passar esses sentimentos, que realmente foram o ponto alto do capítulo. Vou escutar a música. A única coisa que sei sobre Scalene é que eles são de Brasília, *risos*
A Yelena é realmente muito interessante, espere para ver mais dela no futuro. Cass estava bem... deprê, digamos. Tadinha da minha criança.
MTBI!! Eu amo a tipologia. meus personagens são baseados nela, pelo menos a maior parte das vezes. Eu sou INTJ, e o resultado me representa mais que meu signo asiudhiausdhaiusdh Acho que pessoas deveriam passar a se identificar pelo tipo de personalidade na metodologia Myers Biggs xD
Enfim. Que bom que gostou.
Abraços, e até!
OIEEEE TUDO BEEEM?
Demorei um pouco, mas aqui estou eu. Ainda estou trabalhando em minha ficha (meu pc deu bug quando eu estava escrevendo a história então vou ter de reescrever), mas irei envia-la assim que puder. Já fiz esse teste de personalidade ^^ Eu vou colocar o resultado junto com a ficha, okay?
Agoraaaa... Ao capítulo!
Sabe, Excelsior (eu ia te chamar de Excel, mas isso me faz lembrar do Mycrosoft Excel então né...Fazer o que), gosto mundo do modo como você consegue colocar emoção na escrita. É quase possível sentir a dor que o Cass sente por conta de irmã. A ideia de que ele se segurou por tanto tempo e tentou ignorar a realidade. Tudo muito bem escrito e desenvolvido. Chorável até :’)
Ainda não sei ao certo o que pensar da Yelena. Ela me parece uma personagem interessante e pareceu realmente se importar com a Helena... Sem falar que ela tem um senso de humor bem peculiar (aka diretas em relação ao Lorcan e o Cass). Vamos ver ainda o que ela tem a oferecer...
Ah, uma pergunta: O nome da princesa é Helena ou Helen? É que nesse cap ela foi apresentada como Helena, sendo que nos anteriores ela é mais frequentemente citada como Helen. É algum tipo de apelido? É que não é muito comum só isso... E também tem a rainha. O nome é Anna ou Alina?
E o Veritas surge novamente... Realmente, faz sentido que o Cass se sinta mais “confortável” em uma situação como essa. Como já foi bem explicitado, ele é um militar e não um político. Lidar com uma ameaça como o Veritas é mais natural para ele do que a diplomacia e a política no geral. É algo para sempre se ter em mente ^^
Acho que nesse capítulo é só...
Mal posso esperar para ler o próximo!
Até lá!
Beijooooos!
Bia Valdez :3
Já faz um tempo que comecei a frequentar o fandom de A Seleção de vez em quando e, sim, já tinha visto sua fic algumas vezes, mas nunca parei realmente para ler sobre o que era. Incrível como as melhores histórias que acho por aqui são justamente aquelas que não dei atenção à primeira vista. Em um momento de tédio, resolvi abrir o tumblr da fic e eu gostei do que achei por lá. Voltei para ler a sinopse (porque nem isso eu tinha feito ainda) e fiquei ainda mais curiosa sobre a história. Aí veio o prólogo, primeiro capítulo, segundo, terceiro... E, nossa, eu fiquei completamente encantada com a história.
Uma das coisas que mais gostei foi a forma como você pegou um tema já clichê, presente em praticamente todas as fanfics de A Seleção (principalmente as interativas) e inovou completamente. Devo dizer que a primeira coisa que me chamou a atenção, enquanto estava fuçando o tumblr, foi a idade do príncipe e das selecionadas. Uma seleção com adultos, não adolescentes ou jovens adultos, mas adultos de verdade, com uma vida já estabelecida. Amei isso, de verdade. Outros detalhes, como a seleção ser feita para um rei (ou príncipe-regente), não um príncipe, os títulos dos capítulos e ter um cenário futurístico, me ganharam ainda mais.
