Oi, leitora nova aqui! Finalmente encontrei uma história sobre o Teddy, nem acredito! Eu adoro a história do Remus e da Tonks e fico super triste de encontrar tão poucas histórias sobre essa família linda...
Adorei o flashback sobre o Teddy descobrindo o que aconteceu realmente com os pais dele, consegui sentir a dor dele e ver como o Harry se preocupa e se vê em seu afilhado. Não me aguento pela JK ter matado a Lily e o James e depois a Tonks e o Remus, chega de órfãos por causa do Voldemort!
Sua escrita é ótima, não cansa mesmo o capitulo sendo um pouco grande para os meus padrões e eu consigo me imaginar em todas as cenas, todas cheias de detalhes...
Eu falo muito, as vezes me empolgo hahaha até o próximo capítulo!
Olá, leitores novos são muito bem vindos! Seus comentários realmente transformaram o meu dia hoje, muito obrigada por todos os elogios, de verdade! Eu sempre pensei que as fanfics da terceira geração estivessem concentradas demais nos filhos do Harry e eu sempre pensei: mas e o Teddy? Pra mim, pelo menos, ele foi criado com tanto amor e cuidado pelo Harry como seus próprios filhos. Teddy foi completamente excluído do Cursed Child e mesmo aquilo não sendo a continuação que HP merece, é canon e oficial, então me deixou ainda mais revoltada e me deu a ideia de escrever essa história sobre o senhor Edward Lupin. Eu simplesmente amo Remus e Tonks por motivos inexplicáveis. É tão triste escrever sobre a vida do Teddy, filho deles, com um buraco tão grande de perda desde que ele ainda era um bebe... O flashback desse capítulo disperta muitos sentimentos e mostra como ele aprendeu a lidar com isso desde cedo, como ele precisou amadurecer. É imensamente gratificante saber que você está gostando da história, significa muito pra mim. Os capítulos são grandes sim, mas espero que isso não se torne um problema. Novamente, obrigada pelos elogios! Espero continuar a vê-la por aqui e não se preocupe, comentários grandes são empolgantes. Um abraço e até!
Olá! Seja bem vinda, espero que goste da história! Um abraço
A
Audra
Oi, oi
Não tenho palavras para expressar o que senti ao ler esse primeiro capítulo. Só sei que agora estou tremendo. E isso é geralmente muito bom. As suas descrições foram muito bem trabalhadas (que inveja!), e eu fiquei particularmente fascinada pela descrição que você deu da catedral — sou ligeiramente apaixonada por arquitetura, e a catedral que você descreveu lembrou-me àquelas catedrais medievais, onde houve predomínio do estilo gótico, com arcos ogivais, vitrais e mosaicos, e os arcobotantes... enfim, é um estilo arquitetônico pelo qual eu sou particularmente fascinada —, e de como o Teddy se sente em relação à ela quando pequeno, intimidado pela grandiosidade do lugar e a aura poderosa que o lugar lança — o que mostra que a Igreja atingiu o seu objetivo ao usar a arquitetura gótica nas catedrais, que, lá no início, era mostrar o triunfo do Cristianismo sobre as religiões pagãs e etc —, e qualquer um que já foi a uma catedral pode concordar que a primeira vez é sempre a mais assustadora — parece que você está sendo observado por todos aqueles rostos nos vitrais e os santos em torno e no altar.
Sobre a Andrômeda: você a descreveu exatamente como a imagino como avó — uma pessoa marcada pelas provações da vida, que já sofreu muito, e que carrega essas marcas na memória e no corpo —, até mesmo a maneira que ela fala com o Teddy! Sempre pensei nela como uma avó não muito falante ou que demonstra exatamente tudo que sente (um traço que gosto de pensar que ela carrega desde adolescente), até porque as perdas do marido, da filha e do genro devem ter sido um baque muito grande pra ela, algo que só a personagem e ninguém mais poderia ser capaz de explicar. Achei-na particularmente incrível nesse primeiro capítulo, e tenho certeza que ela continuará assim ao longo da fic.
