Cara... 220 palavras e você me faz chorar? Ô Deus, como assim? Como pode isso?
Eu acho que essa one me lembrou uma situação meio... MUITO ruim pra mim. Eu não lembro claramente da cena, porque eu tentei bloquear essa imagem daqui, mas eu me lembro de estar na sala e uma amiga minha segurando um estilete amarelo (o estilete me marcou tanto que cara ;-;) na direção do pulso. Sorte que a professora viu e tirou da mão dela.
Eu ainda lembro da conversa que tive (aos prantos, diga-se de passagem) com uma outra amiga sobre a "brincadeira" ter sido sem graça. Não sei porque, mas me lembro que alguém ofereceu brincando o estilete para a menina com depressão.
PORRA, ISSO NUM SE FAZ CARA!
Enfim, já desabafei, já chorei, e agora tenho que dizer que eu adorei essa one... Drabble... Double-Drabble... WHATEVER, essa história está lindinha, e eu me identifiquei numas situações como a Virgínia ~A esquisitona~ e numas situações como a Irina ~A típica adolescente que leva sermões~
Eu meio que imaginei desse jeitinho aí, só que a Irina não é uma pessoa ruim; em momento algum ela tentou fazer com que Virgínia se suicidasse, pois nem tinha em mente dos pensamentos tão sombrios da colega de classe... Mas isso que fizeram com suas amigas, ah... Foi bem macabro. As brincadeiras passam dos limites, e eu espero que eles tenham recebido uma punição severa por conta dessa brincadeira de mau gosto...
Bom, muito obrigada por ter lido "Estilete", mesmo que tenha chorado e lembrado dessa cena de terror... Mil desculpas! Eu também não sei como respondê-la a altura, porque eu não sou muito boa com palavras (que ironia uma escritora dize risso, não?); enfim, fico deveras sem graça quando recebo um comentário assim tão belo. ♥ São essas pequenas coisas que mudam o dia de um autor, sério!
Beijos para ti também, e, mais uma vez, obrigada por ter gasto um tico do teu tempo para ler e, ainda por cima, comentar. ♥ Até a próxima. :3
;-;
Sério
Cara... 220 palavras e você me faz chorar? Ô Deus, como assim? Como pode isso?
Eu acho que essa one me lembrou uma situação meio... MUITO ruim pra mim. Eu não lembro claramente da cena, porque eu tentei bloquear essa imagem daqui, mas eu me lembro de estar na sala e uma amiga minha segurando um estilete amarelo (o estilete me marcou tanto que cara ;-;) na direção do pulso. Sorte que a professora viu e tirou da mão dela.
Eu ainda lembro da conversa que tive (aos prantos, diga-se de passagem) com uma outra amiga sobre a "brincadeira" ter sido sem graça. Não sei porque, mas me lembro que alguém ofereceu brincando o estilete para a menina com depressão.
PORRA, ISSO NUM SE FAZ CARA!
Enfim, já desabafei, já chorei, e agora tenho que dizer que eu adorei essa one... Drabble... Double-Drabble... WHATEVER, essa história está lindinha, e eu me identifiquei numas situações como a Virgínia ~A esquisitona~ e numas situações como a Irina ~A típica adolescente que leva sermões~
So... Obrigada ^^ Por essa one
Mil beios de luz,
Bia!
Eu meio que imaginei desse jeitinho aí, só que a Irina não é uma pessoa ruim; em momento algum ela tentou fazer com que Virgínia se suicidasse, pois nem tinha em mente dos pensamentos tão sombrios da colega de classe... Mas isso que fizeram com suas amigas, ah... Foi bem macabro. As brincadeiras passam dos limites, e eu espero que eles tenham recebido uma punição severa por conta dessa brincadeira de mau gosto...
Bom, muito obrigada por ter lido "Estilete", mesmo que tenha chorado e lembrado dessa cena de terror... Mil desculpas! Eu também não sei como respondê-la a altura, porque eu não sou muito boa com palavras (que ironia uma escritora dize risso, não?); enfim, fico deveras sem graça quando recebo um comentário assim tão belo. ♥ São essas pequenas coisas que mudam o dia de um autor, sério!
Beijos para ti também, e, mais uma vez, obrigada por ter gasto um tico do teu tempo para ler e, ainda por cima, comentar. ♥ Até a próxima. :3
Esse final me deixou em choque.
Sabe quando você para e pisca várias vezes enquanto se pergunta se foi aquilo mesmo que leu? Isso aconteceu agora.
A leitura foi bem rápida, os detalhes foram bons e apesar de pequena, deu um impacto gigantesco principalmente essa frase do final.
Meus parabéns pela história.