Comentários em “O Grande Inverno da Rússia”: “Natal”

Meurtriere

Vamos lá... A presença da Família Watson não me foi uma surpresa, mas certamente a de Irene foi. Contudo, tanto ela quanto Watson e CIA foram meros figurantes nesse capítulo.

É bom saber que Georgi está melhor e que Grigori parece aceitar melhor a idéia de tomar banhos.

Se a Esther quiser posso ensinar receitas sem carnes para ela rs. É uma delícia ouvir revisada de criança. Oh Sherlock e a primeira palavra, os primeiros e atrapalhados passos... É você perdeu muito cocô e xixi nas calças.

Você sabe que aposto todas as minhas fichas no Georgi, seria muita coincidência que seu filho desaparecido simplesmente esbarrasse em você não?

Emily, querida, acredite em mim quando eu digo que não é pouco sangue que sai. Eu vi o parto do meu cachorro com uns 6/7 anos mais ou menos e cresci sem traumas, Watson. Deixe de ser chato, tá pegando isso por osmose de sua mulher.

Aliás... Por que a Molly ainda tá viva?

Carpeado fugiu porque algum cara de cabelo branco deve ter assobiado perto dele e aí já viu né... O dever lhe chama rs

Haha eu lembrei de um amigo meu que quando voltava do futebol tava sempre imundo e a mãe dele falava o seguinte: Deixa esse tênis aí fora e vai direto pro banheiro sem encostar em nada!

Grigori assaltando a geladeira de madrugada, ou melhor os biscoitos do santa Claus kkkk Olha, talvez ele seja mesmo um Holmes e tenha puxado ao Mycroft talvez?

Vamos à lavação de roupa suja. Eu já esperava tal decisão de Esther desde à Rússia e fiquei surpresa por ela ter ficado tanto tempo em Sussex. Holmes está pagando pelos pecados e ponto.

Achei mais do que digno ele ir no lugar dela. Na verdade o mínimo a ser esperado de uma cavalheiro inglês não?

Esther, querida, vai pra Suíça com os meninos, porque adora em não se meter em guerras.

Maldade da agência ir chamar a Esther, a resposta dela estava óbvia né. Eu não teria agido diferente.

Não duvido que Holmes ame a Esther e os meninos, mas você sabe que uma morte dele não irá me surpreender né?

Aguardo o epílogo ansiosamente.

BadWolf
BadWolf Autor

Ninguém imaginava a senhora Adler ali, no meio deles, né? Honestamente, mesmo se a Esther estivesse com o Holmes, ela não teria ciúmes dela. Jamais vi os dois como um casal - até a Amy Thomas publicar os livros dela e me fazer shippar os dois - mas há quem veja. Figurantes? Que horror! KKKK

Pois é, o Holmes só lembra das coisas boas que perdeu. Das fraudas sujas, nem pensar. Até porquê, eu duvido que ele se atreveria a se enveredar por esse campo...

Claro, Georgi tem demonstrado várias características holmesianas - incluindo a personalidade mais introspectiva e a inteligência. Mas outra vez: não quer dizer nada. Acredito muito na tese de que somos resultados de nossos meios.

Credo! Imagino que o parto de um animal deve ser nojento mesmo.

HAHAHAHA Eu não sou de matar personagem no último cap, rs. Watson vai ter de aturar a Molly para sempre. Ninguém manda escolher mau - se bem que ela mudou muito depois do casamento. Até a Esther dá o braço a torcer nisso.

Sim, de repente o Geralt tinha o contrato de um grifo ali em Sussex e chamou o Carpeado, né... heheheh

Há uma grande possibilidade de que essa comilança toda do Grigori seja os genes de Mycroft se manifestando. Não sei se sabe, mas o Mycroft dos livros é gordinho - não é um magro um tanto fora de forma como o Mycroft da BBC, mas é rechonchudo mesmo. A minha versão preferida de Mycroft é da Granada - nenhuma surpresa, né? - apesar de haver entre o Mycroft e o Holmes do Brett uma diferença de idade bem maior que os tais 8 anos canônico. Mas ainda acho o Mycroft da Granada aquele tipo gordinho atrapalhado e preguiçoso desses que só quer saber de comer e dormir.

A decisão de ter permanecido ali em Sussex advém do que ela explicou: ela torrou todo o dinheiro dela na investigação das crianças e está sem lugar para ir e sem ajuda, pois o pai dela basicamente teve que recomeçar sua vida na Inglaterra e sequer tinha uma casa para oferecer. Para completar, Georgi teve crises de abstinência. Logo, ela ficou alguns meses em Sussex até que seu pai estivesse com a vida mais organizada e Georgi recuperado. Mas é claro, nada que um quarto de hóspedes não resolva.

HAHAHAHAH A Suíça é o lugar mais neutro do mundo. O único problema é o idioma, mas nada que alguém poliglota como ela não consiga aprender. O problema serão as crianças. Mas acho que ela não viveria tão longe assim do pai, não agora que conseguiu reencontrá-lo e ele já é um homem idoso - logo, tem pouco de tempo pela frente.

Não se surpreenda mesmo se ele morrer, porque é possível. E sim, ele ama as crianças e também a Esther. Ela sabe disso. Acredito firmemente que uma eventual reconciliação depende muito mais dela e em sua capacidade de perdoar e seguir em frente - que não é algo fácil, mas também não é impossível.

Quanto a Holmes estar pagando por seus pecados... Ele não irá pagar para sempre...

Obrigada por este review e até o próximo!