Também adorei o Harry como um padrinho presente. Enquanto lia, pensei em como seria se o Sirius jamais tivesse sido preso e pudesse ser o padrinho maravilhoso que ele com certeza seria para o Harry. Agora, isso me leva a pensar que talvez Harry esteja tentando ser para Teddy o padrinho que Sirius não pôde ser para ele, ou algo assim. É triste que dois personagens se identifiquem tanto um com outro por causa de razões tão tristes. Fiquei à beira de lágrimas enquanto o Teddy dizia que os pais escolheram morrer na guerra, que eles abandonaram-no e que ele os odiava por isso. Voldemort, eu te odeio.
Estou doida para conhecer mais sobre a relação do Teddy com a Victoire, e para ver como vão se desenrolar alguns outros detalhes citados por Teddy — um dos meus chutes é que ele talvez mude de profissão ou algo assim.
Desculpe se me dispersei ao fazer o comentário, mas é que é tanta coisa que achei fantástica que nem sei por onde começar. Parabéns, de verdade ♥
A.
O que mais gostei: As suas descrições, tanto as que se referem aos conflitos de Teddy, quanto as que se referem à paisagem e à arquitetura; simplesmente deslumbrante, parabéns!
V
Vivian
[TROQUEI DE CONTA E ESTOU COMENTANDO A MESMA COISA NOVAMENTE, SORRY :D)
Oi, oi
Não tenho palavras para expressar o que senti ao ler esse primeiro capítulo. Só sei que agora estou tremendo. E isso é geralmente muito bom. As suas descrições foram muito bem trabalhadas (que inveja!), e eu fiquei particularmente fascinada pela descrição que você deu da catedral — sou ligeiramente apaixonada por arquitetura, e a catedral que você descreveu lembrou-me àquelas catedrais medievais, onde houve predomínio do estilo gótico, com arcos ogivais, vitrais e mosaicos, e os arcobotantes... enfim, é um estilo arquitetônico pelo qual eu sou particularmente fascinada —, e de como o Teddy se sente em relação à ela quando pequeno, intimidado pela grandiosidade do lugar e a aura poderosa que o lugar lança — o que mostra que a Igreja atingiu o seu objetivo ao usar a arquitetura gótica nas catedrais, que, lá no início, era mostrar o triunfo do Cristianismo sobre as religiões pagãs e etc —, e qualquer um que já foi a uma catedral pode concordar que a primeira vez é sempre a mais assustadora — parece que você está sendo observado por todos aqueles rostos nos vitrais e os santos em torno e no altar.
Sobre a Andrômeda: você a descreveu exatamente como a imagino como avó — uma pessoa marcada pelas provações da vida, que já sofreu muito, e que carrega essas marcas na memória e no corpo —, até mesmo a maneira que ela fala com o Teddy! Sempre pensei nela como uma avó não muito falante ou que demonstra exatamente tudo que sente (um traço que gosto de pensar que ela carrega desde adolescente), até porque as perdas do marido, da filha e do genro devem ter sido um baque muito grande pra ela, algo que só a personagem e ninguém mais poderia ser capaz de explicar. Achei-na particularmente incrível nesse primeiro capítulo, e tenho certeza que ela continuará assim ao longo da fic.
Também adorei o Harry como um padrinho presente. Enquanto lia, pensei em como seria se o Sirius jamais tivesse sido preso e pudesse ser o padrinho maravilhoso que ele com certeza seria para o Harry. Agora, isso me leva a pensar que talvez Harry esteja tentando ser para Teddy o padrinho que Sirius não pôde ser para ele, ou algo assim. É triste que dois personagens se identifiquem tanto um com outro por causa de razões tão tristes. Fiquei à beira de lágrimas enquanto o Teddy dizia que os pais escolheram morrer na guerra, que eles abandonaram-no e que ele os odiava por isso. Voldemort, eu te odeio.
Estou doida para conhecer mais sobre a relação do Teddy com a Victoire, e para ver como vão se desenrolar alguns outros detalhes citados por Teddy — um dos meus chutes é que ele talvez mude de profissão ou algo assim.
