Eu lembro que na fase do pique esconde eu não sabia quem falava porque todas as vozes eram finas e iguais.
Eu vejo muita gente nutrindo raiva pelo Charles Lee e não sei se é porque eu já esperava, mas não fiquei com raiva dele. Não que eu o esteja defendendo, mas acho que a atitude dele seria a mesma de fosse 80% dos caras pálidas que viviam nessa época. Acho isso errado por parte do jogo, pq na real o Connor sofreria preconceito de quase todo mundo, seria perseguido, acusado etc. Mas no jogo todos os aliados tratam o Connor bem e só os templários parecem ser preconceituosos, quando na real não era assim.
Faz parecer que todos os templários são uns sem escrúpulos e todas as outras pessoas não.
Enfim, desculpe o desabafo no comentário.
E desculpe tbm minha ausência nos últimos caps. Estava de férias e tentei aproveitar ao máximo.
Olá de novo! :) Desculpe a demora pra responder, os últimos dias foram meio corridos, mas aqui estou! :v
Interessante você mencionar esse ponto. Por um lado eu acho que a transição do Lee é natural (apesar de ser um momento bem óbvio de "este cara é o vilão"), pois nós primeiro o vemos ao lado dos outros Templários, superiores a ele. Ele se comporta exemplarmente pra agradar Haytham e se tornar um membro da Ordem. Apenas depois que isso passa, nós vemos como ele é de verdade e como ele trata aqueles que crê serem inferiores. Concordo que o momento em que ele maltrata o Connor pode parecer um pouco forçado, mas ele ainda era uma criança, então claro que aquela primeira impressão ia ficar marcada na mente do pequeno.
Mas obrigado por apontar isso. Agora que eu paro pra pensar, realmente o jogo faz todos os Patriotas pegarem leve com o Connor, o que não é muito realista. Eles o aceitam numa boa, mas acho que na vida real eles apenas o tolerariam. Enfim, com isso tudo o que eu quero dizer é que acho que eu poderia mexer uns pauzinhos na história da fanfic pra retratar melhor o racismo generalizado que existia em todo o canto naquelas época. Pra falar a verdade, acho que o jogo tem apenas três personagens brancos que nunca discriminariam o Connor: Haytham, por motivos óbvios; William Johnson, por ser justamente um embaixador entre os indígenas; e o Sam Adams, que a meu ver seria o clássico tipo "sou-racista-mas-finjo-que-não-sou" (coisa tão comum até nos dias de hoje, né?).
Enfim, obrigado por comentar e não se preocupe se demorar um pouco; eu entendo bem, pois infelizmente tenho um ritmo de leitura meio lento. :P Por falar nisso, eu comecei a ler a sua Omnis Licitus. Ainda estou no comecinho, então fique de olho porque quando eu estiver mais pra frente deixarei um comentário por lá. :)
Eu lembro que na fase do pique esconde eu não sabia quem falava porque todas as vozes eram finas e iguais.
Eu vejo muita gente nutrindo raiva pelo Charles Lee e não sei se é porque eu já esperava, mas não fiquei com raiva dele. Não que eu o esteja defendendo, mas acho que a atitude dele seria a mesma de fosse 80% dos caras pálidas que viviam nessa época. Acho isso errado por parte do jogo, pq na real o Connor sofreria preconceito de quase todo mundo, seria perseguido, acusado etc. Mas no jogo todos os aliados tratam o Connor bem e só os templários parecem ser preconceituosos, quando na real não era assim.
Faz parecer que todos os templários são uns sem escrúpulos e todas as outras pessoas não.
Enfim, desculpe o desabafo no comentário.
E desculpe tbm minha ausência nos últimos caps. Estava de férias e tentei aproveitar ao máximo.
E por fim... BATATA!
Olá de novo! :) Desculpe a demora pra responder, os últimos dias foram meio corridos, mas aqui estou! :v
Interessante você mencionar esse ponto. Por um lado eu acho que a transição do Lee é natural (apesar de ser um momento bem óbvio de "este cara é o vilão"), pois nós primeiro o vemos ao lado dos outros Templários, superiores a ele. Ele se comporta exemplarmente pra agradar Haytham e se tornar um membro da Ordem. Apenas depois que isso passa, nós vemos como ele é de verdade e como ele trata aqueles que crê serem inferiores. Concordo que o momento em que ele maltrata o Connor pode parecer um pouco forçado, mas ele ainda era uma criança, então claro que aquela primeira impressão ia ficar marcada na mente do pequeno.
Mas obrigado por apontar isso. Agora que eu paro pra pensar, realmente o jogo faz todos os Patriotas pegarem leve com o Connor, o que não é muito realista. Eles o aceitam numa boa, mas acho que na vida real eles apenas o tolerariam. Enfim, com isso tudo o que eu quero dizer é que acho que eu poderia mexer uns pauzinhos na história da fanfic pra retratar melhor o racismo generalizado que existia em todo o canto naquelas época. Pra falar a verdade, acho que o jogo tem apenas três personagens brancos que nunca discriminariam o Connor: Haytham, por motivos óbvios; William Johnson, por ser justamente um embaixador entre os indígenas; e o Sam Adams, que a meu ver seria o clássico tipo "sou-racista-mas-finjo-que-não-sou" (coisa tão comum até nos dias de hoje, né?).
Enfim, obrigado por comentar e não se preocupe se demorar um pouco; eu entendo bem, pois infelizmente tenho um ritmo de leitura meio lento. :P Por falar nisso, eu comecei a ler a sua Omnis Licitus. Ainda estou no comecinho, então fique de olho porque quando eu estiver mais pra frente deixarei um comentário por lá. :)
Até a próxima! ^^