E, mesmo que a história fosse um completo clichê, acredito que tudo valeria a pena por causa da sua escrita. Não sei como dizer, mas essa foi a parte que mais me encantou, porque você realmente sabe como narrar uma história. A forma como você conseguiu balancear descrições com diálogos, passar os sentimentos necessários através das palavras e caracterizar um personagem através apenas da narrativa do seu ponto de vista é incrível. Estou definitivamente apaixonada pela sua escrita.
Ah, não posso me esquecer dos personagens, eles são um verdadeiro show à parte. Adorei a forma como vocês os caracterizou tão naturalmente. Você realmente mostrou como eles são, não apenas contou, e esse foi um dos pontos que mais gostei. Eles também têm um ar mais realístico, são humanos com qualidades e defeitos.
Vou fazer um comentário geral até o capítulo três, que foi quando eu comecei a ler e só tinha esses postados. Eu demoro horrores pra comentar e tenho uma preguiça anormal, fora que não quero soar muito repetitiva. Espero que não se importe com isso, os próximos capítulos eu já começo a comentar normalmente.
Acredito que não teria escolha do que narrar o prólogo do ponto de vista da Rowan. Mesmo que não fosse da família, nem mesmo um pouco próxima, você conseguiu transmitir a melancolia da cena através dela. Deu realmente para imaginar todo o cenário e também consegui me conectar com a Rowan. Por sinal, adorei as analogias que ela fez e a forma como encarou toda a situação, como um circo criado pela população. Só desse prólogo eu já tinha certeza de que iria gostar da personagem.
Fiquei um pouco confusa em relação à árvore genética da família real. Inicialmente pensei que era o Cass que estava à beira da morte, mas só depois de reler o prólogo, os outros capítulos e o tumblr que consegui estabelecer uma ordem dentro da minha cabeça xD Ainda tô confusa com algumas coisas, mas acredito que seja porque a família real é realmente grande.
À primeira vista, quando o Cass apareceu no primeiro capítulo, a primeira impressão que tive dele foi a de um príncipe mimado que queria aquilo que desejava e não aceitaria um não. Mas com o decorrer da leitura eu consegui me conectar mais com o personagem, entender seus motivos e suas angústias. Não estou dizendo que concordo totalmente com suas atitudes, mas suas razões foram plausíveis e até deu certa dó dele. Além disso, gostei da dinâmica dele com o pai, as diferenças estabelecidas entre pai e filho, rei e príncipe.
O Orion é o tipo de rei que eu gosto. Não sei se vi o suficiente, mas gosto dele. Não é o típico bonzinho e tampouco cruel e sem-coração. Ele é simplesmente um rei que entende seus deveres e o que é esperado de si. Acho que foi por isso que acabei o apoiando na briga, não o Cass. Certo, ele não está preparado para ser o herdeiro e muito menos gosta do cenário em que se encontra, mas acredito que faltou um lado mais compreensivo dele. Apesar de tudo, ainda consegui criar empatia pelo personagem e o turbilhão de emoções que ele estava enfrentando. E, no final, fiquei curiosa para saber se o que matou a Helen foi apenas uma explosão ou teve algo a mais planejado por trás de tudo isso.