Desculpe se me dispersei ao fazer o comentário, mas é que é tanta coisa que achei fantástica que nem sei por onde começar. Parabéns, de verdade ♥
V.
O que mais gostei: As suas descrições, tanto as que se referem aos conflitos de Teddy, quanto as que se referem à paisagem e à arquitetura; simplesmente deslumbrante, parabéns!
O seu comentário conseguiu me deixar sem fôlego por muito tempo! Obrigada por ser tão gentil com a minha história, fico muito feliz em saber que o que eu escrevo te impressionou muito e que vc está gostando da história. Do fundo do meu coração, obrigada!
Fico imensamente feliz que vc tenha gostado das minhas descrições, sério! Sempre me preocupa muito começar a escrever demais uma determinada cena pelo tamanho das descrições e, no fim, o capítulo fica imenso e eu fico com medo de que se torne cansativo para os leitores. Sua opinião significa muito para mim.
Vc captou exatamente o espírito que eu queria passar sobre a catedral. Eu nao sou muito familiar com essas coisas de arquitetura, mas a ideia era mesmo torná-la bastante imponente e bela. Eu adoro essas construções, costumava achar bem sinistro quando era pequena. Simplesmente, quando estava escrevendo essa cena, pensei em mim mesma entrando em uma igreja e imaginei que talvez dar detalhes característicos daquele lugar fosse uma boa ideia. Descrições próprias e que diferenciam dos outros tipos de lugares que vc pensa quando imagina uma igreja. São essas pequenas descriçõezinhas únicas e especiais que tornam sua história inteiramente sua, no seu mundo, na sua cabeça. E eu adoro! Sempre que posso dou uma aprofundada em alguma característica boba no fundo, em algum detalhe do lugar ou até da história dos personagens, para mostrar que eles realmente surgiram da minha cabeça após muito tempo pensando sobre isso e não de uma forma mecânica de escrever.
Sobre a Andromeda: eu criei uma imagem própria sobre ela quando li os livros da série. Quero dizer, ela é uma personagem que não sabemos muito, mas podemos supor e usar a imaginação para certas coisas. Ela sem dúvida foi muito feliz com a filha e o marido por muitos anos, onde tenho certeza que ela realizou muitos dos próprios sonhos, mas ter a filha e o marido tirados dela em um intervalo de tempo tão curto... Isso marca a pessoa. E a Andromeda, para mim, nunca foi muito falante ou aberta. Ela era uma Black e uma sonserina. Ela tem a elegância dos Black e a personalidade forte de uma sonserina, mas acima de tudo ela ama a si mesma e protege quem ela ama. Eu penso na Andromeda como uma pessoa extremamente fechada, desde muito jovem, que nunca expressou tão abertamente o que pensa ou sente, principalmente pela sua família não ser muito compreensível com sentimentos. Ela é, acima de tudo, muito gentil e protetora com o Teddy e expressa isso do seu próprio jeito, mesmo que muitas pessoas nao entendam.
Eu imagino que o Teddy passou por várias etapas para entender o que realmente aconteceu com os pais dele. Desde a negação até uma idealização sobre quem foram Remus e Tonks e durante a história vamos ver ele tentando compreender o que ser filho de Remus e Tonks influencia em quem ele é. E pra mim o Harry foi o melhor padrinho possível e considera o Teddy como se fosse um filho para ele.
Eu cito vários comentários no meio do capítulo sobre os personagens que eu idealizei e sem dúvida vc já percebeu um sobre o Teddy. Ele, nessa história, não é muito ambicioso e é muito modesto. Victoire e ele são dois amores desde muito jovens, mas claro que eu compliquei as coisas para eles ficarem juntos, como vc vai ver nos flashbacks.
Adoro comentários dispersantes, onde vc simplesmente escreve o que vêm em sua cabeça! Agradeço imensamente o ilustríssimo comentário e espero muito vê-la por aqui mais vezes - seja muito bem vinda. Espero que a história atinga suas expectativas e mantenha o nível que te impressionou.
