Comentários em “Espírito de Revolução”: “O Colono Furioso”

Meurtriere

Ler esse capítulo me relembrou sobre a Lenita que era ler os nomes que aparecem no quinto livro de GOT. Mas é legal ver o seu empenho em mostrar mais dá vida "selvagem" do Connor.

Talvez por eu mesma ser filha de índio, senti falta de ver mais da própria cultura dele. Uma coisa que já comentei com a BadWolf é que acho estranho o Connor ou as pessoas da tribo dele usarem zarabatanas.

Eu acreditava que após a morte de Zio quem cuidou e criou ele foi a Mãe do Clã. E de fato, ele teve sorte do cara ser "compreensível". Aliás, ele até usou um bom argumento, acredito eu.

Estou realmente gostando muito de como você descreve as paisagens e o próprio jovem Connor. Ah e me desculpe, mas não sei escrever o nome "original" dele.

Sim! Que 2017 seja um ano próspero para todos os autores de fics e que possamos finalizar nossas queridas histórias. Feliz Ano Novo pra você também!

GilCAnjos
GilCAnjos Autor

Haha, sim, os nomes são uma barra. Acho até que eu inventei a maioria deles, hahaha. Também acho que a presença da nação do Connor ficou faltando no jogo; afinal, a aldeia deveria ter sido o motivo da luta dele desde o começo, mas por algum motivo a cultura iroquesa tá praticamente ausente da campanha toda. Eu quero mostrar mais essa parte da vida do Connor, mas também não pretendo me aprofundar demais (por dois motivos: 1-o foco da história ainda é a Guerra de Revolução; 2-eu não conheço os costumes iroqueses e não quero acidentalmente cair em algum estereótipo indígena :P ).

Também pensei em mostrar o Connor sendo criado pela Mãe do Clã, até porque existe uma possibilidade de que ela seja avó dele (É meio estranho, o banco de dados do jogo diz que a Ziio era filha de uma Mãe do Clã, mas nunca explica se era essa ou se era outra). Mas preferi optar por criar um personagem original para cuidar dele, já que eu sentia que o Connor precisava de uma figura paterna. Essa figura não poderia ser o Achilles, porque eu acho que ele é mais um professor do que um pai; e claro que também não poderia ser o Haytham :v , então decidi criar um original. Espere vê-lo mais vezes por aqui, hehe.

Abraços e um feliz 2017! ^^

P.S.: Tenho quase certeza de que a nação do Connor não usa zarabatanas em nenhum momento do AC3. Na verdade, acho que os únicos da saga inteira que usam zarabatanas são a Aveline, o Edward, os Assassinos caribenhos e os indígenas maias e taínos no Black Flag.

BadWolf

Olá,

Gostei muito do capítulo. Acho bastante factível que Connor (não vou escrever o nome indígena dele, rs) tenha adotado uma postura mais ingênua ao tentar proteger seu povo quando mais jovem, e que situações como as envolvendo esse colono tenham acontecido. Mas realmente, é como esperar que um palheiro se mova por meio de uma única palha. E fico feliz também com a inserção de outros moradores da Aldeia. Também acho que o Connor foi criado por alguém depois da morte da Ziio, pena que o game não mostrou, dando até a entender que Connor era literalmente largado, já que ele não mencionou ninguém e andava pela floresta só com os amigos e tendo conselhos com a Mãe do Clã - coisa que todos da Aldeia fazem. Outro vacilo da Ubi.

Também gostei da sua preocupação em explicar a situação política da época. Eu até fico envergonhada em admitir, mas a História dos EUA nunca me interessou muito nos tempos da escola. Acabei aprendendo mais essa parte com AC3 do que nas aulas de História do colégio, rs. E realmente, os índios estavam em uma situação desfavorável. Na verdade quando não estiveram? Infelizmente, o povo indígena sempre acaba subjugado, seja na história dos EUA ou na do Brasil.

Que 2017 seja um ano abençoado para todos nós, pq 2016 foi pedreira! Te desejo muito sucesso e criatividade de sobra nas fanfics. Até o próximo!

GilCAnjos
GilCAnjos Autor

Eu acho importante mostrar o Connor no início da história como um garoto que sonha mais do que ele consegue realizar e que faz as coisas por impulso, porque acho que assim é possível fazer uma evolução do personagem, já que a vida de Assassino mais tarde vai exigir que ele pense muito pra cada ação que tomar.

E, como eu respondi em outro comentário, eu criei o personagem do Saksa:ri porque desde o começo eu sabia que o Connor iria precisar de uma figura paterna de verdade para guiá-lo, e que nem o Achilles nem o Haytham poderiam cumprir esse papel. Sem falar que nunca houve uma confirmação da Ubisoft se a Mãe do Clã é de fato parente do Connor ou não.

Quanto à situação política, admito que eu também não era fissurado nos anos iniciais dos Estados Unidos na escola. Foram justamente AC3 e Rogue, mais o musical Hamilton (que eu recomendo muito; tem participações do Washington, Lafayette e Charles Lee) que despertaram o meu interesse na época colonial das Américas, em especial na Guerra de Independência dos EUA. Mas, de um jeito ou de outro, acho que a posição dos indígenas só aumenta o drama da história - porque, por mais que o Connor pense o contrário, sabemos que não existe final feliz para eles.

Abraços e até a próxima! :)

Danilo Alex

Que folgado esse Thompson heim? Prevejo que ele ainda trará mais problemas para Connor e seu povo.

Capítulo muito bem estruturado, que nos ajuda a entender mais ainda a trama.

GilCAnjos
GilCAnjos Autor

Mais uma vez, muito obrigado pelos elogios. Esse capítulo foi um dos episódios originais na minha primeira versão da história, e eu quis mantê-lo na versão atual porque acho que ele é uma ótima maneira de apresentar a personalidade do Connor antes de se encontrar com a Irmandade.

Mas pra não alimentar muitas esperanças, já vou avisando que não tenho planos para o Thompson, haha. Talvez um dia ele volte a aparecer, mas eu o criei para ser personagem de um capítulo só mesmo.

Abraços e até a próxima! ^^