Comentários em “O Grande Inverno da Rússia”: “Novos Rumos”

Meurtriere

Eu tenho a ligeira impressão que você sente algum tipo de satisfação em escrever esses nomes completos...

Posso questionar se haverá menções futuras das outras crianças? Eu fiquei curiosa quanto a essa questão.

Sinceramente, agora analisando todo o envolvimento do Stálin... Eu confesso que não conheço muito da pessoa Stálin e tenho certo pré-conceito, por isso me acho super suspeita pra falar da participação dele. Eu gostei e não gostei.

Achei um bom personagem, mas preferiria que não fosse o Stálin. Não sei, mas sinto que se em vez de Rússia, fosse na Alemanha seria o Adolf. Ou Mussolini na Itália... Enfim. É só minha humilde opinião sincera.

Quanto a adoção... Na moral, qual era o plano de fuga da Esther?

"Meu filho, vamos sair fugidos e ilegalmente porque tenho experiência no assunto."

Por favor né. Não sou do tipo que apoio o Holmes, e você sabe disso, mas dessa vez não posso abdicar da razão.

Céus, esses nomes que ele escolheu são atentados... Cruzes.

Eu DUVIDO que Grigori continuará a gostar do Sherlock quando for mais velho e descobri os detalhes do porquê dessa viagem à Rússia.

Sem comentários para a atitude baixa do Holmes.

BadWolf
BadWolf Autor

Sim, uma baita satisfação. Especialmente por nomes compostos hehehe. Mas o nome do Holmes (Sherlock Willian Scott Holmes) nem mesmo é canônico, mas um pesquisador holmesiano bastante pika das galáxias (perdoe a expressão chula) determinou que o nome completo do Holmes era esse, e praticamente tornou-se um consenso, rs.

Não estou planejando menção das outras crianças. É como o Abe falou, "você não tem o poder de salvar a todos", e a Esther realmente não tem. Terá de ficar no ar: Stálin realmente engoliu o orgulho e falou das crianças para o Trótsky ou aquilo foi uma baita desculpa e as crianças ficaram à própria sorte? Nunca saberemos.

O Stálin é uma figura extremamente controversa. Não me espanta o seu preconceito ou seu asco, porque são coisas que eu sinto também. O fato do personagem estar na fic não significa que gosto dele rs. Acho natural o seu desagrado, mas a participação dele simplesmente atendia às "necessidades da fic". Poderia ser um OC? Sim. Mas este OC seria a cópia do Koba em praticamente todos os aspectos. Então pensei: por que não colocá-lo ali?

Essa coisa da Rússia já vem carregada desde a primeira fic, então não havia muito para onde fugir, já era algo definido há anos atrás, todo esse problema com o Ivanov e etc. Do pouco que sei da História da Alemanha e Itália, Hitler estaria pintando seus quadros e tentando ingressar na Academia de Artes de Vienna (não era ainda o monstro que conhecemos, pois foi o fracasso em ser um artista que começou a causar suas perturbações) e Mussolini não era ainda o fascista que conhecemos. Com toda a certeza, se a fic se passasse na Itália ou Alemanha de 1910 eu colocaria outras pessoas - OCs. A utilização do Koba/Stálin só foi adiante quando eu percebi que cairia bem na história e que eu não precisaria alterar a personalidade ou fatos históricos para isso.

Não algo tão leviano. Esther queria provar que as crianças eram dela. Registrá-las em seu nome, mesmo que isso fosse adiante em um tribunal, onde ela acusaria os Ivanov do sequestro. O problema é que isso é muito mais uma questão de "ego" dela do que senso prático. Ela queria que o sequestro da criança fosse levado adiante em um tribunal da Inglaterra e que os culpados fossem julgados. Mas algo que ela ainda não percebeu foi: que culpados? Estão todos mortos, afinal. Por isso o Holmes a chamou à razão e meio que "mesclou" as alternativas. Seguiria adiante com a adoção, mas dizendo as crianças que os dois são os pais.

Holmes tem mau gosto para nomes. E sabe disso, pelo menos.

Há um grande risco, sim. Não só o Grigori, mas também o Georgi. Ou talvez o Grigori acabe aceitando o pai torto que tem, na falta de algo melhor.

HAHAHAHA Ri muito. Também acho que foi sacanagem dele. Não dá uma dentro - literalmente... #semcomentários

Obrigada pelo review, amanhã tem mais Olga Ivanov!

EsterNW

Fiquei pensando enquanto lia o cap, sobre essa decisão deles assumirem ambos os meninos como os filhos. Já que eles não têm certeza de quem é o filho biológico, por que não assumir os dois? Afinal, as crianças nunca tiveram pais de verdade e agora eles podem mostrar a elas o que é ter alguém que cuide e de amor, o que é ter pais de verdade. Claro, se ambos Esther e Holmes forem ficar com as crianças, em vez dela fugir com eles pelo mundo xD Aliás, isso me deixou pensando... Será que a Esther seria capaz de voltar a viver com o Holmes pelas crianças? Porque eles ainda tentam agir como casados na frente dos outros... Enfim, veremos o que vai sair daí, não xD

E isso sobre o Holmes estar contando parte da verdade, me lembra de uma vez que eu comentei algo parecido com uma leitora: até que ponto uma meia verdade é uma verdade e quando ela se torna uma mentira? Ou uma meia verdade é uma mentira disfarçada por um pouco de verdade? Okay, agora vou parar de falatório e partir pro próximo kkk

Só pausa pra dizer que: Koba/Stalin, tu tá achando que é casa da mãe Joana, pra jogar o cigarro no chão e entrar e sair como bem entende? Modos, homem! -q okay, parei kkkk