Oi, leitora nova aqui! Finalmente encontrei uma história sobre o Teddy, nem acredito! Eu adoro a história do Remus e da Tonks e fico super triste de encontrar tão poucas histórias sobre essa família linda...
Adorei o flashback sobre o Teddy descobrindo o que aconteceu realmente com os pais dele, consegui sentir a dor dele e ver como o Harry se preocupa e se vê em seu afilhado. Não me aguento pela JK ter matado a Lily e o James e depois a Tonks e o Remus, chega de órfãos por causa do Voldemort!
Sua escrita é ótima, não cansa mesmo o capitulo sendo um pouco grande para os meus padrões e eu consigo me imaginar em todas as cenas, todas cheias de detalhes...
Eu falo muito, as vezes me empolgo hahaha até o próximo capítulo!
Olá, leitores novos são muito bem vindos! Seus comentários realmente transformaram o meu dia hoje, muito obrigada por todos os elogios, de verdade! Eu sempre pensei que as fanfics da terceira geração estivessem concentradas demais nos filhos do Harry e eu sempre pensei: mas e o Teddy? Pra mim, pelo menos, ele foi criado com tanto amor e cuidado pelo Harry como seus próprios filhos. Teddy foi completamente excluído do Cursed Child e mesmo aquilo não sendo a continuação que HP merece, é canon e oficial, então me deixou ainda mais revoltada e me deu a ideia de escrever essa história sobre o senhor Edward Lupin. Eu simplesmente amo Remus e Tonks por motivos inexplicáveis. É tão triste escrever sobre a vida do Teddy, filho deles, com um buraco tão grande de perda desde que ele ainda era um bebe... O flashback desse capítulo disperta muitos sentimentos e mostra como ele aprendeu a lidar com isso desde cedo, como ele precisou amadurecer. É imensamente gratificante saber que você está gostando da história, significa muito pra mim. Os capítulos são grandes sim, mas espero que isso não se torne um problema. Novamente, obrigada pelos elogios! Espero continuar a vê-la por aqui e não se preocupe, comentários grandes são empolgantes. Um abraço e até!
Gostei muito da fic. Vou acompanhar para saber o que vai acontecer.
Olá! Seja bem vinda, espero que goste da história! Um abraço
Oi, oi
Não tenho palavras para expressar o que senti ao ler esse primeiro capítulo. Só sei que agora estou tremendo. E isso é geralmente muito bom. As suas descrições foram muito bem trabalhadas (que inveja!), e eu fiquei particularmente fascinada pela descrição que você deu da catedral — sou ligeiramente apaixonada por arquitetura, e a catedral que você descreveu lembrou-me àquelas catedrais medievais, onde houve predomínio do estilo gótico, com arcos ogivais, vitrais e mosaicos, e os arcobotantes... enfim, é um estilo arquitetônico pelo qual eu sou particularmente fascinada —, e de como o Teddy se sente em relação à ela quando pequeno, intimidado pela grandiosidade do lugar e a aura poderosa que o lugar lança — o que mostra que a Igreja atingiu o seu objetivo ao usar a arquitetura gótica nas catedrais, que, lá no início, era mostrar o triunfo do Cristianismo sobre as religiões pagãs e etc —, e qualquer um que já foi a uma catedral pode concordar que a primeira vez é sempre a mais assustadora — parece que você está sendo observado por todos aqueles rostos nos vitrais e os santos em torno e no altar.
Sobre a Andrômeda: você a descreveu exatamente como a imagino como avó — uma pessoa marcada pelas provações da vida, que já sofreu muito, e que carrega essas marcas na memória e no corpo —, até mesmo a maneira que ela fala com o Teddy! Sempre pensei nela como uma avó não muito falante ou que demonstra exatamente tudo que sente (um traço que gosto de pensar que ela carrega desde adolescente), até porque as perdas do marido, da filha e do genro devem ter sido um baque muito grande pra ela, algo que só a personagem e ninguém mais poderia ser capaz de explicar. Achei-na particularmente incrível nesse primeiro capítulo, e tenho certeza que ela continuará assim ao longo da fic.