A verdadeira estrela do capítulo foi o Lorcan e seu humor rápido. Adorei o personagem, sem mais. Um cara inteligente, bem-humorado e dono dos melhores diálogos até agora. A interação dele com o Cass também foi ótima, sem toda a tenção que teve na cena anterior. Fora que o Lorcan parece ser o parceiro de crime perfeito para o Cass. Foi interessante a forma como você abordou a limitação física dele e também o seu relacionamento com a Rowan. Por sinal, a forma como o Cass a descreveu não foi nem um pouco lisonjeira. Adorei xD
Uma coisa que me chamou atenção nesse capítulo foi a forma como você foi introduzindo sutilmente a cenário futurista em que se passa a história. Não foram feitas comparações ou grandes detalhes sobre as inovações, mas foi encaixado de forma tão natural que foi super simples imaginar tudo. O que me deixou confusa foi a cronologia. De início pensei que o capítulo se passava um ano antes do prólogo, mas aí não faria muito sentido. Aí usando a boa e velha lógica, entendi que “um ano antes” era relacionado ao tempo que toda a história vai se passar. É isso mesmo? @_@
Esse segundo capítulo só serviu para aumentar ainda mais meu amor pelo Lorcan e pela Rowan, apesar de que não sei ainda se eles servem para ser um casal. Pelo o que o Lorcan disse no capítulo anterior, é mais sexo casual, então deduzi que não tem muito sentimento envolvido entre eles. Bem, como amigos acho que eles seriam incríveis, agora como como casal eu tenho minhas dúvidas, ainda não consegui sentir nenhuma química entre eles pra shippar.
Agora o Cass e a Rowan... Socorro, eu shippo tudo errado, como pode? Mas não importa, porque esses dois, sim, têm fagulhas o suficiente entre eles. Simplesmente amei o diálogo entre os dois, a cada fala meu sorriso crescia ainda mais (e aquela troca de olhares? morri). É oficial, a Rowan se tornou minha favorita depois desse capítulo. Ela é simplesmente incrível e vai em frente para conseguir o que quer.
Também é incrível a forma como o Cass amadureceu nesse tempo em que o pai esteve doente. É bom ver que aquele príncipe irritadiço e mais despreocupado agora lida seriamente com os assuntos do reino, mesmo não tendo sido preparado pra isso. Por mais idealista que tenha parecido, não tem como não simpatizar com o Cass e seu discurso revolucionário. Se havia alguma dúvida de que ele não seria um bom rei, foi completamente derrubada depois desse seu ideal.
Entretanto, foi no terceiro capítulo que o Cass definitivamente me ganhou. Não pelo seu lado militar ou de rei, mas pela parte dele que é simplesmente uma pessoa que perdeu a irmã e está sentindo todos os pesos e consequências que acompanharam a tragédia. Sério, essa primeira cena do capítulo é simplesmente linda demais, é impossível não se comover pelo Cass.
A Yelena vai ser uma personagem recorrente na história? Porque, olha, já gostei dela nesse curto espaço de tempo em que apareceu. Se não vai ter o pai para o apoiar, acredito que ela e o Lorcan seria as maiores forças com quem ele poderia contar. Fora que as insinuações que ela quase fez sobre ele e o Lorc. Socorro, outro ship AUSHUAHSUH Ao menos um bromance tem que rolar entre esses dois -N
Esse final me deixou doida para saber mais dos Veritas (além do nome legal) e seus motivos. Além de finalmente vermos o Cass sem estar perdido no novo cargo 8D E já falei que adoro o Lorcan? ♥ Pessoalmente, prefiro muito mais intelectuais a militares, então não teria melhor carreira pra ele ter seguido. E eu gostei da Cassandra, me parece ser o tipo de mulher bem badass.
Bem, acho que consegui resumir minha opinião sobre os capítulos. Vou tentar comentar o mais rápido possível nos próximos, antes que as aulas comecem. Por sinal, eu tô fazendo ficha pra uma selecionada, mas tô bem enrolada, então não sei quando vou conseguir te mandar (e se você ainda vai aceitar).
Ah, mais uma coisa, você realmente fez referência a alguns personagens de livros ou eu tô imaginando demais? xD Os nomes, quero dizer. Rowan, Lorcan e Maeve de Trono de Vidro; Yelena, de Estudos Sobre Veneno; Alina, de Sombra e Ossos. Fora o seu nome, Excelsior, que é bastante falado na trilogia dos Corvos. Mds, diz que sim e que eu não tô ficando maluca. Adorei tudo isso ♥
Acho que é isso. Vou tentar voltar aqui ainda essa semana para comentar os outros.
Até~