Também adorei o Harry como um padrinho presente. Enquanto lia, pensei em como seria se o Sirius jamais tivesse sido preso e pudesse ser o padrinho maravilhoso que ele com certeza seria para o Harry. Agora, isso me leva a pensar que talvez Harry esteja tentando ser para Teddy o padrinho que Sirius não pôde ser para ele, ou algo assim. É triste que dois personagens se identifiquem tanto um com outro por causa de razões tão tristes. Fiquei à beira de lágrimas enquanto o Teddy dizia que os pais escolheram morrer na guerra, que eles abandonaram-no e que ele os odiava por isso. Voldemort, eu te odeio.
Estou doida para conhecer mais sobre a relação do Teddy com a Victoire, e para ver como vão se desenrolar alguns outros detalhes citados por Teddy — um dos meus chutes é que ele talvez mude de profissão ou algo assim.
Desculpe se me dispersei ao fazer o comentário, mas é que é tanta coisa que achei fantástica que nem sei por onde começar. Parabéns, de verdade ♥
A.
O que mais gostei: As suas descrições, tanto as que se referem aos conflitos de Teddy, quanto as que se referem à paisagem e à arquitetura; simplesmente deslumbrante, parabéns!
[TROQUEI DE CONTA E ESTOU COMENTANDO A MESMA COISA NOVAMENTE, SORRY :D)
Oi, oi
Não tenho palavras para expressar o que senti ao ler esse primeiro capítulo. Só sei que agora estou tremendo. E isso é geralmente muito bom. As suas descrições foram muito bem trabalhadas (que inveja!), e eu fiquei particularmente fascinada pela descrição que você deu da catedral — sou ligeiramente apaixonada por arquitetura, e a catedral que você descreveu lembrou-me àquelas catedrais medievais, onde houve predomínio do estilo gótico, com arcos ogivais, vitrais e mosaicos, e os arcobotantes... enfim, é um estilo arquitetônico pelo qual eu sou particularmente fascinada —, e de como o Teddy se sente em relação à ela quando pequeno, intimidado pela grandiosidade do lugar e a aura poderosa que o lugar lança — o que mostra que a Igreja atingiu o seu objetivo ao usar a arquitetura gótica nas catedrais, que, lá no início, era mostrar o triunfo do Cristianismo sobre as religiões pagãs e etc —, e qualquer um que já foi a uma catedral pode concordar que a primeira vez é sempre a mais assustadora — parece que você está sendo observado por todos aqueles rostos nos vitrais e os santos em torno e no altar.
Sobre a Andrômeda: você a descreveu exatamente como a imagino como avó — uma pessoa marcada pelas provações da vida, que já sofreu muito, e que carrega essas marcas na memória e no corpo —, até mesmo a maneira que ela fala com o Teddy! Sempre pensei nela como uma avó não muito falante ou que demonstra exatamente tudo que sente (um traço que gosto de pensar que ela carrega desde adolescente), até porque as perdas do marido, da filha e do genro devem ter sido um baque muito grande pra ela, algo que só a personagem e ninguém mais poderia ser capaz de explicar. Achei-na particularmente incrível nesse primeiro capítulo, e tenho certeza que ela continuará assim ao longo da fic.
Também adorei o Harry como um padrinho presente. Enquanto lia, pensei em como seria se o Sirius jamais tivesse sido preso e pudesse ser o padrinho maravilhoso que ele com certeza seria para o Harry. Agora, isso me leva a pensar que talvez Harry esteja tentando ser para Teddy o padrinho que Sirius não pôde ser para ele, ou algo assim. É triste que dois personagens se identifiquem tanto um com outro por causa de razões tão tristes. Fiquei à beira de lágrimas enquanto o Teddy dizia que os pais escolheram morrer na guerra, que eles abandonaram-no e que ele os odiava por isso. Voldemort, eu te odeio.
Estou doida para conhecer mais sobre a relação do Teddy com a Victoire, e para ver como vão se desenrolar alguns outros detalhes citados por Teddy — um dos meus chutes é que ele talvez mude de profissão ou algo assim.
Desculpe se me dispersei ao fazer o comentário, mas é que é tanta coisa que achei fantástica que nem sei por onde começar. Parabéns, de verdade ♥
V.
O que mais gostei: As suas descrições, tanto as que se referem aos conflitos de Teddy, quanto as que se referem à paisagem e à arquitetura; simplesmente deslumbrante, parabéns!
Olá, olá, olá!
O seu comentário conseguiu me deixar sem fôlego por muito tempo! Obrigada por ser tão gentil com a minha história, fico muito feliz em saber que o que eu escrevo te impressionou muito e que vc está gostando da história. Do fundo do meu coração, obrigada!
Fico imensamente feliz que vc tenha gostado das minhas descrições, sério! Sempre me preocupa muito começar a escrever demais uma determinada cena pelo tamanho das descrições e, no fim, o capítulo fica imenso e eu fico com medo de que se torne cansativo para os leitores. Sua opinião significa muito para mim.
Vc captou exatamente o espírito que eu queria passar sobre a catedral. Eu nao sou muito familiar com essas coisas de arquitetura, mas a ideia era mesmo torná-la bastante imponente e bela. Eu adoro essas construções, costumava achar bem sinistro quando era pequena. Simplesmente, quando estava escrevendo essa cena, pensei em mim mesma entrando em uma igreja e imaginei que talvez dar detalhes característicos daquele lugar fosse uma boa ideia. Descrições próprias e que diferenciam dos outros tipos de lugares que vc pensa quando imagina uma igreja. São essas pequenas descriçõezinhas únicas e especiais que tornam sua história inteiramente sua, no seu mundo, na sua cabeça. E eu adoro! Sempre que posso dou uma aprofundada em alguma característica boba no fundo, em algum detalhe do lugar ou até da história dos personagens, para mostrar que eles realmente surgiram da minha cabeça após muito tempo pensando sobre isso e não de uma forma mecânica de escrever.
Sobre a Andromeda: eu criei uma imagem própria sobre ela quando li os livros da série. Quero dizer, ela é uma personagem que não sabemos muito, mas podemos supor e usar a imaginação para certas coisas. Ela sem dúvida foi muito feliz com a filha e o marido por muitos anos, onde tenho certeza que ela realizou muitos dos próprios sonhos, mas ter a filha e o marido tirados dela em um intervalo de tempo tão curto... Isso marca a pessoa. E a Andromeda, para mim, nunca foi muito falante ou aberta. Ela era uma Black e uma sonserina. Ela tem a elegância dos Black e a personalidade forte de uma sonserina, mas acima de tudo ela ama a si mesma e protege quem ela ama. Eu penso na Andromeda como uma pessoa extremamente fechada, desde muito jovem, que nunca expressou tão abertamente o que pensa ou sente, principalmente pela sua família não ser muito compreensível com sentimentos. Ela é, acima de tudo, muito gentil e protetora com o Teddy e expressa isso do seu próprio jeito, mesmo que muitas pessoas nao entendam.
Eu imagino que o Teddy passou por várias etapas para entender o que realmente aconteceu com os pais dele. Desde a negação até uma idealização sobre quem foram Remus e Tonks e durante a história vamos ver ele tentando compreender o que ser filho de Remus e Tonks influencia em quem ele é. E pra mim o Harry foi o melhor padrinho possível e considera o Teddy como se fosse um filho para ele.
Eu cito vários comentários no meio do capítulo sobre os personagens que eu idealizei e sem dúvida vc já percebeu um sobre o Teddy. Ele, nessa história, não é muito ambicioso e é muito modesto. Victoire e ele são dois amores desde muito jovens, mas claro que eu compliquei as coisas para eles ficarem juntos, como vc vai ver nos flashbacks.
Adoro comentários dispersantes, onde vc simplesmente escreve o que vêm em sua cabeça! Agradeço imensamente o ilustríssimo comentário e espero muito vê-la por aqui mais vezes - seja muito bem vinda. Espero que a história atinga suas expectativas e mantenha o nível que te impressionou.
Um abraço;
Scya